\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/9Ja5X-fIXaw\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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\u201cN\u00f3s esperamos que, nesta segunda fase de desconfinamento, a tend\u00eancia se mantenha. E ela manter-se-\u00e1 se todos n\u00f3s respeitarmos as regras de higiene, em particular das m\u00e3os\u201d, afirma Ant\u00f3nio Costa, primeiro-ministro de Portugal.<\/p>\n\n\n\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/9Ja5X-fIXaw\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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\u201cVejo as pessoas com m\u00e1scaras, as pessoas tentam evitar ficar encostadas umas nas outras\u201d, conta M\u00e9rcia Medeiros, empregada dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n

\u201cN\u00f3s esperamos que, nesta segunda fase de desconfinamento, a tend\u00eancia se mantenha. E ela manter-se-\u00e1 se todos n\u00f3s respeitarmos as regras de higiene, em particular das m\u00e3os\u201d, afirma Ant\u00f3nio Costa, primeiro-ministro de Portugal.<\/p>\n\n\n\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/9Ja5X-fIXaw\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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\u201cPelo que eu vi, est\u00e3o todos prevenidos, todos mantendo o padr\u00e3o, como tem que ser\u201d, diz a gar\u00e7onete Nice Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n

\u201cVejo as pessoas com m\u00e1scaras, as pessoas tentam evitar ficar encostadas umas nas outras\u201d, conta M\u00e9rcia Medeiros, empregada dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n

\u201cN\u00f3s esperamos que, nesta segunda fase de desconfinamento, a tend\u00eancia se mantenha. E ela manter-se-\u00e1 se todos n\u00f3s respeitarmos as regras de higiene, em particular das m\u00e3os\u201d, afirma Ant\u00f3nio Costa, primeiro-ministro de Portugal.<\/p>\n\n\n\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/9Ja5X-fIXaw\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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A an\u00e1lise dos primeiros 15 dias de reabertura em Portugal \u00e9 otimista. O movimento nas ruas aumentou apenas 2% e as autoridades de sa\u00fade n\u00e3o observaram impacto na curva de evolu\u00e7\u00e3o da pandemia. Os n\u00fameros di\u00e1rios de novos casos e de mortes continuam caindo.<\/p>\n\n\n\n

\u201cPelo que eu vi, est\u00e3o todos prevenidos, todos mantendo o padr\u00e3o, como tem que ser\u201d, diz a gar\u00e7onete Nice Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n

\u201cVejo as pessoas com m\u00e1scaras, as pessoas tentam evitar ficar encostadas umas nas outras\u201d, conta M\u00e9rcia Medeiros, empregada dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n

\u201cN\u00f3s esperamos que, nesta segunda fase de desconfinamento, a tend\u00eancia se mantenha. E ela manter-se-\u00e1 se todos n\u00f3s respeitarmos as regras de higiene, em particular das m\u00e3os\u201d, afirma Ant\u00f3nio Costa, primeiro-ministro de Portugal.<\/p>\n\n\n\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/9Ja5X-fIXaw\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Depois de dois meses, as confeitarias que vendem o tradicional pastel de Bel\u00e9m finalmente puderam reabrir. O movimento ainda \u00e9 t\u00edmido, mas, aos poucos, a vida no pa\u00eds come\u00e7a vai voltando \u00e0 normalidade - ou melhor, a uma nova realidade.<\/p>\n\n\n\n

A an\u00e1lise dos primeiros 15 dias de reabertura em Portugal \u00e9 otimista. O movimento nas ruas aumentou apenas 2% e as autoridades de sa\u00fade n\u00e3o observaram impacto na curva de evolu\u00e7\u00e3o da pandemia. Os n\u00fameros di\u00e1rios de novos casos e de mortes continuam caindo.<\/p>\n\n\n\n

\u201cPelo que eu vi, est\u00e3o todos prevenidos, todos mantendo o padr\u00e3o, como tem que ser\u201d, diz a gar\u00e7onete Nice Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n

\u201cVejo as pessoas com m\u00e1scaras, as pessoas tentam evitar ficar encostadas umas nas outras\u201d, conta M\u00e9rcia Medeiros, empregada dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n

\u201cN\u00f3s esperamos que, nesta segunda fase de desconfinamento, a tend\u00eancia se mantenha. E ela manter-se-\u00e1 se todos n\u00f3s respeitarmos as regras de higiene, em particular das m\u00e3os\u201d, afirma Ant\u00f3nio Costa, primeiro-ministro de Portugal.<\/p>\n\n\n\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

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Os estudantes do ensino m\u00e9dio retornaram \u00e0s salas de aula, mas com uma s\u00e9rie de medidas de higiene. Lojas de rua, caf\u00e9s, restaurantes, parques e museus tamb\u00e9m voltaram a funcionar, todos com capacidade reduzida.<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, as confeitarias que vendem o tradicional pastel de Bel\u00e9m finalmente puderam reabrir. O movimento ainda \u00e9 t\u00edmido, mas, aos poucos, a vida no pa\u00eds come\u00e7a vai voltando \u00e0 normalidade - ou melhor, a uma nova realidade.<\/p>\n\n\n\n

A an\u00e1lise dos primeiros 15 dias de reabertura em Portugal \u00e9 otimista. O movimento nas ruas aumentou apenas 2% e as autoridades de sa\u00fade n\u00e3o observaram impacto na curva de evolu\u00e7\u00e3o da pandemia. Os n\u00fameros di\u00e1rios de novos casos e de mortes continuam caindo.<\/p>\n\n\n\n

\u201cPelo que eu vi, est\u00e3o todos prevenidos, todos mantendo o padr\u00e3o, como tem que ser\u201d, diz a gar\u00e7onete Nice Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n

\u201cVejo as pessoas com m\u00e1scaras, as pessoas tentam evitar ficar encostadas umas nas outras\u201d, conta M\u00e9rcia Medeiros, empregada dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n

\u201cN\u00f3s esperamos que, nesta segunda fase de desconfinamento, a tend\u00eancia se mantenha. E ela manter-se-\u00e1 se todos n\u00f3s respeitarmos as regras de higiene, em particular das m\u00e3os\u201d, afirma Ant\u00f3nio Costa, primeiro-ministro de Portugal.<\/p>\n\n\n\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/9Ja5X-fIXaw\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, Portugal come\u00e7ou a segunda fase da reabertura econ\u00f4mica. O pa\u00eds \u00e9 considerado um exemplo no combate \u00e0 pandemia.<\/p>\n\n\n\n

Os estudantes do ensino m\u00e9dio retornaram \u00e0s salas de aula, mas com uma s\u00e9rie de medidas de higiene. Lojas de rua, caf\u00e9s, restaurantes, parques e museus tamb\u00e9m voltaram a funcionar, todos com capacidade reduzida.<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, as confeitarias que vendem o tradicional pastel de Bel\u00e9m finalmente puderam reabrir. O movimento ainda \u00e9 t\u00edmido, mas, aos poucos, a vida no pa\u00eds come\u00e7a vai voltando \u00e0 normalidade - ou melhor, a uma nova realidade.<\/p>\n\n\n\n

A an\u00e1lise dos primeiros 15 dias de reabertura em Portugal \u00e9 otimista. O movimento nas ruas aumentou apenas 2% e as autoridades de sa\u00fade n\u00e3o observaram impacto na curva de evolu\u00e7\u00e3o da pandemia. Os n\u00fameros di\u00e1rios de novos casos e de mortes continuam caindo.<\/p>\n\n\n\n

\u201cPelo que eu vi, est\u00e3o todos prevenidos, todos mantendo o padr\u00e3o, como tem que ser\u201d, diz a gar\u00e7onete Nice Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n

\u201cVejo as pessoas com m\u00e1scaras, as pessoas tentam evitar ficar encostadas umas nas outras\u201d, conta M\u00e9rcia Medeiros, empregada dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n

\u201cN\u00f3s esperamos que, nesta segunda fase de desconfinamento, a tend\u00eancia se mantenha. E ela manter-se-\u00e1 se todos n\u00f3s respeitarmos as regras de higiene, em particular das m\u00e3os\u201d, afirma Ant\u00f3nio Costa, primeiro-ministro de Portugal.<\/p>\n\n\n\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/9Ja5X-fIXaw\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Portugal alivia medidas em momentos diferentes: a 4 de maio, 18 de maio e 1 de junho. (Foto-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, Portugal come\u00e7ou a segunda fase da reabertura econ\u00f4mica. O pa\u00eds \u00e9 considerado um exemplo no combate \u00e0 pandemia.<\/p>\n\n\n\n

Os estudantes do ensino m\u00e9dio retornaram \u00e0s salas de aula, mas com uma s\u00e9rie de medidas de higiene. Lojas de rua, caf\u00e9s, restaurantes, parques e museus tamb\u00e9m voltaram a funcionar, todos com capacidade reduzida.<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, as confeitarias que vendem o tradicional pastel de Bel\u00e9m finalmente puderam reabrir. O movimento ainda \u00e9 t\u00edmido, mas, aos poucos, a vida no pa\u00eds come\u00e7a vai voltando \u00e0 normalidade - ou melhor, a uma nova realidade.<\/p>\n\n\n\n

A an\u00e1lise dos primeiros 15 dias de reabertura em Portugal \u00e9 otimista. O movimento nas ruas aumentou apenas 2% e as autoridades de sa\u00fade n\u00e3o observaram impacto na curva de evolu\u00e7\u00e3o da pandemia. Os n\u00fameros di\u00e1rios de novos casos e de mortes continuam caindo.<\/p>\n\n\n\n

\u201cPelo que eu vi, est\u00e3o todos prevenidos, todos mantendo o padr\u00e3o, como tem que ser\u201d, diz a gar\u00e7onete Nice Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n

\u201cVejo as pessoas com m\u00e1scaras, as pessoas tentam evitar ficar encostadas umas nas outras\u201d, conta M\u00e9rcia Medeiros, empregada dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n

\u201cN\u00f3s esperamos que, nesta segunda fase de desconfinamento, a tend\u00eancia se mantenha. E ela manter-se-\u00e1 se todos n\u00f3s respeitarmos as regras de higiene, em particular das m\u00e3os\u201d, afirma Ant\u00f3nio Costa, primeiro-ministro de Portugal.<\/p>\n\n\n\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/9Ja5X-fIXaw\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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LEIA TAMB\u00c9M: Crise do coronav\u00edrus agrava adversidades de imigrantes brasileiros em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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Portugal alivia medidas em momentos diferentes: a 4 de maio, 18 de maio e 1 de junho. (Foto-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, Portugal come\u00e7ou a segunda fase da reabertura econ\u00f4mica. O pa\u00eds \u00e9 considerado um exemplo no combate \u00e0 pandemia.<\/p>\n\n\n\n

Os estudantes do ensino m\u00e9dio retornaram \u00e0s salas de aula, mas com uma s\u00e9rie de medidas de higiene. Lojas de rua, caf\u00e9s, restaurantes, parques e museus tamb\u00e9m voltaram a funcionar, todos com capacidade reduzida.<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, as confeitarias que vendem o tradicional pastel de Bel\u00e9m finalmente puderam reabrir. O movimento ainda \u00e9 t\u00edmido, mas, aos poucos, a vida no pa\u00eds come\u00e7a vai voltando \u00e0 normalidade - ou melhor, a uma nova realidade.<\/p>\n\n\n\n

A an\u00e1lise dos primeiros 15 dias de reabertura em Portugal \u00e9 otimista. O movimento nas ruas aumentou apenas 2% e as autoridades de sa\u00fade n\u00e3o observaram impacto na curva de evolu\u00e7\u00e3o da pandemia. Os n\u00fameros di\u00e1rios de novos casos e de mortes continuam caindo.<\/p>\n\n\n\n

\u201cPelo que eu vi, est\u00e3o todos prevenidos, todos mantendo o padr\u00e3o, como tem que ser\u201d, diz a gar\u00e7onete Nice Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n

\u201cVejo as pessoas com m\u00e1scaras, as pessoas tentam evitar ficar encostadas umas nas outras\u201d, conta M\u00e9rcia Medeiros, empregada dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n

\u201cN\u00f3s esperamos que, nesta segunda fase de desconfinamento, a tend\u00eancia se mantenha. E ela manter-se-\u00e1 se todos n\u00f3s respeitarmos as regras de higiene, em particular das m\u00e3os\u201d, afirma Ant\u00f3nio Costa, primeiro-ministro de Portugal.<\/p>\n\n\n\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

