Elvas est\u00e1 entre os melhores exemplos de uso intensivo do tra\u00e7o italiano na arquitetura militar e \u00e9 um Patrim\u00f4nio Mundial desde 30 de junho de 2012. <\/p>\n\n\n\n
Descubra conosco um pouco do Forte de Santa Luzia, do Forte de Nossa Senhora da Gra\u00e7a, do Aqueduto da Amoreira e do Castelo de Elvas, <\/p>\n\n\n\n
A cidade est\u00e1 situada a cerca de 200 km a leste de Lisboa e a 8 km a oeste da fortaleza espanhola de Badajoz, pela ferrovia Madri-Badajoz-Lisboa. <\/p>\n\n\n\n
Elvas est\u00e1 entre os melhores exemplos de uso intensivo do tra\u00e7o italiano na arquitetura militar e \u00e9 um Patrim\u00f4nio Mundial desde 30 de junho de 2012. <\/p>\n\n\n\n
Descubra conosco um pouco do Forte de Santa Luzia, do Forte de Nossa Senhora da Gra\u00e7a, do Aqueduto da Amoreira e do Castelo de Elvas, <\/p>\n\n\n\n Elvas \u00e9 um munic\u00edpio portugu\u00eas, cidade fortaleza e fronteiri\u00e7a, localizada no centro leste de Portugal, no distrito de Portalegre, no Alentejo. <\/p>\n\n\n\n A cidade est\u00e1 situada a cerca de 200 km a leste de Lisboa e a 8 km a oeste da fortaleza espanhola de Badajoz, pela ferrovia Madri-Badajoz-Lisboa. <\/p>\n\n\n\n Elvas est\u00e1 entre os melhores exemplos de uso intensivo do tra\u00e7o italiano na arquitetura militar e \u00e9 um Patrim\u00f4nio Mundial desde 30 de junho de 2012. <\/p>\n\n\n\n Descubra conosco um pouco do Forte de Santa Luzia, do Forte de Nossa Senhora da Gra\u00e7a, do Aqueduto da Amoreira e do Castelo de Elvas, <\/p>\n\n\n\n Descubra Elvas com o Canal Portugal e suas magn\u00edficas fortifica\u00e7\u00f5es, nesse incr\u00edvel programa.<\/p>\n\n\n\n Elvas \u00e9 um munic\u00edpio portugu\u00eas, cidade fortaleza e fronteiri\u00e7a, localizada no centro leste de Portugal, no distrito de Portalegre, no Alentejo. <\/p>\n\n\n\n A cidade est\u00e1 situada a cerca de 200 km a leste de Lisboa e a 8 km a oeste da fortaleza espanhola de Badajoz, pela ferrovia Madri-Badajoz-Lisboa. <\/p>\n\n\n\n Elvas est\u00e1 entre os melhores exemplos de uso intensivo do tra\u00e7o italiano na arquitetura militar e \u00e9 um Patrim\u00f4nio Mundial desde 30 de junho de 2012. <\/p>\n\n\n\n Descubra conosco um pouco do Forte de Santa Luzia, do Forte de Nossa Senhora da Gra\u00e7a, do Aqueduto da Amoreira e do Castelo de Elvas, <\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal pode pagar at\u00e9 \u20ac6500 a emigrantes ou descendentes que venham trabalhar para Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal est\u00e1 virando uma nova Miami para os brasileiros ricos ???<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal pode pagar at\u00e9 \u20ac6500 a emigrantes ou descendentes que venham trabalhar para Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Cinco queijarias premiadas para visitar em Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal est\u00e1 virando uma nova Miami para os brasileiros ricos ???<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal pode pagar at\u00e9 \u20ac6500 a emigrantes ou descendentes que venham trabalhar para Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Cinco queijarias premiadas para visitar em Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal est\u00e1 virando uma nova Miami para os brasileiros ricos ???<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal pode pagar at\u00e9 \u20ac6500 a emigrantes ou descendentes que venham trabalhar para Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Cinco queijarias premiadas para visitar em Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal est\u00e1 virando uma nova Miami para os brasileiros ricos ???<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal pode pagar at\u00e9 \u20ac6500 a emigrantes ou descendentes que venham trabalhar para Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo ela, o projeto est\u00e1 dentro da estrat\u00e9gia de oferecer centros espec\u00edficos para mulheres mais vulner\u00e1veis. Em 2019, por exemplo, foi criado uma estrutura para v\u00edtimas com problemas de sa\u00fade mental. H\u00e1 ainda um para mulheres com defici\u00eancias e outro dedicado ao atendimento de pessoas LGBTI.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n \u201cNosso desafio tem sido tirar da invisibilidade as idosas e as crian\u00e7as, que muitas vezes aparecem dilu\u00eddas neste grande chap\u00e9u de v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica\", afirmou a secret\u00e1ria para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro.<\/p>\n\n\n\n Segundo ela, o projeto est\u00e1 dentro da estrat\u00e9gia de oferecer centros espec\u00edficos para mulheres mais vulner\u00e1veis. Em 2019, por exemplo, foi criado uma estrutura para v\u00edtimas com problemas de sa\u00fade mental. H\u00e1 ainda um para mulheres com defici\u00eancias e outro dedicado ao atendimento de pessoas LGBTI.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n A ideia \u00e9 que as instala\u00e7\u00f5es voltadas para mulheres idosas n\u00e3o tenham prazo m\u00e1ximo de perman\u00eancia e contem com cuidados b\u00e1sicos de sa\u00fade e intera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n \u201cNosso desafio tem sido tirar da invisibilidade as idosas e as crian\u00e7as, que muitas vezes aparecem dilu\u00eddas neste grande chap\u00e9u de v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica\", afirmou a secret\u00e1ria para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro.<\/p>\n\n\n\n Segundo ela, o projeto est\u00e1 dentro da estrat\u00e9gia de oferecer centros espec\u00edficos para mulheres mais vulner\u00e1veis. Em 2019, por exemplo, foi criado uma estrutura para v\u00edtimas com problemas de sa\u00fade mental. H\u00e1 ainda um para mulheres com defici\u00eancias e outro dedicado ao atendimento de pessoas LGBTI.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Atualmente, h\u00e1 dois modelos principais de acolhimento em Portugal: estruturas de emerg\u00eancia, para estadias de no m\u00e1ximo 30 dias, e casas-abrigos, nas quais as v\u00edtimas permanecem por at\u00e9 um ano, sempre com o objetivo de recuperarem a autonomia e se reinserirem na sociedade.<\/p>\n\n\n\n A ideia \u00e9 que as instala\u00e7\u00f5es voltadas para mulheres idosas n\u00e3o tenham prazo m\u00e1ximo de perman\u00eancia e contem com cuidados b\u00e1sicos de sa\u00fade e intera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n \u201cNosso desafio tem sido tirar da invisibilidade as idosas e as crian\u00e7as, que muitas vezes aparecem dilu\u00eddas neste grande chap\u00e9u de v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica\", afirmou a secret\u00e1ria para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro.<\/p>\n\n\n\n Segundo ela, o projeto est\u00e1 dentro da estrat\u00e9gia de oferecer centros espec\u00edficos para mulheres mais vulner\u00e1veis. Em 2019, por exemplo, foi criado uma estrutura para v\u00edtimas com problemas de sa\u00fade mental. H\u00e1 ainda um para mulheres com defici\u00eancias e outro dedicado ao atendimento de pessoas LGBTI.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Para tentar garantir um atendimento que supra as necessidades espec\u00edficas das v\u00edtimas mais velhas, que muitas vezes sofrem agress\u00f5es e abusos h\u00e1 d\u00e9cadas, o pa\u00eds lan\u00e7ou um projeto de casas-abrigos a idosas.<\/p>\n\n\n\n Atualmente, h\u00e1 dois modelos principais de acolhimento em Portugal: estruturas de emerg\u00eancia, para estadias de no m\u00e1ximo 30 dias, e casas-abrigos, nas quais as v\u00edtimas permanecem por at\u00e9 um ano, sempre com o objetivo de recuperarem a autonomia e se reinserirem na sociedade.<\/p>\n\n\n\n A ideia \u00e9 que as instala\u00e7\u00f5es voltadas para mulheres idosas n\u00e3o tenham prazo m\u00e1ximo de perman\u00eancia e contem com cuidados b\u00e1sicos de sa\u00fade e intera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n \u201cNosso desafio tem sido tirar da invisibilidade as idosas e as crian\u00e7as, que muitas vezes aparecem dilu\u00eddas neste grande chap\u00e9u de v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica\", afirmou a secret\u00e1ria para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro.<\/p>\n\n\n\n Segundo ela, o projeto est\u00e1 dentro da estrat\u00e9gia de oferecer centros espec\u00edficos para mulheres mais vulner\u00e1veis. Em 2019, por exemplo, foi criado uma estrutura para v\u00edtimas com problemas de sa\u00fade mental. H\u00e1 ainda um para mulheres com defici\u00eancias e outro dedicado ao atendimento de pessoas LGBTI.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Embora tenham peso nas estat\u00edsticas, elas n\u00e3o s\u00e3o o p\u00fablico-alvo dos sistemas de acolhimento, que t\u00eam estruturas pensadas para receber mulheres jovens e crian\u00e7as. As dificuldades do atual modelo de abrigos foram escancaradas com o crescimento dos casos no decorrer da crise sanit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Para tentar garantir um atendimento que supra as necessidades espec\u00edficas das v\u00edtimas mais velhas, que muitas vezes sofrem agress\u00f5es e abusos h\u00e1 d\u00e9cadas, o pa\u00eds lan\u00e7ou um projeto de casas-abrigos a idosas.<\/p>\n\n\n\n Atualmente, h\u00e1 dois modelos principais de acolhimento em Portugal: estruturas de emerg\u00eancia, para estadias de no m\u00e1ximo 30 dias, e casas-abrigos, nas quais as v\u00edtimas permanecem por at\u00e9 um ano, sempre com o objetivo de recuperarem a autonomia e se reinserirem na sociedade.<\/p>\n\n\n\n A ideia \u00e9 que as instala\u00e7\u00f5es voltadas para mulheres idosas n\u00e3o tenham prazo m\u00e1ximo de perman\u00eancia e contem com cuidados b\u00e1sicos de sa\u00fade e intera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n \u201cNosso desafio tem sido tirar da invisibilidade as idosas e as crian\u00e7as, que muitas vezes aparecem dilu\u00eddas neste grande chap\u00e9u de v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica\", afirmou a secret\u00e1ria para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro.<\/p>\n\n\n\n Segundo ela, o projeto est\u00e1 dentro da estrat\u00e9gia de oferecer centros espec\u00edficos para mulheres mais vulner\u00e1veis. Em 2019, por exemplo, foi criado uma estrutura para v\u00edtimas com problemas de sa\u00fade mental. H\u00e1 ainda um para mulheres com defici\u00eancias e outro dedicado ao atendimento de pessoas LGBTI.