Este domingo, o Presidente da Rep\u00fablica e o Primeiro-ministro refor\u00e7aram os apelos ao cumprimento das regras de distanciamento.<\/p>\n\n\n\n
Ant\u00f3nio Costa admitiu a cria\u00e7\u00e3o de um \"quadro punitivo\" para quem organizar e participar em festas ilegais e reuni\u00f5es. J\u00e1 Marcelo assegurou que apoiar\u00e1 o que o Governo decidir depois da reuni\u00e3o com os autarcas da regi\u00e3o de Lisboa, naquilo \"que for necess\u00e1rio fazer para impedir o descontrolo\" do desconfinamento.<\/p>\n\n\n\n
A regi\u00e3o da Grande Lisboa \u00e9 segunda mais afetada pela pandemia no Pa\u00eds, com 16762 infetados e 436 \u00f3bitos causados pelo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n
Este domingo, o Presidente da Rep\u00fablica e o Primeiro-ministro refor\u00e7aram os apelos ao cumprimento das regras de distanciamento.<\/p>\n\n\n\n
Ant\u00f3nio Costa admitiu a cria\u00e7\u00e3o de um \"quadro punitivo\" para quem organizar e participar em festas ilegais e reuni\u00f5es. J\u00e1 Marcelo assegurou que apoiar\u00e1 o que o Governo decidir depois da reuni\u00e3o com os autarcas da regi\u00e3o de Lisboa, naquilo \"que for necess\u00e1rio fazer para impedir o descontrolo\" do desconfinamento.<\/p>\n\n\n\n A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. O presidente da C\u00e2mara Municipal de Ovar, Salvador Malheiro, questionou neste domingo, em sua conta no Twitter<\/em>, a raz\u00e3o pela qual ainda n\u00e3o foi imposta uma cerca sanit\u00e1ria em Lisboa. Na publica\u00e7\u00e3o, ele escreve: \"A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos. Entretanto tudo melhorou. Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds. N\u00e3o esperem mais. Ou s\u00f3 h\u00e1 coragem para Ovar?\".<\/p>\n\n\n\n A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. O presidente da C\u00e2mara Municipal de Ovar, Salvador Malheiro, questionou neste domingo, em sua conta no Twitter<\/em>, a raz\u00e3o pela qual ainda n\u00e3o foi imposta uma cerca sanit\u00e1ria em Lisboa. Na publica\u00e7\u00e3o, ele escreve: \"A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos. Entretanto tudo melhorou. Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds. N\u00e3o esperem mais. Ou s\u00f3 h\u00e1 coragem para Ovar?\".<\/p>\n\n\n\n A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O presidente da C\u00e2mara Municipal de Ovar, Salvador Malheiro, questionou neste domingo, em sua conta no Twitter<\/em>, a raz\u00e3o pela qual ainda n\u00e3o foi imposta uma cerca sanit\u00e1ria em Lisboa. Na publica\u00e7\u00e3o, ele escreve: \"A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos. Entretanto tudo melhorou. Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds. N\u00e3o esperem mais. Ou s\u00f3 h\u00e1 coragem para Ovar?\".<\/p>\n\n\n\n A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O presidente da C\u00e2mara Municipal de Ovar, Salvador Malheiro, questionou neste domingo, em sua conta no Twitter<\/em>, a raz\u00e3o pela qual ainda n\u00e3o foi imposta uma cerca sanit\u00e1ria em Lisboa. Na publica\u00e7\u00e3o, ele escreve: \"A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos. Entretanto tudo melhorou. Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds. N\u00e3o esperem mais. Ou s\u00f3 h\u00e1 coragem para Ovar?\".<\/p>\n\n\n\n A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. LEIA TAMB\u00c9M: Lisboa refor\u00e7a confinamento para conter propaga\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O presidente da C\u00e2mara Municipal de Ovar, Salvador Malheiro, questionou neste domingo, em sua conta no Twitter<\/em>, a raz\u00e3o pela qual ainda n\u00e3o foi imposta uma cerca sanit\u00e1ria em Lisboa. Na publica\u00e7\u00e3o, ele escreve: \"A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos. Entretanto tudo melhorou. Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds. N\u00e3o esperem mais. Ou s\u00f3 h\u00e1 coragem para Ovar?\".<\/p>\n\n\n\n A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. LEIA TAMB\u00c9M: Lisboa refor\u00e7a confinamento para conter propaga\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O presidente da C\u00e2mara Municipal de Ovar, Salvador Malheiro, questionou neste domingo, em sua conta no Twitter<\/em>, a raz\u00e3o pela qual ainda n\u00e3o foi imposta uma cerca sanit\u00e1ria em Lisboa. Na publica\u00e7\u00e3o, ele escreve: \"A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos. Entretanto tudo melhorou. Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds. N\u00e3o esperem mais. Ou s\u00f3 h\u00e1 coragem para Ovar?\".