\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n
Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n
\"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n \u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n \u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n \u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Os cidad\u00e3os podem circular normalmente pelas ruas, desde que respeitem o \"dever de recolhimento domicili\u00e1rio\" e n\u00e3o fa\u00e7am reuni\u00f5es ou aglomera\u00e7\u00f5es com mais de 10 pessoas. J\u00e1 os doentes de covid-19 e pessoas monitoradas s\u00e3o obrigados a permanecer em confinamento.<\/p>\n\n\n\n Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n \u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Um plano de suspens\u00e3o de medidas restritivas est\u00e1 em vigor. Ao mesmo tempo em que permite maior liberdade, imp\u00f5e regras para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. As m\u00e1scaras, por exemplo, tornaram-se obrigat\u00f3rias nos transportes p\u00fablicos e ambientes fechados. Se n\u00e3o forem usadas em metr\u00f4s e \u00f4nibus, por exemplo, a multa \u00e9 de at\u00e9 350 euros (R$ 2,2 mil).<\/p>\n\n\n\n Os cidad\u00e3os podem circular normalmente pelas ruas, desde que respeitem o \"dever de recolhimento domicili\u00e1rio\" e n\u00e3o fa\u00e7am reuni\u00f5es ou aglomera\u00e7\u00f5es com mais de 10 pessoas. J\u00e1 os doentes de covid-19 e pessoas monitoradas s\u00e3o obrigados a permanecer em confinamento.<\/p>\n\n\n\n Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n \u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Por isso, o pa\u00eds aposta novamente na cautela. O Estado de Emerg\u00eancia n\u00e3o vigora desde o dia 2 de maio, mas deu lugar ao Estado de Calamidade, para que o governo possa \"puxar o freio\", caso a situa\u00e7\u00e3o volte a piorar. No mais recente levantamento divulgado pelo minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o pa\u00eds registrou um total de 1.163 mortes e 27.913 casos de covid-19. O aumento di\u00e1rio no n\u00famero de casos mant\u00e9m-se a valores baixos. Entre segunda (11) e ter\u00e7a-feira (12) foi de 0,8%.<\/p>\n\n\n\n Um plano de suspens\u00e3o de medidas restritivas est\u00e1 em vigor. Ao mesmo tempo em que permite maior liberdade, imp\u00f5e regras para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. As m\u00e1scaras, por exemplo, tornaram-se obrigat\u00f3rias nos transportes p\u00fablicos e ambientes fechados. Se n\u00e3o forem usadas em metr\u00f4s e \u00f4nibus, por exemplo, a multa \u00e9 de at\u00e9 350 euros (R$ 2,2 mil).<\/p>\n\n\n\n Os cidad\u00e3os podem circular normalmente pelas ruas, desde que respeitem o \"dever de recolhimento domicili\u00e1rio\" e n\u00e3o fa\u00e7am reuni\u00f5es ou aglomera\u00e7\u00f5es com mais de 10 pessoas. J\u00e1 os doentes de covid-19 e pessoas monitoradas s\u00e3o obrigados a permanecer em confinamento.<\/p>\n\n\n\n Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n \u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Portugal, pa\u00eds que se destacou pela disciplina na quarentena, agora ter\u00e1 de lidar com o processo de \"desconfinamento\". O desafio \u00e9 reativar a economia e a rotina dos portugueses sem provocar uma nova onda de transmiss\u00e3o do novo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n Por isso, o pa\u00eds aposta novamente na cautela. O Estado de Emerg\u00eancia n\u00e3o vigora desde o dia 2 de maio, mas deu lugar ao Estado de Calamidade, para que o governo possa \"puxar o freio\", caso a situa\u00e7\u00e3o volte a piorar. No mais recente levantamento divulgado pelo minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o pa\u00eds registrou um total de 1.163 mortes e 27.913 casos de covid-19. O aumento di\u00e1rio no n\u00famero de casos mant\u00e9m-se a valores baixos. Entre segunda (11) e ter\u00e7a-feira (12) foi de 0,8%.