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Portugal alivia medidas em momentos diferentes: a 4 de maio, 18 de maio e 1 de junho. (Foto-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, Portugal come\u00e7ou a segunda fase da reabertura econ\u00f4mica. O pa\u00eds \u00e9 considerado um exemplo no combate \u00e0 pandemia.<\/p>\n\n\n\n

Os estudantes do ensino m\u00e9dio retornaram \u00e0s salas de aula, mas com uma s\u00e9rie de medidas de higiene. Lojas de rua, caf\u00e9s, restaurantes, parques e museus tamb\u00e9m voltaram a funcionar, todos com capacidade reduzida.<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, as confeitarias que vendem o tradicional pastel de Bel\u00e9m finalmente puderam reabrir. O movimento ainda \u00e9 t\u00edmido, mas, aos poucos, a vida no pa\u00eds come\u00e7a vai voltando \u00e0 normalidade - ou melhor, a uma nova realidade.<\/p>\n\n\n\n

A an\u00e1lise dos primeiros 15 dias de reabertura em Portugal \u00e9 otimista. O movimento nas ruas aumentou apenas 2% e as autoridades de sa\u00fade n\u00e3o observaram impacto na curva de evolu\u00e7\u00e3o da pandemia. Os n\u00fameros di\u00e1rios de novos casos e de mortes continuam caindo.<\/p>\n\n\n\n

\u201cPelo que eu vi, est\u00e3o todos prevenidos, todos mantendo o padr\u00e3o, como tem que ser\u201d, diz a gar\u00e7onete Nice Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n

\u201cVejo as pessoas com m\u00e1scaras, as pessoas tentam evitar ficar encostadas umas nas outras\u201d, conta M\u00e9rcia Medeiros, empregada dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n

\u201cN\u00f3s esperamos que, nesta segunda fase de desconfinamento, a tend\u00eancia se mantenha. E ela manter-se-\u00e1 se todos n\u00f3s respeitarmos as regras de higiene, em particular das m\u00e3os\u201d, afirma Ant\u00f3nio Costa, primeiro-ministro de Portugal.<\/p>\n\n\n\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

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Portugal alivia medidas em momentos diferentes: a 4 de maio, 18 de maio e 1 de junho. (Foto-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, Portugal come\u00e7ou a segunda fase da reabertura econ\u00f4mica. O pa\u00eds \u00e9 considerado um exemplo no combate \u00e0 pandemia.<\/p>\n\n\n\n

Os estudantes do ensino m\u00e9dio retornaram \u00e0s salas de aula, mas com uma s\u00e9rie de medidas de higiene. Lojas de rua, caf\u00e9s, restaurantes, parques e museus tamb\u00e9m voltaram a funcionar, todos com capacidade reduzida.<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, as confeitarias que vendem o tradicional pastel de Bel\u00e9m finalmente puderam reabrir. O movimento ainda \u00e9 t\u00edmido, mas, aos poucos, a vida no pa\u00eds come\u00e7a vai voltando \u00e0 normalidade - ou melhor, a uma nova realidade.<\/p>\n\n\n\n

A an\u00e1lise dos primeiros 15 dias de reabertura em Portugal \u00e9 otimista. O movimento nas ruas aumentou apenas 2% e as autoridades de sa\u00fade n\u00e3o observaram impacto na curva de evolu\u00e7\u00e3o da pandemia. Os n\u00fameros di\u00e1rios de novos casos e de mortes continuam caindo.<\/p>\n\n\n\n

\u201cPelo que eu vi, est\u00e3o todos prevenidos, todos mantendo o padr\u00e3o, como tem que ser\u201d, diz a gar\u00e7onete Nice Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n

\u201cVejo as pessoas com m\u00e1scaras, as pessoas tentam evitar ficar encostadas umas nas outras\u201d, conta M\u00e9rcia Medeiros, empregada dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n

\u201cN\u00f3s esperamos que, nesta segunda fase de desconfinamento, a tend\u00eancia se mantenha. E ela manter-se-\u00e1 se todos n\u00f3s respeitarmos as regras de higiene, em particular das m\u00e3os\u201d, afirma Ant\u00f3nio Costa, primeiro-ministro de Portugal.<\/p>\n\n\n\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/9Ja5X-fIXaw\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n

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Estudantes do ensino m\u00e9dio retornaram \u00e0s salas de aula, mas com uma s\u00e9rie de medidas de higiene. Lojas de rua, caf\u00e9s, restaurantes, parques e museus tamb\u00e9m voltaram a funcionar, todos com capacidade reduzida.<\/h4>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Por que Portugal come\u00e7ou a relaxar isolamento?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Crise do coronav\u00edrus agrava adversidades de imigrantes brasileiros em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

\"\"
Portugal alivia medidas em momentos diferentes: a 4 de maio, 18 de maio e 1 de junho. (Foto-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, Portugal come\u00e7ou a segunda fase da reabertura econ\u00f4mica. O pa\u00eds \u00e9 considerado um exemplo no combate \u00e0 pandemia.<\/p>\n\n\n\n

Os estudantes do ensino m\u00e9dio retornaram \u00e0s salas de aula, mas com uma s\u00e9rie de medidas de higiene. Lojas de rua, caf\u00e9s, restaurantes, parques e museus tamb\u00e9m voltaram a funcionar, todos com capacidade reduzida.<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, as confeitarias que vendem o tradicional pastel de Bel\u00e9m finalmente puderam reabrir. O movimento ainda \u00e9 t\u00edmido, mas, aos poucos, a vida no pa\u00eds come\u00e7a vai voltando \u00e0 normalidade - ou melhor, a uma nova realidade.<\/p>\n\n\n\n

A an\u00e1lise dos primeiros 15 dias de reabertura em Portugal \u00e9 otimista. O movimento nas ruas aumentou apenas 2% e as autoridades de sa\u00fade n\u00e3o observaram impacto na curva de evolu\u00e7\u00e3o da pandemia. Os n\u00fameros di\u00e1rios de novos casos e de mortes continuam caindo.<\/p>\n\n\n\n

\u201cPelo que eu vi, est\u00e3o todos prevenidos, todos mantendo o padr\u00e3o, como tem que ser\u201d, diz a gar\u00e7onete Nice Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n

\u201cVejo as pessoas com m\u00e1scaras, as pessoas tentam evitar ficar encostadas umas nas outras\u201d, conta M\u00e9rcia Medeiros, empregada dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n

\u201cN\u00f3s esperamos que, nesta segunda fase de desconfinamento, a tend\u00eancia se mantenha. E ela manter-se-\u00e1 se todos n\u00f3s respeitarmos as regras de higiene, em particular das m\u00e3os\u201d, afirma Ant\u00f3nio Costa, primeiro-ministro de Portugal.<\/p>\n\n\n\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/9Ja5X-fIXaw\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n

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Estudantes do ensino m\u00e9dio retornaram \u00e0s salas de aula, mas com uma s\u00e9rie de medidas de higiene. Lojas de rua, caf\u00e9s, restaurantes, parques e museus tamb\u00e9m voltaram a funcionar, todos com capacidade reduzida.<\/h4>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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LEIA TAMB\u00c9M: Crise do coronav\u00edrus agrava adversidades de imigrantes brasileiros em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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Portugal alivia medidas em momentos diferentes: a 4 de maio, 18 de maio e 1 de junho. (Foto-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, Portugal come\u00e7ou a segunda fase da reabertura econ\u00f4mica. O pa\u00eds \u00e9 considerado um exemplo no combate \u00e0 pandemia.<\/p>\n\n\n\n

Os estudantes do ensino m\u00e9dio retornaram \u00e0s salas de aula, mas com uma s\u00e9rie de medidas de higiene. Lojas de rua, caf\u00e9s, restaurantes, parques e museus tamb\u00e9m voltaram a funcionar, todos com capacidade reduzida.<\/p>\n\n\n\n

Depois de dois meses, as confeitarias que vendem o tradicional pastel de Bel\u00e9m finalmente puderam reabrir. O movimento ainda \u00e9 t\u00edmido, mas, aos poucos, a vida no pa\u00eds come\u00e7a vai voltando \u00e0 normalidade - ou melhor, a uma nova realidade.<\/p>\n\n\n\n

A an\u00e1lise dos primeiros 15 dias de reabertura em Portugal \u00e9 otimista. O movimento nas ruas aumentou apenas 2% e as autoridades de sa\u00fade n\u00e3o observaram impacto na curva de evolu\u00e7\u00e3o da pandemia. Os n\u00fameros di\u00e1rios de novos casos e de mortes continuam caindo.<\/p>\n\n\n\n

\u201cPelo que eu vi, est\u00e3o todos prevenidos, todos mantendo o padr\u00e3o, como tem que ser\u201d, diz a gar\u00e7onete Nice Cordeiro.<\/p>\n\n\n\n

\u201cVejo as pessoas com m\u00e1scaras, as pessoas tentam evitar ficar encostadas umas nas outras\u201d, conta M\u00e9rcia Medeiros, empregada dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n

\u201cN\u00f3s esperamos que, nesta segunda fase de desconfinamento, a tend\u00eancia se mantenha. E ela manter-se-\u00e1 se todos n\u00f3s respeitarmos as regras de higiene, em particular das m\u00e3os\u201d, afirma Ant\u00f3nio Costa, primeiro-ministro de Portugal.<\/p>\n\n\n\n

Outro l\u00edder do pa\u00eds, o presidente Marcelo Rebelo Sousa, d\u00e1 o exemplo. Ele foi fotografado na fila de um supermercado, usando m\u00e1scara e mantendo o distanciamento social. \u201cN\u00f3s estamos aqui a correr uma maratona. Na primeira parte da maratona, n\u00f3s ganhamos os primeiros cem quil\u00f4metros\u201d, comemora Rebelo de Sousa.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/9Ja5X-fIXaw\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n