<\/p>\n\n\n\n A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. LEIA TAMB\u00c9M: Lisboa refor\u00e7a confinamento para conter propaga\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O presidente da C\u00e2mara Municipal de Ovar, Salvador Malheiro, questionou neste domingo, em sua conta no Twitter<\/em>, a raz\u00e3o pela qual ainda n\u00e3o foi imposta uma cerca sanit\u00e1ria em Lisboa. Na publica\u00e7\u00e3o, ele escreve: \"A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos. Entretanto tudo melhorou. Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds. N\u00e3o esperem mais. Ou s\u00f3 h\u00e1 coragem para Ovar?\".<\/p>\n\n\n\n A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. LEIA TAMB\u00c9M: Lisboa refor\u00e7a confinamento para conter propaga\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O presidente da C\u00e2mara Municipal de Ovar, Salvador Malheiro, questionou neste domingo, em sua conta no Twitter<\/em>, a raz\u00e3o pela qual ainda n\u00e3o foi imposta uma cerca sanit\u00e1ria em Lisboa. Na publica\u00e7\u00e3o, ele escreve: \"A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos. Entretanto tudo melhorou. Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds. N\u00e3o esperem mais. Ou s\u00f3 h\u00e1 coragem para Ovar?\".<\/p>\n\n\n\n A 17\/3 percebeu-se o cerco em Ovar. Era o \u00fanico Munic\u00edpio em contamina\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo (RIFA), apresentado esta ter\u00e7a-feira na cerim\u00f3nia comemorativa do 44.\u00ba anivers\u00e1rio do Servi\u00e7o de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostra que se registou um aumento de 32,9% do n\u00famero de recusas de entrada em Portugal, aos estrangeiros que n\u00e3o reuniam as condi\u00e7\u00f5es legalmente previstas, para a sua admiss\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo (RIFA), apresentado esta ter\u00e7a-feira na cerim\u00f3nia comemorativa do 44.\u00ba anivers\u00e1rio do Servi\u00e7o de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostra que se registou um aumento de 32,9% do n\u00famero de recusas de entrada em Portugal, aos estrangeiros que n\u00e3o reuniam as condi\u00e7\u00f5es legalmente previstas, para a sua admiss\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo (RIFA), apresentado esta ter\u00e7a-feira na cerim\u00f3nia comemorativa do 44.\u00ba anivers\u00e1rio do Servi\u00e7o de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostra que se registou um aumento de 32,9% do n\u00famero de recusas de entrada em Portugal, aos estrangeiros que n\u00e3o reuniam as condi\u00e7\u00f5es legalmente previstas, para a sua admiss\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo (RIFA), apresentado esta ter\u00e7a-feira na cerim\u00f3nia comemorativa do 44.\u00ba anivers\u00e1rio do Servi\u00e7o de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostra que se registou um aumento de 32,9% do n\u00famero de recusas de entrada em Portugal, aos estrangeiros que n\u00e3o reuniam as condi\u00e7\u00f5es legalmente previstas, para a sua admiss\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cLisboa est\u00e1 a colocar em risco o Pa\u00eds\u201d, afirma o Presidente da C\u00e2mara de Ovar, que quer Cerco Sanit\u00e1rio na capital<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo (RIFA), apresentado esta ter\u00e7a-feira na cerim\u00f3nia comemorativa do 44.\u00ba anivers\u00e1rio do Servi\u00e7o de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostra que se registou um aumento de 32,9% do n\u00famero de recusas de entrada em Portugal, aos estrangeiros que n\u00e3o reuniam as condi\u00e7\u00f5es legalmente previstas, para a sua admiss\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cLisboa est\u00e1 a colocar em risco o Pa\u00eds\u201d, afirma o Presidente da C\u00e2mara de Ovar, que quer Cerco Sanit\u00e1rio na capital<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo (RIFA), apresentado esta ter\u00e7a-feira na cerim\u00f3nia comemorativa do 44.\u00ba anivers\u00e1rio do Servi\u00e7o de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostra que se registou um aumento de 32,9% do n\u00famero de recusas de entrada em Portugal, aos estrangeiros que n\u00e3o reuniam as condi\u00e7\u00f5es legalmente previstas, para a sua admiss\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cLisboa est\u00e1 a colocar em risco o Pa\u00eds\u201d, afirma o Presidente da C\u00e2mara de Ovar, que quer Cerco Sanit\u00e1rio na capital<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n
Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos.
