N\u00e3o apenas houve queda na demanda como tamb\u00e9m no pre\u00e7o m\u00e9dio do vinho consumido. Em 2019 os portugueses pagavam em m\u00e9dia 14,9% a mais na garrafa do que em 2020. A queda no turismo, que chegou a 64%, e o adiamento de festas e casamentos s\u00e3o apontados pela pesquisa como os grandes respons\u00e1veis pelo resultado negativo.<\/p>\n\n\n\n
Em compensa\u00e7\u00e3o a exporta\u00e7\u00e3o aponta um ligeiro crescimento de 6,5%, pouco, por\u00e9m significativo para que as vin\u00edcolas portuguesas possam minimizar os preju\u00edzos.<\/p>\n\n\n\n
Devido \u00e0 pandemia de Covid-19 e a restri\u00e7\u00e3o nas viagens o setor de vinhos amarga um s\u00e9rio preju\u00edzo. \"S\u00e3o menos 189 milh\u00f5es de euros do que em 2019, o que representa uma perda di\u00e1ria de 690 mil euros nos primeiros nove meses do ano\", diz Maria Jo\u00e3o Dias, do Departamento de Estudos e Apoio \u00e0 Internacionaliza\u00e7\u00e3o do Instituto da Vinha e do Vinho.<\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o apenas houve queda na demanda como tamb\u00e9m no pre\u00e7o m\u00e9dio do vinho consumido. Em 2019 os portugueses pagavam em m\u00e9dia 14,9% a mais na garrafa do que em 2020. A queda no turismo, que chegou a 64%, e o adiamento de festas e casamentos s\u00e3o apontados pela pesquisa como os grandes respons\u00e1veis pelo resultado negativo.<\/p>\n\n\n\n
Em compensa\u00e7\u00e3o a exporta\u00e7\u00e3o aponta um ligeiro crescimento de 6,5%, pouco, por\u00e9m significativo para que as vin\u00edcolas portuguesas possam minimizar os preju\u00edzos.<\/p>\n\n\n\n Indo na contram\u00e3o do mercado brasileiro que apresentou forte alta, Portugal, por ser um pa\u00eds pequeno e pouco populoso, tem uma grande depend\u00eancia do turismo para fomentar as vendas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Devido \u00e0 pandemia de Covid-19 e a restri\u00e7\u00e3o nas viagens o setor de vinhos amarga um s\u00e9rio preju\u00edzo. \"S\u00e3o menos 189 milh\u00f5es de euros do que em 2019, o que representa uma perda di\u00e1ria de 690 mil euros nos primeiros nove meses do ano\", diz Maria Jo\u00e3o Dias, do Departamento de Estudos e Apoio \u00e0 Internacionaliza\u00e7\u00e3o do Instituto da Vinha e do Vinho.<\/p>\n\n\n\n N\u00e3o apenas houve queda na demanda como tamb\u00e9m no pre\u00e7o m\u00e9dio do vinho consumido. Em 2019 os portugueses pagavam em m\u00e9dia 14,9% a mais na garrafa do que em 2020. A queda no turismo, que chegou a 64%, e o adiamento de festas e casamentos s\u00e3o apontados pela pesquisa como os grandes respons\u00e1veis pelo resultado negativo.<\/p>\n\n\n\n Em compensa\u00e7\u00e3o a exporta\u00e7\u00e3o aponta um ligeiro crescimento de 6,5%, pouco, por\u00e9m significativo para que as vin\u00edcolas portuguesas possam minimizar os preju\u00edzos.<\/p>\n\n\n\n O mercado portugu\u00eas teve uma queda de 10,9% no consumo de vinho nos nove primeiros meses de 2020.<\/p>\n\n\n\n Indo na contram\u00e3o do mercado brasileiro que apresentou forte alta, Portugal, por ser um pa\u00eds pequeno e pouco populoso, tem uma grande depend\u00eancia do turismo para fomentar as vendas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Devido \u00e0 pandemia de Covid-19 e a restri\u00e7\u00e3o nas viagens o setor de vinhos amarga um s\u00e9rio preju\u00edzo. \"S\u00e3o menos 189 milh\u00f5es de euros do que em 2019, o que representa uma perda di\u00e1ria de 690 mil euros nos primeiros nove meses do ano\", diz Maria Jo\u00e3o Dias, do Departamento de Estudos e Apoio \u00e0 Internacionaliza\u00e7\u00e3o do Instituto da Vinha e do Vinho.<\/p>\n\n\n\n N\u00e3o apenas houve queda na demanda como tamb\u00e9m no pre\u00e7o m\u00e9dio do vinho consumido. Em 2019 os portugueses pagavam em m\u00e9dia 14,9% a mais na garrafa do que em 2020. A queda no turismo, que chegou a 64%, e o adiamento de festas e casamentos s\u00e3o apontados pela pesquisa como os grandes respons\u00e1veis pelo resultado negativo.<\/p>\n\n\n\n Em compensa\u00e7\u00e3o a exporta\u00e7\u00e3o aponta um ligeiro crescimento de 6,5%, pouco, por\u00e9m significativo para que as vin\u00edcolas portuguesas possam minimizar os preju\u00edzos.<\/p>\n\n\n\n O mercado portugu\u00eas teve uma queda de 10,9% no consumo de vinho nos nove primeiros meses de 2020.<\/p>\n\n\n\n Indo na contram\u00e3o do mercado brasileiro que apresentou forte alta, Portugal, por ser um pa\u00eds pequeno e pouco populoso, tem uma grande depend\u00eancia do turismo para fomentar as vendas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Devido \u00e0 pandemia de Covid-19 e a restri\u00e7\u00e3o nas viagens o setor de vinhos amarga um s\u00e9rio preju\u00edzo. \"S\u00e3o menos 189 milh\u00f5es de euros do que em 2019, o que representa uma perda di\u00e1ria de 690 mil euros nos primeiros nove meses do ano\", diz Maria Jo\u00e3o Dias, do Departamento de Estudos e Apoio \u00e0 Internacionaliza\u00e7\u00e3o do Instituto da Vinha e do Vinho.