Por mais absurda que seja a procura desenfreada por um t\u00eanis de supermercado popular, a tend\u00eancia se encaixa com perfei\u00e7\u00e3o ao ano de 2020. \"N\u00e3o imaginava que aconteceria, mas faz sentido para um ano dist\u00f3pico como este, em que tudo parece fic\u00e7\u00e3o\", resume Ivone.<\/p>\n\n\n\n
A professora explica que esse poder de replicar ou modificar um conte\u00fado \u00e9 uma das principais caracter\u00edsticas do relacionamento entre empresas e clientes nas redes sociais. Depois que publicam algo, as marcas perdem o controle sobre o que ser\u00e1 feito do seu conte\u00fado. Podem ser compartilhados, alterados, criticados, virar memes. Por isso que na \u00e1rea de marketing, hoje se fala com frequ\u00eancia em \"prossumidor\" em vez de consumidor. O termo foi cunhado por Alvin Toffler em seu livro \"A Terceira Onda\", de 1980, para destacar o papel mais ativo de quem antes era visto como receptor de uma mensagem publicit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n
Por mais absurda que seja a procura desenfreada por um t\u00eanis de supermercado popular, a tend\u00eancia se encaixa com perfei\u00e7\u00e3o ao ano de 2020. \"N\u00e3o imaginava que aconteceria, mas faz sentido para um ano dist\u00f3pico como este, em que tudo parece fic\u00e7\u00e3o\", resume Ivone.<\/p>\n\n\n\n A professora explica que esse poder de replicar ou modificar um conte\u00fado \u00e9 uma das principais caracter\u00edsticas do relacionamento entre empresas e clientes nas redes sociais. Depois que publicam algo, as marcas perdem o controle sobre o que ser\u00e1 feito do seu conte\u00fado. Podem ser compartilhados, alterados, criticados, virar memes. Por isso que na \u00e1rea de marketing, hoje se fala com frequ\u00eancia em \"prossumidor\" em vez de consumidor. O termo foi cunhado por Alvin Toffler em seu livro \"A Terceira Onda\", de 1980, para destacar o papel mais ativo de quem antes era visto como receptor de uma mensagem publicit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Por mais absurda que seja a procura desenfreada por um t\u00eanis de supermercado popular, a tend\u00eancia se encaixa com perfei\u00e7\u00e3o ao ano de 2020. \"N\u00e3o imaginava que aconteceria, mas faz sentido para um ano dist\u00f3pico como este, em que tudo parece fic\u00e7\u00e3o\", resume Ivone.<\/p>\n\n\n\n Outra \"curiosidade\" destacada por Ivone \u00e9 que todo o frenesi pelo objeto colorido teve pouca participa\u00e7\u00e3o do Lidl. \"Os consumidores que fizeram tudo; eles foram os respons\u00e1veis pelo buzz. No Facebook do Lidl Portugal houve apenas um post anunciando o lan\u00e7amento, que foi compartilhado e comentado milhares de vezes\", diz.<\/p>\n\n\n\n A professora explica que esse poder de replicar ou modificar um conte\u00fado \u00e9 uma das principais caracter\u00edsticas do relacionamento entre empresas e clientes nas redes sociais. Depois que publicam algo, as marcas perdem o controle sobre o que ser\u00e1 feito do seu conte\u00fado. Podem ser compartilhados, alterados, criticados, virar memes. Por isso que na \u00e1rea de marketing, hoje se fala com frequ\u00eancia em \"prossumidor\" em vez de consumidor. O termo foi cunhado por Alvin Toffler em seu livro \"A Terceira Onda\", de 1980, para destacar o papel mais ativo de quem antes era visto como receptor de uma mensagem publicit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Por mais absurda que seja a procura desenfreada por um t\u00eanis de supermercado popular, a tend\u00eancia se encaixa com perfei\u00e7\u00e3o ao ano de 2020. \"N\u00e3o imaginava que aconteceria, mas faz sentido para um ano dist\u00f3pico como este, em que tudo parece fic\u00e7\u00e3o\", resume Ivone.<\/p>\n\n\n\n A \u00faltima fronteira atravessada pelos estranhos cal\u00e7ados foi Portugal. O produto chegou ao pa\u00eds em 30 de novembro e, embora tenha vendido muito bem, cinco dias depois ainda era poss\u00edvel encontrar alguns n\u00fameros em lojas de bairros mais afastados. Mesmo sem o estardalha\u00e7o de outros pa\u00edses, o sucesso \u00e9 not\u00e1vel, avalia Ivone Ferreira, professora de comunica\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica da Universidade Nova de Lisboa. \"\u00c9 interessante, porque os portugueses n\u00e3o se veem em um produto t\u00e3o estridente. O que aconteceu foi um efeito cont\u00e1gio; os jovens quiseram comprar por brincadeira, por acharem que s\u00e3o rid\u00edculos. Ou ent\u00e3o, para tentar ter lucro vendendo depois\", afirma.<\/p>\n\n\n\n Outra \"curiosidade\" destacada por Ivone \u00e9 que todo o frenesi pelo objeto colorido teve pouca participa\u00e7\u00e3o do Lidl. \"Os consumidores que fizeram tudo; eles foram os respons\u00e1veis pelo buzz. No Facebook do Lidl Portugal houve apenas um post anunciando o lan\u00e7amento, que foi compartilhado e comentado milhares de vezes\", diz.<\/p>\n\n\n\n A professora explica que esse poder de replicar ou modificar um conte\u00fado \u00e9 uma das principais caracter\u00edsticas do relacionamento entre empresas e clientes nas redes sociais. Depois que publicam algo, as marcas perdem o controle sobre o que ser\u00e1 feito do seu conte\u00fado. Podem ser compartilhados, alterados, criticados, virar memes. Por isso que na \u00e1rea de marketing, hoje se fala com frequ\u00eancia em \"prossumidor\" em vez de consumidor. O termo foi cunhado por Alvin Toffler em seu livro \"A Terceira Onda\", de 1980, para destacar o papel mais ativo de quem antes era visto como receptor de uma mensagem publicit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Por mais absurda que seja a procura desenfreada por um t\u00eanis de supermercado popular, a tend\u00eancia se encaixa com perfei\u00e7\u00e3o ao ano de 2020. \"N\u00e3o imaginava que aconteceria, mas faz sentido para um ano dist\u00f3pico como este, em que tudo parece fic\u00e7\u00e3o\", resume Ivone.<\/p>\n\n\n\n Enquanto alguns faziam de tudo para conseguir um t\u00eanis, outros come\u00e7aram a alertar para o absurdo da situa\u00e7\u00e3o e duvidar se toda essa mania pelo produto n\u00e3o teria sido for\u00e7ada. Os memes com piadas viajaram o continente e as teorias conspirat\u00f3rias ganharam for\u00e7a. Na It\u00e1lia, um colunista de jornal chegou a cogitar se as vendas pelos pre\u00e7os exorbitantes n\u00e3o passariam de um esquema para lavagem de dinheiro. Um colunista que escreve sobre comportamento especulou se tudo n\u00e3o seria um golpe de marketing, com os itens sendo vendidos e comprados nos sites de leil\u00e3o por pessoas ligadas \u00e0 pr\u00f3pria empresa, para elevar o interesse no produto artificialmente. Nas lojas italianas, os t\u00eanis se esgotaram na manh\u00e3 do lan\u00e7amento.<\/p>\n\n\n\n A \u00faltima fronteira atravessada pelos estranhos cal\u00e7ados foi Portugal. O produto chegou ao pa\u00eds em 30 de novembro e, embora tenha vendido muito bem, cinco dias depois ainda era poss\u00edvel encontrar alguns n\u00fameros em lojas de bairros mais afastados. Mesmo sem o estardalha\u00e7o de outros pa\u00edses, o sucesso \u00e9 not\u00e1vel, avalia Ivone Ferreira, professora de comunica\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica da Universidade Nova de Lisboa. \"\u00c9 interessante, porque os portugueses n\u00e3o se veem em um produto t\u00e3o estridente. O que aconteceu foi um efeito cont\u00e1gio; os jovens quiseram comprar por brincadeira, por acharem que s\u00e3o rid\u00edculos. Ou ent\u00e3o, para tentar ter lucro vendendo depois\", afirma.<\/p>\n\n\n\n Outra \"curiosidade\" destacada por Ivone \u00e9 que todo o frenesi pelo objeto colorido teve pouca participa\u00e7\u00e3o do Lidl. \"Os consumidores que fizeram tudo; eles foram os respons\u00e1veis pelo buzz. No Facebook do Lidl Portugal houve apenas um post anunciando o lan\u00e7amento, que foi compartilhado e comentado milhares de vezes\", diz.<\/p>\n\n\n\n A professora explica que esse poder de replicar ou modificar um conte\u00fado \u00e9 uma das principais caracter\u00edsticas do relacionamento entre empresas e clientes nas redes sociais. Depois que publicam algo, as marcas perdem o controle sobre o que ser\u00e1 feito do seu conte\u00fado. Podem ser compartilhados, alterados, criticados, virar memes. Por isso que na \u00e1rea de marketing, hoje se fala com frequ\u00eancia em \"prossumidor\" em vez de consumidor. O termo foi cunhado por Alvin Toffler em seu livro \"A Terceira Onda\", de 1980, para destacar o papel mais ativo de quem antes era visto como receptor de uma mensagem publicit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Por mais absurda que seja a procura desenfreada por um t\u00eanis de supermercado popular, a tend\u00eancia se encaixa com perfei\u00e7\u00e3o ao ano de 2020. \"N\u00e3o imaginava que aconteceria, mas faz sentido para um ano dist\u00f3pico como este, em que tudo parece fic\u00e7\u00e3o\", resume Ivone.