<\/p>\n\n\n\n Um plano de suspens\u00e3o de medidas restritivas est\u00e1 em vigor. Ao mesmo tempo em que permite maior liberdade, imp\u00f5e regras para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. As m\u00e1scaras, por exemplo, tornaram-se obrigat\u00f3rias nos transportes p\u00fablicos e ambientes fechados. Se n\u00e3o forem usadas em metr\u00f4s e \u00f4nibus, por exemplo, a multa \u00e9 de at\u00e9 350 euros (R$ 2,2 mil).<\/p>\n\n\n\n Os cidad\u00e3os podem circular normalmente pelas ruas, desde que respeitem o \"dever de recolhimento domicili\u00e1rio\" e n\u00e3o fa\u00e7am reuni\u00f5es ou aglomera\u00e7\u00f5es com mais de 10 pessoas. J\u00e1 os doentes de covid-19 e pessoas monitoradas s\u00e3o obrigados a permanecer em confinamento.<\/p>\n\n\n\n Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n \u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Portugal, pa\u00eds que se destacou pela disciplina na quarentena, agora ter\u00e1 de lidar com o processo de \"desconfinamento\". O desafio \u00e9 reativar a economia e a rotina dos portugueses sem provocar uma nova onda de transmiss\u00e3o do novo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n Por isso, o pa\u00eds aposta novamente na cautela. O Estado de Emerg\u00eancia n\u00e3o vigora desde o dia 2 de maio, mas deu lugar ao Estado de Calamidade, para que o governo possa \"puxar o freio\", caso a situa\u00e7\u00e3o volte a piorar. No mais recente levantamento divulgado pelo minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o pa\u00eds registrou um total de 1.163 mortes e 27.913 casos de covid-19. O aumento di\u00e1rio no n\u00famero de casos mant\u00e9m-se a valores baixos. Entre segunda (11) e ter\u00e7a-feira (12) foi de 0,8%.<\/p>\n\n\n\n Um plano de suspens\u00e3o de medidas restritivas est\u00e1 em vigor. Ao mesmo tempo em que permite maior liberdade, imp\u00f5e regras para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. As m\u00e1scaras, por exemplo, tornaram-se obrigat\u00f3rias nos transportes p\u00fablicos e ambientes fechados. Se n\u00e3o forem usadas em metr\u00f4s e \u00f4nibus, por exemplo, a multa \u00e9 de at\u00e9 350 euros (R$ 2,2 mil).<\/p>\n\n\n\n Os cidad\u00e3os podem circular normalmente pelas ruas, desde que respeitem o \"dever de recolhimento domicili\u00e1rio\" e n\u00e3o fa\u00e7am reuni\u00f5es ou aglomera\u00e7\u00f5es com mais de 10 pessoas. J\u00e1 os doentes de covid-19 e pessoas monitoradas s\u00e3o obrigados a permanecer em confinamento.<\/p>\n\n\n\n Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n \u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n Portugal, pa\u00eds que se destacou pela disciplina na quarentena, agora ter\u00e1 de lidar com o processo de \"desconfinamento\". O desafio \u00e9 reativar a economia e a rotina dos portugueses sem provocar uma nova onda de transmiss\u00e3o do novo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n Por isso, o pa\u00eds aposta novamente na cautela. O Estado de Emerg\u00eancia n\u00e3o vigora desde o dia 2 de maio, mas deu lugar ao Estado de Calamidade, para que o governo possa \"puxar o freio\", caso a situa\u00e7\u00e3o volte a piorar. No mais recente levantamento divulgado pelo minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o pa\u00eds registrou um total de 1.163 mortes e 27.913 casos de covid-19. O aumento di\u00e1rio no n\u00famero de casos mant\u00e9m-se a valores baixos. Entre segunda (11) e ter\u00e7a-feira (12) foi de 0,8%.<\/p>\n\n\n\n Um plano de suspens\u00e3o de medidas restritivas est\u00e1 em vigor. Ao mesmo tempo em que permite maior liberdade, imp\u00f5e regras para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. As m\u00e1scaras, por exemplo, tornaram-se obrigat\u00f3rias nos transportes p\u00fablicos e ambientes fechados. Se n\u00e3o forem usadas em metr\u00f4s e \u00f4nibus, por exemplo, a multa \u00e9 de at\u00e9 350 euros (R$ 2,2 mil).<\/p>\n\n\n\n Os cidad\u00e3os podem circular normalmente pelas ruas, desde que respeitem o \"dever de recolhimento domicili\u00e1rio\" e n\u00e3o fa\u00e7am reuni\u00f5es ou aglomera\u00e7\u00f5es com mais de 10 pessoas. J\u00e1 os doentes de covid-19 e pessoas monitoradas s\u00e3o obrigados a permanecer em confinamento.