<\/p>\n\n\n\n N\u00e3o apenas houve queda na demanda como tamb\u00e9m no pre\u00e7o m\u00e9dio do vinho consumido. Em 2019 os portugueses pagavam em m\u00e9dia 14,9% a mais na garrafa do que em 2020. A queda no turismo, que chegou a 64%, e o adiamento de festas e casamentos s\u00e3o apontados pela pesquisa como os grandes respons\u00e1veis pelo resultado negativo.<\/p>\n\n\n\n Em compensa\u00e7\u00e3o a exporta\u00e7\u00e3o aponta um ligeiro crescimento de 6,5%, pouco, por\u00e9m significativo para que as vin\u00edcolas portuguesas possam minimizar os preju\u00edzos.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O mercado portugu\u00eas teve uma queda de 10,9% no consumo de vinho nos nove primeiros meses de 2020.<\/p>\n\n\n\n Indo na contram\u00e3o do mercado brasileiro que apresentou forte alta, Portugal, por ser um pa\u00eds pequeno e pouco populoso, tem uma grande depend\u00eancia do turismo para fomentar as vendas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Devido \u00e0 pandemia de Covid-19 e a restri\u00e7\u00e3o nas viagens o setor de vinhos amarga um s\u00e9rio preju\u00edzo. \"S\u00e3o menos 189 milh\u00f5es de euros do que em 2019, o que representa uma perda di\u00e1ria de 690 mil euros nos primeiros nove meses do ano\", diz Maria Jo\u00e3o Dias, do Departamento de Estudos e Apoio \u00e0 Internacionaliza\u00e7\u00e3o do Instituto da Vinha e do Vinho.<\/p>\n\n\n\n N\u00e3o apenas houve queda na demanda como tamb\u00e9m no pre\u00e7o m\u00e9dio do vinho consumido. Em 2019 os portugueses pagavam em m\u00e9dia 14,9% a mais na garrafa do que em 2020. A queda no turismo, que chegou a 64%, e o adiamento de festas e casamentos s\u00e3o apontados pela pesquisa como os grandes respons\u00e1veis pelo resultado negativo.<\/p>\n\n\n\n Em compensa\u00e7\u00e3o a exporta\u00e7\u00e3o aponta um ligeiro crescimento de 6,5%, pouco, por\u00e9m significativo para que as vin\u00edcolas portuguesas possam minimizar os preju\u00edzos.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Faf\u00e1 de Bel\u00e9m visita vin\u00edcola em Portugal e se diverte pisando em uvas<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O mercado portugu\u00eas teve uma queda de 10,9% no consumo de vinho nos nove primeiros meses de 2020.<\/p>\n\n\n\n Indo na contram\u00e3o do mercado brasileiro que apresentou forte alta, Portugal, por ser um pa\u00eds pequeno e pouco populoso, tem uma grande depend\u00eancia do turismo para fomentar as vendas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Devido \u00e0 pandemia de Covid-19 e a restri\u00e7\u00e3o nas viagens o setor de vinhos amarga um s\u00e9rio preju\u00edzo. \"S\u00e3o menos 189 milh\u00f5es de euros do que em 2019, o que representa uma perda di\u00e1ria de 690 mil euros nos primeiros nove meses do ano\", diz Maria Jo\u00e3o Dias, do Departamento de Estudos e Apoio \u00e0 Internacionaliza\u00e7\u00e3o do Instituto da Vinha e do Vinho.<\/p>\n\n\n\n N\u00e3o apenas houve queda na demanda como tamb\u00e9m no pre\u00e7o m\u00e9dio do vinho consumido. Em 2019 os portugueses pagavam em m\u00e9dia 14,9% a mais na garrafa do que em 2020. A queda no turismo, que chegou a 64%, e o adiamento de festas e casamentos s\u00e3o apontados pela pesquisa como os grandes respons\u00e1veis pelo resultado negativo.<\/p>\n\n\n\n Em compensa\u00e7\u00e3o a exporta\u00e7\u00e3o aponta um ligeiro crescimento de 6,5%, pouco, por\u00e9m significativo para que as vin\u00edcolas portuguesas possam minimizar os preju\u00edzos.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0Conhe\u00e7a os brasileiros que produzem (grandes) vinhos em Portugal - Canal Portugal<\/a><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Faf\u00e1 de Bel\u00e9m visita vin\u00edcola em Portugal e se diverte pisando em uvas<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O mercado portugu\u00eas teve uma queda de 10,9% no consumo de vinho nos nove primeiros meses de 2020.<\/p>\n\n\n\n Indo na contram\u00e3o do mercado brasileiro que apresentou forte alta, Portugal, por ser um pa\u00eds pequeno e pouco populoso, tem uma grande depend\u00eancia do turismo para fomentar as vendas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Devido \u00e0 pandemia de Covid-19 e a restri\u00e7\u00e3o nas viagens o setor de vinhos amarga um s\u00e9rio preju\u00edzo. \"S\u00e3o menos 189 milh\u00f5es de euros do que em 2019, o que representa uma perda di\u00e1ria de 690 mil euros nos primeiros nove meses do ano\", diz Maria Jo\u00e3o Dias, do Departamento de Estudos e Apoio \u00e0 Internacionaliza\u00e7\u00e3o do Instituto da Vinha e do Vinho.