<\/p>\n\n\n\n At\u00e9 na Finl\u00e2ndia, uma civilizada vizinha do norte, o distanciamento social foi esquecido na disputa por um par. As pessoas que esperaram separadamente nas filas do lado de fora at\u00e9 a hora de os supermercados abrirem, amontoaram-se sem medo da pandemia em frente \u00e0s prateleiras. Na Espanha, para evitar que a aglomera\u00e7\u00e3o de consumidores pudesse elevar ainda mais as taxas de covid-19, o Lidl resolveu vender os t\u00eanis exclusivamente pela loja online. Em tr\u00eas horas, esgotaram-se os 2 mil pares.<\/p>\n\n\n\n Enquanto alguns faziam de tudo para conseguir um t\u00eanis, outros come\u00e7aram a alertar para o absurdo da situa\u00e7\u00e3o e duvidar se toda essa mania pelo produto n\u00e3o teria sido for\u00e7ada. Os memes com piadas viajaram o continente e as teorias conspirat\u00f3rias ganharam for\u00e7a. Na It\u00e1lia, um colunista de jornal chegou a cogitar se as vendas pelos pre\u00e7os exorbitantes n\u00e3o passariam de um esquema para lavagem de dinheiro. Um colunista que escreve sobre comportamento especulou se tudo n\u00e3o seria um golpe de marketing, com os itens sendo vendidos e comprados nos sites de leil\u00e3o por pessoas ligadas \u00e0 pr\u00f3pria empresa, para elevar o interesse no produto artificialmente. Nas lojas italianas, os t\u00eanis se esgotaram na manh\u00e3 do lan\u00e7amento.<\/p>\n\n\n\n A \u00faltima fronteira atravessada pelos estranhos cal\u00e7ados foi Portugal. O produto chegou ao pa\u00eds em 30 de novembro e, embora tenha vendido muito bem, cinco dias depois ainda era poss\u00edvel encontrar alguns n\u00fameros em lojas de bairros mais afastados. Mesmo sem o estardalha\u00e7o de outros pa\u00edses, o sucesso \u00e9 not\u00e1vel, avalia Ivone Ferreira, professora de comunica\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica da Universidade Nova de Lisboa. \"\u00c9 interessante, porque os portugueses n\u00e3o se veem em um produto t\u00e3o estridente. O que aconteceu foi um efeito cont\u00e1gio; os jovens quiseram comprar por brincadeira, por acharem que s\u00e3o rid\u00edculos. Ou ent\u00e3o, para tentar ter lucro vendendo depois\", afirma.<\/p>\n\n\n\n Outra \"curiosidade\" destacada por Ivone \u00e9 que todo o frenesi pelo objeto colorido teve pouca participa\u00e7\u00e3o do Lidl. \"Os consumidores que fizeram tudo; eles foram os respons\u00e1veis pelo buzz. No Facebook do Lidl Portugal houve apenas um post anunciando o lan\u00e7amento, que foi compartilhado e comentado milhares de vezes\", diz.<\/p>\n\n\n\n A professora explica que esse poder de replicar ou modificar um conte\u00fado \u00e9 uma das principais caracter\u00edsticas do relacionamento entre empresas e clientes nas redes sociais. Depois que publicam algo, as marcas perdem o controle sobre o que ser\u00e1 feito do seu conte\u00fado. Podem ser compartilhados, alterados, criticados, virar memes. Por isso que na \u00e1rea de marketing, hoje se fala com frequ\u00eancia em \"prossumidor\" em vez de consumidor. O termo foi cunhado por Alvin Toffler em seu livro \"A Terceira Onda\", de 1980, para destacar o papel mais ativo de quem antes era visto como receptor de uma mensagem publicit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Por mais absurda que seja a procura desenfreada por um t\u00eanis de supermercado popular, a tend\u00eancia se encaixa com perfei\u00e7\u00e3o ao ano de 2020. \"N\u00e3o imaginava que aconteceria, mas faz sentido para um ano dist\u00f3pico como este, em que tudo parece fic\u00e7\u00e3o\", resume Ivone.<\/p>\n\n\n\n O Lidl aproveitou a oportunidade e decidiu de fato vender o t\u00eanis, assim como expandir um pouco a cole\u00e7\u00e3o para f\u00e3s, incluindo itens extra e saindo da Alemanha. Os interessados tiveram de esperar. Apenas em julho os artigos come\u00e7aram a chegar \u00e0s lojas, para logo desaparecerem.<\/p>\n\n\n\n At\u00e9 na Finl\u00e2ndia, uma civilizada vizinha do norte, o distanciamento social foi esquecido na disputa por um par. As pessoas que esperaram separadamente nas filas do lado de fora at\u00e9 a hora de os supermercados abrirem, amontoaram-se sem medo da pandemia em frente \u00e0s prateleiras. Na Espanha, para evitar que a aglomera\u00e7\u00e3o de consumidores pudesse elevar ainda mais as taxas de covid-19, o Lidl resolveu vender os t\u00eanis exclusivamente pela loja online. Em tr\u00eas horas, esgotaram-se os 2 mil pares.<\/p>\n\n\n\n Enquanto alguns faziam de tudo para conseguir um t\u00eanis, outros come\u00e7aram a alertar para o absurdo da situa\u00e7\u00e3o e duvidar se toda essa mania pelo produto n\u00e3o teria sido for\u00e7ada. Os memes com piadas viajaram o continente e as teorias conspirat\u00f3rias ganharam for\u00e7a. Na It\u00e1lia, um colunista de jornal chegou a cogitar se as vendas pelos pre\u00e7os exorbitantes n\u00e3o passariam de um esquema para lavagem de dinheiro. Um colunista que escreve sobre comportamento especulou se tudo n\u00e3o seria um golpe de marketing, com os itens sendo vendidos e comprados nos sites de leil\u00e3o por pessoas ligadas \u00e0 pr\u00f3pria empresa, para elevar o interesse no produto artificialmente. Nas lojas italianas, os t\u00eanis se esgotaram na manh\u00e3 do lan\u00e7amento.<\/p>\n\n\n\n A \u00faltima fronteira atravessada pelos estranhos cal\u00e7ados foi Portugal. O produto chegou ao pa\u00eds em 30 de novembro e, embora tenha vendido muito bem, cinco dias depois ainda era poss\u00edvel encontrar alguns n\u00fameros em lojas de bairros mais afastados. Mesmo sem o estardalha\u00e7o de outros pa\u00edses, o sucesso \u00e9 not\u00e1vel, avalia Ivone Ferreira, professora de comunica\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica da Universidade Nova de Lisboa. \"\u00c9 interessante, porque os portugueses n\u00e3o se veem em um produto t\u00e3o estridente. O que aconteceu foi um efeito cont\u00e1gio; os jovens quiseram comprar por brincadeira, por acharem que s\u00e3o rid\u00edculos. Ou ent\u00e3o, para tentar ter lucro vendendo depois\", afirma.<\/p>\n\n\n\n Outra \"curiosidade\" destacada por Ivone \u00e9 que todo o frenesi pelo objeto colorido teve pouca participa\u00e7\u00e3o do Lidl. \"Os consumidores que fizeram tudo; eles foram os respons\u00e1veis pelo buzz. No Facebook do Lidl Portugal houve apenas um post anunciando o lan\u00e7amento, que foi compartilhado e comentado milhares de vezes\", diz.<\/p>\n\n\n\n A professora explica que esse poder de replicar ou modificar um conte\u00fado \u00e9 uma das principais caracter\u00edsticas do relacionamento entre empresas e clientes nas redes sociais. Depois que publicam algo, as marcas perdem o controle sobre o que ser\u00e1 feito do seu conte\u00fado. Podem ser compartilhados, alterados, criticados, virar memes. Por isso que na \u00e1rea de marketing, hoje se fala com frequ\u00eancia em \"prossumidor\" em vez de consumidor. O termo foi cunhado por Alvin Toffler em seu livro \"A Terceira Onda\", de 1980, para destacar o papel mais ativo de quem antes era visto como receptor de uma mensagem publicit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Por mais absurda que seja a procura desenfreada por um t\u00eanis de supermercado popular, a tend\u00eancia se encaixa com perfei\u00e7\u00e3o ao ano de 2020. \"N\u00e3o imaginava que aconteceria, mas faz sentido para um ano dist\u00f3pico como este, em que tudo parece fic\u00e7\u00e3o\", resume Ivone.<\/p>\n\n\n\n <\/p>\n\n\n\n O Lidl aproveitou a oportunidade e decidiu de fato vender o t\u00eanis, assim como expandir um pouco a cole\u00e7\u00e3o para f\u00e3s, incluindo itens extra e saindo da Alemanha. Os interessados tiveram de esperar. Apenas em julho os artigos come\u00e7aram a chegar \u00e0s lojas, para logo desaparecerem.