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O confinamento provocado pela Covid-19 levou a um aumento no n\u00famero de registros de viol\u00eancia dom\u00e9stica em Portugal, inclusive entre mulheres com mais de 65 anos, que representaram 7,3% dos casos atendidos pela RNNAVV (Rede Nacional de Apoio \u00e0s V\u00edtimas de Viol\u00eancia) durante a pandemia.<\/p>\n\n\n\n Embora tenham peso nas estat\u00edsticas, elas n\u00e3o s\u00e3o o p\u00fablico-alvo dos sistemas de acolhimento, que t\u00eam estruturas pensadas para receber mulheres jovens e crian\u00e7as. As dificuldades do atual modelo de abrigos foram escancaradas com o crescimento dos casos no decorrer da crise sanit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Para tentar garantir um atendimento que supra as necessidades espec\u00edficas das v\u00edtimas mais velhas, que muitas vezes sofrem agress\u00f5es e abusos h\u00e1 d\u00e9cadas, o pa\u00eds lan\u00e7ou um projeto de casas-abrigos a idosas.<\/p>\n\n\n\n Atualmente, h\u00e1 dois modelos principais de acolhimento em Portugal: estruturas de emerg\u00eancia, para estadias de no m\u00e1ximo 30 dias, e casas-abrigos, nas quais as v\u00edtimas permanecem por at\u00e9 um ano, sempre com o objetivo de recuperarem a autonomia e se reinserirem na sociedade.<\/p>\n\n\n\n A ideia \u00e9 que as instala\u00e7\u00f5es voltadas para mulheres idosas n\u00e3o tenham prazo m\u00e1ximo de perman\u00eancia e contem com cuidados b\u00e1sicos de sa\u00fade e intera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n \u201cNosso desafio tem sido tirar da invisibilidade as idosas e as crian\u00e7as, que muitas vezes aparecem dilu\u00eddas neste grande chap\u00e9u de v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica\", afirmou a secret\u00e1ria para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro.<\/p>\n\n\n\n Segundo ela, o projeto est\u00e1 dentro da estrat\u00e9gia de oferecer centros espec\u00edficos para mulheres mais vulner\u00e1veis. Em 2019, por exemplo, foi criado uma estrutura para v\u00edtimas com problemas de sa\u00fade mental. H\u00e1 ainda um para mulheres com defici\u00eancias e outro dedicado ao atendimento de pessoas LGBTI.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O confinamento provocado pela Covid-19 levou a um aumento no n\u00famero de registros de viol\u00eancia dom\u00e9stica em Portugal, inclusive entre mulheres com mais de 65 anos, que representaram 7,3% dos casos atendidos pela RNNAVV (Rede Nacional de Apoio \u00e0s V\u00edtimas de Viol\u00eancia) durante a pandemia.<\/p>\n\n\n\n Embora tenham peso nas estat\u00edsticas, elas n\u00e3o s\u00e3o o p\u00fablico-alvo dos sistemas de acolhimento, que t\u00eam estruturas pensadas para receber mulheres jovens e crian\u00e7as. As dificuldades do atual modelo de abrigos foram escancaradas com o crescimento dos casos no decorrer da crise sanit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Para tentar garantir um atendimento que supra as necessidades espec\u00edficas das v\u00edtimas mais velhas, que muitas vezes sofrem agress\u00f5es e abusos h\u00e1 d\u00e9cadas, o pa\u00eds lan\u00e7ou um projeto de casas-abrigos a idosas.<\/p>\n\n\n\n Atualmente, h\u00e1 dois modelos principais de acolhimento em Portugal: estruturas de emerg\u00eancia, para estadias de no m\u00e1ximo 30 dias, e casas-abrigos, nas quais as v\u00edtimas permanecem por at\u00e9 um ano, sempre com o objetivo de recuperarem a autonomia e se reinserirem na sociedade.<\/p>\n\n\n\n A ideia \u00e9 que as instala\u00e7\u00f5es voltadas para mulheres idosas n\u00e3o tenham prazo m\u00e1ximo de perman\u00eancia e contem com cuidados b\u00e1sicos de sa\u00fade e intera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n \u201cNosso desafio tem sido tirar da invisibilidade as idosas e as crian\u00e7as, que muitas vezes aparecem dilu\u00eddas neste grande chap\u00e9u de v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica\", afirmou a secret\u00e1ria para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro.<\/p>\n\n\n\n Segundo ela, o projeto est\u00e1 dentro da estrat\u00e9gia de oferecer centros espec\u00edficos para mulheres mais vulner\u00e1veis. Em 2019, por exemplo, foi criado uma estrutura para v\u00edtimas com problemas de sa\u00fade mental. H\u00e1 ainda um para mulheres com defici\u00eancias e outro dedicado ao atendimento de pessoas LGBTI.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Educa\u00e7\u00e3o de Portugal \u00e9 a \u00fanica da Europa que melhora a cada ano<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O confinamento provocado pela Covid-19 levou a um aumento no n\u00famero de registros de viol\u00eancia dom\u00e9stica em Portugal, inclusive entre mulheres com mais de 65 anos, que representaram 7,3% dos casos atendidos pela RNNAVV (Rede Nacional de Apoio \u00e0s V\u00edtimas de Viol\u00eancia) durante a pandemia.<\/p>\n\n\n\n Embora tenham peso nas estat\u00edsticas, elas n\u00e3o s\u00e3o o p\u00fablico-alvo dos sistemas de acolhimento, que t\u00eam estruturas pensadas para receber mulheres jovens e crian\u00e7as. As dificuldades do atual modelo de abrigos foram escancaradas com o crescimento dos casos no decorrer da crise sanit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Para tentar garantir um atendimento que supra as necessidades espec\u00edficas das v\u00edtimas mais velhas, que muitas vezes sofrem agress\u00f5es e abusos h\u00e1 d\u00e9cadas, o pa\u00eds lan\u00e7ou um projeto de casas-abrigos a idosas.