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Ontem, em Portugal, houve a mais baixa taxa de crescimento de novos casos, 0,35%. L\u00e1, como se sabe, h\u00e1 um l\u00edder que conseguiu unir o pa\u00eds inteiro contra um inimigo comum.<\/p>\n\n\n\n

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Este ano, a igreja apela a uma \u201cperegrina\u00e7\u00e3o espiritual\u201d \u00e0 Cova de Iria, e que todos acompanhem pela televis\u00e3o ou pela internet, com uma vela acesa em cada casa.<\/p>\n\n\n\n

Ontem, em Portugal, houve a mais baixa taxa de crescimento de novos casos, 0,35%. L\u00e1, como se sabe, h\u00e1 um l\u00edder que conseguiu unir o pa\u00eds inteiro contra um inimigo comum.<\/p>\n\n\n\n

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Imagem de N. S. de F\u00e1tima | M\u00f4nica Imbuzeiro<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Este ano, a igreja apela a uma \u201cperegrina\u00e7\u00e3o espiritual\u201d \u00e0 Cova de Iria, e que todos acompanhem pela televis\u00e3o ou pela internet, com uma vela acesa em cada casa.<\/p>\n\n\n\n

Ontem, em Portugal, houve a mais baixa taxa de crescimento de novos casos, 0,35%. L\u00e1, como se sabe, h\u00e1 um l\u00edder que conseguiu unir o pa\u00eds inteiro contra um inimigo comum.<\/p>\n\n\n\n

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LEIA TAMB\u00c9M: Crise do coronav\u00edrus agrava adversidades de imigrantes brasileiros em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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Imagem de N. S. de F\u00e1tima | M\u00f4nica Imbuzeiro<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Este ano, a igreja apela a uma \u201cperegrina\u00e7\u00e3o espiritual\u201d \u00e0 Cova de Iria, e que todos acompanhem pela televis\u00e3o ou pela internet, com uma vela acesa em cada casa.<\/p>\n\n\n\n

Ontem, em Portugal, houve a mais baixa taxa de crescimento de novos casos, 0,35%. L\u00e1, como se sabe, h\u00e1 um l\u00edder que conseguiu unir o pa\u00eds inteiro contra um inimigo comum.<\/p>\n\n\n\n

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Imagem de N. S. de F\u00e1tima | M\u00f4nica Imbuzeiro<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Este ano, a igreja apela a uma \u201cperegrina\u00e7\u00e3o espiritual\u201d \u00e0 Cova de Iria, e que todos acompanhem pela televis\u00e3o ou pela internet, com uma vela acesa em cada casa.<\/p>\n\n\n\n

Ontem, em Portugal, houve a mais baixa taxa de crescimento de novos casos, 0,35%. L\u00e1, como se sabe, h\u00e1 um l\u00edder que conseguiu unir o pa\u00eds inteiro contra um inimigo comum.<\/p>\n\n\n\n

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Imagem de N. S. de F\u00e1tima | M\u00f4nica Imbuzeiro<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Este ano, a igreja apela a uma \u201cperegrina\u00e7\u00e3o espiritual\u201d \u00e0 Cova de Iria, e que todos acompanhem pela televis\u00e3o ou pela internet, com uma vela acesa em cada casa.<\/p>\n\n\n\n

Ontem, em Portugal, houve a mais baixa taxa de crescimento de novos casos, 0,35%. L\u00e1, como se sabe, h\u00e1 um l\u00edder que conseguiu unir o pa\u00eds inteiro contra um inimigo comum.<\/p>\n\n\n\n

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Em virtude da pandemia da Covid-19, pela primeira vez n\u00e3o haver\u00e1 peregrinos hoje na cidadede F\u00e1tima, em Portugal, para celebrar o dia de Nossa Senhora de F\u00e1tima. <\/h4>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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LEIA TAMB\u00c9M: Crise do coronav\u00edrus agrava adversidades de imigrantes brasileiros em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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Imagem de N. S. de F\u00e1tima | M\u00f4nica Imbuzeiro<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Este ano, a igreja apela a uma \u201cperegrina\u00e7\u00e3o espiritual\u201d \u00e0 Cova de Iria, e que todos acompanhem pela televis\u00e3o ou pela internet, com uma vela acesa em cada casa.<\/p>\n\n\n\n

Ontem, em Portugal, houve a mais baixa taxa de crescimento de novos casos, 0,35%. L\u00e1, como se sabe, h\u00e1 um l\u00edder que conseguiu unir o pa\u00eds inteiro contra um inimigo comum.<\/p>\n\n\n\n

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Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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A estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\" (Foto-CWB) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Cerca de 14% das 2.500 casas de repouso em Portugal tiveram casos de coronav\u00edrus, de acordo com o governo.<\/p>\n\n\n\n

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A estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\" (Foto-CWB) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Merc\u00eas \u00e9 uma dos muitos portugueses com parentes em casas de repouso que est\u00e3o tendo dificuldades para lidar com a proibi\u00e7\u00e3o \u00e0s visitas impostas para proteger os fr\u00e1geis moradores do cont\u00e1gio como parte de um lockdown imposto h\u00e1 quase dois meses.<\/p>\n\n\n\n