<\/p>\n\n\n\n At\u00e9 na Finl\u00e2ndia, uma civilizada vizinha do norte, o distanciamento social foi esquecido na disputa por um par. As pessoas que esperaram separadamente nas filas do lado de fora at\u00e9 a hora de os supermercados abrirem, amontoaram-se sem medo da pandemia em frente \u00e0s prateleiras. Na Espanha, para evitar que a aglomera\u00e7\u00e3o de consumidores pudesse elevar ainda mais as taxas de covid-19, o Lidl resolveu vender os t\u00eanis exclusivamente pela loja online. Em tr\u00eas horas, esgotaram-se os 2 mil pares.<\/p>\n\n\n\n Enquanto alguns faziam de tudo para conseguir um t\u00eanis, outros come\u00e7aram a alertar para o absurdo da situa\u00e7\u00e3o e duvidar se toda essa mania pelo produto n\u00e3o teria sido for\u00e7ada. Os memes com piadas viajaram o continente e as teorias conspirat\u00f3rias ganharam for\u00e7a. Na It\u00e1lia, um colunista de jornal chegou a cogitar se as vendas pelos pre\u00e7os exorbitantes n\u00e3o passariam de um esquema para lavagem de dinheiro. Um colunista que escreve sobre comportamento especulou se tudo n\u00e3o seria um golpe de marketing, com os itens sendo vendidos e comprados nos sites de leil\u00e3o por pessoas ligadas \u00e0 pr\u00f3pria empresa, para elevar o interesse no produto artificialmente. Nas lojas italianas, os t\u00eanis se esgotaram na manh\u00e3 do lan\u00e7amento.<\/p>\n\n\n\n A \u00faltima fronteira atravessada pelos estranhos cal\u00e7ados foi Portugal. O produto chegou ao pa\u00eds em 30 de novembro e, embora tenha vendido muito bem, cinco dias depois ainda era poss\u00edvel encontrar alguns n\u00fameros em lojas de bairros mais afastados. Mesmo sem o estardalha\u00e7o de outros pa\u00edses, o sucesso \u00e9 not\u00e1vel, avalia Ivone Ferreira, professora de comunica\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica da Universidade Nova de Lisboa. \"\u00c9 interessante, porque os portugueses n\u00e3o se veem em um produto t\u00e3o estridente. O que aconteceu foi um efeito cont\u00e1gio; os jovens quiseram comprar por brincadeira, por acharem que s\u00e3o rid\u00edculos. Ou ent\u00e3o, para tentar ter lucro vendendo depois\", afirma.<\/p>\n\n\n\n Outra \"curiosidade\" destacada por Ivone \u00e9 que todo o frenesi pelo objeto colorido teve pouca participa\u00e7\u00e3o do Lidl. \"Os consumidores que fizeram tudo; eles foram os respons\u00e1veis pelo buzz. No Facebook do Lidl Portugal houve apenas um post anunciando o lan\u00e7amento, que foi compartilhado e comentado milhares de vezes\", diz.<\/p>\n\n\n\n A professora explica que esse poder de replicar ou modificar um conte\u00fado \u00e9 uma das principais caracter\u00edsticas do relacionamento entre empresas e clientes nas redes sociais. Depois que publicam algo, as marcas perdem o controle sobre o que ser\u00e1 feito do seu conte\u00fado. Podem ser compartilhados, alterados, criticados, virar memes. Por isso que na \u00e1rea de marketing, hoje se fala com frequ\u00eancia em \"prossumidor\" em vez de consumidor. O termo foi cunhado por Alvin Toffler em seu livro \"A Terceira Onda\", de 1980, para destacar o papel mais ativo de quem antes era visto como receptor de uma mensagem publicit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Por mais absurda que seja a procura desenfreada por um t\u00eanis de supermercado popular, a tend\u00eancia se encaixa com perfei\u00e7\u00e3o ao ano de 2020. \"N\u00e3o imaginava que aconteceria, mas faz sentido para um ano dist\u00f3pico como este, em que tudo parece fic\u00e7\u00e3o\", resume Ivone.<\/p>\n\n\n\n Em resposta \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es, a rede resolveu produzi-los de verdade, em tecido e borracha, para p\u00e9s de carne e osso. Ainda assim, seguia tratando como uma campanha promocional, \"um passatempo nas redes sociais\". As primeiras 400 unidades foram sorteadas para clientes alem\u00e3es. Mais uma vez, o enorme interesse surpreendeu. Alguns dos premiados viram uma oportunidade para ganhar dinheiro e acabaram por colocar os artigos \u00e0 venda no eBay, com os tais pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n O mais cobi\u00e7ado cal\u00e7ado da Europa em 2020 come\u00e7ou como uma campanha de marketing do dia da mentira em abril de 2019, quando o Lidl Alemanha publicou um post nas suas redes sociais fingindo que iria ter o t\u00eanis \u00e0 venda, com uma pergunta ao consumidor: voc\u00ea compraria? O t\u00eanis de mentirinha, que s\u00f3 existia virtualmente, provocou uma avalanche de coment\u00e1rios, compartilhamentos e pedidos pelo objeto real. Sim, muita gente gostou da brincadeira e estava disposta a comprar.<\/p>\n\n\n\n Em resposta \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es, a rede resolveu produzi-los de verdade, em tecido e borracha, para p\u00e9s de carne e osso. Ainda assim, seguia tratando como uma campanha promocional, \"um passatempo nas redes sociais\". As primeiras 400 unidades foram sorteadas para clientes alem\u00e3es. Mais uma vez, o enorme interesse surpreendeu. Alguns dos premiados viram uma oportunidade para ganhar dinheiro e acabaram por colocar os artigos \u00e0 venda no eBay, com os tais pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n O mais cobi\u00e7ado cal\u00e7ado da Europa em 2020 come\u00e7ou como uma campanha de marketing do dia da mentira em abril de 2019, quando o Lidl Alemanha publicou um post nas suas redes sociais fingindo que iria ter o t\u00eanis \u00e0 venda, com uma pergunta ao consumidor: voc\u00ea compraria? O t\u00eanis de mentirinha, que s\u00f3 existia virtualmente, provocou uma avalanche de coment\u00e1rios, compartilhamentos e pedidos pelo objeto real. Sim, muita gente gostou da brincadeira e estava disposta a comprar.<\/p>\n\n\n\n Em resposta \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es, a rede resolveu produzi-los de verdade, em tecido e borracha, para p\u00e9s de carne e osso. Ainda assim, seguia tratando como uma campanha promocional, \"um passatempo nas redes sociais\". As primeiras 400 unidades foram sorteadas para clientes alem\u00e3es. Mais uma vez, o enorme interesse surpreendeu. Alguns dos premiados viram uma oportunidade para ganhar dinheiro e acabaram por colocar os artigos \u00e0 venda no eBay, com os tais pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n \"Quando somos avisados que um produto \u00e9 limitado, acende em n\u00f3s um senso de urg\u00eancia. Essa urg\u00eancia elimina uma segunda etapa de pondera\u00e7\u00f5es. Voc\u00ea deixa de considerar coisas como: preciso disso, tenho dinheiro? A decis\u00e3o tem que ser agora, o que nos deixa mais irracionais\", explica F\u00e1bio Mariano Borges, professor de sociologia do consumo na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). O senso de urg\u00eancia \u00e9 o mesmo que leva milh\u00f5es de pessoas a se apinharem em lojas a cada Black Friday no Brasil e mundo afora.<\/p>\n\n\n\n O mais cobi\u00e7ado cal\u00e7ado da Europa em 2020 come\u00e7ou como uma campanha de marketing do dia da mentira em abril de 2019, quando o Lidl Alemanha publicou um post nas suas redes sociais fingindo que iria ter o t\u00eanis \u00e0 venda, com uma pergunta ao consumidor: voc\u00ea compraria? O t\u00eanis de mentirinha, que s\u00f3 existia virtualmente, provocou uma avalanche de coment\u00e1rios, compartilhamentos e pedidos pelo objeto real. Sim, muita gente gostou da brincadeira e estava disposta a comprar.<\/p>\n\n\n\n Em resposta \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es, a rede resolveu produzi-los de verdade, em tecido e borracha, para p\u00e9s de carne e osso. Ainda assim, seguia tratando como uma campanha promocional, \"um passatempo nas redes sociais\". As primeiras 400 unidades foram sorteadas para clientes alem\u00e3es. Mais uma vez, o enorme interesse surpreendeu. Alguns dos premiados viram uma oportunidade para ganhar dinheiro e acabaram por colocar os artigos \u00e0 venda no eBay, com os tais pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n Quem classificou o pre\u00e7o como \"exorbitante\" foi o departamento de comunica\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Lidl, rede popular de supermercados. Contudo, n\u00e3o revelou quantos pares foram vendidos, limitando-se a informar \u00e0 reportagem do TAB que os produtos da \"Fan Collection\" \u2014 que inclui chinelos, meias e camisetas \u2014 foram lan\u00e7ados para atender aos desejos dos clientes de forma \"democr\u00e1tica e acess\u00edvel\". Questionada se pretende produzir mais t\u00eanis ou novos itens, a empresa preferiu fazer suspense: \"est\u00e1 sendo analisado\", respondeu. Na pr\u00e1tica, talvez nunca chegue a ser acess\u00edvel a todos \u2014 e talvez a\u00ed esteja grande parte da receita de sucesso do t\u00eanis.