Os dados mostram ainda que foram diagnosticados mais 14.647 novos casos de infe\u00e7\u00e3o. No total, durante a crise pand\u00e9mica, Portugal soma j\u00e1 9.465 \u00f3bitos e 581.605 infetados.<\/p>\n\n\n\n<\/a><\/figure>\n\n\n\n
Portugal bateu esta quarta-feira o recorde de \u00f3bitos e casos di\u00e1rios. O boletim da Dire\u00e7\u00e3o-Geral da Sa\u00fade (DGS) revela que, nas \u00faltimas 24 horas, morreram 219 pessoas devido \u00e0 covid-19, um n\u00famero nunca antes alcan\u00e7ado no pa\u00eds desde o in\u00edcio da pandemia. <\/p>\n\n\n\n
Os dados mostram ainda que foram diagnosticados mais 14.647 novos casos de infe\u00e7\u00e3o. No total, durante a crise pand\u00e9mica, Portugal soma j\u00e1 9.465 \u00f3bitos e 581.605 infetados.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal?<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Governo de Portugal garante que haver\u00e1 vacinas para toda popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal?<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n Pa\u00eds registrou 10.455 novos casos e 218 mortes na ter\u00e7a-feira (19).<\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Governo de Portugal garante que haver\u00e1 vacinas para toda popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal?<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n Pa\u00eds registrou 10.455 novos casos e 218 mortes na ter\u00e7a-feira (19).<\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Governo de Portugal garante que haver\u00e1 vacinas para toda popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal?<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de camas para suprir ao grande n\u00famero de urg\u00eancias tem tido como resultado o ac\u00famulo de doentes em macas, e at\u00e9 em cadeir\u00f5es, em condi\u00e7\u00f5es pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de sa\u00fade, e que n\u00e3o garantem o distanciamento necess\u00e1rio para evitar mais cont\u00e1gios\", explicou o sindicato.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds europeu tem vivido seu pior momento desde o in\u00edcio da pandemia, em fevereiro do ano passado, e os casos de infec\u00e7\u00e3o t\u00eam sido cada vez maiores a cada dia. De acordo com o site TVi24, h\u00e1 faltam de insumos e profissionais da sa\u00fade em alguns hospitais do pa\u00eds e os que j\u00e1 est\u00e3o na linha de frente est\u00e3o sobrecarregados de trabalho.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de camas para suprir ao grande n\u00famero de urg\u00eancias tem tido como resultado o ac\u00famulo de doentes em macas, e at\u00e9 em cadeir\u00f5es, em condi\u00e7\u00f5es pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de sa\u00fade, e que n\u00e3o garantem o distanciamento necess\u00e1rio para evitar mais cont\u00e1gios\", explicou o sindicato.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n As salas de aulas em Portugal dever\u00e3o voltar a ser fechadas nesta sexta-feira, devido ao forte agravamento da pandemia, sobretudo pelo impacto da variante brit\u00e2nica do SARS-CoV-2, que o primeiro-ministro j\u00e1 tinha mostrado recear devido \u00e0 anunciada maior propaga\u00e7\u00e3o entre os jovens.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds europeu tem vivido seu pior momento desde o in\u00edcio da pandemia, em fevereiro do ano passado, e os casos de infec\u00e7\u00e3o t\u00eam sido cada vez maiores a cada dia. De acordo com o site TVi24, h\u00e1 faltam de insumos e profissionais da sa\u00fade em alguns hospitais do pa\u00eds e os que j\u00e1 est\u00e3o na linha de frente est\u00e3o sobrecarregados de trabalho.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de camas para suprir ao grande n\u00famero de urg\u00eancias tem tido como resultado o ac\u00famulo de doentes em macas, e at\u00e9 em cadeir\u00f5es, em condi\u00e7\u00f5es pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de sa\u00fade, e que n\u00e3o garantem o distanciamento necess\u00e1rio para evitar mais cont\u00e1gios\", explicou o sindicato.