<\/p>\n\n\n\n Na primeira fase do plano, compreendida entre 4 e 17 de maio, est\u00e1 autorizada a abertura do com\u00e9rcio local. S\u00e3o lojas com at\u00e9 200 metros quadrados, livrarias, barbearias, cabeleireiros e outros estabelecimentos de pequeno porte.<\/p>\n\n\n\n Um al\u00edvio para esses comerciantes, que estavam desde o dia 19 de mar\u00e7o com as portas fechadas e agora podem come\u00e7ar a recuperar o preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n \u00c9 o caso de Mahmud Muhammad, s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma rede de barbearias no norte do pa\u00eds. A paralisa\u00e7\u00e3o total da empresa provocou \"um preju\u00edzo imensur\u00e1vel e irrepar\u00e1vel\", nas palavras do empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n Junto com o al\u00edvio da reabertura, veio tamb\u00e9m um conjunto de obriga\u00e7\u00f5es. Os profissionais devem trabalhar equipados com luvas, m\u00e1scaras e, dependendo do procedimento, viseiras. Os servi\u00e7os s\u00f3 podem ser realizados mediante agendamento e os clientes que esperam pela vez n\u00e3o podem ficar dentro das lojas. Tamb\u00e9m devem ser disponibilizados \u00e1lcool gel e m\u00e1scaras aos fregueses.<\/p>\n\n\n\n Com a equipe toda equipada para o trabalho, Muhammad se mostra dividido entre a esperan\u00e7a destes novos dias e a preocupa\u00e7\u00e3o com as finan\u00e7as, j\u00e1 que o movimento nas barbearias \u00e9 40% menor do que antes da pandemia. \"Eu tenho muita f\u00e9, sei que isso vai passar, mas no \u00e2mbito comercial, estou muito preocupado pelo cen\u00e1rio\", diz o empres\u00e1rio que \u00e9 nascido na Jord\u00e2nia, mas naturalizado brasileiro.<\/p>\n\n\n\n Este misto de otimismo com preocupa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 evidente nas palavras de Mafalda Neves, que trabalha como vendedora em uma loja de cal\u00e7ados na Rua Santa Catarina, uma das mais importantes para o com\u00e9rcio da Cidade do Porto. Mafalda admite que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil se acostumar com as novas regras, principalmente quando h\u00e1 clientes que insistem em desrespeit\u00e1-las. \"H\u00e1 clientes que n\u00e3o entendem. Muitos n\u00e3o querem usar m\u00e1scara, por isso tem que explicar que \u00e9 obrigat\u00f3rio e pronto\", diz a vendedora.<\/p>\n\n\n\n A volta ao trabalho foi fundamental para Mafalda sair do aperto. A loja chegou a receber benef\u00edcios do Governo para conseguir manter os empregos. Por isso, durante a quarentena ela teve que se virar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros (R$ 4 mil). Um ordenado menor do que costuma ganhar e que ainda tem 11% de desconto para a seguran\u00e7a social. \"Para pagar escola, rendas (aluguel), \u00e1gua, luz e se alimentar, n\u00e3o d\u00e1. Gra\u00e7as ao meu patr\u00e3o agora pudemos abrir as lojas e receber mais um bocadinho\", explica Mafalda que tem uma filha de sete anos.<\/p>\n\n\n\n Antes da entrevista para esta reportagem, Mafalda acabara de transmitir sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o benef\u00edcio do governo, diretamente ao primeiro-ministro Ant\u00f4nio Costa. Isso porque a loja em que ela trabalha foi um dos estabelecimentos visitados pelo chefe de Estado, na \u00faltima sexta-feira (08).<\/p>\n\n\n\n Costa foi at\u00e9 regi\u00e3o central da Cidade do Porto com o objetivo de transmitir confian\u00e7a e \u00e2nimo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Andou de metr\u00f4, percorreu as ruas, conversou com comerciantes e pessoas que o abordavam pelo caminho. \"Podem viajar em seguran\u00e7a nos transportes p\u00fablicos e podem ir com seguran\u00e7a ao com\u00e9rcio local. \u00c9 importante que todos vamos vencendo o receio leg\u00edtimo que temos relativamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus\", disse durante entrevista coletiva.