<\/p>\n\n\n\n \"Quando somos avisados que um produto \u00e9 limitado, acende em n\u00f3s um senso de urg\u00eancia. Essa urg\u00eancia elimina uma segunda etapa de pondera\u00e7\u00f5es. Voc\u00ea deixa de considerar coisas como: preciso disso, tenho dinheiro? A decis\u00e3o tem que ser agora, o que nos deixa mais irracionais\", explica F\u00e1bio Mariano Borges, professor de sociologia do consumo na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). O senso de urg\u00eancia \u00e9 o mesmo que leva milh\u00f5es de pessoas a se apinharem em lojas a cada Black Friday no Brasil e mundo afora.<\/p>\n\n\n\n O mais cobi\u00e7ado cal\u00e7ado da Europa em 2020 come\u00e7ou como uma campanha de marketing do dia da mentira em abril de 2019, quando o Lidl Alemanha publicou um post nas suas redes sociais fingindo que iria ter o t\u00eanis \u00e0 venda, com uma pergunta ao consumidor: voc\u00ea compraria? O t\u00eanis de mentirinha, que s\u00f3 existia virtualmente, provocou uma avalanche de coment\u00e1rios, compartilhamentos e pedidos pelo objeto real. Sim, muita gente gostou da brincadeira e estava disposta a comprar.<\/p>\n\n\n\n Em resposta \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es, a rede resolveu produzi-los de verdade, em tecido e borracha, para p\u00e9s de carne e osso. Ainda assim, seguia tratando como uma campanha promocional, \"um passatempo nas redes sociais\". As primeiras 400 unidades foram sorteadas para clientes alem\u00e3es. Mais uma vez, o enorme interesse surpreendeu. Alguns dos premiados viram uma oportunidade para ganhar dinheiro e acabaram por colocar os artigos \u00e0 venda no eBay, com os tais pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n As prateleiras esvaziaram em poucas horas em lugares como Holanda, Su\u00ed\u00e7a e Irlanda. Como se tratava de uma edi\u00e7\u00e3o limitada, agora quem deseja um par precisa busc\u00e1-los em sites de leil\u00e3o pela internet, com o pre\u00e7o inflacionado. Parece at\u00e9 mentira, mas no auge da loucura, o t\u00eanis chegou a custar 2 mil euros. Nas lojas da rede, custava em torno de 15 euros.<\/p>\n\n\n\n Quem classificou o pre\u00e7o como \"exorbitante\" foi o departamento de comunica\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Lidl, rede popular de supermercados. Contudo, n\u00e3o revelou quantos pares foram vendidos, limitando-se a informar \u00e0 reportagem do TAB que os produtos da \"Fan Collection\" \u2014 que inclui chinelos, meias e camisetas \u2014 foram lan\u00e7ados para atender aos desejos dos clientes de forma \"democr\u00e1tica e acess\u00edvel\". Questionada se pretende produzir mais t\u00eanis ou novos itens, a empresa preferiu fazer suspense: \"est\u00e1 sendo analisado\", respondeu. Na pr\u00e1tica, talvez nunca chegue a ser acess\u00edvel a todos \u2014 e talvez a\u00ed esteja grande parte da receita de sucesso do t\u00eanis.<\/p>\n\n\n\n \"Quando somos avisados que um produto \u00e9 limitado, acende em n\u00f3s um senso de urg\u00eancia. Essa urg\u00eancia elimina uma segunda etapa de pondera\u00e7\u00f5es. Voc\u00ea deixa de considerar coisas como: preciso disso, tenho dinheiro? A decis\u00e3o tem que ser agora, o que nos deixa mais irracionais\", explica F\u00e1bio Mariano Borges, professor de sociologia do consumo na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). O senso de urg\u00eancia \u00e9 o mesmo que leva milh\u00f5es de pessoas a se apinharem em lojas a cada Black Friday no Brasil e mundo afora.<\/p>\n\n\n\n O mais cobi\u00e7ado cal\u00e7ado da Europa em 2020 come\u00e7ou como uma campanha de marketing do dia da mentira em abril de 2019, quando o Lidl Alemanha publicou um post nas suas redes sociais fingindo que iria ter o t\u00eanis \u00e0 venda, com uma pergunta ao consumidor: voc\u00ea compraria? O t\u00eanis de mentirinha, que s\u00f3 existia virtualmente, provocou uma avalanche de coment\u00e1rios, compartilhamentos e pedidos pelo objeto real. Sim, muita gente gostou da brincadeira e estava disposta a comprar.<\/p>\n\n\n\n Em resposta \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es, a rede resolveu produzi-los de verdade, em tecido e borracha, para p\u00e9s de carne e osso. Ainda assim, seguia tratando como uma campanha promocional, \"um passatempo nas redes sociais\". As primeiras 400 unidades foram sorteadas para clientes alem\u00e3es. Mais uma vez, o enorme interesse surpreendeu. Alguns dos premiados viram uma oportunidade para ganhar dinheiro e acabaram por colocar os artigos \u00e0 venda no eBay, com os tais pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n As prateleiras esvaziaram em poucas horas em lugares como Holanda, Su\u00ed\u00e7a e Irlanda. Como se tratava de uma edi\u00e7\u00e3o limitada, agora quem deseja um par precisa busc\u00e1-los em sites de leil\u00e3o pela internet, com o pre\u00e7o inflacionado. Parece at\u00e9 mentira, mas no auge da loucura, o t\u00eanis chegou a custar 2 mil euros. Nas lojas da rede, custava em torno de 15 euros.<\/p>\n\n\n\n Quem classificou o pre\u00e7o como \"exorbitante\" foi o departamento de comunica\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Lidl, rede popular de supermercados. Contudo, n\u00e3o revelou quantos pares foram vendidos, limitando-se a informar \u00e0 reportagem do TAB que os produtos da \"Fan Collection\" \u2014 que inclui chinelos, meias e camisetas \u2014 foram lan\u00e7ados para atender aos desejos dos clientes de forma \"democr\u00e1tica e acess\u00edvel\". Questionada se pretende produzir mais t\u00eanis ou novos itens, a empresa preferiu fazer suspense: \"est\u00e1 sendo analisado\", respondeu. Na pr\u00e1tica, talvez nunca chegue a ser acess\u00edvel a todos \u2014 e talvez a\u00ed esteja grande parte da receita de sucesso do t\u00eanis.<\/p>\n\n\n\n \"Quando somos avisados que um produto \u00e9 limitado, acende em n\u00f3s um senso de urg\u00eancia. Essa urg\u00eancia elimina uma segunda etapa de pondera\u00e7\u00f5es. Voc\u00ea deixa de considerar coisas como: preciso disso, tenho dinheiro? A decis\u00e3o tem que ser agora, o que nos deixa mais irracionais\", explica F\u00e1bio Mariano Borges, professor de sociologia do consumo na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). O senso de urg\u00eancia \u00e9 o mesmo que leva milh\u00f5es de pessoas a se apinharem em lojas a cada Black Friday no Brasil e mundo afora.<\/p>\n\n\n\n O mais cobi\u00e7ado cal\u00e7ado da Europa em 2020 come\u00e7ou como uma campanha de marketing do dia da mentira em abril de 2019, quando o Lidl Alemanha publicou um post nas suas redes sociais fingindo que iria ter o t\u00eanis \u00e0 venda, com uma pergunta ao consumidor: voc\u00ea compraria? O t\u00eanis de mentirinha, que s\u00f3 existia virtualmente, provocou uma avalanche de coment\u00e1rios, compartilhamentos e pedidos pelo objeto real. Sim, muita gente gostou da brincadeira e estava disposta a comprar.<\/p>\n\n\n\n Em resposta \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es, a rede resolveu produzi-los de verdade, em tecido e borracha, para p\u00e9s de carne e osso. Ainda assim, seguia tratando como uma campanha promocional, \"um passatempo nas redes sociais\". As primeiras 400 unidades foram sorteadas para clientes alem\u00e3es. Mais uma vez, o enorme interesse surpreendeu. Alguns dos premiados viram uma oportunidade para ganhar dinheiro e acabaram por colocar os artigos \u00e0 venda no eBay, com os tais pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vai inaugurar a maior ponte suspensa para pedestres do mundo<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n As prateleiras esvaziaram em poucas horas em lugares como Holanda, Su\u00ed\u00e7a e Irlanda. Como se tratava de uma edi\u00e7\u00e3o limitada, agora quem deseja um par precisa busc\u00e1-los em sites de leil\u00e3o pela internet, com o pre\u00e7o inflacionado. Parece at\u00e9 mentira, mas no auge da loucura, o t\u00eanis chegou a custar 2 mil euros. Nas lojas da rede, custava em torno de 15 euros.