Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n
Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos, juntamente com um o almo\u00e7o memor\u00e1vel ao ar livre, tipicamente alentejano, com produtos locais e pratos regionais. Uma fartura que s\u00f3!<\/p>\n\n\n\n Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n Ainda na adega da Herdade de S\u00e3o Miguel, segue-se a prova de \u201cmostos\u201d, que \u00e9 aquele primeiro suco resultado da pisa. Depois, tudo fica fermentando dentro dos lagares ou ton\u00e9is e a natureza acaba fazendo o seu papel.<\/p>\n\n\n\n Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos, juntamente com um o almo\u00e7o memor\u00e1vel ao ar livre, tipicamente alentejano, com produtos locais e pratos regionais. Uma fartura que s\u00f3!<\/p>\n\n\n\n Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n Segue-se com a vindima manual, ou seja, a apanha dos cachos com a ajuda de um alicate espec\u00edfico. Tudo o que \u00e9 apanhado vai para dentro de baldes ou caixas de pl\u00e1stico. Depois, j\u00e1 na adega, chega o momento mais relaxante e prazeroso, a \u201cpisa a p\u00e9\u201d, e que por tradi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o sempre momentos muito animados e de grande euforia: a um ritmo constante e com todos os participantes \u201cabra\u00e7ados\u201d, cantam-se m\u00fasicas tradicionais portuguesas. Dentro do lagar de pedra, sente-se o romper das uvas e o caldo escorrendo por entre os dedos dos p\u00e9s. A sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar e de relaxamento \u00e9 intensa. O mais interessante \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 vontade de parar de pisar as uvas\u2026 eu diria at\u00e9 que \u00e9 \u201cexcitante\u201d e s\u00f3 quem participa de uma vindima entende o porqu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n Ainda na adega da Herdade de S\u00e3o Miguel, segue-se a prova de \u201cmostos\u201d, que \u00e9 aquele primeiro suco resultado da pisa. Depois, tudo fica fermentando dentro dos lagares ou ton\u00e9is e a natureza acaba fazendo o seu papel.<\/p>\n\n\n\n Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos, juntamente com um o almo\u00e7o memor\u00e1vel ao ar livre, tipicamente alentejano, com produtos locais e pratos regionais. Uma fartura que s\u00f3!<\/p>\n\n\n\n Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n Segue-se com a vindima manual, ou seja, a apanha dos cachos com a ajuda de um alicate espec\u00edfico. Tudo o que \u00e9 apanhado vai para dentro de baldes ou caixas de pl\u00e1stico. Depois, j\u00e1 na adega, chega o momento mais relaxante e prazeroso, a \u201cpisa a p\u00e9\u201d, e que por tradi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o sempre momentos muito animados e de grande euforia: a um ritmo constante e com todos os participantes \u201cabra\u00e7ados\u201d, cantam-se m\u00fasicas tradicionais portuguesas. Dentro do lagar de pedra, sente-se o romper das uvas e o caldo escorrendo por entre os dedos dos p\u00e9s. A sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar e de relaxamento \u00e9 intensa. O mais interessante \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 vontade de parar de pisar as uvas\u2026 eu diria at\u00e9 que \u00e9 \u201cexcitante\u201d e s\u00f3 quem participa de uma vindima entende o porqu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n Ainda na adega da Herdade de S\u00e3o Miguel, segue-se a prova de \u201cmostos\u201d, que \u00e9 aquele primeiro suco resultado da pisa. Depois, tudo fica fermentando dentro dos lagares ou ton\u00e9is e a natureza acaba fazendo o seu papel.<\/p>\n\n\n\n Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos, juntamente com um o almo\u00e7o memor\u00e1vel ao ar livre, tipicamente alentejano, com produtos locais e pratos regionais. Uma fartura que s\u00f3!<\/p>\n\n\n\n Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n O programa geralmente integra a atividade de enoturismo dos produtores e s\u00e3o abertas ao p\u00fablico, sempre mediante reserva antecipada. Come\u00e7a logo cedo, com um passeio na vinha, para conhecer o terreno e fazer a identifica\u00e7\u00e3o das castas das uvas. Com chap\u00e9u de palha e camiseta dedicada ao ano da colheita, a experi\u00eancia tem in\u00edcio com a an\u00e1lise sensorial dos cachos, sementes e enga\u00e7os; o toque \u00e9 essencial nessa fase, principalmente para poder reconhecer a estrutura da uva, a textura da casca e o sabor do fruto: sim, pode-se (e deve-se) comer a uva, inclusive mastigar a semente \u2013 que tem o nome de grainha, em Portugal.