Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n
O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n
Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo (RIFA), apresentado esta ter\u00e7a-feira na cerim\u00f3nia comemorativa do 44.\u00ba anivers\u00e1rio do Servi\u00e7o de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostra que se registou um aumento de 32,9% do n\u00famero de recusas de entrada em Portugal, aos estrangeiros que n\u00e3o reuniam as condi\u00e7\u00f5es legalmente previstas, para a sua admiss\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo (RIFA), apresentado esta ter\u00e7a-feira na cerim\u00f3nia comemorativa do 44.\u00ba anivers\u00e1rio do Servi\u00e7o de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostra que se registou um aumento de 32,9% do n\u00famero de recusas de entrada em Portugal, aos estrangeiros que n\u00e3o reuniam as condi\u00e7\u00f5es legalmente previstas, para a sua admiss\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo (RIFA), apresentado esta ter\u00e7a-feira na cerim\u00f3nia comemorativa do 44.\u00ba anivers\u00e1rio do Servi\u00e7o de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostra que se registou um aumento de 32,9% do n\u00famero de recusas de entrada em Portugal, aos estrangeiros que n\u00e3o reuniam as condi\u00e7\u00f5es legalmente previstas, para a sua admiss\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo (RIFA), apresentado esta ter\u00e7a-feira na cerim\u00f3nia comemorativa do 44.\u00ba anivers\u00e1rio do Servi\u00e7o de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostra que se registou um aumento de 32,9% do n\u00famero de recusas de entrada em Portugal, aos estrangeiros que n\u00e3o reuniam as condi\u00e7\u00f5es legalmente previstas, para a sua admiss\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cLisboa est\u00e1 a colocar em risco o Pa\u00eds\u201d, afirma o Presidente da C\u00e2mara de Ovar, que quer Cerco Sanit\u00e1rio na capital<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo (RIFA), apresentado esta ter\u00e7a-feira na cerim\u00f3nia comemorativa do 44.\u00ba anivers\u00e1rio do Servi\u00e7o de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostra que se registou um aumento de 32,9% do n\u00famero de recusas de entrada em Portugal, aos estrangeiros que n\u00e3o reuniam as condi\u00e7\u00f5es legalmente previstas, para a sua admiss\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cLisboa est\u00e1 a colocar em risco o Pa\u00eds\u201d, afirma o Presidente da C\u00e2mara de Ovar, que quer Cerco Sanit\u00e1rio na capital<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo (RIFA), apresentado esta ter\u00e7a-feira na cerim\u00f3nia comemorativa do 44.\u00ba anivers\u00e1rio do Servi\u00e7o de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostra que se registou um aumento de 32,9% do n\u00famero de recusas de entrada em Portugal, aos estrangeiros que n\u00e3o reuniam as condi\u00e7\u00f5es legalmente previstas, para a sua admiss\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cLisboa est\u00e1 a colocar em risco o Pa\u00eds\u201d, afirma o Presidente da C\u00e2mara de Ovar, que quer Cerco Sanit\u00e1rio na capital<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio de Imigra\u00e7\u00e3o, Fronteiras e Asilo (RIFA), apresentado esta ter\u00e7a-feira na cerim\u00f3nia comemorativa do 44.\u00ba anivers\u00e1rio do Servi\u00e7o de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostra que se registou um aumento de 32,9% do n\u00famero de recusas de entrada em Portugal, aos estrangeiros que n\u00e3o reuniam as condi\u00e7\u00f5es legalmente previstas, para a sua admiss\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, a maioria das recusas de entrada em Portugal ocorreu nos postos de fronteira a\u00e9rea, nomeadamente no aeroporto de Lisboa, onde se registaram 4.823 recusas de entrada (96,6%).