<\/p>\n\n\n\n Quem classificou o pre\u00e7o como \"exorbitante\" foi o departamento de comunica\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Lidl, rede popular de supermercados. Contudo, n\u00e3o revelou quantos pares foram vendidos, limitando-se a informar \u00e0 reportagem do TAB que os produtos da \"Fan Collection\" \u2014 que inclui chinelos, meias e camisetas \u2014 foram lan\u00e7ados para atender aos desejos dos clientes de forma \"democr\u00e1tica e acess\u00edvel\". Questionada se pretende produzir mais t\u00eanis ou novos itens, a empresa preferiu fazer suspense: \"est\u00e1 sendo analisado\", respondeu. Na pr\u00e1tica, talvez nunca chegue a ser acess\u00edvel a todos \u2014 e talvez a\u00ed esteja grande parte da receita de sucesso do t\u00eanis.<\/p>\n\n\n\n \"Quando somos avisados que um produto \u00e9 limitado, acende em n\u00f3s um senso de urg\u00eancia. Essa urg\u00eancia elimina uma segunda etapa de pondera\u00e7\u00f5es. Voc\u00ea deixa de considerar coisas como: preciso disso, tenho dinheiro? A decis\u00e3o tem que ser agora, o que nos deixa mais irracionais\", explica F\u00e1bio Mariano Borges, professor de sociologia do consumo na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). O senso de urg\u00eancia \u00e9 o mesmo que leva milh\u00f5es de pessoas a se apinharem em lojas a cada Black Friday no Brasil e mundo afora.<\/p>\n\n\n\n O mais cobi\u00e7ado cal\u00e7ado da Europa em 2020 come\u00e7ou como uma campanha de marketing do dia da mentira em abril de 2019, quando o Lidl Alemanha publicou um post nas suas redes sociais fingindo que iria ter o t\u00eanis \u00e0 venda, com uma pergunta ao consumidor: voc\u00ea compraria? O t\u00eanis de mentirinha, que s\u00f3 existia virtualmente, provocou uma avalanche de coment\u00e1rios, compartilhamentos e pedidos pelo objeto real. Sim, muita gente gostou da brincadeira e estava disposta a comprar.<\/p>\n\n\n\n Em resposta \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es, a rede resolveu produzi-los de verdade, em tecido e borracha, para p\u00e9s de carne e osso. Ainda assim, seguia tratando como uma campanha promocional, \"um passatempo nas redes sociais\". As primeiras 400 unidades foram sorteadas para clientes alem\u00e3es. Mais uma vez, o enorme interesse surpreendeu. Alguns dos premiados viram uma oportunidade para ganhar dinheiro e acabaram por colocar os artigos \u00e0 venda no eBay, com os tais pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vai inaugurar a maior ponte suspensa para pedestres do mundo<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n As prateleiras esvaziaram em poucas horas em lugares como Holanda, Su\u00ed\u00e7a e Irlanda. Como se tratava de uma edi\u00e7\u00e3o limitada, agora quem deseja um par precisa busc\u00e1-los em sites de leil\u00e3o pela internet, com o pre\u00e7o inflacionado. Parece at\u00e9 mentira, mas no auge da loucura, o t\u00eanis chegou a custar 2 mil euros. Nas lojas da rede, custava em torno de 15 euros.<\/p>\n\n\n\n Quem classificou o pre\u00e7o como \"exorbitante\" foi o departamento de comunica\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Lidl, rede popular de supermercados. Contudo, n\u00e3o revelou quantos pares foram vendidos, limitando-se a informar \u00e0 reportagem do TAB que os produtos da \"Fan Collection\" \u2014 que inclui chinelos, meias e camisetas \u2014 foram lan\u00e7ados para atender aos desejos dos clientes de forma \"democr\u00e1tica e acess\u00edvel\". Questionada se pretende produzir mais t\u00eanis ou novos itens, a empresa preferiu fazer suspense: \"est\u00e1 sendo analisado\", respondeu. Na pr\u00e1tica, talvez nunca chegue a ser acess\u00edvel a todos \u2014 e talvez a\u00ed esteja grande parte da receita de sucesso do t\u00eanis.<\/p>\n\n\n\n \"Quando somos avisados que um produto \u00e9 limitado, acende em n\u00f3s um senso de urg\u00eancia. Essa urg\u00eancia elimina uma segunda etapa de pondera\u00e7\u00f5es. Voc\u00ea deixa de considerar coisas como: preciso disso, tenho dinheiro? A decis\u00e3o tem que ser agora, o que nos deixa mais irracionais\", explica F\u00e1bio Mariano Borges, professor de sociologia do consumo na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). O senso de urg\u00eancia \u00e9 o mesmo que leva milh\u00f5es de pessoas a se apinharem em lojas a cada Black Friday no Brasil e mundo afora.<\/p>\n\n\n\n O mais cobi\u00e7ado cal\u00e7ado da Europa em 2020 come\u00e7ou como uma campanha de marketing do dia da mentira em abril de 2019, quando o Lidl Alemanha publicou um post nas suas redes sociais fingindo que iria ter o t\u00eanis \u00e0 venda, com uma pergunta ao consumidor: voc\u00ea compraria? O t\u00eanis de mentirinha, que s\u00f3 existia virtualmente, provocou uma avalanche de coment\u00e1rios, compartilhamentos e pedidos pelo objeto real. Sim, muita gente gostou da brincadeira e estava disposta a comprar.<\/p>\n\n\n\n Em resposta \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es, a rede resolveu produzi-los de verdade, em tecido e borracha, para p\u00e9s de carne e osso. Ainda assim, seguia tratando como uma campanha promocional, \"um passatempo nas redes sociais\". As primeiras 400 unidades foram sorteadas para clientes alem\u00e3es. Mais uma vez, o enorme interesse surpreendeu. Alguns dos premiados viram uma oportunidade para ganhar dinheiro e acabaram por colocar os artigos \u00e0 venda no eBay, com os tais pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0Quais s\u00e3o as \"pegadinhas\" na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal? - Canal Portugal<\/a><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vai inaugurar a maior ponte suspensa para pedestres do mundo<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n As prateleiras esvaziaram em poucas horas em lugares como Holanda, Su\u00ed\u00e7a e Irlanda. Como se tratava de uma edi\u00e7\u00e3o limitada, agora quem deseja um par precisa busc\u00e1-los em sites de leil\u00e3o pela internet, com o pre\u00e7o inflacionado. Parece at\u00e9 mentira, mas no auge da loucura, o t\u00eanis chegou a custar 2 mil euros. Nas lojas da rede, custava em torno de 15 euros.<\/p>\n\n\n\n Quem classificou o pre\u00e7o como \"exorbitante\" foi o departamento de comunica\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Lidl, rede popular de supermercados. Contudo, n\u00e3o revelou quantos pares foram vendidos, limitando-se a informar \u00e0 reportagem do TAB que os produtos da \"Fan Collection\" \u2014 que inclui chinelos, meias e camisetas \u2014 foram lan\u00e7ados para atender aos desejos dos clientes de forma \"democr\u00e1tica e acess\u00edvel\". Questionada se pretende produzir mais t\u00eanis ou novos itens, a empresa preferiu fazer suspense: \"est\u00e1 sendo analisado\", respondeu. Na pr\u00e1tica, talvez nunca chegue a ser acess\u00edvel a todos \u2014 e talvez a\u00ed esteja grande parte da receita de sucesso do t\u00eanis.<\/p>\n\n\n\n \"Quando somos avisados que um produto \u00e9 limitado, acende em n\u00f3s um senso de urg\u00eancia. Essa urg\u00eancia elimina uma segunda etapa de pondera\u00e7\u00f5es. Voc\u00ea deixa de considerar coisas como: preciso disso, tenho dinheiro? A decis\u00e3o tem que ser agora, o que nos deixa mais irracionais\", explica F\u00e1bio Mariano Borges, professor de sociologia do consumo na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). O senso de urg\u00eancia \u00e9 o mesmo que leva milh\u00f5es de pessoas a se apinharem em lojas a cada Black Friday no Brasil e mundo afora.<\/p>\n\n\n\n O mais cobi\u00e7ado cal\u00e7ado da Europa em 2020 come\u00e7ou como uma campanha de marketing do dia da mentira em abril de 2019, quando o Lidl Alemanha publicou um post nas suas redes sociais fingindo que iria ter o t\u00eanis \u00e0 venda, com uma pergunta ao consumidor: voc\u00ea compraria? O t\u00eanis de mentirinha, que s\u00f3 existia virtualmente, provocou uma avalanche de coment\u00e1rios, compartilhamentos e pedidos pelo objeto real. Sim, muita gente gostou da brincadeira e estava disposta a comprar.