<\/p>\n\n\n\n Segue-se com a vindima manual, ou seja, a apanha dos cachos com a ajuda de um alicate espec\u00edfico. Tudo o que \u00e9 apanhado vai para dentro de baldes ou caixas de pl\u00e1stico. Depois, j\u00e1 na adega, chega o momento mais relaxante e prazeroso, a \u201cpisa a p\u00e9\u201d, e que por tradi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o sempre momentos muito animados e de grande euforia: a um ritmo constante e com todos os participantes \u201cabra\u00e7ados\u201d, cantam-se m\u00fasicas tradicionais portuguesas. Dentro do lagar de pedra, sente-se o romper das uvas e o caldo escorrendo por entre os dedos dos p\u00e9s. A sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar e de relaxamento \u00e9 intensa. O mais interessante \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 vontade de parar de pisar as uvas\u2026 eu diria at\u00e9 que \u00e9 \u201cexcitante\u201d e s\u00f3 quem participa de uma vindima entende o porqu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n Ainda na adega da Herdade de S\u00e3o Miguel, segue-se a prova de \u201cmostos\u201d, que \u00e9 aquele primeiro suco resultado da pisa. Depois, tudo fica fermentando dentro dos lagares ou ton\u00e9is e a natureza acaba fazendo o seu papel.<\/p>\n\n\n\n Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos, juntamente com um o almo\u00e7o memor\u00e1vel ao ar livre, tipicamente alentejano, com produtos locais e pratos regionais. Uma fartura que s\u00f3!<\/p>\n\n\n\n Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n O programa geralmente integra a atividade de enoturismo dos produtores e s\u00e3o abertas ao p\u00fablico, sempre mediante reserva antecipada. Come\u00e7a logo cedo, com um passeio na vinha, para conhecer o terreno e fazer a identifica\u00e7\u00e3o das castas das uvas. Com chap\u00e9u de palha e camiseta dedicada ao ano da colheita, a experi\u00eancia tem in\u00edcio com a an\u00e1lise sensorial dos cachos, sementes e enga\u00e7os; o toque \u00e9 essencial nessa fase, principalmente para poder reconhecer a estrutura da uva, a textura da casca e o sabor do fruto: sim, pode-se (e deve-se) comer a uva, inclusive mastigar a semente \u2013 que tem o nome de grainha, em Portugal.<\/p>\n\n\n\n Segue-se com a vindima manual, ou seja, a apanha dos cachos com a ajuda de um alicate espec\u00edfico. Tudo o que \u00e9 apanhado vai para dentro de baldes ou caixas de pl\u00e1stico. Depois, j\u00e1 na adega, chega o momento mais relaxante e prazeroso, a \u201cpisa a p\u00e9\u201d, e que por tradi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o sempre momentos muito animados e de grande euforia: a um ritmo constante e com todos os participantes \u201cabra\u00e7ados\u201d, cantam-se m\u00fasicas tradicionais portuguesas. Dentro do lagar de pedra, sente-se o romper das uvas e o caldo escorrendo por entre os dedos dos p\u00e9s. A sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar e de relaxamento \u00e9 intensa. O mais interessante \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 vontade de parar de pisar as uvas\u2026 eu diria at\u00e9 que \u00e9 \u201cexcitante\u201d e s\u00f3 quem participa de uma vindima entende o porqu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n Ainda na adega da Herdade de S\u00e3o Miguel, segue-se a prova de \u201cmostos\u201d, que \u00e9 aquele primeiro suco resultado da pisa. Depois, tudo fica fermentando dentro dos lagares ou ton\u00e9is e a natureza acaba fazendo o seu papel.<\/p>\n\n\n\n Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos, juntamente com um o almo\u00e7o memor\u00e1vel ao ar livre, tipicamente alentejano, com produtos locais e pratos regionais. Uma fartura que s\u00f3!