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Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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Os imigrantes s\u00e3o apontados como uma das camadas sociais mais vulner\u00e1veis. Wilson Raposo foi copeiro e pedreiro. Com seis meses de resid\u00eancia em Portugal, perdeu os rendimentos com a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os n\u00e3o essenciais e teve que recorrer ao apoio emergencial da Seguridade Social para n\u00e3o dormir na rua.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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\u2014 S\u00e3o dentistas, taxistas, m\u00fasicos, fisioterapeutas, manicures e profissionais liberais diversos ligados ao turismo e restaurantes, sejam imigrantes ou nacionais. Brasileiros e portugueses est\u00e3o juntos na fome causada pelos efeitos econ\u00f4micos da pandemia, porque ningu\u00e9m esperava perder trabalho de uma hora para outra \u2014 afirmou Jonet.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Os imigrantes s\u00e3o apontados como uma das camadas sociais mais vulner\u00e1veis. Wilson Raposo foi copeiro e pedreiro. Com seis meses de resid\u00eancia em Portugal, perdeu os rendimentos com a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os n\u00e3o essenciais e teve que recorrer ao apoio emergencial da Seguridade Social para n\u00e3o dormir na rua.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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Com a experi\u00eancia adquirida em campanhas contra a fome em S\u00e3o Paulo nos anos 1990, Jonet, uma portuguesa de 60 anos formada em economia, faz contas para tentar multiplicar o estoque de cem toneladas de comida. Ela diz que a quantidade n\u00e3o chega para abastecer todos os 21 bancos e 2.600 institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, que atendem 390 mil pessoas. Entre o final de abril e o in\u00edcio de maio, os pedidos aos bancos duplicaram e chegaram a 14 mil, o que representa cerca de 60 mil novas pessoas em situa\u00e7\u00e3o de pobreza. Institui\u00e7\u00f5es religiosas, como a C\u00e1ritas, tamb\u00e9m registraram aumento de pedidos de cerca de 40%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 S\u00e3o dentistas, taxistas, m\u00fasicos, fisioterapeutas, manicures e profissionais liberais diversos ligados ao turismo e restaurantes, sejam imigrantes ou nacionais. Brasileiros e portugueses est\u00e3o juntos na fome causada pelos efeitos econ\u00f4micos da pandemia, porque ningu\u00e9m esperava perder trabalho de uma hora para outra \u2014 afirmou Jonet.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Os imigrantes s\u00e3o apontados como uma das camadas sociais mais vulner\u00e1veis. Wilson Raposo foi copeiro e pedreiro. Com seis meses de resid\u00eancia em Portugal, perdeu os rendimentos com a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os n\u00e3o essenciais e teve que recorrer ao apoio emergencial da Seguridade Social para n\u00e3o dormir na rua.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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\u2014 Eu nunca vi nada assim em Portugal nos meus 27 anos de trabalho \u2014 disse Isabel Jonet, presidente da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com a experi\u00eancia adquirida em campanhas contra a fome em S\u00e3o Paulo nos anos 1990, Jonet, uma portuguesa de 60 anos formada em economia, faz contas para tentar multiplicar o estoque de cem toneladas de comida. Ela diz que a quantidade n\u00e3o chega para abastecer todos os 21 bancos e 2.600 institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, que atendem 390 mil pessoas. Entre o final de abril e o in\u00edcio de maio, os pedidos aos bancos duplicaram e chegaram a 14 mil, o que representa cerca de 60 mil novas pessoas em situa\u00e7\u00e3o de pobreza. Institui\u00e7\u00f5es religiosas, como a C\u00e1ritas, tamb\u00e9m registraram aumento de pedidos de cerca de 40%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 S\u00e3o dentistas, taxistas, m\u00fasicos, fisioterapeutas, manicures e profissionais liberais diversos ligados ao turismo e restaurantes, sejam imigrantes ou nacionais. Brasileiros e portugueses est\u00e3o juntos na fome causada pelos efeitos econ\u00f4micos da pandemia, porque ningu\u00e9m esperava perder trabalho de uma hora para outra \u2014 afirmou Jonet.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Os imigrantes s\u00e3o apontados como uma das camadas sociais mais vulner\u00e1veis. Wilson Raposo foi copeiro e pedreiro. Com seis meses de resid\u00eancia em Portugal, perdeu os rendimentos com a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os n\u00e3o essenciais e teve que recorrer ao apoio emergencial da Seguridade Social para n\u00e3o dormir na rua.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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Dia ap\u00f3s dia, pessoas de classe m\u00e9dia, profissionais liberais, jovens, idosos, m\u00e3es com beb\u00eas, imigrantes e portugueses engrossam filas por todo o pa\u00eds. Desde o in\u00edcio da pandemia, em mar\u00e7o, s\u00e3o mais 77 mil pessoas sem emprego, elevando o total do pa\u00eds para 392 mil. O governo previu aumento da taxa de desemprego dos atuais 6,5% para quase 10%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eu nunca vi nada assim em Portugal nos meus 27 anos de trabalho \u2014 disse Isabel Jonet, presidente da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com a experi\u00eancia adquirida em campanhas contra a fome em S\u00e3o Paulo nos anos 1990, Jonet, uma portuguesa de 60 anos formada em economia, faz contas para tentar multiplicar o estoque de cem toneladas de comida. Ela diz que a quantidade n\u00e3o chega para abastecer todos os 21 bancos e 2.600 institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, que atendem 390 mil pessoas. Entre o final de abril e o in\u00edcio de maio, os pedidos aos bancos duplicaram e chegaram a 14 mil, o que representa cerca de 60 mil novas pessoas em situa\u00e7\u00e3o de pobreza. Institui\u00e7\u00f5es religiosas, como a C\u00e1ritas, tamb\u00e9m registraram aumento de pedidos de cerca de 40%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 S\u00e3o dentistas, taxistas, m\u00fasicos, fisioterapeutas, manicures e profissionais liberais diversos ligados ao turismo e restaurantes, sejam imigrantes ou nacionais. Brasileiros e portugueses est\u00e3o juntos na fome causada pelos efeitos econ\u00f4micos da pandemia, porque ningu\u00e9m esperava perder trabalho de uma hora para outra \u2014 afirmou Jonet.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Os imigrantes s\u00e3o apontados como uma das camadas sociais mais vulner\u00e1veis. Wilson Raposo foi copeiro e pedreiro. Com seis meses de resid\u00eancia em Portugal, perdeu os rendimentos com a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os n\u00e3o essenciais e teve que recorrer ao apoio emergencial da Seguridade Social para n\u00e3o dormir na rua.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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Pedidos duplicam<\/h2>\n\n\n\n

Dia ap\u00f3s dia, pessoas de classe m\u00e9dia, profissionais liberais, jovens, idosos, m\u00e3es com beb\u00eas, imigrantes e portugueses engrossam filas por todo o pa\u00eds. Desde o in\u00edcio da pandemia, em mar\u00e7o, s\u00e3o mais 77 mil pessoas sem emprego, elevando o total do pa\u00eds para 392 mil. O governo previu aumento da taxa de desemprego dos atuais 6,5% para quase 10%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eu nunca vi nada assim em Portugal nos meus 27 anos de trabalho \u2014 disse Isabel Jonet, presidente da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com a experi\u00eancia adquirida em campanhas contra a fome em S\u00e3o Paulo nos anos 1990, Jonet, uma portuguesa de 60 anos formada em economia, faz contas para tentar multiplicar o estoque de cem toneladas de comida. Ela diz que a quantidade n\u00e3o chega para abastecer todos os 21 bancos e 2.600 institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, que atendem 390 mil pessoas. Entre o final de abril e o in\u00edcio de maio, os pedidos aos bancos duplicaram e chegaram a 14 mil, o que representa cerca de 60 mil novas pessoas em situa\u00e7\u00e3o de pobreza. Institui\u00e7\u00f5es religiosas, como a C\u00e1ritas, tamb\u00e9m registraram aumento de pedidos de cerca de 40%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 S\u00e3o dentistas, taxistas, m\u00fasicos, fisioterapeutas, manicures e profissionais liberais diversos ligados ao turismo e restaurantes, sejam imigrantes ou nacionais. Brasileiros e portugueses est\u00e3o juntos na fome causada pelos efeitos econ\u00f4micos da pandemia, porque ningu\u00e9m esperava perder trabalho de uma hora para outra \u2014 afirmou Jonet.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Os imigrantes s\u00e3o apontados como uma das camadas sociais mais vulner\u00e1veis. Wilson Raposo foi copeiro e pedreiro. Com seis meses de resid\u00eancia em Portugal, perdeu os rendimentos com a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os n\u00e3o essenciais e teve que recorrer ao apoio emergencial da Seguridade Social para n\u00e3o dormir na rua.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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Se na primeira fase do desconfinamento, no in\u00edcio de maio, grande parte da popula\u00e7\u00e3o correu aos cabeleireiros, nos dias seguintes Portugal conheceu a face da pobreza. O pa\u00eds foi surpreendido pelas imagens de centenas de pessoas aglomeradas na fila da distribui\u00e7\u00e3o de alimentos em uma mesquita em Amadora, na regi\u00e3o metropolitana de Lisboa. A pol\u00edcia foi chamada para manter o distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n

Pedidos duplicam<\/h2>\n\n\n\n

Dia ap\u00f3s dia, pessoas de classe m\u00e9dia, profissionais liberais, jovens, idosos, m\u00e3es com beb\u00eas, imigrantes e portugueses engrossam filas por todo o pa\u00eds. Desde o in\u00edcio da pandemia, em mar\u00e7o, s\u00e3o mais 77 mil pessoas sem emprego, elevando o total do pa\u00eds para 392 mil. O governo previu aumento da taxa de desemprego dos atuais 6,5% para quase 10%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eu nunca vi nada assim em Portugal nos meus 27 anos de trabalho \u2014 disse Isabel Jonet, presidente da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com a experi\u00eancia adquirida em campanhas contra a fome em S\u00e3o Paulo nos anos 1990, Jonet, uma portuguesa de 60 anos formada em economia, faz contas para tentar multiplicar o estoque de cem toneladas de comida. Ela diz que a quantidade n\u00e3o chega para abastecer todos os 21 bancos e 2.600 institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, que atendem 390 mil pessoas. Entre o final de abril e o in\u00edcio de maio, os pedidos aos bancos duplicaram e chegaram a 14 mil, o que representa cerca de 60 mil novas pessoas em situa\u00e7\u00e3o de pobreza. Institui\u00e7\u00f5es religiosas, como a C\u00e1ritas, tamb\u00e9m registraram aumento de pedidos de cerca de 40%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 S\u00e3o dentistas, taxistas, m\u00fasicos, fisioterapeutas, manicures e profissionais liberais diversos ligados ao turismo e restaurantes, sejam imigrantes ou nacionais. Brasileiros e portugueses est\u00e3o juntos na fome causada pelos efeitos econ\u00f4micos da pandemia, porque ningu\u00e9m esperava perder trabalho de uma hora para outra \u2014 afirmou Jonet.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Os imigrantes s\u00e3o apontados como uma das camadas sociais mais vulner\u00e1veis. Wilson Raposo foi copeiro e pedreiro. Com seis meses de resid\u00eancia em Portugal, perdeu os rendimentos com a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os n\u00e3o essenciais e teve que recorrer ao apoio emergencial da Seguridade Social para n\u00e3o dormir na rua.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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Quando chega a hora do almo\u00e7o em Portugal, Wilson Raposo recorre ao apoio de uma institui\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica. Para jantar, vai a um centro esp\u00edrita. O caf\u00e9 da manh\u00e3 deste emigrante paulista de 33 anos \u00e9 feito das sobras das refei\u00e7\u00f5es. Viver de doa\u00e7\u00f5es passou a ser o cotidiano de milhares de imigrantes e portugueses que perderam seus emprego e renda durante a pandemia da Covid-19 e entraram nas filas de bancos alimentares por todo o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

Se na primeira fase do desconfinamento, no in\u00edcio de maio, grande parte da popula\u00e7\u00e3o correu aos cabeleireiros, nos dias seguintes Portugal conheceu a face da pobreza. O pa\u00eds foi surpreendido pelas imagens de centenas de pessoas aglomeradas na fila da distribui\u00e7\u00e3o de alimentos em uma mesquita em Amadora, na regi\u00e3o metropolitana de Lisboa. A pol\u00edcia foi chamada para manter o distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n

Pedidos duplicam<\/h2>\n\n\n\n

Dia ap\u00f3s dia, pessoas de classe m\u00e9dia, profissionais liberais, jovens, idosos, m\u00e3es com beb\u00eas, imigrantes e portugueses engrossam filas por todo o pa\u00eds. Desde o in\u00edcio da pandemia, em mar\u00e7o, s\u00e3o mais 77 mil pessoas sem emprego, elevando o total do pa\u00eds para 392 mil. O governo previu aumento da taxa de desemprego dos atuais 6,5% para quase 10%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eu nunca vi nada assim em Portugal nos meus 27 anos de trabalho \u2014 disse Isabel Jonet, presidente da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com a experi\u00eancia adquirida em campanhas contra a fome em S\u00e3o Paulo nos anos 1990, Jonet, uma portuguesa de 60 anos formada em economia, faz contas para tentar multiplicar o estoque de cem toneladas de comida. Ela diz que a quantidade n\u00e3o chega para abastecer todos os 21 bancos e 2.600 institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, que atendem 390 mil pessoas. Entre o final de abril e o in\u00edcio de maio, os pedidos aos bancos duplicaram e chegaram a 14 mil, o que representa cerca de 60 mil novas pessoas em situa\u00e7\u00e3o de pobreza. Institui\u00e7\u00f5es religiosas, como a C\u00e1ritas, tamb\u00e9m registraram aumento de pedidos de cerca de 40%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 S\u00e3o dentistas, taxistas, m\u00fasicos, fisioterapeutas, manicures e profissionais liberais diversos ligados ao turismo e restaurantes, sejam imigrantes ou nacionais. Brasileiros e portugueses est\u00e3o juntos na fome causada pelos efeitos econ\u00f4micos da pandemia, porque ningu\u00e9m esperava perder trabalho de uma hora para outra \u2014 afirmou Jonet.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Os imigrantes s\u00e3o apontados como uma das camadas sociais mais vulner\u00e1veis. Wilson Raposo foi copeiro e pedreiro. Com seis meses de resid\u00eancia em Portugal, perdeu os rendimentos com a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os n\u00e3o essenciais e teve que recorrer ao apoio emergencial da Seguridade Social para n\u00e3o dormir na rua.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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Funcion\u00e1ria distribui alimentos e refei\u00e7\u00f5es em Lisboa durante epidemia do novo coronav\u00edrus: programas apoiam pessoas que perderam o emprego. (Foto-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Quando chega a hora do almo\u00e7o em Portugal, Wilson Raposo recorre ao apoio de uma institui\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica. Para jantar, vai a um centro esp\u00edrita. O caf\u00e9 da manh\u00e3 deste emigrante paulista de 33 anos \u00e9 feito das sobras das refei\u00e7\u00f5es. Viver de doa\u00e7\u00f5es passou a ser o cotidiano de milhares de imigrantes e portugueses que perderam seus emprego e renda durante a pandemia da Covid-19 e entraram nas filas de bancos alimentares por todo o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