<\/p>\n\n\n\n Em resposta \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es, a rede resolveu produzi-los de verdade, em tecido e borracha, para p\u00e9s de carne e osso. Ainda assim, seguia tratando como uma campanha promocional, \"um passatempo nas redes sociais\". As primeiras 400 unidades foram sorteadas para clientes alem\u00e3es. Mais uma vez, o enorme interesse surpreendeu. Alguns dos premiados viram uma oportunidade para ganhar dinheiro e acabaram por colocar os artigos \u00e0 venda no eBay, com os tais pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0Quais s\u00e3o as \"pegadinhas\" na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal? - Canal Portugal<\/a><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vai inaugurar a maior ponte suspensa para pedestres do mundo<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n As prateleiras esvaziaram em poucas horas em lugares como Holanda, Su\u00ed\u00e7a e Irlanda. Como se tratava de uma edi\u00e7\u00e3o limitada, agora quem deseja um par precisa busc\u00e1-los em sites de leil\u00e3o pela internet, com o pre\u00e7o inflacionado. Parece at\u00e9 mentira, mas no auge da loucura, o t\u00eanis chegou a custar 2 mil euros. Nas lojas da rede, custava em torno de 15 euros.<\/p>\n\n\n\n Quem classificou o pre\u00e7o como \"exorbitante\" foi o departamento de comunica\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Lidl, rede popular de supermercados. Contudo, n\u00e3o revelou quantos pares foram vendidos, limitando-se a informar \u00e0 reportagem do TAB que os produtos da \"Fan Collection\" \u2014 que inclui chinelos, meias e camisetas \u2014 foram lan\u00e7ados para atender aos desejos dos clientes de forma \"democr\u00e1tica e acess\u00edvel\". Questionada se pretende produzir mais t\u00eanis ou novos itens, a empresa preferiu fazer suspense: \"est\u00e1 sendo analisado\", respondeu. Na pr\u00e1tica, talvez nunca chegue a ser acess\u00edvel a todos \u2014 e talvez a\u00ed esteja grande parte da receita de sucesso do t\u00eanis.<\/p>\n\n\n\n \"Quando somos avisados que um produto \u00e9 limitado, acende em n\u00f3s um senso de urg\u00eancia. Essa urg\u00eancia elimina uma segunda etapa de pondera\u00e7\u00f5es. Voc\u00ea deixa de considerar coisas como: preciso disso, tenho dinheiro? A decis\u00e3o tem que ser agora, o que nos deixa mais irracionais\", explica F\u00e1bio Mariano Borges, professor de sociologia do consumo na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). O senso de urg\u00eancia \u00e9 o mesmo que leva milh\u00f5es de pessoas a se apinharem em lojas a cada Black Friday no Brasil e mundo afora.<\/p>\n\n\n\n O mais cobi\u00e7ado cal\u00e7ado da Europa em 2020 come\u00e7ou como uma campanha de marketing do dia da mentira em abril de 2019, quando o Lidl Alemanha publicou um post nas suas redes sociais fingindo que iria ter o t\u00eanis \u00e0 venda, com uma pergunta ao consumidor: voc\u00ea compraria? O t\u00eanis de mentirinha, que s\u00f3 existia virtualmente, provocou uma avalanche de coment\u00e1rios, compartilhamentos e pedidos pelo objeto real. Sim, muita gente gostou da brincadeira e estava disposta a comprar.<\/p>\n\n\n\n Em resposta \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es, a rede resolveu produzi-los de verdade, em tecido e borracha, para p\u00e9s de carne e osso. Ainda assim, seguia tratando como uma campanha promocional, \"um passatempo nas redes sociais\". As primeiras 400 unidades foram sorteadas para clientes alem\u00e3es. Mais uma vez, o enorme interesse surpreendeu. Alguns dos premiados viram uma oportunidade para ganhar dinheiro e acabaram por colocar os artigos \u00e0 venda no eBay, com os tais pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0Quais s\u00e3o as \"pegadinhas\" na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal? - Canal Portugal<\/a><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal vai inaugurar a maior ponte suspensa para pedestres do mundo<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n As prateleiras esvaziaram em poucas horas em lugares como Holanda, Su\u00ed\u00e7a e Irlanda. Como se tratava de uma edi\u00e7\u00e3o limitada, agora quem deseja um par precisa busc\u00e1-los em sites de leil\u00e3o pela internet, com o pre\u00e7o inflacionado. Parece at\u00e9 mentira, mas no auge da loucura, o t\u00eanis chegou a custar 2 mil euros. Nas lojas da rede, custava em torno de 15 euros.<\/p>\n\n\n\n Quem classificou o pre\u00e7o como \"exorbitante\" foi o departamento de comunica\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Lidl, rede popular de supermercados. Contudo, n\u00e3o revelou quantos pares foram vendidos, limitando-se a informar \u00e0 reportagem do TAB que os produtos da \"Fan Collection\" \u2014 que inclui chinelos, meias e camisetas \u2014 foram lan\u00e7ados para atender aos desejos dos clientes de forma \"democr\u00e1tica e acess\u00edvel\". Questionada se pretende produzir mais t\u00eanis ou novos itens, a empresa preferiu fazer suspense: \"est\u00e1 sendo analisado\", respondeu. Na pr\u00e1tica, talvez nunca chegue a ser acess\u00edvel a todos \u2014 e talvez a\u00ed esteja grande parte da receita de sucesso do t\u00eanis.<\/p>\n\n\n\n \"Quando somos avisados que um produto \u00e9 limitado, acende em n\u00f3s um senso de urg\u00eancia. Essa urg\u00eancia elimina uma segunda etapa de pondera\u00e7\u00f5es. Voc\u00ea deixa de considerar coisas como: preciso disso, tenho dinheiro? A decis\u00e3o tem que ser agora, o que nos deixa mais irracionais\", explica F\u00e1bio Mariano Borges, professor de sociologia do consumo na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). O senso de urg\u00eancia \u00e9 o mesmo que leva milh\u00f5es de pessoas a se apinharem em lojas a cada Black Friday no Brasil e mundo afora.<\/p>\n\n\n\n O mais cobi\u00e7ado cal\u00e7ado da Europa em 2020 come\u00e7ou como uma campanha de marketing do dia da mentira em abril de 2019, quando o Lidl Alemanha publicou um post nas suas redes sociais fingindo que iria ter o t\u00eanis \u00e0 venda, com uma pergunta ao consumidor: voc\u00ea compraria? O t\u00eanis de mentirinha, que s\u00f3 existia virtualmente, provocou uma avalanche de coment\u00e1rios, compartilhamentos e pedidos pelo objeto real. Sim, muita gente gostou da brincadeira e estava disposta a comprar.<\/p>\n\n\n\n Em resposta \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es, a rede resolveu produzi-los de verdade, em tecido e borracha, para p\u00e9s de carne e osso. Ainda assim, seguia tratando como uma campanha promocional, \"um passatempo nas redes sociais\". As primeiras 400 unidades foram sorteadas para clientes alem\u00e3es. Mais uma vez, o enorme interesse surpreendeu. Alguns dos premiados viram uma oportunidade para ganhar dinheiro e acabaram por colocar os artigos \u00e0 venda no eBay, com os tais pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\n Espera-se que a vacina Pfizer-BioNTech chegue tr\u00eas dias depois da prov\u00e1vel aprova\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora de medicamentos da Uni\u00e3o Europeia no dia 21 de dezembro, disse Ramos.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds de meros 10 milh\u00f5es de habitantes planeja comprar 22 milh\u00f5es de doses de vacinas contra Covid-19, e assinou contratos com os fabricantes em potencial CureVac, Pfizer-BioNTech, Moderna, Johnson&Johnson, Sanofi e GSK.<\/p>\n\n\n\n Espera-se que a vacina Pfizer-BioNTech chegue tr\u00eas dias depois da prov\u00e1vel aprova\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora de medicamentos da Uni\u00e3o Europeia no dia 21 de dezembro, disse Ramos.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\n Portugal espera vacinar quase 10% da popula\u00e7\u00e3o durante a primeira fase.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds de meros 10 milh\u00f5es de habitantes planeja comprar 22 milh\u00f5es de doses de vacinas contra Covid-19, e assinou contratos com os fabricantes em potencial CureVac, Pfizer-BioNTech, Moderna, Johnson&Johnson, Sanofi e GSK.<\/p>\n\n\n\n Espera-se que a vacina Pfizer-BioNTech chegue tr\u00eas dias depois da prov\u00e1vel aprova\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora de medicamentos da Uni\u00e3o Europeia no dia 21 de dezembro, disse Ramos.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\n \"Seria um erro torn\u00e1-la obrigat\u00f3ria\", disse Ramos, acrescentando que estudos mostraram que somente cerca de 10% da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer ser vacinada. \"Aqueles que se recusam a receb\u00ea-la deveriam ser respeitados.\"<\/p>\n\n\n\n Portugal espera vacinar quase 10% da popula\u00e7\u00e3o durante a primeira fase.