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n As salas de aulas em Portugal dever\u00e3o voltar a ser fechadas nesta sexta-feira, devido ao forte agravamento da pandemia, sobretudo pelo impacto da variante brit\u00e2nica do SARS-CoV-2, que o primeiro-ministro j\u00e1 tinha mostrado recear devido \u00e0 anunciada maior propaga\u00e7\u00e3o entre os jovens.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds europeu tem vivido seu pior momento desde o in\u00edcio da pandemia, em fevereiro do ano passado, e os casos de infec\u00e7\u00e3o t\u00eam sido cada vez maiores a cada dia. De acordo com o site TVi24, h\u00e1 faltam de insumos e profissionais da sa\u00fade em alguns hospitais do pa\u00eds e os que j\u00e1 est\u00e3o na linha de frente est\u00e3o sobrecarregados de trabalho.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de camas para suprir ao grande n\u00famero de urg\u00eancias tem tido como resultado o ac\u00famulo de doentes em macas, e at\u00e9 em cadeir\u00f5es, em condi\u00e7\u00f5es pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de sa\u00fade, e que n\u00e3o garantem o distanciamento necess\u00e1rio para evitar mais cont\u00e1gios\", explicou o sindicato.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de meios humanos, de camas e at\u00e9 de oxig\u00eanio tem levado ao ac\u00famulo dos doentes em macas, deixas na porta dos hospitais e nas ambul\u00e2ncias. Temos conhecimento de que v\u00e1rios hospitais n\u00e3o conseguem fornecer oxig\u00eanio com a adequada press\u00e3o aos doentes, problema que tende a agravar-se nos pr\u00f3ximos dias. Devido \u00e0 falta de meios, em v\u00e1rias unidades, os crit\u00e9rios para atendimento e internamento tornaram-se mais restritivos, deixando de fora muitos doentes com dificuldade respirat\u00f3ria e com estados cl\u00ednicos potencialmente em agravamento\", afirmou a nota oficial enviada \u00e0 imprensa.<\/p>\n\n\n\n As salas de aulas em Portugal dever\u00e3o voltar a ser fechadas nesta sexta-feira, devido ao forte agravamento da pandemia, sobretudo pelo impacto da variante brit\u00e2nica do SARS-CoV-2, que o primeiro-ministro j\u00e1 tinha mostrado recear devido \u00e0 anunciada maior propaga\u00e7\u00e3o entre os jovens.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds europeu tem vivido seu pior momento desde o in\u00edcio da pandemia, em fevereiro do ano passado, e os casos de infec\u00e7\u00e3o t\u00eam sido cada vez maiores a cada dia. De acordo com o site TVi24, h\u00e1 faltam de insumos e profissionais da sa\u00fade em alguns hospitais do pa\u00eds e os que j\u00e1 est\u00e3o na linha de frente est\u00e3o sobrecarregados de trabalho.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de camas para suprir ao grande n\u00famero de urg\u00eancias tem tido como resultado o ac\u00famulo de doentes em macas, e at\u00e9 em cadeir\u00f5es, em condi\u00e7\u00f5es pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de sa\u00fade, e que n\u00e3o garantem o distanciamento necess\u00e1rio para evitar mais cont\u00e1gios\", explicou o sindicato.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n Depois que o Brasil se tornou not\u00edcia no mundo inteiro por conta da crise da falta de oxig\u00eanio no Amazonas, agora Portugal j\u00e1 come\u00e7ou a emitir sinais de alerta que o g\u00e1s tamb\u00e9m est\u00e1 perto do fim por l\u00e1. O Sindicato dos M\u00e9dicos da Zona Sul (SMZS) denunciou na ter\u00e7a-feira (19) que existem v\u00e1rios hospitais da regi\u00e3o de Lisboa e Vale do Tejo que est\u00e3o atualmente em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, sendo incapazes de assegurar a qualidade do atendimento dos doentes de Covid.