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\u2002PARA A EDI\u00c7\u00c3O 2018, ENTRE OS 250 PALESTRANTES J\u00c1 CONFIRMADOS, EST\u00c3O REPRESENTANTES DA VELHA E DA NOVA ECONOMIA (FOTO: DAVID FITZGERALD\/WEB SUMMIT VIA SPORTSFILE)[\/caption]\r\n\r\nDepois de afundar numa das piores crises econ\u00f4micas desde a Segunda Guerra Mundial, Portugal se reergueu com medidas dr\u00e1sticas. Cortou investimentos. Congelou gastos e carreiras. Reduziu os sal\u00e1rios dos funcion\u00e1rios p\u00fablicos. A cartilha da austeridade provocou dor e revolta, deixou cicatrizes mas deu resultado.\r\n\r\nO desemprego caiu, o PIB subiu, e at\u00e9 a expectativa de vida de uma popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 idosa aumentou. Junte-se \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, o banho de autoestima: o pa\u00eds entrou na moda. Nos \u00faltimos anos, v\u00e1rias cidades s\u00e3o apontadas como ideais para se passear e viver. Tem mais.\r\n\r\nCom projetos ousados e apoio do governo, Portugal vem chamando a aten\u00e7\u00e3o como centro de refer\u00eancia internacional em inova\u00e7\u00e3o e empreendedorismo. A prova? Lisboa ter sido escolhida para sediar at\u00e9 2028 o Web Summit, um dos mais importantes eventos de tecnologia do mundo.\r\n\r\nPara a terceira edi\u00e7\u00e3o na cidade, a de 2018, entre os 250 palestrantes j\u00e1 confirmados, est\u00e3o representantes da velha e da nova economia. De executivos de gigantes como Nestl\u00e9, Samsung, J.P. Morgan Chase, Google, Microsoft, eBay, Twitter, Booking.com e Tinder a porta-vozes da Comiss\u00e3o e do Parlamento europeus e do Vaticano. Resumindo, quem se importa com o futuro dos neg\u00f3cios tem encontro marcado em Lisboa, em novembro.\r\n\r\n\"\" A PODEROSA DO PORTO\u2002SUSANA SARGENTO \u00c9 UMA DAS FUNDADORAS DA VENIAM, CONSIDERADA UMA DAS STARTUPS MAIS INOVADORAS DO MUNDO. A EMPRESA TRANSFORMOU OS VE\u00cdCULOS DA CIDADE PORTUGUESA EM EMISSORES E DIFUSORES DE SINAIS DE INTERNET (FOTO: PAULO DUARTE)[\/caption]\r\n\r\nO Web Summit nasceu em Dublin, na Irlanda, em 2010, atraindo a aten\u00e7\u00e3o de pouco mais de 400 pessoas. Seis anos depois, o evento foi para Lisboa e, desde ent\u00e3o, s\u00f3 fez crescer. \u201cEst\u00e1vamos fascinados pelo potencial e pela efervesc\u00eancia do ecossistema tecnol\u00f3gico de Portugal\u201d, diz o irland\u00eas Peter Gilmer, 37 anos, diretor executivo do Web Summit. Na primeira edi\u00e7\u00e3o em solo portugu\u00eas, a confer\u00eancia reuniu 53 mil interessados.\r\n\r\nPara este ano, s\u00e3o esperados 70 mil. Para se ter uma ideia, em 2017, as palestras transmitidas pelo Facebook atingiram a marca de 18 milh\u00f5es de pessoas. \u201cEcon\u00f4mica e culturalmente, Portugal vive \u2018O\u2019 momento\u201d, define Gilmer. O ritmo de crescimento do mercado portugu\u00eas de startups \u00e9 duas vezes e meia superior ao da m\u00e9dia europeia, segundo a empresa Startup Europe Partnership. E Lisboa aparece na lista das melhores cidades do mundo para se come\u00e7ar um neg\u00f3cio.\r\n\r\nAl\u00e9m da m\u00e3o de obra qualificada, da economia pujante (crescimento de 2,7%, no ano passado) e do sentimento de autoconfian\u00e7a, Portugal avan\u00e7a como na\u00e7\u00e3o high-tech gra\u00e7as ao, como define Gilmer, \u201cimpressionante\u201d apoio governamental. Foi criado, por exemplo, um fundo de \u20ac 200 milh\u00f5es para estimular o investimento estrangeiro em startups portuguesas.\r\n\r\nA C\u00e2mara de Lisboa e a incubadora Startup Lisboa j\u00e1 deram in\u00edcio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do Hub Criativo do Beato. Instalado em 35 mil m2, em um antigo complexo fabril do ex\u00e9rcito, na zona ribeirinha lisboeta, o centro deve ser um dos maiores espa\u00e7os para o empreendedorismo na Europa. Com o incentivo do governo, a Startup Voucher funciona como uma rede nacional de hubs tecnol\u00f3gicos, cujo objetivo \u00e9 oferecer bolsa de um ano para que 400 empreendedores desenvolvam seus projetos.\r\n\r\n\"\" \u00c9 PRECISO MUDAR A FILOSOFIA