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds de meros 10 milh\u00f5es de habitantes planeja comprar 22 milh\u00f5es de doses de vacinas contra Covid-19, e assinou contratos com os fabricantes em potencial CureVac, Pfizer-BioNTech, Moderna, Johnson&Johnson, Sanofi e GSK.<\/p>\n\n\n\n Espera-se que a vacina Pfizer-BioNTech chegue tr\u00eas dias depois da prov\u00e1vel aprova\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora de medicamentos da Uni\u00e3o Europeia no dia 21 de dezembro, disse Ramos.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\n Ele confirmou que a vacina\u00e7\u00e3o ser\u00e1 gratuita e volunt\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n \"Seria um erro torn\u00e1-la obrigat\u00f3ria\", disse Ramos, acrescentando que estudos mostraram que somente cerca de 10% da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer ser vacinada. \"Aqueles que se recusam a receb\u00ea-la deveriam ser respeitados.\"<\/p>\n\n\n\n Portugal espera vacinar quase 10% da popula\u00e7\u00e3o durante a primeira fase.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds de meros 10 milh\u00f5es de habitantes planeja comprar 22 milh\u00f5es de doses de vacinas contra Covid-19, e assinou contratos com os fabricantes em potencial CureVac, Pfizer-BioNTech, Moderna, Johnson&Johnson, Sanofi e GSK.<\/p>\n\n\n\n Espera-se que a vacina Pfizer-BioNTech chegue tr\u00eas dias depois da prov\u00e1vel aprova\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora de medicamentos da Uni\u00e3o Europeia no dia 21 de dezembro, disse Ramos.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\n \"Seria intoler\u00e1vel ter vacinas em Portugal e n\u00e3o us\u00e1-las imediatamente\", disse Francisco Ramos a um comit\u00ea parlamentar nesta quarta-feira, acrescentando que haver\u00e1 tr\u00eas pontos principais de distribui\u00e7\u00e3o em todo o territ\u00f3rio, inclusive nas ilhas de A\u00e7ores e Madeira.<\/p>\n\n\n\n Ele confirmou que a vacina\u00e7\u00e3o ser\u00e1 gratuita e volunt\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n \"Seria um erro torn\u00e1-la obrigat\u00f3ria\", disse Ramos, acrescentando que estudos mostraram que somente cerca de 10% da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer ser vacinada. \"Aqueles que se recusam a receb\u00ea-la deveriam ser respeitados.\"<\/p>\n\n\n\n Portugal espera vacinar quase 10% da popula\u00e7\u00e3o durante a primeira fase.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds de meros 10 milh\u00f5es de habitantes planeja comprar 22 milh\u00f5es de doses de vacinas contra Covid-19, e assinou contratos com os fabricantes em potencial CureVac, Pfizer-BioNTech, Moderna, Johnson&Johnson, Sanofi e GSK.<\/p>\n\n\n\n Espera-se que a vacina Pfizer-BioNTech chegue tr\u00eas dias depois da prov\u00e1vel aprova\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora de medicamentos da Uni\u00e3o Europeia no dia 21 de dezembro, disse Ramos.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\n \"Seria intoler\u00e1vel ter vacinas em Portugal e n\u00e3o us\u00e1-las imediatamente\", disse Francisco Ramos a um comit\u00ea parlamentar nesta quarta-feira, acrescentando que haver\u00e1 tr\u00eas pontos principais de distribui\u00e7\u00e3o em todo o territ\u00f3rio, inclusive nas ilhas de A\u00e7ores e Madeira.<\/p>\n\n\n\n Ele confirmou que a vacina\u00e7\u00e3o ser\u00e1 gratuita e volunt\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n \"Seria um erro torn\u00e1-la obrigat\u00f3ria\", disse Ramos, acrescentando que estudos mostraram que somente cerca de 10% da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer ser vacinada. \"Aqueles que se recusam a receb\u00ea-la deveriam ser respeitados.\"<\/p>\n\n\n\n Portugal espera vacinar quase 10% da popula\u00e7\u00e3o durante a primeira fase.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds de meros 10 milh\u00f5es de habitantes planeja comprar 22 milh\u00f5es de doses de vacinas contra Covid-19, e assinou contratos com os fabricantes em potencial CureVac, Pfizer-BioNTech, Moderna, Johnson&Johnson, Sanofi e GSK.<\/p>\n\n\n\n Espera-se que a vacina Pfizer-BioNTech chegue tr\u00eas dias depois da prov\u00e1vel aprova\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora de medicamentos da Uni\u00e3o Europeia no dia 21 de dezembro, disse Ramos.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0<\/a>Mortes di\u00e1rias de Covid-19 em Portugal atingem alta recorde - Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n \"Seria intoler\u00e1vel ter vacinas em Portugal e n\u00e3o us\u00e1-las imediatamente\", disse Francisco Ramos a um comit\u00ea parlamentar nesta quarta-feira, acrescentando que haver\u00e1 tr\u00eas pontos principais de distribui\u00e7\u00e3o em todo o territ\u00f3rio, inclusive nas ilhas de A\u00e7ores e Madeira.<\/p>\n\n\n\n Ele confirmou que a vacina\u00e7\u00e3o ser\u00e1 gratuita e volunt\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n \"Seria um erro torn\u00e1-la obrigat\u00f3ria\", disse Ramos, acrescentando que estudos mostraram que somente cerca de 10% da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer ser vacinada. \"Aqueles que se recusam a receb\u00ea-la deveriam ser respeitados.\"<\/p>\n\n\n\n Portugal espera vacinar quase 10% da popula\u00e7\u00e3o durante a primeira fase.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds de meros 10 milh\u00f5es de habitantes planeja comprar 22 milh\u00f5es de doses de vacinas contra Covid-19, e assinou contratos com os fabricantes em potencial CureVac, Pfizer-BioNTech, Moderna, Johnson&Johnson, Sanofi e GSK.<\/p>\n\n\n\n Espera-se que a vacina Pfizer-BioNTech chegue tr\u00eas dias depois da prov\u00e1vel aprova\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora de medicamentos da Uni\u00e3o Europeia no dia 21 de dezembro, disse Ramos.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0<\/a>Mortes di\u00e1rias de Covid-19 em Portugal atingem alta recorde - Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n \"Seria intoler\u00e1vel ter vacinas em Portugal e n\u00e3o us\u00e1-las imediatamente\", disse Francisco Ramos a um comit\u00ea parlamentar nesta quarta-feira, acrescentando que haver\u00e1 tr\u00eas pontos principais de distribui\u00e7\u00e3o em todo o territ\u00f3rio, inclusive nas ilhas de A\u00e7ores e Madeira.<\/p>\n\n\n\n Ele confirmou que a vacina\u00e7\u00e3o ser\u00e1 gratuita e volunt\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n \"Seria um erro torn\u00e1-la obrigat\u00f3ria\", disse Ramos, acrescentando que estudos mostraram que somente cerca de 10% da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer ser vacinada. \"Aqueles que se recusam a receb\u00ea-la deveriam ser respeitados.\"<\/p>\n\n\n\n Portugal espera vacinar quase 10% da popula\u00e7\u00e3o durante a primeira fase.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds de meros 10 milh\u00f5es de habitantes planeja comprar 22 milh\u00f5es de doses de vacinas contra Covid-19, e assinou contratos com os fabricantes em potencial CureVac, Pfizer-BioNTech, Moderna, Johnson&Johnson, Sanofi e GSK.<\/p>\n\n\n\n Espera-se que a vacina Pfizer-BioNTech chegue tr\u00eas dias depois da prov\u00e1vel aprova\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora de medicamentos da Uni\u00e3o Europeia no dia 21 de dezembro, disse Ramos.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal? \u2013 Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0<\/a>Mortes di\u00e1rias de Covid-19 em Portugal atingem alta recorde - Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n \"Seria intoler\u00e1vel ter vacinas em Portugal e n\u00e3o us\u00e1-las imediatamente\", disse Francisco Ramos a um comit\u00ea parlamentar nesta quarta-feira, acrescentando que haver\u00e1 tr\u00eas pontos principais de distribui\u00e7\u00e3o em todo o territ\u00f3rio, inclusive nas ilhas de A\u00e7ores e Madeira.<\/p>\n\n\n\n Ele confirmou que a vacina\u00e7\u00e3o ser\u00e1 gratuita e volunt\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n \"Seria um erro torn\u00e1-la obrigat\u00f3ria\", disse Ramos, acrescentando que estudos mostraram que somente cerca de 10% da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer ser vacinada. \"Aqueles que se recusam a receb\u00ea-la deveriam ser respeitados.\"<\/p>\n\n\n\n Portugal espera vacinar quase 10% da popula\u00e7\u00e3o durante a primeira fase.