<\/p>\n\n\n\n Atualmente, h\u00e1 dois modelos principais de acolhimento em Portugal: estruturas de emerg\u00eancia, para estadias de no m\u00e1ximo 30 dias, e casas-abrigos, nas quais as v\u00edtimas permanecem por at\u00e9 um ano, sempre com o objetivo de recuperarem a autonomia e se reinserirem na sociedade.<\/p>\n\n\n\n A ideia \u00e9 que as instala\u00e7\u00f5es voltadas para mulheres idosas n\u00e3o tenham prazo m\u00e1ximo de perman\u00eancia e contem com cuidados b\u00e1sicos de sa\u00fade e intera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n \u201cNosso desafio tem sido tirar da invisibilidade as idosas e as crian\u00e7as, que muitas vezes aparecem dilu\u00eddas neste grande chap\u00e9u de v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica\", afirmou a secret\u00e1ria para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro.<\/p>\n\n\n\n Segundo ela, o projeto est\u00e1 dentro da estrat\u00e9gia de oferecer centros espec\u00edficos para mulheres mais vulner\u00e1veis. Em 2019, por exemplo, foi criado uma estrutura para v\u00edtimas com problemas de sa\u00fade mental. H\u00e1 ainda um para mulheres com defici\u00eancias e outro dedicado ao atendimento de pessoas LGBTI.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: M\u00e9dico do Brasil pode revalidar diploma e atuar como cl\u00ednico geral em Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Educa\u00e7\u00e3o de Portugal \u00e9 a \u00fanica da Europa que melhora a cada ano<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O confinamento provocado pela Covid-19 levou a um aumento no n\u00famero de registros de viol\u00eancia dom\u00e9stica em Portugal, inclusive entre mulheres com mais de 65 anos, que representaram 7,3% dos casos atendidos pela RNNAVV (Rede Nacional de Apoio \u00e0s V\u00edtimas de Viol\u00eancia) durante a pandemia.<\/p>\n\n\n\n Embora tenham peso nas estat\u00edsticas, elas n\u00e3o s\u00e3o o p\u00fablico-alvo dos sistemas de acolhimento, que t\u00eam estruturas pensadas para receber mulheres jovens e crian\u00e7as. As dificuldades do atual modelo de abrigos foram escancaradas com o crescimento dos casos no decorrer da crise sanit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Para tentar garantir um atendimento que supra as necessidades espec\u00edficas das v\u00edtimas mais velhas, que muitas vezes sofrem agress\u00f5es e abusos h\u00e1 d\u00e9cadas, o pa\u00eds lan\u00e7ou um projeto de casas-abrigos a idosas.<\/p>\n\n\n\n Atualmente, h\u00e1 dois modelos principais de acolhimento em Portugal: estruturas de emerg\u00eancia, para estadias de no m\u00e1ximo 30 dias, e casas-abrigos, nas quais as v\u00edtimas permanecem por at\u00e9 um ano, sempre com o objetivo de recuperarem a autonomia e se reinserirem na sociedade.<\/p>\n\n\n\n A ideia \u00e9 que as instala\u00e7\u00f5es voltadas para mulheres idosas n\u00e3o tenham prazo m\u00e1ximo de perman\u00eancia e contem com cuidados b\u00e1sicos de sa\u00fade e intera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n \u201cNosso desafio tem sido tirar da invisibilidade as idosas e as crian\u00e7as, que muitas vezes aparecem dilu\u00eddas neste grande chap\u00e9u de v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica\", afirmou a secret\u00e1ria para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro.<\/p>\n\n\n\n Segundo ela, o projeto est\u00e1 dentro da estrat\u00e9gia de oferecer centros espec\u00edficos para mulheres mais vulner\u00e1veis. Em 2019, por exemplo, foi criado uma estrutura para v\u00edtimas com problemas de sa\u00fade mental. H\u00e1 ainda um para mulheres com defici\u00eancias e outro dedicado ao atendimento de pessoas LGBTI.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Sem ar-condicionado em Portugal, brasileiros sofrem com calor de mais de 40 graus<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: M\u00e9dico do Brasil pode revalidar diploma e atuar como cl\u00ednico geral em Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Educa\u00e7\u00e3o de Portugal \u00e9 a \u00fanica da Europa que melhora a cada ano<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O confinamento provocado pela Covid-19 levou a um aumento no n\u00famero de registros de viol\u00eancia dom\u00e9stica em Portugal, inclusive entre mulheres com mais de 65 anos, que representaram 7,3% dos casos atendidos pela RNNAVV (Rede Nacional de Apoio \u00e0s V\u00edtimas de Viol\u00eancia) durante a pandemia.<\/p>\n\n\n\n Embora tenham peso nas estat\u00edsticas, elas n\u00e3o s\u00e3o o p\u00fablico-alvo dos sistemas de acolhimento, que t\u00eam estruturas pensadas para receber mulheres jovens e crian\u00e7as. As dificuldades do atual modelo de abrigos foram escancaradas com o crescimento dos casos no decorrer da crise sanit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Para tentar garantir um atendimento que supra as necessidades espec\u00edficas das v\u00edtimas mais velhas, que muitas vezes sofrem agress\u00f5es e abusos h\u00e1 d\u00e9cadas, o pa\u00eds lan\u00e7ou um projeto de casas-abrigos a idosas.