SOB O COMANDO DE CARLOS RIBAS, REPRESENTANTE DA MULTINACIONAL ALEM\u00c3 BOSCH EM PORTUGAL, A EMPRESA DESENVOLVEU UM SISTEMA DE ACIONAMENTO AUTOM\u00c1TICO DE SOCORRO PARA AUTOM\u00d3VEIS E MOTOCICLETAS, EM CASOS DE ACIDENTE (FOTO: DIVULGA\u00c7\u00c3O)[\/caption]\r\n\r\nEm janeiro de 2017, o governo lan\u00e7ou o Ind\u00fastria 4.0, programa com cerca de 60 medidas para valorizar, promover e investir na digitaliza\u00e7\u00e3o da economia. Entre as principais propostas, est\u00e3o a forma\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica de cerca de 20 mil trabalhadores, gestores e empreendedores e a transfer\u00eancia de parte dos neg\u00f3cios para as plataformas digitais.\r\n\r\nO objetivo n\u00e3o \u00e9 outro sen\u00e3o enterrar de vez a m\u00e1 fama dos produtos made in Portugal. \u201cO Ind\u00fastria 4.0 \u00e9 a resposta das empresas a v\u00e1rias crises\u201d, diz Jorge Portugal, diretor-geral da Cotec, a associa\u00e7\u00e3o empresarial encarregada de estimular, monitorar e cobrar a implementa\u00e7\u00e3o do programa. \u201cA ind\u00fastria se reconfigurou: abandonou os produtos de baixo valor e investiu para ser mais r\u00e1pida do que o concorrente.\u201d Um dos setores que melhor espelham essa mudan\u00e7a \u00e9 a tradicional ind\u00fastria cal\u00e7adista.\r\n\r\nSubmetida \u00e0 competi\u00e7\u00e3o internacional e a tantas outras dificuldades internas, quase naufragou de vez, mas emergiu com for\u00e7a, amarrada a tecnologia e design. Proliferaram modelos e marcas valorizadas. O couro foi mais bem aproveitado. O \u201cbanho de juventude\u201d elevou o cal\u00e7ado portugu\u00eas a um patamar at\u00e9 ent\u00e3o in\u00e9dito: o das prateleiras mais caras da Europa.\r\n\r\nFrente a um ecossistema econ\u00f4mico t\u00e3o din\u00e2mico e em franca expans\u00e3o, \u00e9 natural que Portugal receba o reconhecimento internacional e atraia a aten\u00e7\u00e3o de gigantes, como mostram as not\u00edcias a seguir:\r\n

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\u2002PARA A EDI\u00c7\u00c3O 2018, ENTRE OS 250 PALESTRANTES J\u00c1 CONFIRMADOS, EST\u00c3O REPRESENTANTES DA VELHA E DA NOVA ECONOMIA (FOTO: DAVID FITZGERALD\/WEB SUMMIT VIA SPORTSFILE)[\/caption]\r\n\r\nDepois de afundar numa das piores crises econ\u00f4micas desde a Segunda Guerra Mundial, Portugal se reergueu com medidas dr\u00e1sticas. Cortou investimentos. Congelou gastos e carreiras. Reduziu os sal\u00e1rios dos funcion\u00e1rios p\u00fablicos. A cartilha da austeridade provocou dor e revolta, deixou cicatrizes mas deu resultado.\r\n\r\nO desemprego caiu, o PIB subiu, e at\u00e9 a expectativa de vida de uma popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 idosa aumentou. Junte-se \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, o banho de autoestima: o pa\u00eds entrou na moda. Nos \u00faltimos anos, v\u00e1rias cidades s\u00e3o apontadas como ideais para se passear e viver. Tem mais.\r\n\r\nCom projetos ousados e apoio do governo, Portugal vem chamando a aten\u00e7\u00e3o como centro de refer\u00eancia internacional em inova\u00e7\u00e3o e empreendedorismo. A prova? Lisboa ter sido escolhida para sediar at\u00e9 2028 o Web Summit, um dos mais importantes eventos de tecnologia do mundo.\r\n\r\nPara a terceira edi\u00e7\u00e3o na cidade, a de 2018, entre os 250 palestrantes j\u00e1 confirmados, est\u00e3o representantes da velha e da nova economia. De executivos de gigantes como Nestl\u00e9, Samsung, J.P. Morgan Chase, Google, Microsoft, eBay, Twitter, Booking.com e Tinder a porta-vozes da Comiss\u00e3o e do Parlamento europeus e do Vaticano. Resumindo, quem se importa com o futuro dos neg\u00f3cios tem encontro marcado em Lisboa, em novembro.