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de meios humanos, de camas e at\u00e9 de oxig\u00eanio tem levado ao ac\u00famulo dos doentes em macas, deixas na porta dos hospitais e nas ambul\u00e2ncias. Temos conhecimento de que v\u00e1rios hospitais n\u00e3o conseguem fornecer oxig\u00eanio com a adequada press\u00e3o aos doentes, problema que tende a agravar-se nos pr\u00f3ximos dias. Devido \u00e0 falta de meios, em v\u00e1rias unidades, os crit\u00e9rios para atendimento e internamento tornaram-se mais restritivos, deixando de fora muitos doentes com dificuldade respirat\u00f3ria e com estados cl\u00ednicos potencialmente em agravamento\", afirmou a nota oficial enviada \u00e0 imprensa.<\/p>\n\n\n\n As salas de aulas em Portugal dever\u00e3o voltar a ser fechadas nesta sexta-feira, devido ao forte agravamento da pandemia, sobretudo pelo impacto da variante brit\u00e2nica do SARS-CoV-2, que o primeiro-ministro j\u00e1 tinha mostrado recear devido \u00e0 anunciada maior propaga\u00e7\u00e3o entre os jovens.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds europeu tem vivido seu pior momento desde o in\u00edcio da pandemia, em fevereiro do ano passado, e os casos de infec\u00e7\u00e3o t\u00eam sido cada vez maiores a cada dia. De acordo com o site TVi24, h\u00e1 faltam de insumos e profissionais da sa\u00fade em alguns hospitais do pa\u00eds e os que j\u00e1 est\u00e3o na linha de frente est\u00e3o sobrecarregados de trabalho.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de camas para suprir ao grande n\u00famero de urg\u00eancias tem tido como resultado o ac\u00famulo de doentes em macas, e at\u00e9 em cadeir\u00f5es, em condi\u00e7\u00f5es pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de sa\u00fade, e que n\u00e3o garantem o distanciamento necess\u00e1rio para evitar mais cont\u00e1gios\", explicou o sindicato.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n Depois que o Brasil se tornou not\u00edcia no mundo inteiro por conta da crise da falta de oxig\u00eanio no Amazonas, agora Portugal j\u00e1 come\u00e7ou a emitir sinais de alerta que o g\u00e1s tamb\u00e9m est\u00e1 perto do fim por l\u00e1. O Sindicato dos M\u00e9dicos da Zona Sul (SMZS) denunciou na ter\u00e7a-feira (19) que existem v\u00e1rios hospitais da regi\u00e3o de Lisboa e Vale do Tejo que est\u00e3o atualmente em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, sendo incapazes de assegurar a qualidade do atendimento dos doentes de Covid.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de meios humanos, de camas e at\u00e9 de oxig\u00eanio tem levado ao ac\u00famulo dos doentes em macas, deixas na porta dos hospitais e nas ambul\u00e2ncias. Temos conhecimento de que v\u00e1rios hospitais n\u00e3o conseguem fornecer oxig\u00eanio com a adequada press\u00e3o aos doentes, problema que tende a agravar-se nos pr\u00f3ximos dias. Devido \u00e0 falta de meios, em v\u00e1rias unidades, os crit\u00e9rios para atendimento e internamento tornaram-se mais restritivos, deixando de fora muitos doentes com dificuldade respirat\u00f3ria e com estados cl\u00ednicos potencialmente em agravamento\", afirmou a nota oficial enviada \u00e0 imprensa.<\/p>\n\n\n\n As salas de aulas em Portugal dever\u00e3o voltar a ser fechadas nesta sexta-feira, devido ao forte agravamento da pandemia, sobretudo pelo impacto da variante brit\u00e2nica do SARS-CoV-2, que o primeiro-ministro j\u00e1 tinha mostrado recear devido \u00e0 anunciada maior propaga\u00e7\u00e3o entre os jovens.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds europeu tem vivido seu pior momento desde o in\u00edcio da pandemia, em fevereiro do ano passado, e os casos de infec\u00e7\u00e3o t\u00eam sido cada vez maiores a cada dia. De acordo com o site TVi24, h\u00e1 faltam de insumos e profissionais da sa\u00fade em alguns hospitais do pa\u00eds e os que j\u00e1 est\u00e3o na linha de frente est\u00e3o sobrecarregados de trabalho.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de camas para suprir ao grande n\u00famero de urg\u00eancias tem tido como resultado o ac\u00famulo de doentes em macas, e at\u00e9 em cadeir\u00f5es, em condi\u00e7\u00f5es pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de sa\u00fade, e que n\u00e3o garantem o distanciamento necess\u00e1rio para evitar mais cont\u00e1gios\", explicou o sindicato.