<\/p>\n\n\n\n Atualmente, h\u00e1 dois modelos principais de acolhimento em Portugal: estruturas de emerg\u00eancia, para estadias de no m\u00e1ximo 30 dias, e casas-abrigos, nas quais as v\u00edtimas permanecem por at\u00e9 um ano, sempre com o objetivo de recuperarem a autonomia e se reinserirem na sociedade.<\/p>\n\n\n\n A ideia \u00e9 que as instala\u00e7\u00f5es voltadas para mulheres idosas n\u00e3o tenham prazo m\u00e1ximo de perman\u00eancia e contem com cuidados b\u00e1sicos de sa\u00fade e intera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n \u201cNosso desafio tem sido tirar da invisibilidade as idosas e as crian\u00e7as, que muitas vezes aparecem dilu\u00eddas neste grande chap\u00e9u de v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica\", afirmou a secret\u00e1ria para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro.<\/p>\n\n\n\n Segundo ela, o projeto est\u00e1 dentro da estrat\u00e9gia de oferecer centros espec\u00edficos para mulheres mais vulner\u00e1veis. Em 2019, por exemplo, foi criado uma estrutura para v\u00edtimas com problemas de sa\u00fade mental. H\u00e1 ainda um para mulheres com defici\u00eancias e outro dedicado ao atendimento de pessoas LGBTI.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Sem ar-condicionado em Portugal, brasileiros sofrem com calor de mais de 40 graus<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: M\u00e9dico do Brasil pode revalidar diploma e atuar como cl\u00ednico geral em Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Educa\u00e7\u00e3o de Portugal \u00e9 a \u00fanica da Europa que melhora a cada ano<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O confinamento provocado pela Covid-19 levou a um aumento no n\u00famero de registros de viol\u00eancia dom\u00e9stica em Portugal, inclusive entre mulheres com mais de 65 anos, que representaram 7,3% dos casos atendidos pela RNNAVV (Rede Nacional de Apoio \u00e0s V\u00edtimas de Viol\u00eancia) durante a pandemia.<\/p>\n\n\n\n Embora tenham peso nas estat\u00edsticas, elas n\u00e3o s\u00e3o o p\u00fablico-alvo dos sistemas de acolhimento, que t\u00eam estruturas pensadas para receber mulheres jovens e crian\u00e7as. As dificuldades do atual modelo de abrigos foram escancaradas com o crescimento dos casos no decorrer da crise sanit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Para tentar garantir um atendimento que supra as necessidades espec\u00edficas das v\u00edtimas mais velhas, que muitas vezes sofrem agress\u00f5es e abusos h\u00e1 d\u00e9cadas, o pa\u00eds lan\u00e7ou um projeto de casas-abrigos a idosas.<\/p>\n\n\n\n Atualmente, h\u00e1 dois modelos principais de acolhimento em Portugal: estruturas de emerg\u00eancia, para estadias de no m\u00e1ximo 30 dias, e casas-abrigos, nas quais as v\u00edtimas permanecem por at\u00e9 um ano, sempre com o objetivo de recuperarem a autonomia e se reinserirem na sociedade.<\/p>\n\n\n\n A ideia \u00e9 que as instala\u00e7\u00f5es voltadas para mulheres idosas n\u00e3o tenham prazo m\u00e1ximo de perman\u00eancia e contem com cuidados b\u00e1sicos de sa\u00fade e intera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n \u201cNosso desafio tem sido tirar da invisibilidade as idosas e as crian\u00e7as, que muitas vezes aparecem dilu\u00eddas neste grande chap\u00e9u de v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica\", afirmou a secret\u00e1ria para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro.<\/p>\n\n\n\n Segundo ela, o projeto est\u00e1 dentro da estrat\u00e9gia de oferecer centros espec\u00edficos para mulheres mais vulner\u00e1veis. Em 2019, por exemplo, foi criado uma estrutura para v\u00edtimas com problemas de sa\u00fade mental. H\u00e1 ainda um para mulheres com defici\u00eancias e outro dedicado ao atendimento de pessoas LGBTI.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Sem ar-condicionado em Portugal, brasileiros sofrem com calor de mais de 40 graus<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: M\u00e9dico do Brasil pode revalidar diploma e atuar como cl\u00ednico geral em Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Educa\u00e7\u00e3o de Portugal \u00e9 a \u00fanica da Europa que melhora a cada ano<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O confinamento provocado pela Covid-19 levou a um aumento no n\u00famero de registros de viol\u00eancia dom\u00e9stica em Portugal, inclusive entre mulheres com mais de 65 anos, que representaram 7,3% dos casos atendidos pela RNNAVV (Rede Nacional de Apoio \u00e0s V\u00edtimas de Viol\u00eancia) durante a pandemia.<\/p>\n\n\n\n Embora tenham peso nas estat\u00edsticas, elas n\u00e3o s\u00e3o o p\u00fablico-alvo dos sistemas de acolhimento, que t\u00eam estruturas pensadas para receber mulheres jovens e crian\u00e7as. As dificuldades do atual modelo de abrigos foram escancaradas com o crescimento dos casos no decorrer da crise sanit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Para tentar garantir um atendimento que supra as necessidades espec\u00edficas das v\u00edtimas mais velhas, que muitas vezes sofrem agress\u00f5es e abusos h\u00e1 d\u00e9cadas, o pa\u00eds lan\u00e7ou um projeto de casas-abrigos a idosas.