<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma que cerca de 79,4% das recusas de entrada, vem de cidad\u00e3os brasileiros (3.965), seguido de Angola (202), Guin\u00e9-Bissau (72) e Senegal (54).<\/p>\n\n\n\n O SEF explica que as principais raz\u00f5es para a recusa da entrada em Portugal s\u00e3o a aus\u00eancia de um visto adequado ou visto caducado e a falta de um motivo que justifique a entrada no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n O relat\u00f3rio afirma tamb\u00e9m que o SEF registou um aumento de 14% em 2019 na dete\u00e7\u00e3o de fraude documental, comaprado a 2018, totalizando 686 documentos de identidade, viagem e resid\u00eancia fraudulentos.<\/p>\n\n\n\n Segundo o SEF, o tipo de documento mais utilizado de forma fraudulenta foi o passaporte comum (402), registando um aumento de 8,4%, seguido das carteiras de Identidade (156) e T\u00edtulos de Resid\u00eancia (75).<\/p>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n O crescimento de casos na p\u00f3s-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente s\u00e3o esnobados. Alguns pa\u00edses europeus, como o Reino Unido e \u00c1ustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigat\u00f3ria de 14 dias. Finl\u00e2ndia e Dinamarca, por sua vez, j\u00e1 exclu\u00edram os portugueses da lista dos que est\u00e3o isentos das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n O crescimento de casos na p\u00f3s-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente s\u00e3o esnobados. Alguns pa\u00edses europeus, como o Reino Unido e \u00c1ustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigat\u00f3ria de 14 dias. Finl\u00e2ndia e Dinamarca, por sua vez, j\u00e1 exclu\u00edram os portugueses da lista dos que est\u00e3o isentos das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n Modelo exemplar pela organiza\u00e7\u00e3o e pelas medidas eficazes verificadas enquanto os vizinhos eram atingidos em cheio pelo novo coronav\u00edrus, Portugal registrou 40 mil infectados pela Covid-19 e 1.543 mortos. Agora, a taxa de cont\u00e1gio s\u00f3 \u00e9 superada na Europa pela Su\u00e9cia, que passou ao largo do distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n O crescimento de casos na p\u00f3s-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente s\u00e3o esnobados. Alguns pa\u00edses europeus, como o Reino Unido e \u00c1ustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigat\u00f3ria de 14 dias. Finl\u00e2ndia e Dinamarca, por sua vez, j\u00e1 exclu\u00edram os portugueses da lista dos que est\u00e3o isentos das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n Pela primeira vez, o Porto e cidades do Norte do pa\u00eds cancelaram os tradicionais festejos de S\u00e3o Jo\u00e3o: n\u00e3o houve m\u00fasica, queima de fogos de artif\u00edcio, barraquinhas de comida e bebida \u2014 tudo que remetesse \u00e0 aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas.<\/p>\n\n\n\n Modelo exemplar pela organiza\u00e7\u00e3o e pelas medidas eficazes verificadas enquanto os vizinhos eram atingidos em cheio pelo novo coronav\u00edrus, Portugal registrou 40 mil infectados pela Covid-19 e 1.543 mortos. Agora, a taxa de cont\u00e1gio s\u00f3 \u00e9 superada na Europa pela Su\u00e9cia, que passou ao largo do distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n O crescimento de casos na p\u00f3s-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente s\u00e3o esnobados. Alguns pa\u00edses europeus, como o Reino Unido e \u00c1ustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigat\u00f3ria de 14 dias. Finl\u00e2ndia e Dinamarca, por sua vez, j\u00e1 exclu\u00edram os portugueses da lista dos que est\u00e3o isentos das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n Pela primeira vez, o Porto e cidades do Norte do pa\u00eds cancelaram os tradicionais festejos de S\u00e3o Jo\u00e3o: n\u00e3o houve m\u00fasica, queima de fogos de artif\u00edcio, barraquinhas de comida e bebida \u2014 tudo que remetesse \u00e0 aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas.<\/p>\n\n\n\n Modelo exemplar pela organiza\u00e7\u00e3o e pelas medidas eficazes verificadas enquanto os vizinhos eram atingidos em cheio pelo novo coronav\u00edrus, Portugal registrou 40 mil infectados pela Covid-19 e 1.543 mortos. Agora, a taxa de cont\u00e1gio s\u00f3 \u00e9 superada na Europa pela Su\u00e9cia, que passou ao largo do distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n O crescimento de casos na p\u00f3s-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente s\u00e3o esnobados. Alguns pa\u00edses europeus, como o Reino Unido e \u00c1ustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigat\u00f3ria de 14 dias. Finl\u00e2ndia e Dinamarca, por sua vez, j\u00e1 exclu\u00edram os portugueses da lista dos que est\u00e3o isentos das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n Os jovens s\u00e3o o principal alvo das novas restri\u00e7\u00f5es. Festas clandestinas disseminaram novos focos de infec\u00e7\u00e3o. No Algarve, uma comemora\u00e7\u00e3o para cem pessoas contaminou 76; em Gr\u00e2ndola, nos arredores de Lisboa, pelo menos 20 adolescentes adoeceram num acampamento. A onda de calor encheu praias e parques.<\/p>\n\n\n\n Pela primeira vez, o Porto e cidades do Norte do pa\u00eds cancelaram os tradicionais festejos de S\u00e3o Jo\u00e3o: n\u00e3o houve m\u00fasica, queima de fogos de artif\u00edcio, barraquinhas de comida e bebida \u2014 tudo que remetesse \u00e0 aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas.<\/p>\n\n\n\n Modelo exemplar pela organiza\u00e7\u00e3o e pelas medidas eficazes verificadas enquanto os vizinhos eram atingidos em cheio pelo novo coronav\u00edrus, Portugal registrou 40 mil infectados pela Covid-19 e 1.543 mortos. Agora, a taxa de cont\u00e1gio s\u00f3 \u00e9 superada na Europa pela Su\u00e9cia, que passou ao largo do distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n O crescimento de casos na p\u00f3s-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente s\u00e3o esnobados. Alguns pa\u00edses europeus, como o Reino Unido e \u00c1ustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigat\u00f3ria de 14 dias. Finl\u00e2ndia e Dinamarca, por sua vez, j\u00e1 exclu\u00edram os portugueses da lista dos que est\u00e3o isentos das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n O governo se viu obrigado a recuar e antecipar o hor\u00e1rio de fechamento de lojas para as 20h, proibir a venda de bebidas alco\u00f3licas a partir desse hor\u00e1rio e a limitar as reuni\u00f5es ao m\u00e1ximo de dez pessoas, metade do que estava permitido.<\/p>\n\n\n\n Os jovens s\u00e3o o principal alvo das novas restri\u00e7\u00f5es. Festas clandestinas disseminaram novos focos de infec\u00e7\u00e3o. No Algarve, uma comemora\u00e7\u00e3o para cem pessoas contaminou 76; em Gr\u00e2ndola, nos arredores de Lisboa, pelo menos 20 adolescentes adoeceram num acampamento. A onda de calor encheu praias e parques.<\/p>\n\n\n\n Pela primeira vez, o Porto e cidades do Norte do pa\u00eds cancelaram os tradicionais festejos de S\u00e3o Jo\u00e3o: n\u00e3o houve m\u00fasica, queima de fogos de artif\u00edcio, barraquinhas de comida e bebida \u2014 tudo que remetesse \u00e0 aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas.<\/p>\n\n\n\n Modelo exemplar pela organiza\u00e7\u00e3o e pelas medidas eficazes verificadas enquanto os vizinhos eram atingidos em cheio pelo novo coronav\u00edrus, Portugal registrou 40 mil infectados pela Covid-19 e 1.543 mortos. Agora, a taxa de cont\u00e1gio s\u00f3 \u00e9 superada na Europa pela Su\u00e9cia, que passou ao largo do distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n O crescimento de casos na p\u00f3s-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente s\u00e3o esnobados. Alguns pa\u00edses europeus, como o Reino Unido e \u00c1ustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigat\u00f3ria de 14 dias. Finl\u00e2ndia e Dinamarca, por sua vez, j\u00e1 exclu\u00edram os portugueses da lista dos que est\u00e3o isentos das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n Os portugueses relutaram a sair da quarentena como se pressentissem que o bom desempenho do pa\u00eds durante a pandemia pudesse sair do controle. Foi o que aconteceu. No per\u00edodo entre 21 de maio e 21 de junho, o pa\u00eds registrou 9.200 novos casos.<\/p>\n\n\n\n O governo se viu obrigado a recuar e antecipar o hor\u00e1rio de fechamento de lojas para as 20h, proibir a venda de bebidas alco\u00f3licas a partir desse hor\u00e1rio e a limitar as reuni\u00f5es ao m\u00e1ximo de dez pessoas, metade do que estava permitido.<\/p>\n\n\n\n Os jovens s\u00e3o o principal alvo das novas restri\u00e7\u00f5es. Festas clandestinas disseminaram novos focos de infec\u00e7\u00e3o. No Algarve, uma comemora\u00e7\u00e3o para cem pessoas contaminou 76; em Gr\u00e2ndola, nos arredores de Lisboa, pelo menos 20 adolescentes adoeceram num acampamento. A onda de calor encheu praias e parques.<\/p>\n\n\n\n Pela primeira vez, o Porto e cidades do Norte do pa\u00eds cancelaram os tradicionais festejos de S\u00e3o Jo\u00e3o: n\u00e3o houve m\u00fasica, queima de fogos de artif\u00edcio, barraquinhas de comida e bebida \u2014 tudo que remetesse \u00e0 aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas.<\/p>\n\n\n\n Modelo exemplar pela organiza\u00e7\u00e3o e pelas medidas eficazes verificadas enquanto os vizinhos eram atingidos em cheio pelo novo coronav\u00edrus, Portugal registrou 40 mil infectados pela Covid-19 e 1.543 mortos. Agora, a taxa de cont\u00e1gio s\u00f3 \u00e9 superada na Europa pela Su\u00e9cia, que passou ao largo do distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n O crescimento de casos na p\u00f3s-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente s\u00e3o esnobados. Alguns pa\u00edses europeus, como o Reino Unido e \u00c1ustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigat\u00f3ria de 14 dias. Finl\u00e2ndia e Dinamarca, por sua vez, j\u00e1 exclu\u00edram os portugueses da lista dos que est\u00e3o isentos das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n Os portugueses relutaram a sair da quarentena como se pressentissem que o bom desempenho do pa\u00eds durante a pandemia pudesse sair do controle. Foi o que aconteceu. No per\u00edodo entre 21 de maio e 21 de junho, o pa\u00eds registrou 9.200 novos casos.<\/p>\n\n\n\n O governo se viu obrigado a recuar e antecipar o hor\u00e1rio de fechamento de lojas para as 20h, proibir a venda de bebidas alco\u00f3licas a partir desse hor\u00e1rio e a limitar as reuni\u00f5es ao m\u00e1ximo de dez pessoas, metade do que estava permitido.<\/p>\n\n\n\n Os jovens s\u00e3o o principal alvo das novas restri\u00e7\u00f5es. Festas clandestinas disseminaram novos focos de infec\u00e7\u00e3o. No Algarve, uma comemora\u00e7\u00e3o para cem pessoas contaminou 76; em Gr\u00e2ndola, nos arredores de Lisboa, pelo menos 20 adolescentes adoeceram num acampamento. A onda de calor encheu praias e parques.