Cerca de 14% das 2.500 casas de repouso em Portugal tiveram casos de coronav\u00edrus, de acordo com o governo.<\/p>\n\n\n\n

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A estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\" (Foto-CWB) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Aberta no in\u00edcio do m\u00eas na cl\u00ednica de Montepio na cidade de Montijo, na margem oposta do Rio Tejo \u00e0 Lisboa, a caixa com ar condicionado fica do lado de fora do edif\u00edcio, em conjunto com um dos quartos. Moradores podem sentar e conversar com seus parentes usando microfones instalados dos dois lados.<\/p>\n\n\n\n

Merc\u00eas \u00e9 uma dos muitos portugueses com parentes em casas de repouso que est\u00e3o tendo dificuldades para lidar com a proibi\u00e7\u00e3o \u00e0s visitas impostas para proteger os fr\u00e1geis moradores do cont\u00e1gio como parte de um lockdown imposto h\u00e1 quase dois meses.<\/p>\n\n\n\n

Cerca de 14% das 2.500 casas de repouso em Portugal tiveram casos de coronav\u00edrus, de acordo com o governo.<\/p>\n\n\n\n

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A estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\" (Foto-CWB) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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\"Eu n\u00e3o acho que conseguiria resistir se a janela de vidro n\u00e3o estivesse aqui\".<\/p>\n\n\n\n

Aberta no in\u00edcio do m\u00eas na cl\u00ednica de Montepio na cidade de Montijo, na margem oposta do Rio Tejo \u00e0 Lisboa, a caixa com ar condicionado fica do lado de fora do edif\u00edcio, em conjunto com um dos quartos. Moradores podem sentar e conversar com seus parentes usando microfones instalados dos dois lados.<\/p>\n\n\n\n

Merc\u00eas \u00e9 uma dos muitos portugueses com parentes em casas de repouso que est\u00e3o tendo dificuldades para lidar com a proibi\u00e7\u00e3o \u00e0s visitas impostas para proteger os fr\u00e1geis moradores do cont\u00e1gio como parte de um lockdown imposto h\u00e1 quase dois meses.<\/p>\n\n\n\n

Cerca de 14% das 2.500 casas de repouso em Portugal tiveram casos de coronav\u00edrus, de acordo com o governo.<\/p>\n\n\n\n

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A estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\" (Foto-CWB) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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\"Tenho vontade de abra\u00e7\u00e1-lo\", disse a portuguesa de 63 anos \u00e0 Reuters ap\u00f3s uma visita de 15 minutos \u00e0 \"Caixa de emo\u00e7\u00f5es\", como a estrutura ficou conhecida.<\/p>\n\n\n\n

\"Eu n\u00e3o acho que conseguiria resistir se a janela de vidro n\u00e3o estivesse aqui\".<\/p>\n\n\n\n

Aberta no in\u00edcio do m\u00eas na cl\u00ednica de Montepio na cidade de Montijo, na margem oposta do Rio Tejo \u00e0 Lisboa, a caixa com ar condicionado fica do lado de fora do edif\u00edcio, em conjunto com um dos quartos. Moradores podem sentar e conversar com seus parentes usando microfones instalados dos dois lados.<\/p>\n\n\n\n

Merc\u00eas \u00e9 uma dos muitos portugueses com parentes em casas de repouso que est\u00e3o tendo dificuldades para lidar com a proibi\u00e7\u00e3o \u00e0s visitas impostas para proteger os fr\u00e1geis moradores do cont\u00e1gio como parte de um lockdown imposto h\u00e1 quase dois meses.<\/p>\n\n\n\n

Cerca de 14% das 2.500 casas de repouso em Portugal tiveram casos de coronav\u00edrus, de acordo com o governo.<\/p>\n\n\n\n

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A estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\" (Foto-CWB) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Maria das Merc\u00eas lutou para segurar as l\u00e1grimas ap\u00f3s ver seu pai de 90 anos em um lar de idosos em Portugal - conversando com ele de dentro de uma caixa de vidro erguida em frente a uma janela e que permite que os idosos moradores recebam visitas familiares durante a pandemia do coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

\"Tenho vontade de abra\u00e7\u00e1-lo\", disse a portuguesa de 63 anos \u00e0 Reuters ap\u00f3s uma visita de 15 minutos \u00e0 \"Caixa de emo\u00e7\u00f5es\", como a estrutura ficou conhecida.<\/p>\n\n\n\n

\"Eu n\u00e3o acho que conseguiria resistir se a janela de vidro n\u00e3o estivesse aqui\".<\/p>\n\n\n\n

Aberta no in\u00edcio do m\u00eas na cl\u00ednica de Montepio na cidade de Montijo, na margem oposta do Rio Tejo \u00e0 Lisboa, a caixa com ar condicionado fica do lado de fora do edif\u00edcio, em conjunto com um dos quartos. Moradores podem sentar e conversar com seus parentes usando microfones instalados dos dois lados.<\/p>\n\n\n\n