<\/p>\n\n\n\n Atualmente, h\u00e1 dois modelos principais de acolhimento em Portugal: estruturas de emerg\u00eancia, para estadias de no m\u00e1ximo 30 dias, e casas-abrigos, nas quais as v\u00edtimas permanecem por at\u00e9 um ano, sempre com o objetivo de recuperarem a autonomia e se reinserirem na sociedade.<\/p>\n\n\n\n A ideia \u00e9 que as instala\u00e7\u00f5es voltadas para mulheres idosas n\u00e3o tenham prazo m\u00e1ximo de perman\u00eancia e contem com cuidados b\u00e1sicos de sa\u00fade e intera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n \u201cNosso desafio tem sido tirar da invisibilidade as idosas e as crian\u00e7as, que muitas vezes aparecem dilu\u00eddas neste grande chap\u00e9u de v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica\", afirmou a secret\u00e1ria para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro.<\/p>\n\n\n\n Segundo ela, o projeto est\u00e1 dentro da estrat\u00e9gia de oferecer centros espec\u00edficos para mulheres mais vulner\u00e1veis. Em 2019, por exemplo, foi criado uma estrutura para v\u00edtimas com problemas de sa\u00fade mental. H\u00e1 ainda um para mulheres com defici\u00eancias e outro dedicado ao atendimento de pessoas LGBTI.<\/p>\n\n\n\n Na maior parte dos casos, as mulheres idosas s\u00e3o v\u00edtimas dos filhos ou de companheiros e n\u00e3o t\u00eam alternativa de acolhimento dentro de suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Devido \u00e0 proximidade com o agressor, muitas relutam em buscar atendimento.<\/p>\n\n\n\n Inicialmente, ser\u00e3o disponilizadas tr\u00eas unidades, com capacidade para receber 40 mulheres cada uma. O investimento total \u00e9 de cerca de 2 milh\u00f5es de euros (R$ 12,2 milh\u00f5es), e os espa\u00e7os, espalhados pelo pa\u00eds \u2014um no Norte, um Sul e outro no Centro\u2014, devem come\u00e7ar a funcionar no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n\n\n\n A demora para a inaugura\u00e7\u00e3o, de acordo com as autoridades respons\u00e1veis pelo projeto, deve-se \u00e0 necessidade de reformar as estruturas que abrigar\u00e3o as idosas.<\/p>\n\n\n\n O panorama em Portugal \u00e9 comum a v\u00e1rios outros pa\u00edses, onde os registros de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica aumentaram ap\u00f3s o confinamento provocado pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n Segundo o psic\u00f3logo Daniel Cotrim, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de viol\u00eancia da Apav (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa da V\u00edtima), \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero de atendimentos ainda aumente at\u00e9 o fim do ano, uma vez que a pandemia n\u00e3o se estabilizou no pa\u00eds e muitas mulheres ainda est\u00e3o confinadas com seus agressores.<\/p>\n\n\n\n Cotrim afirma que a alta da procura por ajuda tamb\u00e9m tem a ver com a maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, com muitas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais atuando em parceria com as autoridades.<\/p>\n\n\n\n \u201cEssas v\u00edtimas acabam percebendo que n\u00e3o v\u00e3o ter de passar a vida toda como v\u00edtimas de viol\u00eancia, como mulheres h\u00e1 20 anos muitas vezes pensavam\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n O n\u00famero de atendimentos da RNAVV durante o per\u00edodo mais cr\u00edtico do confinamento, entre 13 de abril e 30 de junho, foi de 20.063, do quais 1.537 eram de idosas.<\/p>\n\n\n\n Entre 13 de abril e 7 de junho, foram feitos 1.171 atendimentos de pessoas com mais de 65 anos. As cifras incluem pedidos de informa\u00e7\u00e3o e atendimento jur\u00eddico e psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n Entre as idosas, 20 delas precisaram sair de casa e buscar acolhimento. No total, foram instaladas nos abrigos 734 pessoas, das quais 446 j\u00e1 sa\u00edram das institui\u00e7\u00f5es com planos de reestrutura\u00e7\u00e3o social, acolhimento de familiares, entre outros.<\/p>\n\n\n\n \u201c\u00c9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 criar estruturas de acolhimento e achar que est\u00e1 tudo resolvido. \u00c9 preciso articula\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o vira s\u00f3 um dep\u00f3sito de pessoas. Felizmente, isso tem acontecido\u201d, afirma o psic\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n Cotrim tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de, em 2019, ter havido casos de feminic\u00eddio de mulheres com mais de 70 anos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o Observat\u00f3rio das Mulheres Assassinadas, organizado pela ONG Umar (Uni\u00e3o de Mulheres Alternativa e Resposta), no ano passado ocorreram seis feminic\u00eddios de mulheres idosas, o que representa 21% do total desse tipo de crime no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n No Brasil por exemplo, a TV Globo e a Rede Record, ainda estudam e preparam toda uma estrutura, para voltar \u00e0s atividades em seus departamentos de dramaturgia. Em outros pa\u00edses as grava\u00e7\u00f5es j\u00e1 ocorrem, novamente, apesar da pandemia do novo coronav\u00edrus. <\/p>\n\n\n\n \u201cSim, confirmamos que existem dois casos. Estamos a fazer todos os procedimentos de preven\u00e7\u00e3o e conten\u00e7\u00e3o. Todos os que contactaram com os dois pacientes foram j\u00e1 avisados para fazerem tamb\u00e9m teste\u201d, disse a diretora de comunica\u00e7\u00e3o da TVI, Helena Forjaz.