<\/p>\n\n\n\n Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n Geralmente ocorrem durante o m\u00eas de setembro, em Portugal, que \u00e9 o per\u00edodo de colheita da uva. Mas tudo depende de fatores clim\u00e1ticos do ano em quest\u00e3o. Foi na Casa Relvas, localizada a apenas 1h30 de Lisboa, e a 20 minutos de \u00c9vora, na Herdade de S\u00e3o Miguel, onde foi poss\u00edvel viver toda a cultura e tradi\u00e7\u00e3o do vinho e da vinha, no Alentejo, e provar este esp\u00edrito t\u00e3o aut\u00eantico que \u00e9 o das vindimas.<\/p>\n\n\n\n O programa geralmente integra a atividade de enoturismo dos produtores e s\u00e3o abertas ao p\u00fablico, sempre mediante reserva antecipada. Come\u00e7a logo cedo, com um passeio na vinha, para conhecer o terreno e fazer a identifica\u00e7\u00e3o das castas das uvas. Com chap\u00e9u de palha e camiseta dedicada ao ano da colheita, a experi\u00eancia tem in\u00edcio com a an\u00e1lise sensorial dos cachos, sementes e enga\u00e7os; o toque \u00e9 essencial nessa fase, principalmente para poder reconhecer a estrutura da uva, a textura da casca e o sabor do fruto: sim, pode-se (e deve-se) comer a uva, inclusive mastigar a semente \u2013 que tem o nome de grainha, em Portugal.<\/p>\n\n\n\n Segue-se com a vindima manual, ou seja, a apanha dos cachos com a ajuda de um alicate espec\u00edfico. Tudo o que \u00e9 apanhado vai para dentro de baldes ou caixas de pl\u00e1stico. Depois, j\u00e1 na adega, chega o momento mais relaxante e prazeroso, a \u201cpisa a p\u00e9\u201d, e que por tradi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o sempre momentos muito animados e de grande euforia: a um ritmo constante e com todos os participantes \u201cabra\u00e7ados\u201d, cantam-se m\u00fasicas tradicionais portuguesas. Dentro do lagar de pedra, sente-se o romper das uvas e o caldo escorrendo por entre os dedos dos p\u00e9s. A sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar e de relaxamento \u00e9 intensa. O mais interessante \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 vontade de parar de pisar as uvas\u2026 eu diria at\u00e9 que \u00e9 \u201cexcitante\u201d e s\u00f3 quem participa de uma vindima entende o porqu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n Ainda na adega da Herdade de S\u00e3o Miguel, segue-se a prova de \u201cmostos\u201d, que \u00e9 aquele primeiro suco resultado da pisa. Depois, tudo fica fermentando dentro dos lagares ou ton\u00e9is e a natureza acaba fazendo o seu papel.<\/p>\n\n\n\n Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos, juntamente com um o almo\u00e7o memor\u00e1vel ao ar livre, tipicamente alentejano, com produtos locais e pratos regionais. Uma fartura que s\u00f3!<\/p>\n\n\n\n Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia n\u00e3o \u00e9 nova, mas \u00e9 desconhecida de muitos. Se em tempos as vindimas foram \u00fanica e exclusivamente trabalho de gente da terra, hoje \u00e9 um pequeno luxo para quem busca experi\u00eancias para al\u00e9m das tradicionais provas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Geralmente ocorrem durante o m\u00eas de setembro, em Portugal, que \u00e9 o per\u00edodo de colheita da uva. Mas tudo depende de fatores clim\u00e1ticos do ano em quest\u00e3o. Foi na Casa Relvas, localizada a apenas 1h30 de Lisboa, e a 20 minutos de \u00c9vora, na Herdade de S\u00e3o Miguel, onde foi poss\u00edvel viver toda a cultura e tradi\u00e7\u00e3o do vinho e da vinha, no Alentejo, e provar este esp\u00edrito t\u00e3o aut\u00eantico que \u00e9 o das vindimas.<\/p>\n\n\n\n O programa geralmente integra a atividade de enoturismo dos produtores e s\u00e3o abertas ao p\u00fablico, sempre mediante reserva antecipada. Come\u00e7a logo cedo, com um passeio na vinha, para conhecer o terreno e fazer a identifica\u00e7\u00e3o das castas das uvas. Com chap\u00e9u de palha e camiseta dedicada ao ano da colheita, a experi\u00eancia tem in\u00edcio com a an\u00e1lise sensorial dos cachos, sementes e enga\u00e7os; o toque \u00e9 essencial nessa fase, principalmente para poder reconhecer a estrutura da uva, a textura da casca e o sabor do fruto: sim, pode-se (e deve-se) comer a uva, inclusive mastigar a semente \u2013 que tem o nome de grainha, em Portugal.