Merc\u00eas \u00e9 uma dos muitos portugueses com parentes em casas de repouso que est\u00e3o tendo dificuldades para lidar com a proibi\u00e7\u00e3o \u00e0s visitas impostas para proteger os fr\u00e1geis moradores do cont\u00e1gio como parte de um lockdown imposto h\u00e1 quase dois meses.<\/p>\n\n\n\n

Cerca de 14% das 2.500 casas de repouso em Portugal tiveram casos de coronav\u00edrus, de acordo com o governo.<\/p>\n\n\n\n

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A estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\" (Foto-CWB) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Ros\u00e1lia Ferreira aproveita para oferecer \u00e0 m\u00e3e umas palavrinhas de afeto, al\u00e9m dos beijos atirados pelo vidro, em uma \"surpresa que ela n\u00e3o esperava\". (Foto-CWB)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Maria das Merc\u00eas lutou para segurar as l\u00e1grimas ap\u00f3s ver seu pai de 90 anos em um lar de idosos em Portugal - conversando com ele de dentro de uma caixa de vidro erguida em frente a uma janela e que permite que os idosos moradores recebam visitas familiares durante a pandemia do coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

\"Tenho vontade de abra\u00e7\u00e1-lo\", disse a portuguesa de 63 anos \u00e0 Reuters ap\u00f3s uma visita de 15 minutos \u00e0 \"Caixa de emo\u00e7\u00f5es\", como a estrutura ficou conhecida.<\/p>\n\n\n\n

\"Eu n\u00e3o acho que conseguiria resistir se a janela de vidro n\u00e3o estivesse aqui\".<\/p>\n\n\n\n

Aberta no in\u00edcio do m\u00eas na cl\u00ednica de Montepio na cidade de Montijo, na margem oposta do Rio Tejo \u00e0 Lisboa, a caixa com ar condicionado fica do lado de fora do edif\u00edcio, em conjunto com um dos quartos. Moradores podem sentar e conversar com seus parentes usando microfones instalados dos dois lados.<\/p>\n\n\n\n

Merc\u00eas \u00e9 uma dos muitos portugueses com parentes em casas de repouso que est\u00e3o tendo dificuldades para lidar com a proibi\u00e7\u00e3o \u00e0s visitas impostas para proteger os fr\u00e1geis moradores do cont\u00e1gio como parte de um lockdown imposto h\u00e1 quase dois meses.<\/p>\n\n\n\n

Cerca de 14% das 2.500 casas de repouso em Portugal tiveram casos de coronav\u00edrus, de acordo com o governo.<\/p>\n\n\n\n

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A estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\" (Foto-CWB) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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LEIA TAMB\u00c9M: Crise do coronav\u00edrus agrava adversidades de imigrantes brasileiros em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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Ros\u00e1lia Ferreira aproveita para oferecer \u00e0 m\u00e3e umas palavrinhas de afeto, al\u00e9m dos beijos atirados pelo vidro, em uma \"surpresa que ela n\u00e3o esperava\". (Foto-CWB)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Maria das Merc\u00eas lutou para segurar as l\u00e1grimas ap\u00f3s ver seu pai de 90 anos em um lar de idosos em Portugal - conversando com ele de dentro de uma caixa de vidro erguida em frente a uma janela e que permite que os idosos moradores recebam visitas familiares durante a pandemia do coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

\"Tenho vontade de abra\u00e7\u00e1-lo\", disse a portuguesa de 63 anos \u00e0 Reuters ap\u00f3s uma visita de 15 minutos \u00e0 \"Caixa de emo\u00e7\u00f5es\", como a estrutura ficou conhecida.<\/p>\n\n\n\n

\"Eu n\u00e3o acho que conseguiria resistir se a janela de vidro n\u00e3o estivesse aqui\".<\/p>\n\n\n\n

Aberta no in\u00edcio do m\u00eas na cl\u00ednica de Montepio na cidade de Montijo, na margem oposta do Rio Tejo \u00e0 Lisboa, a caixa com ar condicionado fica do lado de fora do edif\u00edcio, em conjunto com um dos quartos. Moradores podem sentar e conversar com seus parentes usando microfones instalados dos dois lados.<\/p>\n\n\n\n

Merc\u00eas \u00e9 uma dos muitos portugueses com parentes em casas de repouso que est\u00e3o tendo dificuldades para lidar com a proibi\u00e7\u00e3o \u00e0s visitas impostas para proteger os fr\u00e1geis moradores do cont\u00e1gio como parte de um lockdown imposto h\u00e1 quase dois meses.<\/p>\n\n\n\n

Cerca de 14% das 2.500 casas de repouso em Portugal tiveram casos de coronav\u00edrus, de acordo com o governo.<\/p>\n\n\n\n

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A estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\" (Foto-CWB) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n