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n No Brasil por exemplo, a TV Globo e a Rede Record, ainda estudam e preparam toda uma estrutura, para voltar \u00e0s atividades em seus departamentos de dramaturgia. Em outros pa\u00edses as grava\u00e7\u00f5es j\u00e1 ocorrem, novamente, apesar da pandemia do novo coronav\u00edrus. <\/p>\n\n\n\n O canal TVI confirmou nesta semana dois novos casos de coronav\u00edrus entre seus colaboradores da novela Quer o Destino, que \u00e9 gravada em parceria com a produtora Plural Entertainment. De acordo com a imprensa portuguesa, todos os procedimentos foram tomados para conter a infec\u00e7\u00e3o entre os funcion\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n \u201cSim, confirmamos que existem dois casos. Estamos a fazer todos os procedimentos de preven\u00e7\u00e3o e conten\u00e7\u00e3o. Todos os que contactaram com os dois pacientes foram j\u00e1 avisados para fazerem tamb\u00e9m teste\u201d, disse a diretora de comunica\u00e7\u00e3o da TVI, Helena Forjaz.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n No Brasil por exemplo, a TV Globo e a Rede Record, ainda estudam e preparam toda uma estrutura, para voltar \u00e0s atividades em seus departamentos de dramaturgia. Em outros pa\u00edses as grava\u00e7\u00f5es j\u00e1 ocorrem, novamente, apesar da pandemia do novo coronav\u00edrus. <\/p>\n\n\n\n Em Portugal, onde a crise sanit\u00e1ria est\u00e1 em um processo de supera\u00e7\u00e3o mais avan\u00e7ado do que no Brasil, as emissoras de televis\u00e3o j\u00e1 voltaram a trabalhar nos est\u00fadios para seguir com suas tramas in\u00e9ditas. No entanto, mesmo com todos os protocolos de seguran\u00e7a, n\u00e3o houve como garantir seguran\u00e7a plena.<\/p>\n\n\n\n O canal TVI confirmou nesta semana dois novos casos de coronav\u00edrus entre seus colaboradores da novela Quer o Destino, que \u00e9 gravada em parceria com a produtora Plural Entertainment. De acordo com a imprensa portuguesa, todos os procedimentos foram tomados para conter a infec\u00e7\u00e3o entre os funcion\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n \u201cSim, confirmamos que existem dois casos. Estamos a fazer todos os procedimentos de preven\u00e7\u00e3o e conten\u00e7\u00e3o. Todos os que contactaram com os dois pacientes foram j\u00e1 avisados para fazerem tamb\u00e9m teste\u201d, disse a diretora de comunica\u00e7\u00e3o da TVI, Helena Forjaz.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n No Brasil por exemplo, a TV Globo e a Rede Record, ainda estudam e preparam toda uma estrutura, para voltar \u00e0s atividades em seus departamentos de dramaturgia. Em outros pa\u00edses as grava\u00e7\u00f5es j\u00e1 ocorrem, novamente, apesar da pandemia do novo coronav\u00edrus. <\/p>\n\n\n\n Em Portugal, onde a crise sanit\u00e1ria est\u00e1 em um processo de supera\u00e7\u00e3o mais avan\u00e7ado do que no Brasil, as emissoras de televis\u00e3o j\u00e1 voltaram a trabalhar nos est\u00fadios para seguir com suas tramas in\u00e9ditas. No entanto, mesmo com todos os protocolos de seguran\u00e7a, n\u00e3o houve como garantir seguran\u00e7a plena.<\/p>\n\n\n\n O canal TVI confirmou nesta semana dois novos casos de coronav\u00edrus entre seus colaboradores da novela Quer o Destino, que \u00e9 gravada em parceria com a produtora Plural Entertainment. De acordo com a imprensa portuguesa, todos os procedimentos foram tomados para conter a infec\u00e7\u00e3o entre os funcion\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n \u201cSim, confirmamos que existem dois casos. Estamos a fazer todos os procedimentos de preven\u00e7\u00e3o e conten\u00e7\u00e3o. Todos os que contactaram com os dois pacientes foram j\u00e1 avisados para fazerem tamb\u00e9m teste\u201d, disse a diretora de comunica\u00e7\u00e3o da TVI, Helena Forjaz.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n No Brasil por exemplo, a TV Globo e a Rede Record, ainda estudam e preparam toda uma estrutura, para voltar \u00e0s atividades em seus departamentos de dramaturgia. Em outros pa\u00edses as grava\u00e7\u00f5es j\u00e1 ocorrem, novamente, apesar da pandemia do novo coronav\u00edrus. <\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal pode pagar at\u00e9 \u20ac6500 a emigrantes ou descendentes que venham trabalhar para Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Em Portugal, onde a crise sanit\u00e1ria est\u00e1 em um processo de supera\u00e7\u00e3o mais avan\u00e7ado do que no Brasil, as emissoras de televis\u00e3o j\u00e1 voltaram a trabalhar nos est\u00fadios para seguir com suas tramas in\u00e9ditas. No entanto, mesmo com todos os protocolos de seguran\u00e7a, n\u00e3o houve como garantir seguran\u00e7a plena.<\/p>\n\n\n\n O canal TVI confirmou nesta semana dois novos casos de coronav\u00edrus entre seus colaboradores da novela Quer o Destino, que \u00e9 gravada em parceria com a produtora Plural Entertainment. De acordo com a imprensa portuguesa, todos os procedimentos foram tomados para conter a infec\u00e7\u00e3o entre os funcion\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n \u201cSim, confirmamos que existem dois casos. Estamos a fazer todos os procedimentos de preven\u00e7\u00e3o e conten\u00e7\u00e3o. Todos os que contactaram com os dois pacientes foram j\u00e1 avisados para fazerem tamb\u00e9m teste\u201d, disse a diretora de comunica\u00e7\u00e3o da TVI, Helena Forjaz.