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:<\/strong> Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal?<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Depois que o Brasil se tornou not\u00edcia no mundo inteiro por conta da crise da falta de oxig\u00eanio no Amazonas, agora Portugal j\u00e1 come\u00e7ou a emitir sinais de alerta que o g\u00e1s tamb\u00e9m est\u00e1 perto do fim por l\u00e1. O Sindicato dos M\u00e9dicos da Zona Sul (SMZS) denunciou na ter\u00e7a-feira (19) que existem v\u00e1rios hospitais da regi\u00e3o de Lisboa e Vale do Tejo que est\u00e3o atualmente em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, sendo incapazes de assegurar a qualidade do atendimento dos doentes de Covid.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de meios humanos, de camas e at\u00e9 de oxig\u00eanio tem levado ao ac\u00famulo dos doentes em macas, deixas na porta dos hospitais e nas ambul\u00e2ncias. Temos conhecimento de que v\u00e1rios hospitais n\u00e3o conseguem fornecer oxig\u00eanio com a adequada press\u00e3o aos doentes, problema que tende a agravar-se nos pr\u00f3ximos dias. Devido \u00e0 falta de meios, em v\u00e1rias unidades, os crit\u00e9rios para atendimento e internamento tornaram-se mais restritivos, deixando de fora muitos doentes com dificuldade respirat\u00f3ria e com estados cl\u00ednicos potencialmente em agravamento\", afirmou a nota oficial enviada \u00e0 imprensa.<\/p>\n\n\n\n As salas de aulas em Portugal dever\u00e3o voltar a ser fechadas nesta sexta-feira, devido ao forte agravamento da pandemia, sobretudo pelo impacto da variante brit\u00e2nica do SARS-CoV-2, que o primeiro-ministro j\u00e1 tinha mostrado recear devido \u00e0 anunciada maior propaga\u00e7\u00e3o entre os jovens.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds europeu tem vivido seu pior momento desde o in\u00edcio da pandemia, em fevereiro do ano passado, e os casos de infec\u00e7\u00e3o t\u00eam sido cada vez maiores a cada dia. De acordo com o site TVi24, h\u00e1 faltam de insumos e profissionais da sa\u00fade em alguns hospitais do pa\u00eds e os que j\u00e1 est\u00e3o na linha de frente est\u00e3o sobrecarregados de trabalho.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de camas para suprir ao grande n\u00famero de urg\u00eancias tem tido como resultado o ac\u00famulo de doentes em macas, e at\u00e9 em cadeir\u00f5es, em condi\u00e7\u00f5es pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de sa\u00fade, e que n\u00e3o garantem o distanciamento necess\u00e1rio para evitar mais cont\u00e1gios\", explicou o sindicato.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:<\/strong> Governo de Portugal garante que haver\u00e1 vacinas para toda popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:<\/strong> Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal?<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Depois que o Brasil se tornou not\u00edcia no mundo inteiro por conta da crise da falta de oxig\u00eanio no Amazonas, agora Portugal j\u00e1 come\u00e7ou a emitir sinais de alerta que o g\u00e1s tamb\u00e9m est\u00e1 perto do fim por l\u00e1. O Sindicato dos M\u00e9dicos da Zona Sul (SMZS) denunciou na ter\u00e7a-feira (19) que existem v\u00e1rios hospitais da regi\u00e3o de Lisboa e Vale do Tejo que est\u00e3o atualmente em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, sendo incapazes de assegurar a qualidade do atendimento dos doentes de Covid.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de meios humanos, de camas e at\u00e9 de oxig\u00eanio tem levado ao ac\u00famulo dos doentes em macas, deixas na porta dos hospitais e nas ambul\u00e2ncias. Temos conhecimento de que v\u00e1rios hospitais n\u00e3o conseguem fornecer oxig\u00eanio com a adequada press\u00e3o aos doentes, problema que tende a agravar-se nos pr\u00f3ximos dias. Devido \u00e0 falta de meios, em v\u00e1rias unidades, os crit\u00e9rios para atendimento e internamento tornaram-se mais restritivos, deixando de fora muitos doentes com dificuldade respirat\u00f3ria e com estados cl\u00ednicos potencialmente em agravamento\", afirmou a nota oficial enviada \u00e0 imprensa.