Entretanto tudo melhorou.
Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds.
N\u00e3o esperem mais.
Ou s\u00f3 h\u00e1 coragem p\/Ovar? pic.twitter.com\/5EP7FjYbCm<\/a><\/p>\u2014 salvador malheiro (@slvdrmalheiro) June 21, 2020<\/a><\/blockquote>
Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos.
Entretanto tudo melhorou.
Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds.
N\u00e3o esperem mais.
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Entretanto tudo melhorou.
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N\u00e3o esperem mais.
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Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos.
Entretanto tudo melhorou.
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N\u00e3o esperem mais.
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Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos.
Entretanto tudo melhorou.
Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds.
N\u00e3o esperem mais.
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Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos.
Entretanto tudo melhorou.
Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds.
N\u00e3o esperem mais.
Ou s\u00f3 h\u00e1 coragem p\/Ovar? pic.twitter.com\/5EP7FjYbCm<\/a><\/p>\u2014 salvador malheiro (@slvdrmalheiro) June 21, 2020<\/a><\/blockquote>
Ovar conviveu por um longo per\u00edodo com o Cerco Sanit\u00e1rio. Atualmente a regi\u00e3o da Grande Lisboa \u00e9 segunda mais afetada pela pandemia no Pa\u00eds.<\/h4>\n\n\n\n
Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos.
Entretanto tudo melhorou.
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Ovar conviveu por um longo per\u00edodo com o Cerco Sanit\u00e1rio. Atualmente a regi\u00e3o da Grande Lisboa \u00e9 segunda mais afetada pela pandemia no Pa\u00eds.<\/h4>\n\n\n\n
Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos.
Entretanto tudo melhorou.
Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds.
N\u00e3o esperem mais.
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Qual a sua opini\u00e3o sobre isso?<\/h5>\n","post_title":"79% dos imigrantes estrangeiros impedidos de entrar em Portugal, s\u00e3o brasileiros","post_excerpt":"","post_status":"publish","comment_status":"closed","ping_status":"open","post_password":"","post_name":"79-dos-imigrantes-estrangeiros-impedidos-de-entrar-em-portugal-sao-brasileiros","to_ping":"","pinged":"https:\/\/canalportugal.pt\/lisboa-esta-a-colocar-em-risco-o-pais-afirma-o-presidente-da-camara-de-ovar-que-quer-cerca-sanitaria-na-capital\/\nhttps:\/\/canalportugal.pt\/europa-vai-proibir-entrada-de-brasileiros-por-descontrole-da-covid-19\/\nhttps:\/\/canalportugal.pt\/coronavirus-destroi-sonho-de-brasileiros-em-portugal-e-muitos-penam-para-voltar\/","post_modified":"2020-06-24 09:39:12","post_modified_gmt":"2020-06-24 09:39:12","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/canalportugal.pt\/?p=12453","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":12446,"post_author":"1","post_date":"2020-06-23 17:03:08","post_date_gmt":"2020-06-23 17:03:08","post_content":"\n
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Ovar conviveu por um longo per\u00edodo com o Cerco Sanit\u00e1rio. Atualmente a regi\u00e3o da Grande Lisboa \u00e9 segunda mais afetada pela pandemia no Pa\u00eds.<\/h4>\n\n\n\n
Depois todo o Pa\u00eds passou a essa condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazia sentido fazer cercos.
Entretanto tudo melhorou.
Hoje Lisboa est\u00e1 a colocar em risco todo o Pa\u00eds.
N\u00e3o esperem mais.
Ou s\u00f3 h\u00e1 coragem p\/Ovar? pic.twitter.com\/5EP7FjYbCm<\/a><\/p>\u2014 salvador malheiro (@slvdrmalheiro) June 21, 2020<\/a><\/blockquote>
Quase cinco mil estrangeiros foram impedidos de entrar em Portugal no ano passado, um aumento 32,9% em rela\u00e7\u00e3o a 2018. A maioria das recusas incidiram sobre brasileiros, revelou o relat\u00f3rio do SEF, publicado nesta ter\u00e7a-feira.<\/h4>\n\n\n\n
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Quase cinco mil estrangeiros foram impedidos de entrar em Portugal no ano passado, um aumento 32,9% em rela\u00e7\u00e3o a 2018. A maioria das recusas incidiram sobre brasileiros, revelou o relat\u00f3rio do SEF, publicado nesta ter\u00e7a-feira.<\/h4>\n\n\n\n