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n No Brasil por exemplo, a TV Globo e a Rede Record, ainda estudam e preparam toda uma estrutura, para voltar \u00e0s atividades em seus departamentos de dramaturgia. Em outros pa\u00edses as grava\u00e7\u00f5es j\u00e1 ocorrem, novamente, apesar da pandemia do novo coronav\u00edrus. <\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal est\u00e1 virando uma nova Miami para os brasileiros ricos ???<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal pode pagar at\u00e9 \u20ac6500 a emigrantes ou descendentes que venham trabalhar para Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Em Portugal, onde a crise sanit\u00e1ria est\u00e1 em um processo de supera\u00e7\u00e3o mais avan\u00e7ado do que no Brasil, as emissoras de televis\u00e3o j\u00e1 voltaram a trabalhar nos est\u00fadios para seguir com suas tramas in\u00e9ditas. No entanto, mesmo com todos os protocolos de seguran\u00e7a, n\u00e3o houve como garantir seguran\u00e7a plena.<\/p>\n\n\n\n O canal TVI confirmou nesta semana dois novos casos de coronav\u00edrus entre seus colaboradores da novela Quer o Destino, que \u00e9 gravada em parceria com a produtora Plural Entertainment. De acordo com a imprensa portuguesa, todos os procedimentos foram tomados para conter a infec\u00e7\u00e3o entre os funcion\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n \u201cSim, confirmamos que existem dois casos. Estamos a fazer todos os procedimentos de preven\u00e7\u00e3o e conten\u00e7\u00e3o. Todos os que contactaram com os dois pacientes foram j\u00e1 avisados para fazerem tamb\u00e9m teste\u201d, disse a diretora de comunica\u00e7\u00e3o da TVI, Helena Forjaz.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n No Brasil por exemplo, a TV Globo e a Rede Record, ainda estudam e preparam toda uma estrutura, para voltar \u00e0s atividades em seus departamentos de dramaturgia. Em outros pa\u00edses as grava\u00e7\u00f5es j\u00e1 ocorrem, novamente, apesar da pandemia do novo coronav\u00edrus. <\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0Elvas, um dos mais incr\u00edves destinos em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal est\u00e1 virando uma nova Miami para os brasileiros ricos ???<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal pode pagar at\u00e9 \u20ac6500 a emigrantes ou descendentes que venham trabalhar para Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Em Portugal, onde a crise sanit\u00e1ria est\u00e1 em um processo de supera\u00e7\u00e3o mais avan\u00e7ado do que no Brasil, as emissoras de televis\u00e3o j\u00e1 voltaram a trabalhar nos est\u00fadios para seguir com suas tramas in\u00e9ditas. No entanto, mesmo com todos os protocolos de seguran\u00e7a, n\u00e3o houve como garantir seguran\u00e7a plena.<\/p>\n\n\n\n O canal TVI confirmou nesta semana dois novos casos de coronav\u00edrus entre seus colaboradores da novela Quer o Destino, que \u00e9 gravada em parceria com a produtora Plural Entertainment. De acordo com a imprensa portuguesa, todos os procedimentos foram tomados para conter a infec\u00e7\u00e3o entre os funcion\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n \u201cSim, confirmamos que existem dois casos. Estamos a fazer todos os procedimentos de preven\u00e7\u00e3o e conten\u00e7\u00e3o. Todos os que contactaram com os dois pacientes foram j\u00e1 avisados para fazerem tamb\u00e9m teste\u201d, disse a diretora de comunica\u00e7\u00e3o da TVI, Helena Forjaz.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n No Brasil por exemplo, a TV Globo e a Rede Record, ainda estudam e preparam toda uma estrutura, para voltar \u00e0s atividades em seus departamentos de dramaturgia. Em outros pa\u00edses as grava\u00e7\u00f5es j\u00e1 ocorrem, novamente, apesar da pandemia do novo coronav\u00edrus. <\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0Elvas, um dos mais incr\u00edves destinos em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal est\u00e1 virando uma nova Miami para os brasileiros ricos ???<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\nO Canal Portugal esteve na bel\u00edssima Elvas, no Alentejo e descobriu uma cidade que concentra em suas fortifica\u00e7\u00f5es, grande parte da hist\u00f3ria de Portugal.<\/h4>\n\n\n\n
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O Canal Portugal esteve na bel\u00edssima Elvas, no Alentejo e descobriu uma cidade que concentra em suas fortifica\u00e7\u00f5es, grande parte da hist\u00f3ria de Portugal.<\/h4>\n\n\n\n
Confinamento provocado pela pandemia de coronav\u00edrus levou a aumento do n\u00famero de casos no pa\u00eds.<\/h4>\n\n\n\n
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Confinamento provocado pela pandemia de coronav\u00edrus levou a aumento do n\u00famero de casos no pa\u00eds.<\/h4>\n\n\n\n
Fato aconteceu durante o retorno \u00e0s grava\u00e7\u00f5es da trama, Quer o Destino, da TVI.<\/h4>\n\n\n\n