<\/p>\n\n\n\n As salas de aulas em Portugal dever\u00e3o voltar a ser fechadas nesta sexta-feira, devido ao forte agravamento da pandemia, sobretudo pelo impacto da variante brit\u00e2nica do SARS-CoV-2, que o primeiro-ministro j\u00e1 tinha mostrado recear devido \u00e0 anunciada maior propaga\u00e7\u00e3o entre os jovens.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds europeu tem vivido seu pior momento desde o in\u00edcio da pandemia, em fevereiro do ano passado, e os casos de infec\u00e7\u00e3o t\u00eam sido cada vez maiores a cada dia. De acordo com o site TVi24, h\u00e1 faltam de insumos e profissionais da sa\u00fade em alguns hospitais do pa\u00eds e os que j\u00e1 est\u00e3o na linha de frente est\u00e3o sobrecarregados de trabalho.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de camas para suprir ao grande n\u00famero de urg\u00eancias tem tido como resultado o ac\u00famulo de doentes em macas, e at\u00e9 em cadeir\u00f5es, em condi\u00e7\u00f5es pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de sa\u00fade, e que n\u00e3o garantem o distanciamento necess\u00e1rio para evitar mais cont\u00e1gios\", explicou o sindicato.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vive pior dia em n\u00famero de casos e mortes desde o in\u00edcio da pandemia - Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:<\/strong> Governo de Portugal garante que haver\u00e1 vacinas para toda popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:<\/strong> Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal?<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Depois que o Brasil se tornou not\u00edcia no mundo inteiro por conta da crise da falta de oxig\u00eanio no Amazonas, agora Portugal j\u00e1 come\u00e7ou a emitir sinais de alerta que o g\u00e1s tamb\u00e9m est\u00e1 perto do fim por l\u00e1. O Sindicato dos M\u00e9dicos da Zona Sul (SMZS) denunciou na ter\u00e7a-feira (19) que existem v\u00e1rios hospitais da regi\u00e3o de Lisboa e Vale do Tejo que est\u00e3o atualmente em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, sendo incapazes de assegurar a qualidade do atendimento dos doentes de Covid.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de meios humanos, de camas e at\u00e9 de oxig\u00eanio tem levado ao ac\u00famulo dos doentes em macas, deixas na porta dos hospitais e nas ambul\u00e2ncias. Temos conhecimento de que v\u00e1rios hospitais n\u00e3o conseguem fornecer oxig\u00eanio com a adequada press\u00e3o aos doentes, problema que tende a agravar-se nos pr\u00f3ximos dias. Devido \u00e0 falta de meios, em v\u00e1rias unidades, os crit\u00e9rios para atendimento e internamento tornaram-se mais restritivos, deixando de fora muitos doentes com dificuldade respirat\u00f3ria e com estados cl\u00ednicos potencialmente em agravamento\", afirmou a nota oficial enviada \u00e0 imprensa.<\/p>\n\n\n\n As salas de aulas em Portugal dever\u00e3o voltar a ser fechadas nesta sexta-feira, devido ao forte agravamento da pandemia, sobretudo pelo impacto da variante brit\u00e2nica do SARS-CoV-2, que o primeiro-ministro j\u00e1 tinha mostrado recear devido \u00e0 anunciada maior propaga\u00e7\u00e3o entre os jovens.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds europeu tem vivido seu pior momento desde o in\u00edcio da pandemia, em fevereiro do ano passado, e os casos de infec\u00e7\u00e3o t\u00eam sido cada vez maiores a cada dia. De acordo com o site TVi24, h\u00e1 faltam de insumos e profissionais da sa\u00fade em alguns hospitais do pa\u00eds e os que j\u00e1 est\u00e3o na linha de frente est\u00e3o sobrecarregados de trabalho.