<\/p>\n\n\n\n N\u00e3o apenas houve queda na demanda como tamb\u00e9m no pre\u00e7o m\u00e9dio do vinho consumido. Em 2019 os portugueses pagavam em m\u00e9dia 14,9% a mais na garrafa do que em 2020. A queda no turismo, que chegou a 64%, e o adiamento de festas e casamentos s\u00e3o apontados pela pesquisa como os grandes respons\u00e1veis pelo resultado negativo.<\/p>\n\n\n\n Em compensa\u00e7\u00e3o a exporta\u00e7\u00e3o aponta um ligeiro crescimento de 6,5%, pouco, por\u00e9m significativo para que as vin\u00edcolas portuguesas possam minimizar os preju\u00edzos.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0Conhe\u00e7a os brasileiros que produzem (grandes) vinhos em Portugal - Canal Portugal<\/a><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Faf\u00e1 de Bel\u00e9m visita vin\u00edcola em Portugal e se diverte pisando em uvas<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O mercado portugu\u00eas teve uma queda de 10,9% no consumo de vinho nos nove primeiros meses de 2020.<\/p>\n\n\n\n Indo na contram\u00e3o do mercado brasileiro que apresentou forte alta, Portugal, por ser um pa\u00eds pequeno e pouco populoso, tem uma grande depend\u00eancia do turismo para fomentar as vendas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Devido \u00e0 pandemia de Covid-19 e a restri\u00e7\u00e3o nas viagens o setor de vinhos amarga um s\u00e9rio preju\u00edzo. \"S\u00e3o menos 189 milh\u00f5es de euros do que em 2019, o que representa uma perda di\u00e1ria de 690 mil euros nos primeiros nove meses do ano\", diz Maria Jo\u00e3o Dias, do Departamento de Estudos e Apoio \u00e0 Internacionaliza\u00e7\u00e3o do Instituto da Vinha e do Vinho.<\/p>\n\n\n\n N\u00e3o apenas houve queda na demanda como tamb\u00e9m no pre\u00e7o m\u00e9dio do vinho consumido. Em 2019 os portugueses pagavam em m\u00e9dia 14,9% a mais na garrafa do que em 2020. A queda no turismo, que chegou a 64%, e o adiamento de festas e casamentos s\u00e3o apontados pela pesquisa como os grandes respons\u00e1veis pelo resultado negativo.<\/p>\n\n\n\n Em compensa\u00e7\u00e3o a exporta\u00e7\u00e3o aponta um ligeiro crescimento de 6,5%, pouco, por\u00e9m significativo para que as vin\u00edcolas portuguesas possam minimizar os preju\u00edzos.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0Conhe\u00e7a os brasileiros que produzem (grandes) vinhos em Portugal - Canal Portugal<\/a><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Faf\u00e1 de Bel\u00e9m visita vin\u00edcola em Portugal e se diverte pisando em uvas<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O mercado portugu\u00eas teve uma queda de 10,9% no consumo de vinho nos nove primeiros meses de 2020.<\/p>\n\n\n\n Indo na contram\u00e3o do mercado brasileiro que apresentou forte alta, Portugal, por ser um pa\u00eds pequeno e pouco populoso, tem uma grande depend\u00eancia do turismo para fomentar as vendas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Devido \u00e0 pandemia de Covid-19 e a restri\u00e7\u00e3o nas viagens o setor de vinhos amarga um s\u00e9rio preju\u00edzo. \"S\u00e3o menos 189 milh\u00f5es de euros do que em 2019, o que representa uma perda di\u00e1ria de 690 mil euros nos primeiros nove meses do ano\", diz Maria Jo\u00e3o Dias, do Departamento de Estudos e Apoio \u00e0 Internacionaliza\u00e7\u00e3o do Instituto da Vinha e do Vinho.<\/p>\n\n\n\n N\u00e3o apenas houve queda na demanda como tamb\u00e9m no pre\u00e7o m\u00e9dio do vinho consumido. Em 2019 os portugueses pagavam em m\u00e9dia 14,9% a mais na garrafa do que em 2020. A queda no turismo, que chegou a 64%, e o adiamento de festas e casamentos s\u00e3o apontados pela pesquisa como os grandes respons\u00e1veis pelo resultado negativo.<\/p>\n\n\n\n Em compensa\u00e7\u00e3o a exporta\u00e7\u00e3o aponta um ligeiro crescimento de 6,5%, pouco, por\u00e9m significativo para que as vin\u00edcolas portuguesas possam minimizar os preju\u00edzos.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia recessiva verificada nos \u00faltimos anos traduziu-se numa perda relativa de import\u00e2ncia da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa, explica a investigadora. Se em 2013, os portugueses representaram 4,7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2019 representavam apenas 2,3%.