\r\n\r\n\"\" A PODEROSA DO PORTO\u2002SUSANA SARGENTO \u00c9 UMA DAS FUNDADORAS DA VENIAM, CONSIDERADA UMA DAS STARTUPS MAIS INOVADORAS DO MUNDO. A EMPRESA TRANSFORMOU OS VE\u00cdCULOS DA CIDADE PORTUGUESA EM EMISSORES E DIFUSORES DE SINAIS DE INTERNET (FOTO: PAULO DUARTE)[\/caption]\r\n\r\nO Web Summit nasceu em Dublin, na Irlanda, em 2010, atraindo a aten\u00e7\u00e3o de pouco mais de 400 pessoas. Seis anos depois, o evento foi para Lisboa e, desde ent\u00e3o, s\u00f3 fez crescer. \u201cEst\u00e1vamos fascinados pelo potencial e pela efervesc\u00eancia do ecossistema tecnol\u00f3gico de Portugal\u201d, diz o irland\u00eas Peter Gilmer, 37 anos, diretor executivo do Web Summit. Na primeira edi\u00e7\u00e3o em solo portugu\u00eas, a confer\u00eancia reuniu 53 mil interessados.\r\n\r\nPara este ano, s\u00e3o esperados 70 mil. Para se ter uma ideia, em 2017, as palestras transmitidas pelo Facebook atingiram a marca de 18 milh\u00f5es de pessoas. \u201cEcon\u00f4mica e culturalmente, Portugal vive \u2018O\u2019 momento\u201d, define Gilmer. O ritmo de crescimento do mercado portugu\u00eas de startups \u00e9 duas vezes e meia superior ao da m\u00e9dia europeia, segundo a empresa Startup Europe Partnership. E Lisboa aparece na lista das melhores cidades do mundo para se come\u00e7ar um neg\u00f3cio.\r\n\r\nAl\u00e9m da m\u00e3o de obra qualificada, da economia pujante (crescimento de 2,7%, no ano passado) e do sentimento de autoconfian\u00e7a, Portugal avan\u00e7a como na\u00e7\u00e3o high-tech gra\u00e7as ao, como define Gilmer, \u201cimpressionante\u201d apoio governamental. Foi criado, por exemplo, um fundo de \u20ac 200 milh\u00f5es para estimular o investimento estrangeiro em startups portuguesas.\r\n\r\nA C\u00e2mara de Lisboa e a incubadora Startup Lisboa j\u00e1 deram in\u00edcio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do Hub Criativo do Beato. Instalado em 35 mil m2, em um antigo complexo fabril do ex\u00e9rcito, na zona ribeirinha lisboeta, o centro deve ser um dos maiores espa\u00e7os para o empreendedorismo na Europa. Com o incentivo do governo, a Startup Voucher funciona como uma rede nacional de hubs tecnol\u00f3gicos, cujo objetivo \u00e9 oferecer bolsa de um ano para que 400 empreendedores desenvolvam seus projetos.\r\n\r\n\"\" \u00c9 PRECISO MUDAR A FILOSOFIA
SOB O COMANDO DE CARLOS RIBAS, REPRESENTANTE DA MULTINACIONAL ALEM\u00c3 BOSCH EM PORTUGAL, A EMPRESA DESENVOLVEU UM SISTEMA DE ACIONAMENTO AUTOM\u00c1TICO DE SOCORRO PARA AUTOM\u00d3VEIS E MOTOCICLETAS, EM CASOS DE ACIDENTE (FOTO: DIVULGA\u00c7\u00c3O)[\/caption]\r\n\r\nEm janeiro de 2017, o governo lan\u00e7ou o Ind\u00fastria 4.0, programa com cerca de 60 medidas para valorizar, promover e investir na digitaliza\u00e7\u00e3o da economia. Entre as principais propostas, est\u00e3o a forma\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica de cerca de 20 mil trabalhadores, gestores e empreendedores e a transfer\u00eancia de parte dos neg\u00f3cios para as plataformas digitais.\r\n\r\nO objetivo n\u00e3o \u00e9 outro sen\u00e3o enterrar de vez a m\u00e1 fama dos produtos made in Portugal. \u201cO Ind\u00fastria 4.0 \u00e9 a resposta das empresas a v\u00e1rias crises\u201d, diz Jorge Portugal, diretor-geral da Cotec, a associa\u00e7\u00e3o empresarial encarregada de estimular, monitorar e cobrar a implementa\u00e7\u00e3o do programa. \u201cA ind\u00fastria se reconfigurou: abandonou os produtos de baixo valor e investiu para ser mais r\u00e1pida do que o concorrente.\u201d Um dos setores que melhor espelham essa mudan\u00e7a \u00e9 a tradicional ind\u00fastria cal\u00e7adista.\r\n\r\nSubmetida \u00e0 competi\u00e7\u00e3o internacional e a tantas outras dificuldades internas, quase naufragou de vez, mas emergiu com for\u00e7a, amarrada a tecnologia e design. Proliferaram modelos e marcas valorizadas. O couro foi mais bem aproveitado. O \u201cbanho de juventude\u201d elevou o cal\u00e7ado portugu\u00eas a um patamar at\u00e9 ent\u00e3o in\u00e9dito: o das prateleiras mais caras da Europa.\r\n\r\nFrente a um ecossistema econ\u00f4mico t\u00e3o din\u00e2mico e em franca expans\u00e3o, \u00e9 natural que Portugal receba o reconhecimento internacional e atraia a aten\u00e7\u00e3o de gigantes, como mostram as not\u00edcias a seguir:\r\n