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de camas para suprir ao grande n\u00famero de urg\u00eancias tem tido como resultado o ac\u00famulo de doentes em macas, e at\u00e9 em cadeir\u00f5es, em condi\u00e7\u00f5es pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de sa\u00fade, e que n\u00e3o garantem o distanciamento necess\u00e1rio para evitar mais cont\u00e1gios\", explicou o sindicato.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vive pior dia em n\u00famero de casos e mortes desde o in\u00edcio da pandemia - Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:<\/strong> Governo de Portugal garante que haver\u00e1 vacinas para toda popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:<\/strong> Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal?<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Depois que o Brasil se tornou not\u00edcia no mundo inteiro por conta da crise da falta de oxig\u00eanio no Amazonas, agora Portugal j\u00e1 come\u00e7ou a emitir sinais de alerta que o g\u00e1s tamb\u00e9m est\u00e1 perto do fim por l\u00e1. O Sindicato dos M\u00e9dicos da Zona Sul (SMZS) denunciou na ter\u00e7a-feira (19) que existem v\u00e1rios hospitais da regi\u00e3o de Lisboa e Vale do Tejo que est\u00e3o atualmente em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, sendo incapazes de assegurar a qualidade do atendimento dos doentes de Covid.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de meios humanos, de camas e at\u00e9 de oxig\u00eanio tem levado ao ac\u00famulo dos doentes em macas, deixas na porta dos hospitais e nas ambul\u00e2ncias. Temos conhecimento de que v\u00e1rios hospitais n\u00e3o conseguem fornecer oxig\u00eanio com a adequada press\u00e3o aos doentes, problema que tende a agravar-se nos pr\u00f3ximos dias. Devido \u00e0 falta de meios, em v\u00e1rias unidades, os crit\u00e9rios para atendimento e internamento tornaram-se mais restritivos, deixando de fora muitos doentes com dificuldade respirat\u00f3ria e com estados cl\u00ednicos potencialmente em agravamento\", afirmou a nota oficial enviada \u00e0 imprensa.<\/p>\n\n\n\n As salas de aulas em Portugal dever\u00e3o voltar a ser fechadas nesta sexta-feira, devido ao forte agravamento da pandemia, sobretudo pelo impacto da variante brit\u00e2nica do SARS-CoV-2, que o primeiro-ministro j\u00e1 tinha mostrado recear devido \u00e0 anunciada maior propaga\u00e7\u00e3o entre os jovens.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds europeu tem vivido seu pior momento desde o in\u00edcio da pandemia, em fevereiro do ano passado, e os casos de infec\u00e7\u00e3o t\u00eam sido cada vez maiores a cada dia. De acordo com o site TVi24, h\u00e1 faltam de insumos e profissionais da sa\u00fade em alguns hospitais do pa\u00eds e os que j\u00e1 est\u00e3o na linha de frente est\u00e3o sobrecarregados de trabalho.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de camas para suprir ao grande n\u00famero de urg\u00eancias tem tido como resultado o ac\u00famulo de doentes em macas, e at\u00e9 em cadeir\u00f5es, em condi\u00e7\u00f5es pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de sa\u00fade, e que n\u00e3o garantem o distanciamento necess\u00e1rio para evitar mais cont\u00e1gios\", explicou o sindicato.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vive pior dia em n\u00famero de casos e mortes desde o in\u00edcio da pandemia - Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:<\/strong> Governo de Portugal garante que haver\u00e1 vacinas para toda popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:<\/strong> Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal?<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n Depois que o Brasil se tornou not\u00edcia no mundo inteiro por conta da crise da falta de oxig\u00eanio no Amazonas, agora Portugal j\u00e1 come\u00e7ou a emitir sinais de alerta que o g\u00e1s tamb\u00e9m est\u00e1 perto do fim por l\u00e1. O Sindicato dos M\u00e9dicos da Zona Sul (SMZS) denunciou na ter\u00e7a-feira (19) que existem v\u00e1rios hospitais da regi\u00e3o de Lisboa e Vale do Tejo que est\u00e3o atualmente em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, sendo incapazes de assegurar a qualidade do atendimento dos doentes de Covid.