<\/p>\n\n\n\n Pela primeira vez, o Porto e cidades do Norte do pa\u00eds cancelaram os tradicionais festejos de S\u00e3o Jo\u00e3o: n\u00e3o houve m\u00fasica, queima de fogos de artif\u00edcio, barraquinhas de comida e bebida \u2014 tudo que remetesse \u00e0 aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas.<\/p>\n\n\n\n Modelo exemplar pela organiza\u00e7\u00e3o e pelas medidas eficazes verificadas enquanto os vizinhos eram atingidos em cheio pelo novo coronav\u00edrus, Portugal registrou 40 mil infectados pela Covid-19 e 1.543 mortos. Agora, a taxa de cont\u00e1gio s\u00f3 \u00e9 superada na Europa pela Su\u00e9cia, que passou ao largo do distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n O crescimento de casos na p\u00f3s-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente s\u00e3o esnobados. Alguns pa\u00edses europeus, como o Reino Unido e \u00c1ustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigat\u00f3ria de 14 dias. Finl\u00e2ndia e Dinamarca, por sua vez, j\u00e1 exclu\u00edram os portugueses da lista dos que est\u00e3o isentos das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n Os portugueses relutaram a sair da quarentena como se pressentissem que o bom desempenho do pa\u00eds durante a pandemia pudesse sair do controle. Foi o que aconteceu. No per\u00edodo entre 21 de maio e 21 de junho, o pa\u00eds registrou 9.200 novos casos.<\/p>\n\n\n\n O governo se viu obrigado a recuar e antecipar o hor\u00e1rio de fechamento de lojas para as 20h, proibir a venda de bebidas alco\u00f3licas a partir desse hor\u00e1rio e a limitar as reuni\u00f5es ao m\u00e1ximo de dez pessoas, metade do que estava permitido.<\/p>\n\n\n\n Os jovens s\u00e3o o principal alvo das novas restri\u00e7\u00f5es. Festas clandestinas disseminaram novos focos de infec\u00e7\u00e3o. No Algarve, uma comemora\u00e7\u00e3o para cem pessoas contaminou 76; em Gr\u00e2ndola, nos arredores de Lisboa, pelo menos 20 adolescentes adoeceram num acampamento. A onda de calor encheu praias e parques.<\/p>\n\n\n\n Pela primeira vez, o Porto e cidades do Norte do pa\u00eds cancelaram os tradicionais festejos de S\u00e3o Jo\u00e3o: n\u00e3o houve m\u00fasica, queima de fogos de artif\u00edcio, barraquinhas de comida e bebida \u2014 tudo que remetesse \u00e0 aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas.<\/p>\n\n\n\n Modelo exemplar pela organiza\u00e7\u00e3o e pelas medidas eficazes verificadas enquanto os vizinhos eram atingidos em cheio pelo novo coronav\u00edrus, Portugal registrou 40 mil infectados pela Covid-19 e 1.543 mortos. Agora, a taxa de cont\u00e1gio s\u00f3 \u00e9 superada na Europa pela Su\u00e9cia, que passou ao largo do distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n O crescimento de casos na p\u00f3s-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente s\u00e3o esnobados. Alguns pa\u00edses europeus, como o Reino Unido e \u00c1ustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigat\u00f3ria de 14 dias. Finl\u00e2ndia e Dinamarca, por sua vez, j\u00e1 exclu\u00edram os portugueses da lista dos que est\u00e3o isentos das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n Os portugueses relutaram a sair da quarentena como se pressentissem que o bom desempenho do pa\u00eds durante a pandemia pudesse sair do controle. Foi o que aconteceu. No per\u00edodo entre 21 de maio e 21 de junho, o pa\u00eds registrou 9.200 novos casos.<\/p>\n\n\n\n O governo se viu obrigado a recuar e antecipar o hor\u00e1rio de fechamento de lojas para as 20h, proibir a venda de bebidas alco\u00f3licas a partir desse hor\u00e1rio e a limitar as reuni\u00f5es ao m\u00e1ximo de dez pessoas, metade do que estava permitido.