<\/p>\n\n\n\n Apesar desta mudan\u00e7a, o n\u00famero de portugueses entrados no Brasil est\u00e1 ainda muito longe do observado em 2013, onde, na altura, entraram 2904 cidad\u00e3os lusos, por sinal o valor mais alto do per\u00edodo em an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia recessiva verificada nos \u00faltimos anos traduziu-se numa perda relativa de import\u00e2ncia da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa, explica a investigadora. Se em 2013, os portugueses representaram 4,7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2019 representavam apenas 2,3%.<\/p>\n\n\n\n Assim, em 2018 e 2019, a emigra\u00e7\u00e3o portuguesa para o Brasil cresceu 5% e 11,7%, respetivamente. Este crescimento contraria a tend\u00eancia de decr\u00e9scimo das entradas de portugueses em territ\u00f3rio brasileiro que se registava desde 2014.<\/p>\n\n\n\n Apesar desta mudan\u00e7a, o n\u00famero de portugueses entrados no Brasil est\u00e1 ainda muito longe do observado em 2013, onde, na altura, entraram 2904 cidad\u00e3os lusos, por sinal o valor mais alto do per\u00edodo em an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia recessiva verificada nos \u00faltimos anos traduziu-se numa perda relativa de import\u00e2ncia da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa, explica a investigadora. Se em 2013, os portugueses representaram 4,7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2019 representavam apenas 2,3%.<\/p>\n\n\n\n O mesmo organismo estatal contabilizou um total de 31297 entradas de estrangeiros no Brasil, tendo os portugueses representado 2,3% desse n\u00famero final.<\/p>\n\n\n\n Assim, em 2018 e 2019, a emigra\u00e7\u00e3o portuguesa para o Brasil cresceu 5% e 11,7%, respetivamente. Este crescimento contraria a tend\u00eancia de decr\u00e9scimo das entradas de portugueses em territ\u00f3rio brasileiro que se registava desde 2014.<\/p>\n\n\n\n Apesar desta mudan\u00e7a, o n\u00famero de portugueses entrados no Brasil est\u00e1 ainda muito longe do observado em 2013, onde, na altura, entraram 2904 cidad\u00e3os lusos, por sinal o valor mais alto do per\u00edodo em an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia recessiva verificada nos \u00faltimos anos traduziu-se numa perda relativa de import\u00e2ncia da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa, explica a investigadora. Se em 2013, os portugueses representaram 4,7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2019 representavam apenas 2,3%.<\/p>\n\n\n\n Dados divulgados ontem pelo Observat\u00f3rio da Emigra\u00e7\u00e3o <\/a>revelam que, durante 2019, entraram no Brasil 705 portugueses. Os valores revelados pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica brasileiro e compilados pela investigadora In\u00eas Vidigal mostram que ocorreu um aumento de quase 12%.<\/p>\n\n\n\n O mesmo organismo estatal contabilizou um total de 31297 entradas de estrangeiros no Brasil, tendo os portugueses representado 2,3% desse n\u00famero final.<\/p>\n\n\n\n Assim, em 2018 e 2019, a emigra\u00e7\u00e3o portuguesa para o Brasil cresceu 5% e 11,7%, respetivamente. Este crescimento contraria a tend\u00eancia de decr\u00e9scimo das entradas de portugueses em territ\u00f3rio brasileiro que se registava desde 2014.<\/p>\n\n\n\n Apesar desta mudan\u00e7a, o n\u00famero de portugueses entrados no Brasil est\u00e1 ainda muito longe do observado em 2013, onde, na altura, entraram 2904 cidad\u00e3os lusos, por sinal o valor mais alto do per\u00edodo em an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia recessiva verificada nos \u00faltimos anos traduziu-se numa perda relativa de import\u00e2ncia da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa, explica a investigadora. Se em 2013, os portugueses representaram 4,7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2019 representavam apenas 2,3%.<\/p>\n\n\n\n Dados divulgados ontem pelo Observat\u00f3rio da Emigra\u00e7\u00e3o <\/a>revelam que, durante 2019, entraram no Brasil 705 portugueses. Os valores revelados pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica brasileiro e compilados pela investigadora In\u00eas Vidigal mostram que ocorreu um aumento de quase 12%.<\/p>\n\n\n\n O mesmo organismo estatal contabilizou um total de 31297 entradas de estrangeiros no Brasil, tendo os portugueses representado 2,3% desse n\u00famero final.<\/p>\n\n\n\n Assim, em 2018 e 2019, a emigra\u00e7\u00e3o portuguesa para o Brasil cresceu 5% e 11,7%, respetivamente. Este crescimento contraria a tend\u00eancia de decr\u00e9scimo das entradas de portugueses em territ\u00f3rio brasileiro que se registava desde 2014.