<\/p>\n\n\n\n Ao final da coletiva, o primeiro-ministro reiterou que n\u00e3o haver\u00e1 medidas de austeridade para contornar a crise econ\u00f4mica gerada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n \"Seguramente o que esta crise precisa n\u00e3o \u00e9 de austeridade\u2026 O desafio que n\u00f3s temos \u00e9 dar confian\u00e7a \u00e0s pessoas\", declarou Costa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a Comiss\u00e3o Europeia, a queda no PIB de Portugal neste ano deve ser de 6,8%. J\u00e1 a taxa de desemprego deve saltar dos 6,5% em 2019 para 9,7% em 2020. Previs\u00f5es que s\u00e3o ainda mais otimistas que as do FMI, que estima recess\u00e3o de 8% e desemprego a 13,9% este ano.<\/p>\n\n\n\n Seguindo o plano de \"desconfinamento\", Portugal deve fazer uma avalia\u00e7\u00e3o do relaxamento das medidas restritivas a cada 15 dias. \"\u00c9 importante que o governo esteja atento \u00e0quilo que est\u00e1 a acontecer (\u2026) em termos do n\u00famero novo de infec\u00e7\u00f5es, evolu\u00e7\u00e3o da mortalidade, cuidados intensivos e at\u00e9 dos doentes internados por covid-19\", afirma o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos de Portugal, Miguel Guimar\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n A partir da pr\u00f3xima segunda-feira (18), a reabertura ser\u00e1 maior em Portugal, com a segunda etapa do \"desconfinamento\".<\/p>\n\n\n\n Depois de dois meses, os portugueses poder\u00e3o fazer uma das coisas que mais apreciam: comer fora. Restaurantes, bares e caf\u00e9s poder\u00e3o abrir, mediante novas obriga\u00e7\u00f5es, como medidas de higieniza\u00e7\u00e3o mais frequentes e rigorosas e redu\u00e7\u00e3o da capacidade m\u00e1xima para garantir a dist\u00e2ncia de at\u00e9 2 metros entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n Al\u00edvio para o Ant\u00f4nio Aleixo, que \u00e9 gerente de uma confeitaria no centro da Cidade do Porto. O estabelecimento abriu no dia 4, mas ainda tem muito pouco movimento. \"Estamos ainda a 'conta gotas'. Mas a gente est\u00e1 otimista. As pessoas querem tomar um cafezinho e sentar, comer um pastelzinho de Bel\u00e9m. S\u00e3o coisas que n\u00e3o fazem em casa\", diz.<\/p>\n\n\n\n A segunda etapa tamb\u00e9m contempla outros espa\u00e7os, como lojas de at\u00e9 400 metros quadrados, museus, monumentos, creches e escolas para estudantes do ensino secund\u00e1rio (semelhante ao ensino m\u00e9dio).<\/p>\n\n\n\n No final do m\u00eas as igrejas reabrem as portas e o futebol retoma algumas competi\u00e7\u00f5es. Para o baston\u00e1rio da Ordem dos M\u00e9dicos, o desconfinamento em Portugal come\u00e7ou na hora certa, embora a situa\u00e7\u00e3o ainda seja preocupante. Mas ele acha que o momento n\u00e3o deve ser encarado com medo pela popula\u00e7\u00e3o e sim com \"respeito ao v\u00edrus\": acatar as regras de prote\u00e7\u00e3o como usar m\u00e1scaras e manter o distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria e higiene das m\u00e3os \u00e9 fundamental para que o plano d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n \"Esta batalha n\u00e3o se ganha s\u00f3 com os pol\u00edticos ou com os m\u00e9dicos, se ganha com os cidad\u00e3os\", declara o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n \u201cFalar de luz ao fim do t\u00fanel \u00e9 falar de uma realidade que os portugueses t\u00eam que conquistar por eles pr\u00f3prios\u201d, avalia o presidente Marcelo Rebelo de Sousa. A quest\u00e3o agora \u00e9 saber como superar o trauma do confinamento e restabelecer a confian\u00e7a para voltar a viver em liberdade.<\/p>\n\n\n\n
O presidente admite que o desconfinamento foi contido, embora o n\u00famero de mortos pela Covid-19 tenha ca\u00eddo e o de curados, crescido. A pandemia registrou 29.209 casos e 1.231 mortos em Portugal. Permanecem internadas 628 pessoas, das quais 105 em UTIs.<\/p>\n\n\n\n \u201cFalar de luz ao fim do t\u00fanel \u00e9 falar de uma realidade que os portugueses t\u00eam que conquistar por eles pr\u00f3prios\u201d, avalia o presidente Marcelo Rebelo de Sousa. A quest\u00e3o agora \u00e9 saber como superar o trauma do confinamento e restabelecer a confian\u00e7a para voltar a viver em liberdade.<\/p>\n\n\n\n