Se na primeira fase do desconfinamento, no in\u00edcio de maio, grande parte da popula\u00e7\u00e3o correu aos cabeleireiros, nos dias seguintes Portugal conheceu a face da pobreza. O pa\u00eds foi surpreendido pelas imagens de centenas de pessoas aglomeradas na fila da distribui\u00e7\u00e3o de alimentos em uma mesquita em Amadora, na regi\u00e3o metropolitana de Lisboa. A pol\u00edcia foi chamada para manter o distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n

Pedidos duplicam<\/h2>\n\n\n\n

Dia ap\u00f3s dia, pessoas de classe m\u00e9dia, profissionais liberais, jovens, idosos, m\u00e3es com beb\u00eas, imigrantes e portugueses engrossam filas por todo o pa\u00eds. Desde o in\u00edcio da pandemia, em mar\u00e7o, s\u00e3o mais 77 mil pessoas sem emprego, elevando o total do pa\u00eds para 392 mil. O governo previu aumento da taxa de desemprego dos atuais 6,5% para quase 10%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eu nunca vi nada assim em Portugal nos meus 27 anos de trabalho \u2014 disse Isabel Jonet, presidente da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com a experi\u00eancia adquirida em campanhas contra a fome em S\u00e3o Paulo nos anos 1990, Jonet, uma portuguesa de 60 anos formada em economia, faz contas para tentar multiplicar o estoque de cem toneladas de comida. Ela diz que a quantidade n\u00e3o chega para abastecer todos os 21 bancos e 2.600 institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, que atendem 390 mil pessoas. Entre o final de abril e o in\u00edcio de maio, os pedidos aos bancos duplicaram e chegaram a 14 mil, o que representa cerca de 60 mil novas pessoas em situa\u00e7\u00e3o de pobreza. Institui\u00e7\u00f5es religiosas, como a C\u00e1ritas, tamb\u00e9m registraram aumento de pedidos de cerca de 40%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 S\u00e3o dentistas, taxistas, m\u00fasicos, fisioterapeutas, manicures e profissionais liberais diversos ligados ao turismo e restaurantes, sejam imigrantes ou nacionais. Brasileiros e portugueses est\u00e3o juntos na fome causada pelos efeitos econ\u00f4micos da pandemia, porque ningu\u00e9m esperava perder trabalho de uma hora para outra \u2014 afirmou Jonet.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Os imigrantes s\u00e3o apontados como uma das camadas sociais mais vulner\u00e1veis. Wilson Raposo foi copeiro e pedreiro. Com seis meses de resid\u00eancia em Portugal, perdeu os rendimentos com a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os n\u00e3o essenciais e teve que recorrer ao apoio emergencial da Seguridade Social para n\u00e3o dormir na rua.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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LEIA TAMB\u00c9M: Crise do coronav\u00edrus agrava adversidades de imigrantes brasileiros em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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Funcion\u00e1ria distribui alimentos e refei\u00e7\u00f5es em Lisboa durante epidemia do novo coronav\u00edrus: programas apoiam pessoas que perderam o emprego. (Foto-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Quando chega a hora do almo\u00e7o em Portugal, Wilson Raposo recorre ao apoio de uma institui\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica. Para jantar, vai a um centro esp\u00edrita. O caf\u00e9 da manh\u00e3 deste emigrante paulista de 33 anos \u00e9 feito das sobras das refei\u00e7\u00f5es. Viver de doa\u00e7\u00f5es passou a ser o cotidiano de milhares de imigrantes e portugueses que perderam seus emprego e renda durante a pandemia da Covid-19 e entraram nas filas de bancos alimentares por todo o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

Se na primeira fase do desconfinamento, no in\u00edcio de maio, grande parte da popula\u00e7\u00e3o correu aos cabeleireiros, nos dias seguintes Portugal conheceu a face da pobreza. O pa\u00eds foi surpreendido pelas imagens de centenas de pessoas aglomeradas na fila da distribui\u00e7\u00e3o de alimentos em uma mesquita em Amadora, na regi\u00e3o metropolitana de Lisboa. A pol\u00edcia foi chamada para manter o distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n

Pedidos duplicam<\/h2>\n\n\n\n

Dia ap\u00f3s dia, pessoas de classe m\u00e9dia, profissionais liberais, jovens, idosos, m\u00e3es com beb\u00eas, imigrantes e portugueses engrossam filas por todo o pa\u00eds. Desde o in\u00edcio da pandemia, em mar\u00e7o, s\u00e3o mais 77 mil pessoas sem emprego, elevando o total do pa\u00eds para 392 mil. O governo previu aumento da taxa de desemprego dos atuais 6,5% para quase 10%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eu nunca vi nada assim em Portugal nos meus 27 anos de trabalho \u2014 disse Isabel Jonet, presidente da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com a experi\u00eancia adquirida em campanhas contra a fome em S\u00e3o Paulo nos anos 1990, Jonet, uma portuguesa de 60 anos formada em economia, faz contas para tentar multiplicar o estoque de cem toneladas de comida. Ela diz que a quantidade n\u00e3o chega para abastecer todos os 21 bancos e 2.600 institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, que atendem 390 mil pessoas. Entre o final de abril e o in\u00edcio de maio, os pedidos aos bancos duplicaram e chegaram a 14 mil, o que representa cerca de 60 mil novas pessoas em situa\u00e7\u00e3o de pobreza. Institui\u00e7\u00f5es religiosas, como a C\u00e1ritas, tamb\u00e9m registraram aumento de pedidos de cerca de 40%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 S\u00e3o dentistas, taxistas, m\u00fasicos, fisioterapeutas, manicures e profissionais liberais diversos ligados ao turismo e restaurantes, sejam imigrantes ou nacionais. Brasileiros e portugueses est\u00e3o juntos na fome causada pelos efeitos econ\u00f4micos da pandemia, porque ningu\u00e9m esperava perder trabalho de uma hora para outra \u2014 afirmou Jonet.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Os imigrantes s\u00e3o apontados como uma das camadas sociais mais vulner\u00e1veis. Wilson Raposo foi copeiro e pedreiro. Com seis meses de resid\u00eancia em Portugal, perdeu os rendimentos com a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os n\u00e3o essenciais e teve que recorrer ao apoio emergencial da Seguridade Social para n\u00e3o dormir na rua.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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LEIA TAMB\u00c9M: Por que Portugal come\u00e7ou a relaxar isolamento?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Crise do coronav\u00edrus agrava adversidades de imigrantes brasileiros em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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Funcion\u00e1ria distribui alimentos e refei\u00e7\u00f5es em Lisboa durante epidemia do novo coronav\u00edrus: programas apoiam pessoas que perderam o emprego. (Foto-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Quando chega a hora do almo\u00e7o em Portugal, Wilson Raposo recorre ao apoio de uma institui\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica. Para jantar, vai a um centro esp\u00edrita. O caf\u00e9 da manh\u00e3 deste emigrante paulista de 33 anos \u00e9 feito das sobras das refei\u00e7\u00f5es. Viver de doa\u00e7\u00f5es passou a ser o cotidiano de milhares de imigrantes e portugueses que perderam seus emprego e renda durante a pandemia da Covid-19 e entraram nas filas de bancos alimentares por todo o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

Se na primeira fase do desconfinamento, no in\u00edcio de maio, grande parte da popula\u00e7\u00e3o correu aos cabeleireiros, nos dias seguintes Portugal conheceu a face da pobreza. O pa\u00eds foi surpreendido pelas imagens de centenas de pessoas aglomeradas na fila da distribui\u00e7\u00e3o de alimentos em uma mesquita em Amadora, na regi\u00e3o metropolitana de Lisboa. A pol\u00edcia foi chamada para manter o distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n

Pedidos duplicam<\/h2>\n\n\n\n

Dia ap\u00f3s dia, pessoas de classe m\u00e9dia, profissionais liberais, jovens, idosos, m\u00e3es com beb\u00eas, imigrantes e portugueses engrossam filas por todo o pa\u00eds. Desde o in\u00edcio da pandemia, em mar\u00e7o, s\u00e3o mais 77 mil pessoas sem emprego, elevando o total do pa\u00eds para 392 mil. O governo previu aumento da taxa de desemprego dos atuais 6,5% para quase 10%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eu nunca vi nada assim em Portugal nos meus 27 anos de trabalho \u2014 disse Isabel Jonet, presidente da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com a experi\u00eancia adquirida em campanhas contra a fome em S\u00e3o Paulo nos anos 1990, Jonet, uma portuguesa de 60 anos formada em economia, faz contas para tentar multiplicar o estoque de cem toneladas de comida. Ela diz que a quantidade n\u00e3o chega para abastecer todos os 21 bancos e 2.600 institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, que atendem 390 mil pessoas. Entre o final de abril e o in\u00edcio de maio, os pedidos aos bancos duplicaram e chegaram a 14 mil, o que representa cerca de 60 mil novas pessoas em situa\u00e7\u00e3o de pobreza. Institui\u00e7\u00f5es religiosas, como a C\u00e1ritas, tamb\u00e9m registraram aumento de pedidos de cerca de 40%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 S\u00e3o dentistas, taxistas, m\u00fasicos, fisioterapeutas, manicures e profissionais liberais diversos ligados ao turismo e restaurantes, sejam imigrantes ou nacionais. Brasileiros e portugueses est\u00e3o juntos na fome causada pelos efeitos econ\u00f4micos da pandemia, porque ningu\u00e9m esperava perder trabalho de uma hora para outra \u2014 afirmou Jonet.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Os imigrantes s\u00e3o apontados como uma das camadas sociais mais vulner\u00e1veis. Wilson Raposo foi copeiro e pedreiro. Com seis meses de resid\u00eancia em Portugal, perdeu os rendimentos com a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os n\u00e3o essenciais e teve que recorrer ao apoio emergencial da Seguridade Social para n\u00e3o dormir na rua.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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Funcion\u00e1ria distribui alimentos e refei\u00e7\u00f5es em Lisboa durante epidemia do novo coronav\u00edrus: programas apoiam pessoas que perderam o emprego. (Foto-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Quando chega a hora do almo\u00e7o em Portugal, Wilson Raposo recorre ao apoio de uma institui\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica. Para jantar, vai a um centro esp\u00edrita. O caf\u00e9 da manh\u00e3 deste emigrante paulista de 33 anos \u00e9 feito das sobras das refei\u00e7\u00f5es. Viver de doa\u00e7\u00f5es passou a ser o cotidiano de milhares de imigrantes e portugueses que perderam seus emprego e renda durante a pandemia da Covid-19 e entraram nas filas de bancos alimentares por todo o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

Se na primeira fase do desconfinamento, no in\u00edcio de maio, grande parte da popula\u00e7\u00e3o correu aos cabeleireiros, nos dias seguintes Portugal conheceu a face da pobreza. O pa\u00eds foi surpreendido pelas imagens de centenas de pessoas aglomeradas na fila da distribui\u00e7\u00e3o de alimentos em uma mesquita em Amadora, na regi\u00e3o metropolitana de Lisboa. A pol\u00edcia foi chamada para manter o distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n