<\/p>\n\n\n\n Apesar desta mudan\u00e7a, o n\u00famero de portugueses entrados no Brasil est\u00e1 ainda muito longe do observado em 2013, onde, na altura, entraram 2904 cidad\u00e3os lusos, por sinal o valor mais alto do per\u00edodo em an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia recessiva verificada nos \u00faltimos anos traduziu-se numa perda relativa de import\u00e2ncia da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa, explica a investigadora. Se em 2013, os portugueses representaram 4,7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2019 representavam apenas 2,3%.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vai inaugurar a maior ponte suspensa para pedestres do mundo<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Dados divulgados ontem pelo Observat\u00f3rio da Emigra\u00e7\u00e3o <\/a>revelam que, durante 2019, entraram no Brasil 705 portugueses. Os valores revelados pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica brasileiro e compilados pela investigadora In\u00eas Vidigal mostram que ocorreu um aumento de quase 12%.<\/p>\n\n\n\n O mesmo organismo estatal contabilizou um total de 31297 entradas de estrangeiros no Brasil, tendo os portugueses representado 2,3% desse n\u00famero final.<\/p>\n\n\n\n Assim, em 2018 e 2019, a emigra\u00e7\u00e3o portuguesa para o Brasil cresceu 5% e 11,7%, respetivamente. Este crescimento contraria a tend\u00eancia de decr\u00e9scimo das entradas de portugueses em territ\u00f3rio brasileiro que se registava desde 2014.<\/p>\n\n\n\n Apesar desta mudan\u00e7a, o n\u00famero de portugueses entrados no Brasil est\u00e1 ainda muito longe do observado em 2013, onde, na altura, entraram 2904 cidad\u00e3os lusos, por sinal o valor mais alto do per\u00edodo em an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia recessiva verificada nos \u00faltimos anos traduziu-se numa perda relativa de import\u00e2ncia da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa, explica a investigadora. Se em 2013, os portugueses representaram 4,7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2019 representavam apenas 2,3%.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vai inaugurar a maior ponte suspensa para pedestres do mundo<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Dados divulgados ontem pelo Observat\u00f3rio da Emigra\u00e7\u00e3o <\/a>revelam que, durante 2019, entraram no Brasil 705 portugueses. Os valores revelados pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica brasileiro e compilados pela investigadora In\u00eas Vidigal mostram que ocorreu um aumento de quase 12%.<\/p>\n\n\n\n O mesmo organismo estatal contabilizou um total de 31297 entradas de estrangeiros no Brasil, tendo os portugueses representado 2,3% desse n\u00famero final.<\/p>\n\n\n\n Assim, em 2018 e 2019, a emigra\u00e7\u00e3o portuguesa para o Brasil cresceu 5% e 11,7%, respetivamente. Este crescimento contraria a tend\u00eancia de decr\u00e9scimo das entradas de portugueses em territ\u00f3rio brasileiro que se registava desde 2014.<\/p>\n\n\n\n Apesar desta mudan\u00e7a, o n\u00famero de portugueses entrados no Brasil est\u00e1 ainda muito longe do observado em 2013, onde, na altura, entraram 2904 cidad\u00e3os lusos, por sinal o valor mais alto do per\u00edodo em an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia recessiva verificada nos \u00faltimos anos traduziu-se numa perda relativa de import\u00e2ncia da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa, explica a investigadora. Se em 2013, os portugueses representaram 4,7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2019 representavam apenas 2,3%.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal? \u2013 Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vai inaugurar a maior ponte suspensa para pedestres do mundo<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Dados divulgados ontem pelo Observat\u00f3rio da Emigra\u00e7\u00e3o <\/a>revelam que, durante 2019, entraram no Brasil 705 portugueses. Os valores revelados pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica brasileiro e compilados pela investigadora In\u00eas Vidigal mostram que ocorreu um aumento de quase 12%.<\/p>\n\n\n\n O mesmo organismo estatal contabilizou um total de 31297 entradas de estrangeiros no Brasil, tendo os portugueses representado 2,3% desse n\u00famero final.<\/p>\n\n\n\n Assim, em 2018 e 2019, a emigra\u00e7\u00e3o portuguesa para o Brasil cresceu 5% e 11,7%, respetivamente. Este crescimento contraria a tend\u00eancia de decr\u00e9scimo das entradas de portugueses em territ\u00f3rio brasileiro que se registava desde 2014.