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Ros\u00e1lia Ferreira aproveita para oferecer \u00e0 m\u00e3e umas palavrinhas de afeto, al\u00e9m dos beijos atirados pelo vidro, em uma \"surpresa que ela n\u00e3o esperava\". (Foto-CWB)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Maria das Merc\u00eas lutou para segurar as l\u00e1grimas ap\u00f3s ver seu pai de 90 anos em um lar de idosos em Portugal - conversando com ele de dentro de uma caixa de vidro erguida em frente a uma janela e que permite que os idosos moradores recebam visitas familiares durante a pandemia do coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

\"Tenho vontade de abra\u00e7\u00e1-lo\", disse a portuguesa de 63 anos \u00e0 Reuters ap\u00f3s uma visita de 15 minutos \u00e0 \"Caixa de emo\u00e7\u00f5es\", como a estrutura ficou conhecida.<\/p>\n\n\n\n

\"Eu n\u00e3o acho que conseguiria resistir se a janela de vidro n\u00e3o estivesse aqui\".<\/p>\n\n\n\n

Aberta no in\u00edcio do m\u00eas na cl\u00ednica de Montepio na cidade de Montijo, na margem oposta do Rio Tejo \u00e0 Lisboa, a caixa com ar condicionado fica do lado de fora do edif\u00edcio, em conjunto com um dos quartos. Moradores podem sentar e conversar com seus parentes usando microfones instalados dos dois lados.<\/p>\n\n\n\n

Merc\u00eas \u00e9 uma dos muitos portugueses com parentes em casas de repouso que est\u00e3o tendo dificuldades para lidar com a proibi\u00e7\u00e3o \u00e0s visitas impostas para proteger os fr\u00e1geis moradores do cont\u00e1gio como parte de um lockdown imposto h\u00e1 quase dois meses.<\/p>\n\n\n\n

Cerca de 14% das 2.500 casas de repouso em Portugal tiveram casos de coronav\u00edrus, de acordo com o governo.<\/p>\n\n\n\n

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A estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\" (Foto-CWB) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n

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LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Por que Portugal come\u00e7ou a relaxar isolamento?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Crise do coronav\u00edrus agrava adversidades de imigrantes brasileiros em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

\"\"
Ros\u00e1lia Ferreira aproveita para oferecer \u00e0 m\u00e3e umas palavrinhas de afeto, al\u00e9m dos beijos atirados pelo vidro, em uma \"surpresa que ela n\u00e3o esperava\". (Foto-CWB)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Maria das Merc\u00eas lutou para segurar as l\u00e1grimas ap\u00f3s ver seu pai de 90 anos em um lar de idosos em Portugal - conversando com ele de dentro de uma caixa de vidro erguida em frente a uma janela e que permite que os idosos moradores recebam visitas familiares durante a pandemia do coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

\"Tenho vontade de abra\u00e7\u00e1-lo\", disse a portuguesa de 63 anos \u00e0 Reuters ap\u00f3s uma visita de 15 minutos \u00e0 \"Caixa de emo\u00e7\u00f5es\", como a estrutura ficou conhecida.<\/p>\n\n\n\n

\"Eu n\u00e3o acho que conseguiria resistir se a janela de vidro n\u00e3o estivesse aqui\".<\/p>\n\n\n\n

Aberta no in\u00edcio do m\u00eas na cl\u00ednica de Montepio na cidade de Montijo, na margem oposta do Rio Tejo \u00e0 Lisboa, a caixa com ar condicionado fica do lado de fora do edif\u00edcio, em conjunto com um dos quartos. Moradores podem sentar e conversar com seus parentes usando microfones instalados dos dois lados.<\/p>\n\n\n\n

Merc\u00eas \u00e9 uma dos muitos portugueses com parentes em casas de repouso que est\u00e3o tendo dificuldades para lidar com a proibi\u00e7\u00e3o \u00e0s visitas impostas para proteger os fr\u00e1geis moradores do cont\u00e1gio como parte de um lockdown imposto h\u00e1 quase dois meses.<\/p>\n\n\n\n

Cerca de 14% das 2.500 casas de repouso em Portugal tiveram casos de coronav\u00edrus, de acordo com o governo.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
A estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\" (Foto-CWB) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n

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Separados por um vidro, sem nenhum contacto f\u00edsico, mas um olhar muito pr\u00f3ximo, idosos do lar Montepio, no Montijo, reencontraram-se neste domingo com os familiares. As visitas, adaptadas \u00e0 pandemia, acontecem na estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\".<\/h4>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Por que Portugal come\u00e7ou a relaxar isolamento?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Crise do coronav\u00edrus agrava adversidades de imigrantes brasileiros em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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Ros\u00e1lia Ferreira aproveita para oferecer \u00e0 m\u00e3e umas palavrinhas de afeto, al\u00e9m dos beijos atirados pelo vidro, em uma \"surpresa que ela n\u00e3o esperava\". (Foto-CWB)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Maria das Merc\u00eas lutou para segurar as l\u00e1grimas ap\u00f3s ver seu pai de 90 anos em um lar de idosos em Portugal - conversando com ele de dentro de uma caixa de vidro erguida em frente a uma janela e que permite que os idosos moradores recebam visitas familiares durante a pandemia do coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