<\/p>\n\n\n\n Os jovens s\u00e3o o principal alvo das novas restri\u00e7\u00f5es. Festas clandestinas disseminaram novos focos de infec\u00e7\u00e3o. No Algarve, uma comemora\u00e7\u00e3o para cem pessoas contaminou 76; em Gr\u00e2ndola, nos arredores de Lisboa, pelo menos 20 adolescentes adoeceram num acampamento. A onda de calor encheu praias e parques.<\/p>\n\n\n\n Pela primeira vez, o Porto e cidades do Norte do pa\u00eds cancelaram os tradicionais festejos de S\u00e3o Jo\u00e3o: n\u00e3o houve m\u00fasica, queima de fogos de artif\u00edcio, barraquinhas de comida e bebida \u2014 tudo que remetesse \u00e0 aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas.<\/p>\n\n\n\n Modelo exemplar pela organiza\u00e7\u00e3o e pelas medidas eficazes verificadas enquanto os vizinhos eram atingidos em cheio pelo novo coronav\u00edrus, Portugal registrou 40 mil infectados pela Covid-19 e 1.543 mortos. Agora, a taxa de cont\u00e1gio s\u00f3 \u00e9 superada na Europa pela Su\u00e9cia, que passou ao largo do distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n O crescimento de casos na p\u00f3s-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente s\u00e3o esnobados. Alguns pa\u00edses europeus, como o Reino Unido e \u00c1ustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigat\u00f3ria de 14 dias. Finl\u00e2ndia e Dinamarca, por sua vez, j\u00e1 exclu\u00edram os portugueses da lista dos que est\u00e3o isentos das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cLisboa est\u00e1 a colocar em risco o Pa\u00eds\u201d, afirma o Presidente da C\u00e2mara de Ovar, que quer Cerco Sanit\u00e1rio na capital<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n Os portugueses relutaram a sair da quarentena como se pressentissem que o bom desempenho do pa\u00eds durante a pandemia pudesse sair do controle. Foi o que aconteceu. No per\u00edodo entre 21 de maio e 21 de junho, o pa\u00eds registrou 9.200 novos casos.<\/p>\n\n\n\n O governo se viu obrigado a recuar e antecipar o hor\u00e1rio de fechamento de lojas para as 20h, proibir a venda de bebidas alco\u00f3licas a partir desse hor\u00e1rio e a limitar as reuni\u00f5es ao m\u00e1ximo de dez pessoas, metade do que estava permitido.<\/p>\n\n\n\n Os jovens s\u00e3o o principal alvo das novas restri\u00e7\u00f5es. Festas clandestinas disseminaram novos focos de infec\u00e7\u00e3o. No Algarve, uma comemora\u00e7\u00e3o para cem pessoas contaminou 76; em Gr\u00e2ndola, nos arredores de Lisboa, pelo menos 20 adolescentes adoeceram num acampamento. A onda de calor encheu praias e parques.<\/p>\n\n\n\n Pela primeira vez, o Porto e cidades do Norte do pa\u00eds cancelaram os tradicionais festejos de S\u00e3o Jo\u00e3o: n\u00e3o houve m\u00fasica, queima de fogos de artif\u00edcio, barraquinhas de comida e bebida \u2014 tudo que remetesse \u00e0 aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas.<\/p>\n\n\n\n Modelo exemplar pela organiza\u00e7\u00e3o e pelas medidas eficazes verificadas enquanto os vizinhos eram atingidos em cheio pelo novo coronav\u00edrus, Portugal registrou 40 mil infectados pela Covid-19 e 1.543 mortos. Agora, a taxa de cont\u00e1gio s\u00f3 \u00e9 superada na Europa pela Su\u00e9cia, que passou ao largo do distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n O crescimento de casos na p\u00f3s-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente s\u00e3o esnobados. Alguns pa\u00edses europeus, como o Reino Unido e \u00c1ustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigat\u00f3ria de 14 dias. Finl\u00e2ndia e Dinamarca, por sua vez, j\u00e1 exclu\u00edram os portugueses da lista dos que est\u00e3o isentos das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cLisboa est\u00e1 a colocar em risco o Pa\u00eds\u201d, afirma o Presidente da C\u00e2mara de Ovar, que quer Cerco Sanit\u00e1rio na capital<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Europa vai proibir entrada de brasileiros por descontrole da covid-19<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n Os portugueses relutaram a sair da quarentena como se pressentissem que o bom desempenho do pa\u00eds durante a pandemia pudesse sair do controle. Foi o que aconteceu. No per\u00edodo entre 21 de maio e 21 de junho, o pa\u00eds registrou 9.200 novos casos.