<\/p>\n\n\n\n Apesar desta mudan\u00e7a, o n\u00famero de portugueses entrados no Brasil est\u00e1 ainda muito longe do observado em 2013, onde, na altura, entraram 2904 cidad\u00e3os lusos, por sinal o valor mais alto do per\u00edodo em an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia recessiva verificada nos \u00faltimos anos traduziu-se numa perda relativa de import\u00e2ncia da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa, explica a investigadora. Se em 2013, os portugueses representaram 4,7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2019 representavam apenas 2,3%.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal? \u2013 Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vai inaugurar a maior ponte suspensa para pedestres do mundo<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Dados divulgados ontem pelo Observat\u00f3rio da Emigra\u00e7\u00e3o <\/a>revelam que, durante 2019, entraram no Brasil 705 portugueses. Os valores revelados pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica brasileiro e compilados pela investigadora In\u00eas Vidigal mostram que ocorreu um aumento de quase 12%.<\/p>\n\n\n\n O mesmo organismo estatal contabilizou um total de 31297 entradas de estrangeiros no Brasil, tendo os portugueses representado 2,3% desse n\u00famero final.<\/p>\n\n\n\n Assim, em 2018 e 2019, a emigra\u00e7\u00e3o portuguesa para o Brasil cresceu 5% e 11,7%, respetivamente. Este crescimento contraria a tend\u00eancia de decr\u00e9scimo das entradas de portugueses em territ\u00f3rio brasileiro que se registava desde 2014.<\/p>\n\n\n\n Apesar desta mudan\u00e7a, o n\u00famero de portugueses entrados no Brasil est\u00e1 ainda muito longe do observado em 2013, onde, na altura, entraram 2904 cidad\u00e3os lusos, por sinal o valor mais alto do per\u00edodo em an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia recessiva verificada nos \u00faltimos anos traduziu-se numa perda relativa de import\u00e2ncia da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa, explica a investigadora. Se em 2013, os portugueses representaram 4,7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2019 representavam apenas 2,3%.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal? \u2013 Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vai inaugurar a maior ponte suspensa para pedestres do mundo<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Dados divulgados ontem pelo Observat\u00f3rio da Emigra\u00e7\u00e3o <\/a>revelam que, durante 2019, entraram no Brasil 705 portugueses. Os valores revelados pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica brasileiro e compilados pela investigadora In\u00eas Vidigal mostram que ocorreu um aumento de quase 12%.<\/p>\n\n\n\n O mesmo organismo estatal contabilizou um total de 31297 entradas de estrangeiros no Brasil, tendo os portugueses representado 2,3% desse n\u00famero final.<\/p>\n\n\n\n Assim, em 2018 e 2019, a emigra\u00e7\u00e3o portuguesa para o Brasil cresceu 5% e 11,7%, respetivamente. Este crescimento contraria a tend\u00eancia de decr\u00e9scimo das entradas de portugueses em territ\u00f3rio brasileiro que se registava desde 2014.<\/p>\n\n\n\n Apesar desta mudan\u00e7a, o n\u00famero de portugueses entrados no Brasil est\u00e1 ainda muito longe do observado em 2013, onde, na altura, entraram 2904 cidad\u00e3os lusos, por sinal o valor mais alto do per\u00edodo em an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia recessiva verificada nos \u00faltimos anos traduziu-se numa perda relativa de import\u00e2ncia da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa, explica a investigadora. Se em 2013, os portugueses representaram 4,7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2019 representavam apenas 2,3%.<\/p>\n\n\n\n Santos foi chamado \u00e0 sede da Pol\u00edcia Judici\u00e1ria (PJ), que coordena a investiga\u00e7\u00e3o, para assistir \u00e0s imagens do circuito interno de c\u00e2meras do restaurante. \u201cFui questionado na PJ se isso n\u00e3o aconteceu porque eu queria, porque estava tentando seduzi-los. Duvidaram de mim. Se quisesse sedu\u00e7\u00e3o, teria ficado no bar gay\u201d, disse. Em nota, a PSP negou qualquer tipo de discrimina\u00e7\u00e3o e informou que \u201ca v\u00edtima apresentava um discurso pouco coerente, mostrando-se algo confusa com toda a situa\u00e7\u00e3o\u201d. Questionada por pela reportagem, a PJ n\u00e3o respondeu. Desde o in\u00edcio da pandemia, houve mais de 2.400 atendimentos a portugueses e estrangeiros nas institui\u00e7\u00f5es de apoio aos crimes contra L\u00e9sbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transg\u00eaneros (LGBTI) que integram a Rede Nacional de Apoio a V\u00edtimas. Foi uma dessas que ofereceu apoio psicol\u00f3gico a Santos. Com medo, ele se mudou para a Dinamarca.