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de meios humanos, de camas e at\u00e9 de oxig\u00eanio tem levado ao ac\u00famulo dos doentes em macas, deixas na porta dos hospitais e nas ambul\u00e2ncias. Temos conhecimento de que v\u00e1rios hospitais n\u00e3o conseguem fornecer oxig\u00eanio com a adequada press\u00e3o aos doentes, problema que tende a agravar-se nos pr\u00f3ximos dias. Devido \u00e0 falta de meios, em v\u00e1rias unidades, os crit\u00e9rios para atendimento e internamento tornaram-se mais restritivos, deixando de fora muitos doentes com dificuldade respirat\u00f3ria e com estados cl\u00ednicos potencialmente em agravamento\", afirmou a nota oficial enviada \u00e0 imprensa.<\/p>\n\n\n\n As salas de aulas em Portugal dever\u00e3o voltar a ser fechadas nesta sexta-feira, devido ao forte agravamento da pandemia, sobretudo pelo impacto da variante brit\u00e2nica do SARS-CoV-2, que o primeiro-ministro j\u00e1 tinha mostrado recear devido \u00e0 anunciada maior propaga\u00e7\u00e3o entre os jovens.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds europeu tem vivido seu pior momento desde o in\u00edcio da pandemia, em fevereiro do ano passado, e os casos de infec\u00e7\u00e3o t\u00eam sido cada vez maiores a cada dia. De acordo com o site TVi24, h\u00e1 faltam de insumos e profissionais da sa\u00fade em alguns hospitais do pa\u00eds e os que j\u00e1 est\u00e3o na linha de frente est\u00e3o sobrecarregados de trabalho.<\/p>\n\n\n\n \"A falta de camas para suprir ao grande n\u00famero de urg\u00eancias tem tido como resultado o ac\u00famulo de doentes em macas, e at\u00e9 em cadeir\u00f5es, em condi\u00e7\u00f5es pouco dignas e que dificultam o trabalho dos profissionais de sa\u00fade, e que n\u00e3o garantem o distanciamento necess\u00e1rio para evitar mais cont\u00e1gios\", explicou o sindicato.<\/p>\n\n\n\n No dia 13 de janeiro, o governo de Portugal decretou o segundo lockdown para conter o aumento do n\u00famero de casos do coronav\u00edrus no pa\u00eds. O com\u00e9rcio e os servi\u00e7os n\u00e3o essenciais est\u00e3o fechados e devem continuar assim at\u00e9 o fim de janeiro, quando a norma deve passar por uma reavalia\u00e7\u00e3o. A ordem \u00e9 que todos voltem a trabalhar em sistema home office, tal como aconteceu em mar\u00e7o e abril do ano passado.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds lusitano tem batido recordes do n\u00famero de casos diariamente e, ao todo, o pa\u00eds j\u00e1 registrou mais de 581 mil casos desde o in\u00edcio da pandemia e 9.465 mortos.<\/p>\n\n\n\n Mas o premi\u00ea est\u00e1 enfraquecido, depois de perder a sustenta\u00e7\u00e3o de dois ex-aliados, o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista. Caso a situa\u00e7\u00e3o de Costa se complique, prejudicando a tramita\u00e7\u00e3o de projetos importantes para o pa\u00eds, Rebelo de Sousa, se reeleito, poder\u00e1 cogitar a realiza\u00e7\u00e3o de elei\u00e7\u00f5es legislativas antecipadas. Poucos imaginam, no entanto, que uma crise pol\u00edtica se some \u00e0 dram\u00e1tica situa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria em Portugal.<\/p>\n\n\n\n<\/a><\/figure>\n\n\n\n
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Portugal teve recorde de mortes pelo segundo dia seguido e escolas devem voltar a ser fechadas. Alemanha e Esc\u00f3cia estenderam o prazo de confinamento e toda a Europa segue em alerta, com pa\u00edses registrando alta na taxa de infec\u00e7\u00e3o pelo novo coronav\u00edrus.<\/h4>\n\n\n\n
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Portugal teve recorde de mortes pelo segundo dia seguido e escolas devem voltar a ser fechadas. Alemanha e Esc\u00f3cia estenderam o prazo de confinamento e toda a Europa segue em alerta, com pa\u00edses registrando alta na taxa de infec\u00e7\u00e3o pelo novo coronav\u00edrus.<\/h4>\n\n\n\n
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