\"Tenho vontade de abra\u00e7\u00e1-lo\", disse a portuguesa de 63 anos \u00e0 Reuters ap\u00f3s uma visita de 15 minutos \u00e0 \"Caixa de emo\u00e7\u00f5es\", como a estrutura ficou conhecida.<\/p>\n\n\n\n

\"Eu n\u00e3o acho que conseguiria resistir se a janela de vidro n\u00e3o estivesse aqui\".<\/p>\n\n\n\n

Aberta no in\u00edcio do m\u00eas na cl\u00ednica de Montepio na cidade de Montijo, na margem oposta do Rio Tejo \u00e0 Lisboa, a caixa com ar condicionado fica do lado de fora do edif\u00edcio, em conjunto com um dos quartos. Moradores podem sentar e conversar com seus parentes usando microfones instalados dos dois lados.<\/p>\n\n\n\n

Merc\u00eas \u00e9 uma dos muitos portugueses com parentes em casas de repouso que est\u00e3o tendo dificuldades para lidar com a proibi\u00e7\u00e3o \u00e0s visitas impostas para proteger os fr\u00e1geis moradores do cont\u00e1gio como parte de um lockdown imposto h\u00e1 quase dois meses.<\/p>\n\n\n\n

Cerca de 14% das 2.500 casas de repouso em Portugal tiveram casos de coronav\u00edrus, de acordo com o governo.<\/p>\n\n\n\n

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A estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\" (Foto-CWB) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n

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Separados por um vidro, sem nenhum contacto f\u00edsico, mas um olhar muito pr\u00f3ximo, idosos do lar Montepio, no Montijo, reencontraram-se neste domingo com os familiares. As visitas, adaptadas \u00e0 pandemia, acontecem na estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\".<\/h4>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Por que Portugal come\u00e7ou a relaxar isolamento?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Crise do coronav\u00edrus agrava adversidades de imigrantes brasileiros em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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Ros\u00e1lia Ferreira aproveita para oferecer \u00e0 m\u00e3e umas palavrinhas de afeto, al\u00e9m dos beijos atirados pelo vidro, em uma \"surpresa que ela n\u00e3o esperava\". (Foto-CWB)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Maria das Merc\u00eas lutou para segurar as l\u00e1grimas ap\u00f3s ver seu pai de 90 anos em um lar de idosos em Portugal - conversando com ele de dentro de uma caixa de vidro erguida em frente a uma janela e que permite que os idosos moradores recebam visitas familiares durante a pandemia do coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

\"Tenho vontade de abra\u00e7\u00e1-lo\", disse a portuguesa de 63 anos \u00e0 Reuters ap\u00f3s uma visita de 15 minutos \u00e0 \"Caixa de emo\u00e7\u00f5es\", como a estrutura ficou conhecida.<\/p>\n\n\n\n

\"Eu n\u00e3o acho que conseguiria resistir se a janela de vidro n\u00e3o estivesse aqui\".<\/p>\n\n\n\n

Aberta no in\u00edcio do m\u00eas na cl\u00ednica de Montepio na cidade de Montijo, na margem oposta do Rio Tejo \u00e0 Lisboa, a caixa com ar condicionado fica do lado de fora do edif\u00edcio, em conjunto com um dos quartos. Moradores podem sentar e conversar com seus parentes usando microfones instalados dos dois lados.<\/p>\n\n\n\n

Merc\u00eas \u00e9 uma dos muitos portugueses com parentes em casas de repouso que est\u00e3o tendo dificuldades para lidar com a proibi\u00e7\u00e3o \u00e0s visitas impostas para proteger os fr\u00e1geis moradores do cont\u00e1gio como parte de um lockdown imposto h\u00e1 quase dois meses.<\/p>\n\n\n\n

Cerca de 14% das 2.500 casas de repouso em Portugal tiveram casos de coronav\u00edrus, de acordo com o governo.<\/p>\n\n\n\n

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A estrutura chamada \"box das emo\u00e7\u00f5es\" (Foto-CWB) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, que j\u00e1 reportou mais de 28 mil casos confirmados de coronav\u00edrus e 1.175 mortes - come\u00e7ou a aliviar o lockdown em 4 de maio.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pZ90TMAjr5U\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n

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\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

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De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

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\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

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Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

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Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n

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Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n

Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n

Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n

Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n

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Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

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\u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n

Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n

Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n

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Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n

\u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n

Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n

Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n

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Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

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Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n

Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n

\u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n

Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n

Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n

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Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Os cidad\u00e3os podem circular normalmente pelas ruas, desde que respeitem o \"dever de recolhimento domicili\u00e1rio\" e n\u00e3o fa\u00e7am reuni\u00f5es ou aglomera\u00e7\u00f5es com mais de 10 pessoas. J\u00e1 os doentes de covid-19 e pessoas monitoradas s\u00e3o obrigados a permanecer em confinamento.<\/p>\n\n\n\n

Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n

Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n

\u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n

Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n

Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

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Um plano de suspens\u00e3o de medidas restritivas est\u00e1 em vigor. Ao mesmo tempo em que permite maior liberdade, imp\u00f5e regras para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. As m\u00e1scaras, por exemplo, tornaram-se obrigat\u00f3rias nos transportes p\u00fablicos e ambientes fechados. Se n\u00e3o forem usadas em metr\u00f4s e \u00f4nibus, por exemplo, a multa \u00e9 de at\u00e9 350 euros (R$ 2,2 mil).<\/p>\n\n\n\n

Os cidad\u00e3os podem circular normalmente pelas ruas, desde que respeitem o \"dever de recolhimento domicili\u00e1rio\" e n\u00e3o fa\u00e7am reuni\u00f5es ou aglomera\u00e7\u00f5es com mais de 10 pessoas. J\u00e1 os doentes de covid-19 e pessoas monitoradas s\u00e3o obrigados a permanecer em confinamento.<\/p>\n\n\n\n

Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n

Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n

\u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n

Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n

Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n

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Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

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Por isso, o pa\u00eds aposta novamente na cautela. O Estado de Emerg\u00eancia n\u00e3o vigora desde o dia 2 de maio, mas deu lugar ao Estado de Calamidade, para que o governo possa \"puxar o freio\", caso a situa\u00e7\u00e3o volte a piorar. No mais recente levantamento divulgado pelo minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o pa\u00eds registrou um total de 1.163 mortes e 27.913 casos de covid-19. O aumento di\u00e1rio no n\u00famero de casos mant\u00e9m-se a valores baixos. Entre segunda (11) e ter\u00e7a-feira (12) foi de 0,8%.<\/p>\n\n\n\n

Um plano de suspens\u00e3o de medidas restritivas est\u00e1 em vigor. Ao mesmo tempo em que permite maior liberdade, imp\u00f5e regras para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. As m\u00e1scaras, por exemplo, tornaram-se obrigat\u00f3rias nos transportes p\u00fablicos e ambientes fechados. Se n\u00e3o forem usadas em metr\u00f4s e \u00f4nibus, por exemplo, a multa \u00e9 de at\u00e9 350 euros (R$ 2,2 mil).<\/p>\n\n\n\n

Os cidad\u00e3os podem circular normalmente pelas ruas, desde que respeitem o \"dever de recolhimento domicili\u00e1rio\" e n\u00e3o fa\u00e7am reuni\u00f5es ou aglomera\u00e7\u00f5es com mais de 10 pessoas. J\u00e1 os doentes de covid-19 e pessoas monitoradas s\u00e3o obrigados a permanecer em confinamento.<\/p>\n\n\n\n

Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n

Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n

\u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n

Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n

Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Portugal, pa\u00eds que se destacou pela disciplina na quarentena, agora ter\u00e1 de lidar com o processo de \"desconfinamento\". O desafio \u00e9 reativar a economia e a rotina dos portugueses sem provocar uma nova onda de transmiss\u00e3o do novo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Por isso, o pa\u00eds aposta novamente na cautela. O Estado de Emerg\u00eancia n\u00e3o vigora desde o dia 2 de maio, mas deu lugar ao Estado de Calamidade, para que o governo possa \"puxar o freio\", caso a situa\u00e7\u00e3o volte a piorar. No mais recente levantamento divulgado pelo minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o pa\u00eds registrou um total de 1.163 mortes e 27.913 casos de covid-19. O aumento di\u00e1rio no n\u00famero de casos mant\u00e9m-se a valores baixos. Entre segunda (11) e ter\u00e7a-feira (12) foi de 0,8%.<\/p>\n\n\n\n

Um plano de suspens\u00e3o de medidas restritivas est\u00e1 em vigor. Ao mesmo tempo em que permite maior liberdade, imp\u00f5e regras para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. As m\u00e1scaras, por exemplo, tornaram-se obrigat\u00f3rias nos transportes p\u00fablicos e ambientes fechados. Se n\u00e3o forem usadas em metr\u00f4s e \u00f4nibus, por exemplo, a multa \u00e9 de at\u00e9 350 euros (R$ 2,2 mil).<\/p>\n\n\n\n

Os cidad\u00e3os podem circular normalmente pelas ruas, desde que respeitem o \"dever de recolhimento domicili\u00e1rio\" e n\u00e3o fa\u00e7am reuni\u00f5es ou aglomera\u00e7\u00f5es com mais de 10 pessoas. J\u00e1 os doentes de covid-19 e pessoas monitoradas s\u00e3o obrigados a permanecer em confinamento.<\/p>\n\n\n\n

Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n

Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n

\u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n

Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n

Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n

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Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