<\/p>\n","post_title":"Pandemia aumenta xenofobia contra brasileiros em Portugal","post_excerpt":"","post_status":"publish","comment_status":"closed","ping_status":"open","post_password":"","post_name":"pandemia-aumenta-xenofobia-contra-brasileiros-em-portugal","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2020-11-27 11:41:46","post_modified_gmt":"2020-11-27 11:41:46","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/canalportugal.pt\/?p=13185","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":13180,"post_author":"1","post_date":"2020-11-27 09:43:08","post_date_gmt":"2020-11-27 09:43:08","post_content":"\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal? \u2013 Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vai inaugurar a maior ponte suspensa para pedestres do mundo<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Dados divulgados ontem pelo Observat\u00f3rio da Emigra\u00e7\u00e3o <\/a>revelam que, durante 2019, entraram no Brasil 705 portugueses. Os valores revelados pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica brasileiro e compilados pela investigadora In\u00eas Vidigal mostram que ocorreu um aumento de quase 12%.<\/p>\n\n\n\n O mesmo organismo estatal contabilizou um total de 31297 entradas de estrangeiros no Brasil, tendo os portugueses representado 2,3% desse n\u00famero final.<\/p>\n\n\n\n Assim, em 2018 e 2019, a emigra\u00e7\u00e3o portuguesa para o Brasil cresceu 5% e 11,7%, respetivamente. Este crescimento contraria a tend\u00eancia de decr\u00e9scimo das entradas de portugueses em territ\u00f3rio brasileiro que se registava desde 2014.<\/p>\n\n\n\n Apesar desta mudan\u00e7a, o n\u00famero de portugueses entrados no Brasil est\u00e1 ainda muito longe do observado em 2013, onde, na altura, entraram 2904 cidad\u00e3os lusos, por sinal o valor mais alto do per\u00edodo em an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia recessiva verificada nos \u00faltimos anos traduziu-se numa perda relativa de import\u00e2ncia da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa, explica a investigadora. Se em 2013, os portugueses representaram 4,7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2019 representavam apenas 2,3%.<\/p>\n\n\n\n Santos foi chamado \u00e0 sede da Pol\u00edcia Judici\u00e1ria (PJ), que coordena a investiga\u00e7\u00e3o, para assistir \u00e0s imagens do circuito interno de c\u00e2meras do restaurante. \u201cFui questionado na PJ se isso n\u00e3o aconteceu porque eu queria, porque estava tentando seduzi-los. Duvidaram de mim. Se quisesse sedu\u00e7\u00e3o, teria ficado no bar gay\u201d, disse. Em nota, a PSP negou qualquer tipo de discrimina\u00e7\u00e3o e informou que \u201ca v\u00edtima apresentava um discurso pouco coerente, mostrando-se algo confusa com toda a situa\u00e7\u00e3o\u201d. Questionada por pela reportagem, a PJ n\u00e3o respondeu. Desde o in\u00edcio da pandemia, houve mais de 2.400 atendimentos a portugueses e estrangeiros nas institui\u00e7\u00f5es de apoio aos crimes contra L\u00e9sbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transg\u00eaneros (LGBTI) que integram a Rede Nacional de Apoio a V\u00edtimas. Foi uma dessas que ofereceu apoio psicol\u00f3gico a Santos. Com medo, ele se mudou para a Dinamarca.<\/p>\n","post_title":"Pandemia aumenta xenofobia contra brasileiros em Portugal","post_excerpt":"","post_status":"publish","comment_status":"closed","ping_status":"open","post_password":"","post_name":"pandemia-aumenta-xenofobia-contra-brasileiros-em-portugal","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2020-11-27 11:41:46","post_modified_gmt":"2020-11-27 11:41:46","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/canalportugal.pt\/?p=13185","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":13180,"post_author":"1","post_date":"2020-11-27 09:43:08","post_date_gmt":"2020-11-27 09:43:08","post_content":"\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal? \u2013 Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vai inaugurar a maior ponte suspensa para pedestres do mundo<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Dados divulgados ontem pelo Observat\u00f3rio da Emigra\u00e7\u00e3o <\/a>revelam que, durante 2019, entraram no Brasil 705 portugueses. Os valores revelados pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica brasileiro e compilados pela investigadora In\u00eas Vidigal mostram que ocorreu um aumento de quase 12%.