Pedidos duplicam<\/h2>\n\n\n\n

Dia ap\u00f3s dia, pessoas de classe m\u00e9dia, profissionais liberais, jovens, idosos, m\u00e3es com beb\u00eas, imigrantes e portugueses engrossam filas por todo o pa\u00eds. Desde o in\u00edcio da pandemia, em mar\u00e7o, s\u00e3o mais 77 mil pessoas sem emprego, elevando o total do pa\u00eds para 392 mil. O governo previu aumento da taxa de desemprego dos atuais 6,5% para quase 10%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eu nunca vi nada assim em Portugal nos meus 27 anos de trabalho \u2014 disse Isabel Jonet, presidente da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com a experi\u00eancia adquirida em campanhas contra a fome em S\u00e3o Paulo nos anos 1990, Jonet, uma portuguesa de 60 anos formada em economia, faz contas para tentar multiplicar o estoque de cem toneladas de comida. Ela diz que a quantidade n\u00e3o chega para abastecer todos os 21 bancos e 2.600 institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, que atendem 390 mil pessoas. Entre o final de abril e o in\u00edcio de maio, os pedidos aos bancos duplicaram e chegaram a 14 mil, o que representa cerca de 60 mil novas pessoas em situa\u00e7\u00e3o de pobreza. Institui\u00e7\u00f5es religiosas, como a C\u00e1ritas, tamb\u00e9m registraram aumento de pedidos de cerca de 40%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 S\u00e3o dentistas, taxistas, m\u00fasicos, fisioterapeutas, manicures e profissionais liberais diversos ligados ao turismo e restaurantes, sejam imigrantes ou nacionais. Brasileiros e portugueses est\u00e3o juntos na fome causada pelos efeitos econ\u00f4micos da pandemia, porque ningu\u00e9m esperava perder trabalho de uma hora para outra \u2014 afirmou Jonet.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Os imigrantes s\u00e3o apontados como uma das camadas sociais mais vulner\u00e1veis. Wilson Raposo foi copeiro e pedreiro. Com seis meses de resid\u00eancia em Portugal, perdeu os rendimentos com a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os n\u00e3o essenciais e teve que recorrer ao apoio emergencial da Seguridade Social para n\u00e3o dormir na rua.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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Procura por bancos de alimentos e refei\u00e7\u00f5es gr\u00e1tis re\u00fanem de profissionais liberais portugueses a imigrantes brasileiros.<\/h4>\n\n\n\n

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Funcion\u00e1ria distribui alimentos e refei\u00e7\u00f5es em Lisboa durante epidemia do novo coronav\u00edrus: programas apoiam pessoas que perderam o emprego. (Foto-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Quando chega a hora do almo\u00e7o em Portugal, Wilson Raposo recorre ao apoio de uma institui\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica. Para jantar, vai a um centro esp\u00edrita. O caf\u00e9 da manh\u00e3 deste emigrante paulista de 33 anos \u00e9 feito das sobras das refei\u00e7\u00f5es. Viver de doa\u00e7\u00f5es passou a ser o cotidiano de milhares de imigrantes e portugueses que perderam seus emprego e renda durante a pandemia da Covid-19 e entraram nas filas de bancos alimentares por todo o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

Se na primeira fase do desconfinamento, no in\u00edcio de maio, grande parte da popula\u00e7\u00e3o correu aos cabeleireiros, nos dias seguintes Portugal conheceu a face da pobreza. O pa\u00eds foi surpreendido pelas imagens de centenas de pessoas aglomeradas na fila da distribui\u00e7\u00e3o de alimentos em uma mesquita em Amadora, na regi\u00e3o metropolitana de Lisboa. A pol\u00edcia foi chamada para manter o distanciamento social.<\/p>\n\n\n\n

Pedidos duplicam<\/h2>\n\n\n\n

Dia ap\u00f3s dia, pessoas de classe m\u00e9dia, profissionais liberais, jovens, idosos, m\u00e3es com beb\u00eas, imigrantes e portugueses engrossam filas por todo o pa\u00eds. Desde o in\u00edcio da pandemia, em mar\u00e7o, s\u00e3o mais 77 mil pessoas sem emprego, elevando o total do pa\u00eds para 392 mil. O governo previu aumento da taxa de desemprego dos atuais 6,5% para quase 10%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eu nunca vi nada assim em Portugal nos meus 27 anos de trabalho \u2014 disse Isabel Jonet, presidente da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com a experi\u00eancia adquirida em campanhas contra a fome em S\u00e3o Paulo nos anos 1990, Jonet, uma portuguesa de 60 anos formada em economia, faz contas para tentar multiplicar o estoque de cem toneladas de comida. Ela diz que a quantidade n\u00e3o chega para abastecer todos os 21 bancos e 2.600 institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, que atendem 390 mil pessoas. Entre o final de abril e o in\u00edcio de maio, os pedidos aos bancos duplicaram e chegaram a 14 mil, o que representa cerca de 60 mil novas pessoas em situa\u00e7\u00e3o de pobreza. Institui\u00e7\u00f5es religiosas, como a C\u00e1ritas, tamb\u00e9m registraram aumento de pedidos de cerca de 40%.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 S\u00e3o dentistas, taxistas, m\u00fasicos, fisioterapeutas, manicures e profissionais liberais diversos ligados ao turismo e restaurantes, sejam imigrantes ou nacionais. Brasileiros e portugueses est\u00e3o juntos na fome causada pelos efeitos econ\u00f4micos da pandemia, porque ningu\u00e9m esperava perder trabalho de uma hora para outra \u2014 afirmou Jonet.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Os imigrantes s\u00e3o apontados como uma das camadas sociais mais vulner\u00e1veis. Wilson Raposo foi copeiro e pedreiro. Com seis meses de resid\u00eancia em Portugal, perdeu os rendimentos com a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os n\u00e3o essenciais e teve que recorrer ao apoio emergencial da Seguridade Social para n\u00e3o dormir na rua.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Eles pagam o aluguel de um hostel no Porto enquanto procuro trabalho, mas est\u00e1 dif\u00edcil \u2014 disse Raposo, que est\u00e1 na expectativa de conseguir um emprego em em Lisboa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Com o fechamento das creches e escolas p\u00fablicas, onde as refei\u00e7\u00f5es eram gratuitas ou muito baratas, a balconista portuguesa Telma Fernandes se viu em casa com quatro filhos, de 3, 9, 13 e 20 anos, para alimentar. E foi surpreendida com a libera\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o do irm\u00e3o, medida para conter a doen\u00e7a no sistema carcer\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Fiquei tr\u00eas horas na fila para conseguir arroz, batata, a\u00e7\u00facar e atum. Este m\u00eas recebi \u20ac400 (R$ 2.348) e s\u00f3 o mercado custa \u20ac500 (R$ 2.935), fora as outras despesas, como rem\u00e9dios e contas, que n\u00e3o consigo pagar mesmo com o abono da Seguridade Social \u2014 disse ela.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Psic\u00f3loga e diretora t\u00e9cnica do Centro Social e Paroquial Nuno \u00c1lvares Pereira de S\u00e3o Tiago, em Camarate, uma das regi\u00f5es mais pobres de Lisboa, Filipa Sampaio Moreno coordena a distribui\u00e7\u00e3o dos alimentos que chegam do Banco Alimentar.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 As pessoas desabam. H\u00e1 gente que teve que ser alimentada imediatamente, algo que n\u00e3o faz\u00edamos. Nem nos anos de interven\u00e7\u00e3o da troika [programa de ajuste econ\u00f4mico de Comiss\u00e3o Europeia, Banco Central Europeu e FMI entre 2011 e 2014] senti esta fragilidade \u2014 contou Moreno.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

2 milh\u00f5es de pobres<\/h2>\n\n\n\n

No bairro de Sacav\u00e9m, a cuidadora de idosos paulista Mary Nascimento vive com o filho na casa de uma amiga, que tem cinco filhos. Ela se mudou durante a pandemia porque dividir o aluguel de \u20ac350 (R$ 2.054) era mais barato que os \u20ac680 (R$ 3.992) que pagava sozinha. Cuidava de duas senhoras e manteve o trabalho com uma.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 Se n\u00e3o fosse a doa\u00e7\u00e3o de alimentos, n\u00e3o daria para fazer supermercado para oito pessoas \u2014 garantiu.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Portugal tem quase dois milh\u00f5es de pessoas na faixa da pobreza. O governo ampliou em 50% a distribui\u00e7\u00e3o de cestas alimentares para 600 institui\u00e7\u00f5es sociais, passando de 60 mil para 90 mil fam\u00edlias. O apoio da Seguridade Social foi estendido aos trabalhadores informais que n\u00e3o contribu\u00edram para o sistema no \u00faltimo ano, que ter\u00e3o direito a \u20ac 219,4 (R$ 1,3 mil) mensais.<\/p>\n\n\n\n

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Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

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No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

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Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

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Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

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Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

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Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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Os clubes esportivos tamb\u00e9m retomam as atividades, com novas normas de sa\u00fade, e o teletrabalho deixa de ser obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n

Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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O uso de m\u00e1scara ser\u00e1 obrigat\u00f3rio, assim como a facilidade de acesso a recipientes com \u00e1lcool gel. A medi\u00e7\u00e3o de temperatura dever\u00e1 acontecer, especialmente nos artistas. As portas de acesso ao teatro dever\u00e3o ficar abertas a fim de se evitar que as pessoas toquem nessas portas.<\/p>\n\n\n\n

\"\"<\/figure>\n\n\n\n

Os clubes esportivos tamb\u00e9m retomam as atividades, com novas normas de sa\u00fade, e o teletrabalho deixa de ser obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n

Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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Detalhe importante: as autoridades portuguesas recomendam que os espet\u00e1culos n\u00e3o tenham intervalo \u2013 algo que \u00e9 essencial em musicais, \u00f3peras e at\u00e9 na dan\u00e7a. Se n\u00e3o for poss\u00edvel evitar a parada, \u00e9 recomend\u00e1vel que o intervalo seja o mais breve poss\u00edvel e, importante, as pessoas n\u00e3o poder\u00e3o deixar seus lugares. Ou seja, a ida ao banheiro estaria vetada.<\/p>\n\n\n\n

O uso de m\u00e1scara ser\u00e1 obrigat\u00f3rio, assim como a facilidade de acesso a recipientes com \u00e1lcool gel. A medi\u00e7\u00e3o de temperatura dever\u00e1 acontecer, especialmente nos artistas. As portas de acesso ao teatro dever\u00e3o ficar abertas a fim de se evitar que as pessoas toquem nessas portas.<\/p>\n\n\n\n

\"\"<\/figure>\n\n\n\n

Os clubes esportivos tamb\u00e9m retomam as atividades, com novas normas de sa\u00fade, e o teletrabalho deixa de ser obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n

Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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A entrada \u00e0 sala de espet\u00e1culo ser\u00e1 controlada de uma forma semelhante ao acesso aos avi\u00f5es: entrar\u00e3o primeiro os espectadores com ingressos para a fila A, depois a fila B e assim sucessivamente at\u00e9 a \u00faltima fila. E, terminada a apresenta\u00e7\u00e3o, sair\u00e3o primeiro os espectadores da \u00faltima fila, seguidos daqueles da pen\u00faltima fila at\u00e9 chegar ao pessoal mais pr\u00f3ximo do palco.<\/p>\n\n\n\n

Detalhe importante: as autoridades portuguesas recomendam que os espet\u00e1culos n\u00e3o tenham intervalo \u2013 algo que \u00e9 essencial em musicais, \u00f3peras e at\u00e9 na dan\u00e7a. Se n\u00e3o for poss\u00edvel evitar a parada, \u00e9 recomend\u00e1vel que o intervalo seja o mais breve poss\u00edvel e, importante, as pessoas n\u00e3o poder\u00e3o deixar seus lugares. Ou seja, a ida ao banheiro estaria vetada.<\/p>\n\n\n\n

O uso de m\u00e1scara ser\u00e1 obrigat\u00f3rio, assim como a facilidade de acesso a recipientes com \u00e1lcool gel. A medi\u00e7\u00e3o de temperatura dever\u00e1 acontecer, especialmente nos artistas. As portas de acesso ao teatro dever\u00e3o ficar abertas a fim de se evitar que as pessoas toquem nessas portas.<\/p>\n\n\n\n

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Os clubes esportivos tamb\u00e9m retomam as atividades, com novas normas de sa\u00fade, e o teletrabalho deixa de ser obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n

Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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Nos teatros fechados, a disposi\u00e7\u00e3o das poltronas ser\u00e1 aquela, com espa\u00e7os vagos entre os lugares, de forma a reduzir em, no m\u00ednimo, 50% a capacidade original da sala. E, nos espet\u00e1culos ao ar livre, tamb\u00e9m os lugares ter\u00e3o de ser marcados no ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n

A entrada \u00e0 sala de espet\u00e1culo ser\u00e1 controlada de uma forma semelhante ao acesso aos avi\u00f5es: entrar\u00e3o primeiro os espectadores com ingressos para a fila A, depois a fila B e assim sucessivamente at\u00e9 a \u00faltima fila. E, terminada a apresenta\u00e7\u00e3o, sair\u00e3o primeiro os espectadores da \u00faltima fila, seguidos daqueles da pen\u00faltima fila at\u00e9 chegar ao pessoal mais pr\u00f3ximo do palco.<\/p>\n\n\n\n