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Na primeira fase do plano, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local em Portugal: lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto:CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, pa\u00eds que se destacou pela disciplina na quarentena, agora ter\u00e1 de lidar com o processo de \"desconfinamento\". O desafio \u00e9 reativar a economia e a rotina dos portugueses sem provocar uma nova onda de transmiss\u00e3o do novo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Por isso, o pa\u00eds aposta novamente na cautela. O Estado de Emerg\u00eancia n\u00e3o vigora desde o dia 2 de maio, mas deu lugar ao Estado de Calamidade, para que o governo possa \"puxar o freio\", caso a situa\u00e7\u00e3o volte a piorar. No mais recente levantamento divulgado pelo minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o pa\u00eds registrou um total de 1.163 mortes e 27.913 casos de covid-19. O aumento di\u00e1rio no n\u00famero de casos mant\u00e9m-se a valores baixos. Entre segunda (11) e ter\u00e7a-feira (12) foi de 0,8%.<\/p>\n\n\n\n

Um plano de suspens\u00e3o de medidas restritivas est\u00e1 em vigor. Ao mesmo tempo em que permite maior liberdade, imp\u00f5e regras para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. As m\u00e1scaras, por exemplo, tornaram-se obrigat\u00f3rias nos transportes p\u00fablicos e ambientes fechados. Se n\u00e3o forem usadas em metr\u00f4s e \u00f4nibus, por exemplo, a multa \u00e9 de at\u00e9 350 euros (R$ 2,2 mil).<\/p>\n\n\n\n

Os cidad\u00e3os podem circular normalmente pelas ruas, desde que respeitem o \"dever de recolhimento domicili\u00e1rio\" e n\u00e3o fa\u00e7am reuni\u00f5es ou aglomera\u00e7\u00f5es com mais de 10 pessoas. J\u00e1 os doentes de covid-19 e pessoas monitoradas s\u00e3o obrigados a permanecer em confinamento.<\/p>\n\n\n\n

Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n

Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n

\u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n

Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n

Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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No mais recente levantamento divulgado pelo minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o pa\u00eds registrou um total de 1.190 v\u00edtimas mortais e 28.583 casos de covid-19.<\/h4>\n\n\n\n
\"\"
Na primeira fase do plano, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local em Portugal: lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto:CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal, pa\u00eds que se destacou pela disciplina na quarentena, agora ter\u00e1 de lidar com o processo de \"desconfinamento\". O desafio \u00e9 reativar a economia e a rotina dos portugueses sem provocar uma nova onda de transmiss\u00e3o do novo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Por isso, o pa\u00eds aposta novamente na cautela. O Estado de Emerg\u00eancia n\u00e3o vigora desde o dia 2 de maio, mas deu lugar ao Estado de Calamidade, para que o governo possa \"puxar o freio\", caso a situa\u00e7\u00e3o volte a piorar. No mais recente levantamento divulgado pelo minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o pa\u00eds registrou um total de 1.163 mortes e 27.913 casos de covid-19. O aumento di\u00e1rio no n\u00famero de casos mant\u00e9m-se a valores baixos. Entre segunda (11) e ter\u00e7a-feira (12) foi de 0,8%.<\/p>\n\n\n\n

Um plano de suspens\u00e3o de medidas restritivas est\u00e1 em vigor. Ao mesmo tempo em que permite maior liberdade, imp\u00f5e regras para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. As m\u00e1scaras, por exemplo, tornaram-se obrigat\u00f3rias nos transportes p\u00fablicos e ambientes fechados. Se n\u00e3o forem usadas em metr\u00f4s e \u00f4nibus, por exemplo, a multa \u00e9 de at\u00e9 350 euros (R$ 2,2 mil).<\/p>\n\n\n\n

Os cidad\u00e3os podem circular normalmente pelas ruas, desde que respeitem o \"dever de recolhimento domicili\u00e1rio\" e n\u00e3o fa\u00e7am reuni\u00f5es ou aglomera\u00e7\u00f5es com mais de 10 pessoas. J\u00e1 os doentes de covid-19 e pessoas monitoradas s\u00e3o obrigados a permanecer em confinamento.<\/p>\n\n\n\n

Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n

Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n

\u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n

Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n

Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n

Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n

Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n

Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n

\"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n

De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n

Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n

Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n

A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n

Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n

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BBC - Primeiro Ministro Ant\u00f4nio Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (Foto\/CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n

No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es.
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n

Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n

\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/cNKccaUJ55o\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Dez rodadas ter\u00e3o de ser disputadas entre 4 de junho e 26 de julho para completar a temporada que se transformou em uma corrida entre dois rivais, o Porto, que lidera com 60 pontos, e o Benfica, que est\u00e1 um ponto atr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/iBfW-3C6Ma8\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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A DGS afirmou que um n\u00famero m\u00ednimo poss\u00edvel de est\u00e1dios deve ser usado, embora isso possa ser um obst\u00e1culo, j\u00e1 que v\u00e1rios clubes j\u00e1 se queixaram de n\u00e3o poderem jogar em seus est\u00e1dios.<\/p>\n\n\n\n