<\/p>\n\n\n\n O mesmo organismo estatal contabilizou um total de 31297 entradas de estrangeiros no Brasil, tendo os portugueses representado 2,3% desse n\u00famero final.<\/p>\n\n\n\n Assim, em 2018 e 2019, a emigra\u00e7\u00e3o portuguesa para o Brasil cresceu 5% e 11,7%, respetivamente. Este crescimento contraria a tend\u00eancia de decr\u00e9scimo das entradas de portugueses em territ\u00f3rio brasileiro que se registava desde 2014.<\/p>\n\n\n\n Apesar desta mudan\u00e7a, o n\u00famero de portugueses entrados no Brasil est\u00e1 ainda muito longe do observado em 2013, onde, na altura, entraram 2904 cidad\u00e3os lusos, por sinal o valor mais alto do per\u00edodo em an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia recessiva verificada nos \u00faltimos anos traduziu-se numa perda relativa de import\u00e2ncia da imigra\u00e7\u00e3o portuguesa, explica a investigadora. Se em 2013, os portugueses representaram 4,7% das entradas de migrantes no Brasil, em 2019 representavam apenas 2,3%.<\/p>\n\n\n\n Agentes da Pol\u00edcia de Seguran\u00e7a P\u00fablica (PSP) fizeram a ocorr\u00eancia no local do crime e conduziram Santos ao hospital, onde uma m\u00e9dica atestou: \u201cAconteceu por volta das 3 horas, com penetra\u00e7\u00e3o anal e ejacula\u00e7\u00e3o\u201d. Dias depois, ao solicitar em uma delegacia da PSP uma declara\u00e7\u00e3o do roubo de seu t\u00edtulo de resid\u00eancia, Santos disse ter sido v\u00edtima de discrimina\u00e7\u00e3o. \u201cEscutei de um senhor fardado: \u2018Portugal dos portugueses ainda n\u00e3o est\u00e1 acostumado com isso\u2019.\u201d Santos n\u00e3o pediu para o policial explicar porque entendeu que \u201cisso\u201d queria dizer brasileiro e gay.<\/p>\n\n\n\n Santos foi chamado \u00e0 sede da Pol\u00edcia Judici\u00e1ria (PJ), que coordena a investiga\u00e7\u00e3o, para assistir \u00e0s imagens do circuito interno de c\u00e2meras do restaurante. \u201cFui questionado na PJ se isso n\u00e3o aconteceu porque eu queria, porque estava tentando seduzi-los. Duvidaram de mim. Se quisesse sedu\u00e7\u00e3o, teria ficado no bar gay\u201d, disse. Em nota, a PSP negou qualquer tipo de discrimina\u00e7\u00e3o e informou que \u201ca v\u00edtima apresentava um discurso pouco coerente, mostrando-se algo confusa com toda a situa\u00e7\u00e3o\u201d. Questionada por pela reportagem, a PJ n\u00e3o respondeu. Desde o in\u00edcio da pandemia, houve mais de 2.400 atendimentos a portugueses e estrangeiros nas institui\u00e7\u00f5es de apoio aos crimes contra L\u00e9sbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transg\u00eaneros (LGBTI) que integram a Rede Nacional de Apoio a V\u00edtimas. Foi uma dessas que ofereceu apoio psicol\u00f3gico a Santos. Com medo, ele se mudou para a Dinamarca.<\/p>\n","post_title":"Pandemia aumenta xenofobia contra brasileiros em Portugal","post_excerpt":"","post_status":"publish","comment_status":"closed","ping_status":"open","post_password":"","post_name":"pandemia-aumenta-xenofobia-contra-brasileiros-em-portugal","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2020-11-27 11:41:46","post_modified_gmt":"2020-11-27 11:41:46","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/canalportugal.pt\/?p=13185","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":13180,"post_author":"1","post_date":"2020-11-27 09:43:08","post_date_gmt":"2020-11-27 09:43:08","post_content":"\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal? \u2013 Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\nPa\u00eds deixou de vender 690 mil euros por dia nos nove primeiros meses de 2020.<\/h4>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n\n\n\n
Pa\u00eds deixou de vender 690 mil euros por dia nos nove primeiros meses de 2020.<\/h4>\n\n\n\n
Cidad\u00e3os lusos est\u00e3o voltando a imigrar para o Brasil, mas ainda assim longe dos n\u00fameros verificados em 2013.<\/h4>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n\n\n\n
Cidad\u00e3os lusos est\u00e3o voltando a imigrar para o Brasil, mas ainda assim longe dos n\u00fameros verificados em 2013.<\/h4>\n\n\n\n
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Cidad\u00e3os lusos est\u00e3o voltando a imigrar para o Brasil, mas ainda assim longe dos n\u00fameros verificados em 2013.<\/h4>\n\n\n\n
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Cidad\u00e3os lusos est\u00e3o voltando a imigrar para o Brasil, mas ainda assim longe dos n\u00fameros verificados em 2013.<\/h4>\n\n\n\n
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Cidad\u00e3os lusos est\u00e3o voltando a imigrar para o Brasil, mas ainda assim longe dos n\u00fameros verificados em 2013.<\/h4>\n\n\n\n