Detalhe importante: as autoridades portuguesas recomendam que os espet\u00e1culos n\u00e3o tenham intervalo \u2013 algo que \u00e9 essencial em musicais, \u00f3peras e at\u00e9 na dan\u00e7a. Se n\u00e3o for poss\u00edvel evitar a parada, \u00e9 recomend\u00e1vel que o intervalo seja o mais breve poss\u00edvel e, importante, as pessoas n\u00e3o poder\u00e3o deixar seus lugares. Ou seja, a ida ao banheiro estaria vetada.<\/p>\n\n\n\n

O uso de m\u00e1scara ser\u00e1 obrigat\u00f3rio, assim como a facilidade de acesso a recipientes com \u00e1lcool gel. A medi\u00e7\u00e3o de temperatura dever\u00e1 acontecer, especialmente nos artistas. As portas de acesso ao teatro dever\u00e3o ficar abertas a fim de se evitar que as pessoas toquem nessas portas.<\/p>\n\n\n\n

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Os clubes esportivos tamb\u00e9m retomam as atividades, com novas normas de sa\u00fade, e o teletrabalho deixa de ser obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n

Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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Ap\u00f3s dois meses e meio fechados devido \u00e0 pandemia de coronav\u00edrus, cinemas, teatros e casas de espet\u00e1culos reabrir\u00e3o as portas a partir desta segunda-feira (1\u00ba) em Portugal, que segue com o processo de flexibiliza\u00e7\u00e3o do confinamento.<\/p>\n\n\n\n

Nos teatros fechados, a disposi\u00e7\u00e3o das poltronas ser\u00e1 aquela, com espa\u00e7os vagos entre os lugares, de forma a reduzir em, no m\u00ednimo, 50% a capacidade original da sala. E, nos espet\u00e1culos ao ar livre, tamb\u00e9m os lugares ter\u00e3o de ser marcados no ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n

A entrada \u00e0 sala de espet\u00e1culo ser\u00e1 controlada de uma forma semelhante ao acesso aos avi\u00f5es: entrar\u00e3o primeiro os espectadores com ingressos para a fila A, depois a fila B e assim sucessivamente at\u00e9 a \u00faltima fila. E, terminada a apresenta\u00e7\u00e3o, sair\u00e3o primeiro os espectadores da \u00faltima fila, seguidos daqueles da pen\u00faltima fila at\u00e9 chegar ao pessoal mais pr\u00f3ximo do palco.<\/p>\n\n\n\n

Detalhe importante: as autoridades portuguesas recomendam que os espet\u00e1culos n\u00e3o tenham intervalo \u2013 algo que \u00e9 essencial em musicais, \u00f3peras e at\u00e9 na dan\u00e7a. Se n\u00e3o for poss\u00edvel evitar a parada, \u00e9 recomend\u00e1vel que o intervalo seja o mais breve poss\u00edvel e, importante, as pessoas n\u00e3o poder\u00e3o deixar seus lugares. Ou seja, a ida ao banheiro estaria vetada.<\/p>\n\n\n\n

O uso de m\u00e1scara ser\u00e1 obrigat\u00f3rio, assim como a facilidade de acesso a recipientes com \u00e1lcool gel. A medi\u00e7\u00e3o de temperatura dever\u00e1 acontecer, especialmente nos artistas. As portas de acesso ao teatro dever\u00e3o ficar abertas a fim de se evitar que as pessoas toquem nessas portas.<\/p>\n\n\n\n

\"\"<\/figure>\n\n\n\n

Os clubes esportivos tamb\u00e9m retomam as atividades, com novas normas de sa\u00fade, e o teletrabalho deixa de ser obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n

Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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Cinemas reabrem as portas com regras a partir desta segunda-feira (1\u00ba) em Portugal. (Foto-CWB) <\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Ap\u00f3s dois meses e meio fechados devido \u00e0 pandemia de coronav\u00edrus, cinemas, teatros e casas de espet\u00e1culos reabrir\u00e3o as portas a partir desta segunda-feira (1\u00ba) em Portugal, que segue com o processo de flexibiliza\u00e7\u00e3o do confinamento.<\/p>\n\n\n\n

Nos teatros fechados, a disposi\u00e7\u00e3o das poltronas ser\u00e1 aquela, com espa\u00e7os vagos entre os lugares, de forma a reduzir em, no m\u00ednimo, 50% a capacidade original da sala. E, nos espet\u00e1culos ao ar livre, tamb\u00e9m os lugares ter\u00e3o de ser marcados no ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n

A entrada \u00e0 sala de espet\u00e1culo ser\u00e1 controlada de uma forma semelhante ao acesso aos avi\u00f5es: entrar\u00e3o primeiro os espectadores com ingressos para a fila A, depois a fila B e assim sucessivamente at\u00e9 a \u00faltima fila. E, terminada a apresenta\u00e7\u00e3o, sair\u00e3o primeiro os espectadores da \u00faltima fila, seguidos daqueles da pen\u00faltima fila at\u00e9 chegar ao pessoal mais pr\u00f3ximo do palco.<\/p>\n\n\n\n

Detalhe importante: as autoridades portuguesas recomendam que os espet\u00e1culos n\u00e3o tenham intervalo \u2013 algo que \u00e9 essencial em musicais, \u00f3peras e at\u00e9 na dan\u00e7a. Se n\u00e3o for poss\u00edvel evitar a parada, \u00e9 recomend\u00e1vel que o intervalo seja o mais breve poss\u00edvel e, importante, as pessoas n\u00e3o poder\u00e3o deixar seus lugares. Ou seja, a ida ao banheiro estaria vetada.<\/p>\n\n\n\n

O uso de m\u00e1scara ser\u00e1 obrigat\u00f3rio, assim como a facilidade de acesso a recipientes com \u00e1lcool gel. A medi\u00e7\u00e3o de temperatura dever\u00e1 acontecer, especialmente nos artistas. As portas de acesso ao teatro dever\u00e3o ficar abertas a fim de se evitar que as pessoas toquem nessas portas.<\/p>\n\n\n\n

\"\"<\/figure>\n\n\n\n

Os clubes esportivos tamb\u00e9m retomam as atividades, com novas normas de sa\u00fade, e o teletrabalho deixa de ser obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n

Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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Cinemas reabrem as portas com regras a partir desta segunda-feira (1\u00ba) em Portugal. (Foto-CWB) <\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Ap\u00f3s dois meses e meio fechados devido \u00e0 pandemia de coronav\u00edrus, cinemas, teatros e casas de espet\u00e1culos reabrir\u00e3o as portas a partir desta segunda-feira (1\u00ba) em Portugal, que segue com o processo de flexibiliza\u00e7\u00e3o do confinamento.<\/p>\n\n\n\n

Nos teatros fechados, a disposi\u00e7\u00e3o das poltronas ser\u00e1 aquela, com espa\u00e7os vagos entre os lugares, de forma a reduzir em, no m\u00ednimo, 50% a capacidade original da sala. E, nos espet\u00e1culos ao ar livre, tamb\u00e9m os lugares ter\u00e3o de ser marcados no ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n

A entrada \u00e0 sala de espet\u00e1culo ser\u00e1 controlada de uma forma semelhante ao acesso aos avi\u00f5es: entrar\u00e3o primeiro os espectadores com ingressos para a fila A, depois a fila B e assim sucessivamente at\u00e9 a \u00faltima fila. E, terminada a apresenta\u00e7\u00e3o, sair\u00e3o primeiro os espectadores da \u00faltima fila, seguidos daqueles da pen\u00faltima fila at\u00e9 chegar ao pessoal mais pr\u00f3ximo do palco.<\/p>\n\n\n\n

Detalhe importante: as autoridades portuguesas recomendam que os espet\u00e1culos n\u00e3o tenham intervalo \u2013 algo que \u00e9 essencial em musicais, \u00f3peras e at\u00e9 na dan\u00e7a. Se n\u00e3o for poss\u00edvel evitar a parada, \u00e9 recomend\u00e1vel que o intervalo seja o mais breve poss\u00edvel e, importante, as pessoas n\u00e3o poder\u00e3o deixar seus lugares. Ou seja, a ida ao banheiro estaria vetada.<\/p>\n\n\n\n

O uso de m\u00e1scara ser\u00e1 obrigat\u00f3rio, assim como a facilidade de acesso a recipientes com \u00e1lcool gel. A medi\u00e7\u00e3o de temperatura dever\u00e1 acontecer, especialmente nos artistas. As portas de acesso ao teatro dever\u00e3o ficar abertas a fim de se evitar que as pessoas toquem nessas portas.<\/p>\n\n\n\n

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Os clubes esportivos tamb\u00e9m retomam as atividades, com novas normas de sa\u00fade, e o teletrabalho deixa de ser obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n

Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

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Cinemas reabrem as portas com regras a partir desta segunda-feira (1\u00ba) em Portugal. (Foto-CWB) <\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Ap\u00f3s dois meses e meio fechados devido \u00e0 pandemia de coronav\u00edrus, cinemas, teatros e casas de espet\u00e1culos reabrir\u00e3o as portas a partir desta segunda-feira (1\u00ba) em Portugal, que segue com o processo de flexibiliza\u00e7\u00e3o do confinamento.<\/p>\n\n\n\n

Nos teatros fechados, a disposi\u00e7\u00e3o das poltronas ser\u00e1 aquela, com espa\u00e7os vagos entre os lugares, de forma a reduzir em, no m\u00ednimo, 50% a capacidade original da sala. E, nos espet\u00e1culos ao ar livre, tamb\u00e9m os lugares ter\u00e3o de ser marcados no ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n

A entrada \u00e0 sala de espet\u00e1culo ser\u00e1 controlada de uma forma semelhante ao acesso aos avi\u00f5es: entrar\u00e3o primeiro os espectadores com ingressos para a fila A, depois a fila B e assim sucessivamente at\u00e9 a \u00faltima fila. E, terminada a apresenta\u00e7\u00e3o, sair\u00e3o primeiro os espectadores da \u00faltima fila, seguidos daqueles da pen\u00faltima fila at\u00e9 chegar ao pessoal mais pr\u00f3ximo do palco.<\/p>\n\n\n\n

Detalhe importante: as autoridades portuguesas recomendam que os espet\u00e1culos n\u00e3o tenham intervalo \u2013 algo que \u00e9 essencial em musicais, \u00f3peras e at\u00e9 na dan\u00e7a. Se n\u00e3o for poss\u00edvel evitar a parada, \u00e9 recomend\u00e1vel que o intervalo seja o mais breve poss\u00edvel e, importante, as pessoas n\u00e3o poder\u00e3o deixar seus lugares. Ou seja, a ida ao banheiro estaria vetada.<\/p>\n\n\n\n

O uso de m\u00e1scara ser\u00e1 obrigat\u00f3rio, assim como a facilidade de acesso a recipientes com \u00e1lcool gel. A medi\u00e7\u00e3o de temperatura dever\u00e1 acontecer, especialmente nos artistas. As portas de acesso ao teatro dever\u00e3o ficar abertas a fim de se evitar que as pessoas toquem nessas portas.<\/p>\n\n\n\n

\"\"<\/figure>\n\n\n\n

Os clubes esportivos tamb\u00e9m retomam as atividades, com novas normas de sa\u00fade, e o teletrabalho deixa de ser obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n

Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

\"\"
Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus cancela Feira da Foda em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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Cinemas reabrem as portas com regras a partir desta segunda-feira (1\u00ba) em Portugal. (Foto-CWB) <\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Ap\u00f3s dois meses e meio fechados devido \u00e0 pandemia de coronav\u00edrus, cinemas, teatros e casas de espet\u00e1culos reabrir\u00e3o as portas a partir desta segunda-feira (1\u00ba) em Portugal, que segue com o processo de flexibiliza\u00e7\u00e3o do confinamento.<\/p>\n\n\n\n

Nos teatros fechados, a disposi\u00e7\u00e3o das poltronas ser\u00e1 aquela, com espa\u00e7os vagos entre os lugares, de forma a reduzir em, no m\u00ednimo, 50% a capacidade original da sala. E, nos espet\u00e1culos ao ar livre, tamb\u00e9m os lugares ter\u00e3o de ser marcados no ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n