O presidente admite que o desconfinamento foi contido, embora o n\u00famero de mortos pela Covid-19 tenha ca\u00eddo e o de curados, crescido. A pandemia registrou 29.209 casos e 1.231 mortos em Portugal. Permanecem internadas 628 pessoas, das quais 105 em UTIs.<\/p>\n\n\n\n \u201cFalar de luz ao fim do t\u00fanel \u00e9 falar de uma realidade que os portugueses t\u00eam que conquistar por eles pr\u00f3prios\u201d, avalia o presidente Marcelo Rebelo de Sousa. A quest\u00e3o agora \u00e9 saber como superar o trauma do confinamento e restabelecer a confian\u00e7a para voltar a viver em liberdade.<\/p>\n\n\n\n
\u201cT\u00e3o cedo n\u00e3o teremos vacinas, os tratamentos com antivirais n\u00e3o t\u00eam efic\u00e1cia comprovada. Vamos ter que aprender a conviver com o v\u00edrus de forma natural e corajosa\u201d, pondera Filipe Santos<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente admite que o desconfinamento foi contido, embora o n\u00famero de mortos pela Covid-19 tenha ca\u00eddo e o de curados, crescido. A pandemia registrou 29.209 casos e 1.231 mortos em Portugal. Permanecem internadas 628 pessoas, das quais 105 em UTIs.<\/p>\n\n\n\n \u201cFalar de luz ao fim do t\u00fanel \u00e9 falar de uma realidade que os portugueses t\u00eam que conquistar por eles pr\u00f3prios\u201d, avalia o presidente Marcelo Rebelo de Sousa. A quest\u00e3o agora \u00e9 saber como superar o trauma do confinamento e restabelecer a confian\u00e7a para voltar a viver em liberdade.<\/p>\n\n\n\n
O futuro se mostra sombrio para os portugueses: 46% t\u00eam medo de serem infectados, 25% receiam perder o emprego, 34% acham prov\u00e1vel perder familiar pr\u00f3ximo para o novo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n \u201cT\u00e3o cedo n\u00e3o teremos vacinas, os tratamentos com antivirais n\u00e3o t\u00eam efic\u00e1cia comprovada. Vamos ter que aprender a conviver com o v\u00edrus de forma natural e corajosa\u201d, pondera Filipe Santos<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente admite que o desconfinamento foi contido, embora o n\u00famero de mortos pela Covid-19 tenha ca\u00eddo e o de curados, crescido. A pandemia registrou 29.209 casos e 1.231 mortos em Portugal. Permanecem internadas 628 pessoas, das quais 105 em UTIs.<\/p>\n\n\n\n \u201cFalar de luz ao fim do t\u00fanel \u00e9 falar de uma realidade que os portugueses t\u00eam que conquistar por eles pr\u00f3prios\u201d, avalia o presidente Marcelo Rebelo de Sousa. A quest\u00e3o agora \u00e9 saber como superar o trauma do confinamento e restabelecer a confian\u00e7a para voltar a viver em liberdade.<\/p>\n\n\n\n
Outro dado que chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 que 36% cancelaram consultas m\u00e9dicas. \u201cIsso \u00e9 preocupante, pois pode acarretar uma segunda onda de doen\u00e7as provocadas por falta de cuidados m\u00e9dicos adiados por medo\u201d, analisa Filipe Santos, diretor da Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa de Lisboa.<\/p>\n\n\n\n O futuro se mostra sombrio para os portugueses: 46% t\u00eam medo de serem infectados, 25% receiam perder o emprego, 34% acham prov\u00e1vel perder familiar pr\u00f3ximo para o novo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n \u201cT\u00e3o cedo n\u00e3o teremos vacinas, os tratamentos com antivirais n\u00e3o t\u00eam efic\u00e1cia comprovada. Vamos ter que aprender a conviver com o v\u00edrus de forma natural e corajosa\u201d, pondera Filipe Santos<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente admite que o desconfinamento foi contido, embora o n\u00famero de mortos pela Covid-19 tenha ca\u00eddo e o de curados, crescido. A pandemia registrou 29.209 casos e 1.231 mortos em Portugal. Permanecem internadas 628 pessoas, das quais 105 em UTIs.<\/p>\n\n\n\n \u201cFalar de luz ao fim do t\u00fanel \u00e9 falar de uma realidade que os portugueses t\u00eam que conquistar por eles pr\u00f3prios\u201d, avalia o presidente Marcelo Rebelo de Sousa. A quest\u00e3o agora \u00e9 saber como superar o trauma do confinamento e restabelecer a confian\u00e7a para voltar a viver em liberdade.<\/p>\n\n\n\n