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds de meros 10 milh\u00f5es de habitantes planeja comprar 22 milh\u00f5es de doses de vacinas contra Covid-19, e assinou contratos com os fabricantes em potencial CureVac, Pfizer-BioNTech, Moderna, Johnson&Johnson, Sanofi e GSK.<\/p>\n\n\n\n Espera-se que a vacina Pfizer-BioNTech chegue tr\u00eas dias depois da prov\u00e1vel aprova\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora de medicamentos da Uni\u00e3o Europeia no dia 21 de dezembro, disse Ramos.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal? \u2013 Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0<\/a>Mortes di\u00e1rias de Covid-19 em Portugal atingem alta recorde - Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n \"Seria intoler\u00e1vel ter vacinas em Portugal e n\u00e3o us\u00e1-las imediatamente\", disse Francisco Ramos a um comit\u00ea parlamentar nesta quarta-feira, acrescentando que haver\u00e1 tr\u00eas pontos principais de distribui\u00e7\u00e3o em todo o territ\u00f3rio, inclusive nas ilhas de A\u00e7ores e Madeira.<\/p>\n\n\n\n Ele confirmou que a vacina\u00e7\u00e3o ser\u00e1 gratuita e volunt\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n \"Seria um erro torn\u00e1-la obrigat\u00f3ria\", disse Ramos, acrescentando que estudos mostraram que somente cerca de 10% da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer ser vacinada. \"Aqueles que se recusam a receb\u00ea-la deveriam ser respeitados.\"<\/p>\n\n\n\n Portugal espera vacinar quase 10% da popula\u00e7\u00e3o durante a primeira fase.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds de meros 10 milh\u00f5es de habitantes planeja comprar 22 milh\u00f5es de doses de vacinas contra Covid-19, e assinou contratos com os fabricantes em potencial CureVac, Pfizer-BioNTech, Moderna, Johnson&Johnson, Sanofi e GSK.<\/p>\n\n\n\n Espera-se que a vacina Pfizer-BioNTech chegue tr\u00eas dias depois da prov\u00e1vel aprova\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora de medicamentos da Uni\u00e3o Europeia no dia 21 de dezembro, disse Ramos.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal? \u2013 Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0<\/a>Mortes di\u00e1rias de Covid-19 em Portugal atingem alta recorde - Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n \"Seria intoler\u00e1vel ter vacinas em Portugal e n\u00e3o us\u00e1-las imediatamente\", disse Francisco Ramos a um comit\u00ea parlamentar nesta quarta-feira, acrescentando que haver\u00e1 tr\u00eas pontos principais de distribui\u00e7\u00e3o em todo o territ\u00f3rio, inclusive nas ilhas de A\u00e7ores e Madeira.<\/p>\n\n\n\n Ele confirmou que a vacina\u00e7\u00e3o ser\u00e1 gratuita e volunt\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n \"Seria um erro torn\u00e1-la obrigat\u00f3ria\", disse Ramos, acrescentando que estudos mostraram que somente cerca de 10% da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer ser vacinada. \"Aqueles que se recusam a receb\u00ea-la deveriam ser respeitados.\"<\/p>\n\n\n\n Portugal espera vacinar quase 10% da popula\u00e7\u00e3o durante a primeira fase.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds de meros 10 milh\u00f5es de habitantes planeja comprar 22 milh\u00f5es de doses de vacinas contra Covid-19, e assinou contratos com os fabricantes em potencial CureVac, Pfizer-BioNTech, Moderna, Johnson&Johnson, Sanofi e GSK.<\/p>\n\n\n\n Espera-se que a vacina Pfizer-BioNTech chegue tr\u00eas dias depois da prov\u00e1vel aprova\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora de medicamentos da Uni\u00e3o Europeia no dia 21 de dezembro, disse Ramos.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\n <\/p>\n","post_title":"Universidade de Coimbra entre as 10 mais antigas do mundo","post_excerpt":"","post_status":"publish","comment_status":"closed","ping_status":"open","post_password":"","post_name":"universidade-de-coimbra-entre-as-10-mais-antigas-do-mundo","to_ping":"","pinged":"https:\/\/canalportugal.pt\/quai-sao-as-pegadinhas-na-lingua-portuguesa-para-brasileiros-em-portugal\/\nhttps:\/\/canalportugal.pt\/portugal-reinventa-turismo-para-recuperar-economia-local-no-pos-pandemia\/\nhttps:\/\/canalportugal.pt\/portugal-vai-inaugurar-a-maior-ponte-suspensa-para-pedestres-do-mundo\/","post_modified":"2020-12-20 15:06:36","post_modified_gmt":"2020-12-20 15:06:36","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/canalportugal.pt\/?p=13396","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":13387,"post_author":"1","post_date":"2020-12-17 10:35:49","post_date_gmt":"2020-12-17 10:35:49","post_content":"\n LEIA TAMB\u00c9M: Quais s\u00e3o as \u201cpegadinhas\u201d na l\u00edngua portuguesa para brasileiros em Portugal? \u2013 Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0<\/a>Mortes di\u00e1rias de Covid-19 em Portugal atingem alta recorde - Canal Portugal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n \"Seria intoler\u00e1vel ter vacinas em Portugal e n\u00e3o us\u00e1-las imediatamente\", disse Francisco Ramos a um comit\u00ea parlamentar nesta quarta-feira, acrescentando que haver\u00e1 tr\u00eas pontos principais de distribui\u00e7\u00e3o em todo o territ\u00f3rio, inclusive nas ilhas de A\u00e7ores e Madeira.<\/p>\n\n\n\n Ele confirmou que a vacina\u00e7\u00e3o ser\u00e1 gratuita e volunt\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n \"Seria um erro torn\u00e1-la obrigat\u00f3ria\", disse Ramos, acrescentando que estudos mostraram que somente cerca de 10% da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer ser vacinada. \"Aqueles que se recusam a receb\u00ea-la deveriam ser respeitados.\"<\/p>\n\n\n\n Portugal espera vacinar quase 10% da popula\u00e7\u00e3o durante a primeira fase.<\/p>\n\n\n\n O pa\u00eds de meros 10 milh\u00f5es de habitantes planeja comprar 22 milh\u00f5es de doses de vacinas contra Covid-19, e assinou contratos com os fabricantes em potencial CureVac, Pfizer-BioNTech, Moderna, Johnson&Johnson, Sanofi e GSK.<\/p>\n\n\n\n Espera-se que a vacina Pfizer-BioNTech chegue tr\u00eas dias depois da prov\u00e1vel aprova\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia reguladora de medicamentos da Uni\u00e3o Europeia no dia 21 de dezembro, disse Ramos.<\/p>\n\n\n\n Ser\u00e1 dada prioridade a pessoas de mais de 50 anos com problemas de sa\u00fade preexistentes, profissionais da linha de frente e pessoas em casas de repouso e unidades de tratamento intensivo.<\/p>\n\n\n\nO fen\u00f4meno dos 'prossumidores'<\/h4>\n\n\n\n
O fen\u00f4meno dos 'prossumidores'<\/h4>\n\n\n\n
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O fen\u00f4meno dos 'prossumidores'<\/h4>\n\n\n\n
O fen\u00f4meno dos 'prossumidores'<\/h4>\n\n\n\n
Era para ser uma brincadeira de 1\u00ba de abril, mas a coisa ficou s\u00e9ria. O t\u00eanis da rede de supermercados alem\u00e3 Lidl, com cores contrastantes e uma logomarca bem grande, virou febre em v\u00e1rios pa\u00edses da Europa.<\/h4>\n\n\n\n
O fen\u00f4meno dos 'prossumidores'<\/h4>\n\n\n\n
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Era para ser uma brincadeira de 1\u00ba de abril, mas a coisa ficou s\u00e9ria. O t\u00eanis da rede de supermercados alem\u00e3 Lidl, com cores contrastantes e uma logomarca bem grande, virou febre em v\u00e1rios pa\u00edses da Europa.<\/h4>\n\n\n\n
O fen\u00f4meno dos 'prossumidores'<\/h4>\n\n\n\n
Portugal ter\u00e1 vacinas contra coronav\u00edrus suficientes para inocular toda sua popula\u00e7\u00e3o, e a distribui\u00e7\u00e3o come\u00e7ar\u00e1 assim que chegarem ao pa\u00eds, com sorte antes do final do ano, disse o chefe da for\u00e7a-tarefa de vacina\u00e7\u00e3o.<\/h4>\n\n\n\n
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Portugal ter\u00e1 vacinas contra coronav\u00edrus suficientes para inocular toda sua popula\u00e7\u00e3o, e a distribui\u00e7\u00e3o come\u00e7ar\u00e1 assim que chegarem ao pa\u00eds, com sorte antes do final do ano, disse o chefe da for\u00e7a-tarefa de vacina\u00e7\u00e3o.<\/h4>\n\n\n\n
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Portugal ter\u00e1 vacinas contra coronav\u00edrus suficientes para inocular toda sua popula\u00e7\u00e3o, e a distribui\u00e7\u00e3o come\u00e7ar\u00e1 assim que chegarem ao pa\u00eds, com sorte antes do final do ano, disse o chefe da for\u00e7a-tarefa de vacina\u00e7\u00e3o.<\/h4>\n\n\n\n