A entrada \u00e0 sala de espet\u00e1culo ser\u00e1 controlada de uma forma semelhante ao acesso aos avi\u00f5es: entrar\u00e3o primeiro os espectadores com ingressos para a fila A, depois a fila B e assim sucessivamente at\u00e9 a \u00faltima fila. E, terminada a apresenta\u00e7\u00e3o, sair\u00e3o primeiro os espectadores da \u00faltima fila, seguidos daqueles da pen\u00faltima fila at\u00e9 chegar ao pessoal mais pr\u00f3ximo do palco.<\/p>\n\n\n\n

Detalhe importante: as autoridades portuguesas recomendam que os espet\u00e1culos n\u00e3o tenham intervalo \u2013 algo que \u00e9 essencial em musicais, \u00f3peras e at\u00e9 na dan\u00e7a. Se n\u00e3o for poss\u00edvel evitar a parada, \u00e9 recomend\u00e1vel que o intervalo seja o mais breve poss\u00edvel e, importante, as pessoas n\u00e3o poder\u00e3o deixar seus lugares. Ou seja, a ida ao banheiro estaria vetada.<\/p>\n\n\n\n

O uso de m\u00e1scara ser\u00e1 obrigat\u00f3rio, assim como a facilidade de acesso a recipientes com \u00e1lcool gel. A medi\u00e7\u00e3o de temperatura dever\u00e1 acontecer, especialmente nos artistas. As portas de acesso ao teatro dever\u00e3o ficar abertas a fim de se evitar que as pessoas toquem nessas portas.<\/p>\n\n\n\n

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Os clubes esportivos tamb\u00e9m retomam as atividades, com novas normas de sa\u00fade, e o teletrabalho deixa de ser obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n

Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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Centros comerciais poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19.<\/h4>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus cancela Feira da Foda em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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LEIA TAMB\u00c9M: D\u00f3lar alto e mudan\u00e7as em leis criam \u201cboom\u201d de shows brasileiros na Europa<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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Cinemas reabrem as portas com regras a partir desta segunda-feira (1\u00ba) em Portugal. (Foto-CWB) <\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Ap\u00f3s dois meses e meio fechados devido \u00e0 pandemia de coronav\u00edrus, cinemas, teatros e casas de espet\u00e1culos reabrir\u00e3o as portas a partir desta segunda-feira (1\u00ba) em Portugal, que segue com o processo de flexibiliza\u00e7\u00e3o do confinamento.<\/p>\n\n\n\n

Nos teatros fechados, a disposi\u00e7\u00e3o das poltronas ser\u00e1 aquela, com espa\u00e7os vagos entre os lugares, de forma a reduzir em, no m\u00ednimo, 50% a capacidade original da sala. E, nos espet\u00e1culos ao ar livre, tamb\u00e9m os lugares ter\u00e3o de ser marcados no ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n

A entrada \u00e0 sala de espet\u00e1culo ser\u00e1 controlada de uma forma semelhante ao acesso aos avi\u00f5es: entrar\u00e3o primeiro os espectadores com ingressos para a fila A, depois a fila B e assim sucessivamente at\u00e9 a \u00faltima fila. E, terminada a apresenta\u00e7\u00e3o, sair\u00e3o primeiro os espectadores da \u00faltima fila, seguidos daqueles da pen\u00faltima fila at\u00e9 chegar ao pessoal mais pr\u00f3ximo do palco.<\/p>\n\n\n\n

Detalhe importante: as autoridades portuguesas recomendam que os espet\u00e1culos n\u00e3o tenham intervalo \u2013 algo que \u00e9 essencial em musicais, \u00f3peras e at\u00e9 na dan\u00e7a. Se n\u00e3o for poss\u00edvel evitar a parada, \u00e9 recomend\u00e1vel que o intervalo seja o mais breve poss\u00edvel e, importante, as pessoas n\u00e3o poder\u00e3o deixar seus lugares. Ou seja, a ida ao banheiro estaria vetada.<\/p>\n\n\n\n

O uso de m\u00e1scara ser\u00e1 obrigat\u00f3rio, assim como a facilidade de acesso a recipientes com \u00e1lcool gel. A medi\u00e7\u00e3o de temperatura dever\u00e1 acontecer, especialmente nos artistas. As portas de acesso ao teatro dever\u00e3o ficar abertas a fim de se evitar que as pessoas toquem nessas portas.<\/p>\n\n\n\n

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Os clubes esportivos tamb\u00e9m retomam as atividades, com novas normas de sa\u00fade, e o teletrabalho deixa de ser obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n

Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

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Centros comerciais poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19.<\/h4>\n\n\n\n

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Cinemas reabrem as portas com regras a partir desta segunda-feira (1\u00ba) em Portugal. (Foto-CWB) <\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Ap\u00f3s dois meses e meio fechados devido \u00e0 pandemia de coronav\u00edrus, cinemas, teatros e casas de espet\u00e1culos reabrir\u00e3o as portas a partir desta segunda-feira (1\u00ba) em Portugal, que segue com o processo de flexibiliza\u00e7\u00e3o do confinamento.<\/p>\n\n\n\n

Nos teatros fechados, a disposi\u00e7\u00e3o das poltronas ser\u00e1 aquela, com espa\u00e7os vagos entre os lugares, de forma a reduzir em, no m\u00ednimo, 50% a capacidade original da sala. E, nos espet\u00e1culos ao ar livre, tamb\u00e9m os lugares ter\u00e3o de ser marcados no ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n

A entrada \u00e0 sala de espet\u00e1culo ser\u00e1 controlada de uma forma semelhante ao acesso aos avi\u00f5es: entrar\u00e3o primeiro os espectadores com ingressos para a fila A, depois a fila B e assim sucessivamente at\u00e9 a \u00faltima fila. E, terminada a apresenta\u00e7\u00e3o, sair\u00e3o primeiro os espectadores da \u00faltima fila, seguidos daqueles da pen\u00faltima fila at\u00e9 chegar ao pessoal mais pr\u00f3ximo do palco.<\/p>\n\n\n\n

Detalhe importante: as autoridades portuguesas recomendam que os espet\u00e1culos n\u00e3o tenham intervalo \u2013 algo que \u00e9 essencial em musicais, \u00f3peras e at\u00e9 na dan\u00e7a. Se n\u00e3o for poss\u00edvel evitar a parada, \u00e9 recomend\u00e1vel que o intervalo seja o mais breve poss\u00edvel e, importante, as pessoas n\u00e3o poder\u00e3o deixar seus lugares. Ou seja, a ida ao banheiro estaria vetada.<\/p>\n\n\n\n

O uso de m\u00e1scara ser\u00e1 obrigat\u00f3rio, assim como a facilidade de acesso a recipientes com \u00e1lcool gel. A medi\u00e7\u00e3o de temperatura dever\u00e1 acontecer, especialmente nos artistas. As portas de acesso ao teatro dever\u00e3o ficar abertas a fim de se evitar que as pessoas toquem nessas portas.<\/p>\n\n\n\n

\"\"<\/figure>\n\n\n\n

Os clubes esportivos tamb\u00e9m retomam as atividades, com novas normas de sa\u00fade, e o teletrabalho deixa de ser obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n

Os centros comerciais tamb\u00e9m poder\u00e3o reabrir as portas, com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de Lisboa, que nos \u00faltimos dias registrou um aumento do n\u00famero de casos de Covid-19 mais expressivo que o restante do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n

\"A evolu\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Lisboa \u00e9 claramente diferente do restante do pa\u00eds\", afirmou o primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Nesta fase de desconfinamento, est\u00e3o permitidos shows em casas de espet\u00e1culos do pa\u00eds, desde que sejam mantidas as medidas de preven\u00e7\u00e3o, como distanciamento de uma cadeira entre pessoas, uso obrigat\u00f3rio de m\u00e1scara pelo p\u00fablico e capacidade de lota\u00e7\u00e3o reduzida.<\/p>\n\n\n\n

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Casa Da M\u00fasica Reabre Ao P\u00fablico A 1 De Junho. (Foro-CWB)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Na cidade do Porto, a Casa da M\u00fasica resolveu imp\u00f4r distanciamento de duas cadeiras, mesmo a pessoas que morem juntas. Com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 1,2 mil, apenas 176 lugares foram disponibilizados. A entrada ser\u00e1 gratuita. Os m\u00fasicos n\u00e3o ser\u00e3o obrigados ao uso de m\u00e1scara, mas podem, se preferirem. Um m\u00fasico que tocar\u00e1 na reabertura j\u00e1 esteve infectado com o coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n

Funcion\u00e1rios e m\u00fasicos t\u00eam de passar por uma zona de desinfec\u00e7\u00e3o para poderem entrar na Casa e ser\u00e3o submetidos a controle de temperatura. No palco, a separa\u00e7\u00e3o entre m\u00fasicos de instrumentos de corda ser\u00e1 de 1,5 metro. Entre os m\u00fasicos de instrumentos de sopro, de 2 metros.<\/p>\n\n\n\n

Fechada desde o in\u00edcio do Estado de Emerg\u00eancia, em mar\u00e7o, a Casa da M\u00fasica chegou a interromper o pagamento de sal\u00e1rios de quase cem colaboradores.<\/p>\n\n\n\n

Em Lisboa, o m\u00fasico brasileiro Pierre Aderne conduzir\u00e1 a reabertura do Coliseu com o seu projeto Rua das Pretas. Ser\u00e1 em 13 de junho, dia de Santo Ant\u00f4nio, santo mais popular da cidade.<\/p>\n\n\n\n

No espa\u00e7o hist\u00f3rico onde cabem mais de quatro mil, apenas 150 pessoas se juntar\u00e3o a Aderne em cima do palco, para onde ser\u00e3o conduzidos imediatamente ap\u00f3s a entrada. O ingresso custa 45 euros e d\u00e1 direito a um copo de vinho personalizado para ser usado apenas pelo dono durante toda a noite, porque o evento sempre foi associado ao vinho, conta com apoio de produtores portugueses e a bebida \u00e9 servida ininterruptamente.<\/p>\n\n\n\n

\u2014 H\u00e1 a possibilidade de ficarmos no Coliseu at\u00e9 setembro, porque esta vai ser a realidade at\u00e9 final deste ano ou in\u00edcio do ano que vem. H\u00e1 receio por parte das pessoas, por mais que sintam que voltam \u00e0 vida normal. Tudo ser\u00e1 ao ar livre agora, ou em shows intimistas em locais gigantes, como o nosso, onde \u00e9 poss\u00edvel montar pequenas ilhas no palco para respeitar o distanciamento social \u2014 disse Aderne, que lan\u00e7ar\u00e1 no evento, tamb\u00e9m transmitido no streaming, o segundo \u00e1lbum do projeto.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Na segunda-feira tamb\u00e9m estreia o espet\u00e1culo musical \u201cDeixem o Pimba em Paz\u201d, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, no Campo Pequeno, em Lisboa. Com as participa\u00e7\u00f5es especiais de Salvador Sobral e Samuel \u00daria e lota\u00e7\u00e3o limitada diante das restri\u00e7\u00f5es, os ingressos esgotaram e uma data extra foi marcada para ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n

Dos 297 novos casos de Covid-19 registrados em 24 horas, 268 aconteceram na regi\u00e3o de Lisboa, de acordo com o balan\u00e7o oficial publicado no domingo.<\/p>\n\n\n\n

Portugal registra 32,5 mil e 1.410 mortes provocadas pela Covid-19.<\/p>\n\n\n\n

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\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=b6hMJbq61a4\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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A crise sanit\u00e1ria do novo coronav\u00edrus 19 atingiu em cheio o setor do turismo portugu\u00eas, respons\u00e1vel por 8,7% do PIB daquele pa\u00eds. Segundo um estudo da consultoria brit\u00e2nica Oxford Economics, 2020 ter\u00e1, no total, sete milh\u00f5es de visitantes internacionais a menos do que os registrados em 2019, uma queda de 40% de um ano para o outro. Na Europa, s\u00f3 It\u00e1lia e Espanha, os pa\u00edses mais afetados pela Covid-19 no continente, ter\u00e3o resultado pior.<\/p>\n\n\n\n

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\nEle ter\u00e1 validade de um ano e exige a implementa\u00e7\u00e3o nas empresas de um protocolo interno que, de acordo com as recomenda\u00e7\u00f5es da Dire\u00e7\u00e3o-Geral da Sa\u00fade, assegura a higieniza\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para evitar riscos de cont\u00e1gio e garante os procedimentos seguros para o funcionamento das atividades tur\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n