Outro dado que chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 que 36% cancelaram consultas m\u00e9dicas. \u201cIsso \u00e9 preocupante, pois pode acarretar uma segunda onda de doen\u00e7as provocadas por falta de cuidados m\u00e9dicos adiados por medo\u201d, analisa Filipe Santos, diretor da Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa de Lisboa.<\/p>\n\n\n\n O futuro se mostra sombrio para os portugueses: 46% t\u00eam medo de serem infectados, 25% receiam perder o emprego, 34% acham prov\u00e1vel perder familiar pr\u00f3ximo para o novo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n \u201cT\u00e3o cedo n\u00e3o teremos vacinas, os tratamentos com antivirais n\u00e3o t\u00eam efic\u00e1cia comprovada. Vamos ter que aprender a conviver com o v\u00edrus de forma natural e corajosa\u201d, pondera Filipe Santos<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente admite que o desconfinamento foi contido, embora o n\u00famero de mortos pela Covid-19 tenha ca\u00eddo e o de curados, crescido. A pandemia registrou 29.209 casos e 1.231 mortos em Portugal. Permanecem internadas 628 pessoas, das quais 105 em UTIs.<\/p>\n\n\n\n \u201cFalar de luz ao fim do t\u00fanel \u00e9 falar de uma realidade que os portugueses t\u00eam que conquistar por eles pr\u00f3prios\u201d, avalia o presidente Marcelo Rebelo de Sousa. A quest\u00e3o agora \u00e9 saber como superar o trauma do confinamento e restabelecer a confian\u00e7a para voltar a viver em liberdade.<\/p>\n\n\n\n
Passeios a p\u00e9 ou para fazer exerc\u00edcios foram raros. Os portugueses evitam transportes p\u00fablicos e hospitais, sentem-se mais seguros em farm\u00e1cias; 65% acham que o v\u00edrus \u00e9 perigoso ou muito perigoso.<\/p>\n\n\n\n Outro dado que chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 que 36% cancelaram consultas m\u00e9dicas. \u201cIsso \u00e9 preocupante, pois pode acarretar uma segunda onda de doen\u00e7as provocadas por falta de cuidados m\u00e9dicos adiados por medo\u201d, analisa Filipe Santos, diretor da Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa de Lisboa.<\/p>\n\n\n\n O futuro se mostra sombrio para os portugueses: 46% t\u00eam medo de serem infectados, 25% receiam perder o emprego, 34% acham prov\u00e1vel perder familiar pr\u00f3ximo para o novo coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n \u201cT\u00e3o cedo n\u00e3o teremos vacinas, os tratamentos com antivirais n\u00e3o t\u00eam efic\u00e1cia comprovada. Vamos ter que aprender a conviver com o v\u00edrus de forma natural e corajosa\u201d, pondera Filipe Santos<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente admite que o desconfinamento foi contido, embora o n\u00famero de mortos pela Covid-19 tenha ca\u00eddo e o de curados, crescido. A pandemia registrou 29.209 casos e 1.231 mortos em Portugal. Permanecem internadas 628 pessoas, das quais 105 em UTIs.<\/p>\n\n\n\n \u201cFalar de luz ao fim do t\u00fanel \u00e9 falar de uma realidade que os portugueses t\u00eam que conquistar por eles pr\u00f3prios\u201d, avalia o presidente Marcelo Rebelo de Sousa. A quest\u00e3o agora \u00e9 saber como superar o trauma do confinamento e restabelecer a confian\u00e7a para voltar a viver em liberdade.<\/p>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nPr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\nNo mais recente levantamento divulgado pelo minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o pa\u00eds registrou um total de 1.190 v\u00edtimas mortais e 28.583 casos de covid-19.<\/h4>\n\n\n\n
Pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n
\nE a partir do dia 1\u00ba de junho, o plano contempla a abertura de espa\u00e7os como cinemas, teatros, centros comerciais e grandes lojas. Tamb\u00e9m libera parcialmente o trabalho presencial nas empresas que est\u00e3o em \"home office\".<\/p>\n\n\n\n