Dez rodadas ter\u00e3o de ser disputadas entre 4 de junho e 26 de julho para completar a temporada que se transformou em uma corrida entre dois rivais, o Porto, que lidera com 60 pontos, e o Benfica, que est\u00e1 um ponto atr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/iBfW-3C6Ma8\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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As outras quatro equipes da liga n\u00e3o colocaram seus campos para inspe\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n

A DGS afirmou que um n\u00famero m\u00ednimo poss\u00edvel de est\u00e1dios deve ser usado, embora isso possa ser um obst\u00e1culo, j\u00e1 que v\u00e1rios clubes j\u00e1 se queixaram de n\u00e3o poderem jogar em seus est\u00e1dios.<\/p>\n\n\n\n

Dez rodadas ter\u00e3o de ser disputadas entre 4 de junho e 26 de julho para completar a temporada que se transformou em uma corrida entre dois rivais, o Porto, que lidera com 60 pontos, e o Benfica, que est\u00e1 um ponto atr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/iBfW-3C6Ma8\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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A DGS disse que haver\u00e1 \"v\u00e1rias corre\u00e7\u00f5es\" nos est\u00e1dios de Vit\u00f3ria de Set\u00fabal, Boavista, Desportivo Aves, Rio Ave, Gil Vicente e Pa\u00e7os de Ferreira.<\/p>\n\n\n\n

As outras quatro equipes da liga n\u00e3o colocaram seus campos para inspe\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n

A DGS afirmou que um n\u00famero m\u00ednimo poss\u00edvel de est\u00e1dios deve ser usado, embora isso possa ser um obst\u00e1culo, j\u00e1 que v\u00e1rios clubes j\u00e1 se queixaram de n\u00e3o poderem jogar em seus est\u00e1dios.<\/p>\n\n\n\n

Dez rodadas ter\u00e3o de ser disputadas entre 4 de junho e 26 de julho para completar a temporada que se transformou em uma corrida entre dois rivais, o Porto, que lidera com 60 pontos, e o Benfica, que est\u00e1 um ponto atr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/iBfW-3C6Ma8\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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As arenas de Vit\u00f3ria de Guimar\u00e3es, Tondela, Porto, Sporting, Benfica, Mar\u00edtimo, Braga e Portimonense receberam luz verde, juntamente com o centro de treinamento da equipe nacional em Lisboa, que tamb\u00e9m ser\u00e1 usado em algumas partidas.<\/p>\n\n\n\n

A DGS disse que haver\u00e1 \"v\u00e1rias corre\u00e7\u00f5es\" nos est\u00e1dios de Vit\u00f3ria de Set\u00fabal, Boavista, Desportivo Aves, Rio Ave, Gil Vicente e Pa\u00e7os de Ferreira.<\/p>\n\n\n\n

As outras quatro equipes da liga n\u00e3o colocaram seus campos para inspe\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n

A DGS afirmou que um n\u00famero m\u00ednimo poss\u00edvel de est\u00e1dios deve ser usado, embora isso possa ser um obst\u00e1culo, j\u00e1 que v\u00e1rios clubes j\u00e1 se queixaram de n\u00e3o poderem jogar em seus est\u00e1dios.<\/p>\n\n\n\n

Dez rodadas ter\u00e3o de ser disputadas entre 4 de junho e 26 de julho para completar a temporada que se transformou em uma corrida entre dois rivais, o Porto, que lidera com 60 pontos, e o Benfica, que est\u00e1 um ponto atr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n

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Outros seis precisam de melhorias e est\u00e3o sujeitos a uma segunda inspe\u00e7\u00e3o pela diretoria de sa\u00fade do governo (DGS), segundo a liga.<\/p>\n\n\n\n

As arenas de Vit\u00f3ria de Guimar\u00e3es, Tondela, Porto, Sporting, Benfica, Mar\u00edtimo, Braga e Portimonense receberam luz verde, juntamente com o centro de treinamento da equipe nacional em Lisboa, que tamb\u00e9m ser\u00e1 usado em algumas partidas.<\/p>\n\n\n\n

A DGS disse que haver\u00e1 \"v\u00e1rias corre\u00e7\u00f5es\" nos est\u00e1dios de Vit\u00f3ria de Set\u00fabal, Boavista, Desportivo Aves, Rio Ave, Gil Vicente e Pa\u00e7os de Ferreira.<\/p>\n\n\n\n

As outras quatro equipes da liga n\u00e3o colocaram seus campos para inspe\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n

A DGS afirmou que um n\u00famero m\u00ednimo poss\u00edvel de est\u00e1dios deve ser usado, embora isso possa ser um obst\u00e1culo, j\u00e1 que v\u00e1rios clubes j\u00e1 se queixaram de n\u00e3o poderem jogar em seus est\u00e1dios.<\/p>\n\n\n\n

Dez rodadas ter\u00e3o de ser disputadas entre 4 de junho e 26 de julho para completar a temporada que se transformou em uma corrida entre dois rivais, o Porto, que lidera com 60 pontos, e o Benfica, que est\u00e1 um ponto atr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/iBfW-3C6Ma8\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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