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\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=b6hMJbq61a4\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n
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Selo 'Clean & Safe', criado pelo Turismo de Portugal para certificar estabelecimentos que atendem aos novos padr\u00f5es de higiene e limpeza. (Foto: Turismo de Portugal \/ Divulga\u00e7\u00e3o)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

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O certificado j\u00e1 pode ser pedido por estabelecimentos como hot\u00e9is e ag\u00eancias de viagem, registrados junto \u00e0 Autoridade Tur\u00edstica Nacional. O selo ser\u00e1 dado \u00e0s empresas que assegurem o cumprimento de requisitos de higiene e limpeza para preven\u00e7\u00e3o e controle da Covid-19 e de outras eventuais infe\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n

Selo 'Clean & Safe', criado pelo Turismo de Portugal para certificar estabelecimentos que atendem aos novos padr\u00f5es de higiene e limpeza Foto: Turismo de Portugal \/ Divulga\u00e7\u00e3oSelo 'Clean & Safe', criado pelo Turismo de Portugal para certificar estabelecimentos que atendem aos novos padr\u00f5es de higiene e limpeza Foto: Turismo de Portugal \/ Divulga\u00e7\u00e3o
\nEle ter\u00e1 validade de um ano e exige a implementa\u00e7\u00e3o nas empresas de um protocolo interno que, de acordo com as recomenda\u00e7\u00f5es da Dire\u00e7\u00e3o-Geral da Sa\u00fade, assegura a higieniza\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para evitar riscos de cont\u00e1gio e garante os procedimentos seguros para o funcionamento das atividades tur\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n

Quem for aprovado neste processo poder\u00e1 exibir o certificado em seus estabelecimentos, tanto fisicamente quanto em p\u00e1ginas na internet e perfis em redes sociais. A ideia \u00e9 dar ao consumidor mais um par\u00e2metro de escolha na hora de contratar um servi\u00e7o tur\u00edstico.<\/p>\n\n\n\n

A crise sanit\u00e1ria do novo coronav\u00edrus 19 atingiu em cheio o setor do turismo portugu\u00eas, respons\u00e1vel por 8,7% do PIB daquele pa\u00eds. Segundo um estudo da consultoria brit\u00e2nica Oxford Economics, 2020 ter\u00e1, no total, sete milh\u00f5es de visitantes internacionais a menos do que os registrados em 2019, uma queda de 40% de um ano para o outro. Na Europa, s\u00f3 It\u00e1lia e Espanha, os pa\u00edses mais afetados pela Covid-19 no continente, ter\u00e3o resultado pior.<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/www.youtube.com\/watch?v=b6hMJbq61a4\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n

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LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0Filas por comida se multiplicam em Portugal, devido ao aumento do desemprego<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Crise do coronav\u00edrus agrava adversidades de imigrantes brasileiros em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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Selo 'Clean & Safe', criado pelo Turismo de Portugal para certificar estabelecimentos que atendem aos novos padr\u00f5es de higiene e limpeza. (Foto: Turismo de Portugal \/ Divulga\u00e7\u00e3o)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal ainda vive sob o est\u00e1gio de emerg\u00eancia, imposto em decorr\u00eancia da pandemia do novo coronav\u00edrus. Mas o pa\u00eds j\u00e1 come\u00e7a a pensar em como retomar a confian\u00e7a de visitantes internacionais e viajantes dom\u00e9sticos quando a pandemia passar. Uma das medidas foi a cria\u00e7\u00e3o do selo \"Clean & Safe\", para empresas do setor tur\u00edstico que atenderem a novos padr\u00f5es de qualidade de limpeza e higiene.<\/p>\n\n\n\n

O certificado j\u00e1 pode ser pedido por estabelecimentos como hot\u00e9is e ag\u00eancias de viagem, registrados junto \u00e0 Autoridade Tur\u00edstica Nacional. O selo ser\u00e1 dado \u00e0s empresas que assegurem o cumprimento de requisitos de higiene e limpeza para preven\u00e7\u00e3o e controle da Covid-19 e de outras eventuais infe\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n

Selo 'Clean & Safe', criado pelo Turismo de Portugal para certificar estabelecimentos que atendem aos novos padr\u00f5es de higiene e limpeza Foto: Turismo de Portugal \/ Divulga\u00e7\u00e3oSelo 'Clean & Safe', criado pelo Turismo de Portugal para certificar estabelecimentos que atendem aos novos padr\u00f5es de higiene e limpeza Foto: Turismo de Portugal \/ Divulga\u00e7\u00e3o
\nEle ter\u00e1 validade de um ano e exige a implementa\u00e7\u00e3o nas empresas de um protocolo interno que, de acordo com as recomenda\u00e7\u00f5es da Dire\u00e7\u00e3o-Geral da Sa\u00fade, assegura a higieniza\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para evitar riscos de cont\u00e1gio e garante os procedimentos seguros para o funcionamento das atividades tur\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n

Quem for aprovado neste processo poder\u00e1 exibir o certificado em seus estabelecimentos, tanto fisicamente quanto em p\u00e1ginas na internet e perfis em redes sociais. A ideia \u00e9 dar ao consumidor mais um par\u00e2metro de escolha na hora de contratar um servi\u00e7o tur\u00edstico.<\/p>\n\n\n\n

A crise sanit\u00e1ria do novo coronav\u00edrus 19 atingiu em cheio o setor do turismo portugu\u00eas, respons\u00e1vel por 8,7% do PIB daquele pa\u00eds. Segundo um estudo da consultoria brit\u00e2nica Oxford Economics, 2020 ter\u00e1, no total, sete milh\u00f5es de visitantes internacionais a menos do que os registrados em 2019, uma queda de 40% de um ano para o outro. Na Europa, s\u00f3 It\u00e1lia e Espanha, os pa\u00edses mais afetados pela Covid-19 no continente, ter\u00e3o resultado pior.<\/p>\n\n\n\n

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Certifica\u00e7\u00e3o 'Clean & Safe' ser\u00e1 dada a empresas que atenderem a novos padr\u00f5es de higiene.<\/h4>\n\n\n\n

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Selo 'Clean & Safe', criado pelo Turismo de Portugal para certificar estabelecimentos que atendem aos novos padr\u00f5es de higiene e limpeza. (Foto: Turismo de Portugal \/ Divulga\u00e7\u00e3o)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal ainda vive sob o est\u00e1gio de emerg\u00eancia, imposto em decorr\u00eancia da pandemia do novo coronav\u00edrus. Mas o pa\u00eds j\u00e1 come\u00e7a a pensar em como retomar a confian\u00e7a de visitantes internacionais e viajantes dom\u00e9sticos quando a pandemia passar. Uma das medidas foi a cria\u00e7\u00e3o do selo \"Clean & Safe\", para empresas do setor tur\u00edstico que atenderem a novos padr\u00f5es de qualidade de limpeza e higiene.<\/p>\n\n\n\n

O certificado j\u00e1 pode ser pedido por estabelecimentos como hot\u00e9is e ag\u00eancias de viagem, registrados junto \u00e0 Autoridade Tur\u00edstica Nacional. O selo ser\u00e1 dado \u00e0s empresas que assegurem o cumprimento de requisitos de higiene e limpeza para preven\u00e7\u00e3o e controle da Covid-19 e de outras eventuais infe\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n

Selo 'Clean & Safe', criado pelo Turismo de Portugal para certificar estabelecimentos que atendem aos novos padr\u00f5es de higiene e limpeza Foto: Turismo de Portugal \/ Divulga\u00e7\u00e3oSelo 'Clean & Safe', criado pelo Turismo de Portugal para certificar estabelecimentos que atendem aos novos padr\u00f5es de higiene e limpeza Foto: Turismo de Portugal \/ Divulga\u00e7\u00e3o
\nEle ter\u00e1 validade de um ano e exige a implementa\u00e7\u00e3o nas empresas de um protocolo interno que, de acordo com as recomenda\u00e7\u00f5es da Dire\u00e7\u00e3o-Geral da Sa\u00fade, assegura a higieniza\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para evitar riscos de cont\u00e1gio e garante os procedimentos seguros para o funcionamento das atividades tur\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n

Quem for aprovado neste processo poder\u00e1 exibir o certificado em seus estabelecimentos, tanto fisicamente quanto em p\u00e1ginas na internet e perfis em redes sociais. A ideia \u00e9 dar ao consumidor mais um par\u00e2metro de escolha na hora de contratar um servi\u00e7o tur\u00edstico.<\/p>\n\n\n\n

A crise sanit\u00e1ria do novo coronav\u00edrus 19 atingiu em cheio o setor do turismo portugu\u00eas, respons\u00e1vel por 8,7% do PIB daquele pa\u00eds. Segundo um estudo da consultoria brit\u00e2nica Oxford Economics, 2020 ter\u00e1, no total, sete milh\u00f5es de visitantes internacionais a menos do que os registrados em 2019, uma queda de 40% de um ano para o outro. Na Europa, s\u00f3 It\u00e1lia e Espanha, os pa\u00edses mais afetados pela Covid-19 no continente, ter\u00e3o resultado pior.<\/p>\n\n\n\n

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Certifica\u00e7\u00e3o 'Clean & Safe' ser\u00e1 dada a empresas que atenderem a novos padr\u00f5es de higiene.<\/h4>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M: Coronav\u00edrus destr\u00f3i sonho de brasileiros em Portugal, e muitos penam para voltar<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0Filas por comida se multiplicam em Portugal, devido ao aumento do desemprego<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n

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Selo 'Clean & Safe', criado pelo Turismo de Portugal para certificar estabelecimentos que atendem aos novos padr\u00f5es de higiene e limpeza. (Foto: Turismo de Portugal \/ Divulga\u00e7\u00e3o)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n

Portugal ainda vive sob o est\u00e1gio de emerg\u00eancia, imposto em decorr\u00eancia da pandemia do novo coronav\u00edrus. Mas o pa\u00eds j\u00e1 come\u00e7a a pensar em como retomar a confian\u00e7a de visitantes internacionais e viajantes dom\u00e9sticos quando a pandemia passar. Uma das medidas foi a cria\u00e7\u00e3o do selo \"Clean & Safe\", para empresas do setor tur\u00edstico que atenderem a novos padr\u00f5es de qualidade de limpeza e higiene.<\/p>\n\n\n\n

O certificado j\u00e1 pode ser pedido por estabelecimentos como hot\u00e9is e ag\u00eancias de viagem, registrados junto \u00e0 Autoridade Tur\u00edstica Nacional. O selo ser\u00e1 dado \u00e0s empresas que assegurem o cumprimento de requisitos de higiene e limpeza para preven\u00e7\u00e3o e controle da Covid-19 e de outras eventuais infe\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n

Selo 'Clean & Safe', criado pelo Turismo de Portugal para certificar estabelecimentos que atendem aos novos padr\u00f5es de higiene e limpeza Foto: Turismo de Portugal \/ Divulga\u00e7\u00e3oSelo 'Clean & Safe', criado pelo Turismo de Portugal para certificar estabelecimentos que atendem aos novos padr\u00f5es de higiene e limpeza Foto: Turismo de Portugal \/ Divulga\u00e7\u00e3o
\nEle ter\u00e1 validade de um ano e exige a implementa\u00e7\u00e3o nas empresas de um protocolo interno que, de acordo com as recomenda\u00e7\u00f5es da Dire\u00e7\u00e3o-Geral da Sa\u00fade, assegura a higieniza\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para evitar riscos de cont\u00e1gio e garante os procedimentos seguros para o funcionamento das atividades tur\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n

Quem for aprovado neste processo poder\u00e1 exibir o certificado em seus estabelecimentos, tanto fisicamente quanto em p\u00e1ginas na internet e perfis em redes sociais. A ideia \u00e9 dar ao consumidor mais um par\u00e2metro de escolha na hora de contratar um servi\u00e7o tur\u00edstico.<\/p>\n\n\n\n

A crise sanit\u00e1ria do novo coronav\u00edrus 19 atingiu em cheio o setor do turismo portugu\u00eas, respons\u00e1vel por 8,7% do PIB daquele pa\u00eds. Segundo um estudo da consultoria brit\u00e2nica Oxford Economics, 2020 ter\u00e1, no total, sete milh\u00f5es de visitantes internacionais a menos do que os registrados em 2019, uma queda de 40% de um ano para o outro. Na Europa, s\u00f3 It\u00e1lia e Espanha, os pa\u00edses mais afetados pela Covid-19 no continente, ter\u00e3o resultado pior.<\/p>\n\n\n\n

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