<\/p>\n\n\n\n O governo se viu obrigado a recuar e antecipar o hor\u00e1rio de fechamento de lojas para as 20h, proibir a venda de bebidas alco\u00f3licas a partir desse hor\u00e1rio e a limitar as reuni\u00f5es ao m\u00e1ximo de dez pessoas, metade do que estava permitido.<\/p>\n\n\n\n Os jovens s\u00e3o o principal alvo das novas restri\u00e7\u00f5es. Festas clandestinas disseminaram novos focos de infec\u00e7\u00e3o. No Algarve, uma comemora\u00e7\u00e3o para cem pessoas contaminou 76; em Gr\u00e2ndola, nos arredores de Lisboa, pelo menos 20 adolescentes adoeceram num acampamento. A onda de calor encheu praias e parques.<\/p>\n\n\n\n Pela primeira vez, o Porto e cidades do Norte do pa\u00eds cancelaram os tradicionais festejos de S\u00e3o Jo\u00e3o: n\u00e3o houve m\u00fasica, queima de fogos de artif\u00edcio, barraquinhas de comida e bebida \u2014 tudo que remetesse \u00e0 aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas.<\/p>\n\n\n\n Modelo exemplar pela organiza\u00e7\u00e3o e pelas medidas eficazes verificadas enquanto os vizinhos eram atingidos em cheio pelo novo coronav\u00edrus, Portugal registrou 40 mil infectados pela Covid-19 e 1.543 mortos. Agora, a taxa de cont\u00e1gio s\u00f3 \u00e9 superada na Europa pela Su\u00e9cia, que passou ao largo do distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n O crescimento de casos na p\u00f3s-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente s\u00e3o esnobados. Alguns pa\u00edses europeus, como o Reino Unido e \u00c1ustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigat\u00f3ria de 14 dias. Finl\u00e2ndia e Dinamarca, por sua vez, j\u00e1 exclu\u00edram os portugueses da lista dos que est\u00e3o isentos das restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n A regi\u00e3o da Grande Lisboa e Vale do Tejo \u00e9 a mais afetada pelo ressurgimento da doen\u00e7a e concentra 80% do pico recente \u2014 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o pa\u00eds. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 descontrolada, mas pode ser revertida.<\/p>\n\n\n\n \"O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta\", analisou \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos e afasta o cen\u00e1rio de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo \u00e9 que Portugal mostrou que ainda est\u00e1 longe livrar-se da Covid-19.<\/p>\n\n\n\nQuase cinco mil estrangeiros foram impedidos de entrar em Portugal no ano passado, um aumento 32,9% em rela\u00e7\u00e3o a 2018. A maioria das recusas incidiram sobre brasileiros, revelou o relat\u00f3rio do SEF, publicado nesta ter\u00e7a-feira.<\/h4>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n\n\n\n
Quase cinco mil estrangeiros foram impedidos de entrar em Portugal no ano passado, um aumento 32,9% em rela\u00e7\u00e3o a 2018. A maioria das recusas incidiram sobre brasileiros, revelou o relat\u00f3rio do SEF, publicado nesta ter\u00e7a-feira.<\/h4>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n\n\n\n
Pa\u00eds reverte medidas de relaxamento e foca nas restri\u00e7\u00f5es aos jovens para conter nova propaga\u00e7\u00e3o do novo coronav\u00edrus.<\/h4>\n\n\n\n
<\/a><\/figure>\n\n\n\n