<\/p>\n\n\n\n Segue-se com a vindima manual, ou seja, a apanha dos cachos com a ajuda de um alicate espec\u00edfico. Tudo o que \u00e9 apanhado vai para dentro de baldes ou caixas de pl\u00e1stico. Depois, j\u00e1 na adega, chega o momento mais relaxante e prazeroso, a \u201cpisa a p\u00e9\u201d, e que por tradi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o sempre momentos muito animados e de grande euforia: a um ritmo constante e com todos os participantes \u201cabra\u00e7ados\u201d, cantam-se m\u00fasicas tradicionais portuguesas. Dentro do lagar de pedra, sente-se o romper das uvas e o caldo escorrendo por entre os dedos dos p\u00e9s. A sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar e de relaxamento \u00e9 intensa. O mais interessante \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 vontade de parar de pisar as uvas\u2026 eu diria at\u00e9 que \u00e9 \u201cexcitante\u201d e s\u00f3 quem participa de uma vindima entende o porqu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n Ainda na adega da Herdade de S\u00e3o Miguel, segue-se a prova de \u201cmostos\u201d, que \u00e9 aquele primeiro suco resultado da pisa. Depois, tudo fica fermentando dentro dos lagares ou ton\u00e9is e a natureza acaba fazendo o seu papel.<\/p>\n\n\n\n Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos, juntamente com um o almo\u00e7o memor\u00e1vel ao ar livre, tipicamente alentejano, com produtos locais e pratos regionais. Uma fartura que s\u00f3!<\/p>\n\n\n\n Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n Vindimar \u00e9 uma arte secular relacionada \u00e0 colheita das uvas e produ\u00e7\u00e3o de vinhos, que agora, na modernidade, \u00e9 sin\u00f4nimo, tamb\u00e9m, de uma experi\u00eancia de bem-estar e al\u00edvio do estresse.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia n\u00e3o \u00e9 nova, mas \u00e9 desconhecida de muitos. Se em tempos as vindimas foram \u00fanica e exclusivamente trabalho de gente da terra, hoje \u00e9 um pequeno luxo para quem busca experi\u00eancias para al\u00e9m das tradicionais provas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Geralmente ocorrem durante o m\u00eas de setembro, em Portugal, que \u00e9 o per\u00edodo de colheita da uva. Mas tudo depende de fatores clim\u00e1ticos do ano em quest\u00e3o. Foi na Casa Relvas, localizada a apenas 1h30 de Lisboa, e a 20 minutos de \u00c9vora, na Herdade de S\u00e3o Miguel, onde foi poss\u00edvel viver toda a cultura e tradi\u00e7\u00e3o do vinho e da vinha, no Alentejo, e provar este esp\u00edrito t\u00e3o aut\u00eantico que \u00e9 o das vindimas.<\/p>\n\n\n\n O programa geralmente integra a atividade de enoturismo dos produtores e s\u00e3o abertas ao p\u00fablico, sempre mediante reserva antecipada. Come\u00e7a logo cedo, com um passeio na vinha, para conhecer o terreno e fazer a identifica\u00e7\u00e3o das castas das uvas. Com chap\u00e9u de palha e camiseta dedicada ao ano da colheita, a experi\u00eancia tem in\u00edcio com a an\u00e1lise sensorial dos cachos, sementes e enga\u00e7os; o toque \u00e9 essencial nessa fase, principalmente para poder reconhecer a estrutura da uva, a textura da casca e o sabor do fruto: sim, pode-se (e deve-se) comer a uva, inclusive mastigar a semente \u2013 que tem o nome de grainha, em Portugal.<\/p>\n\n\n\n Segue-se com a vindima manual, ou seja, a apanha dos cachos com a ajuda de um alicate espec\u00edfico. Tudo o que \u00e9 apanhado vai para dentro de baldes ou caixas de pl\u00e1stico. Depois, j\u00e1 na adega, chega o momento mais relaxante e prazeroso, a \u201cpisa a p\u00e9\u201d, e que por tradi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o sempre momentos muito animados e de grande euforia: a um ritmo constante e com todos os participantes \u201cabra\u00e7ados\u201d, cantam-se m\u00fasicas tradicionais portuguesas. Dentro do lagar de pedra, sente-se o romper das uvas e o caldo escorrendo por entre os dedos dos p\u00e9s. A sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar e de relaxamento \u00e9 intensa. O mais interessante \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 vontade de parar de pisar as uvas\u2026 eu diria at\u00e9 que \u00e9 \u201cexcitante\u201d e s\u00f3 quem participa de uma vindima entende o porqu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n Ainda na adega da Herdade de S\u00e3o Miguel, segue-se a prova de \u201cmostos\u201d, que \u00e9 aquele primeiro suco resultado da pisa. Depois, tudo fica fermentando dentro dos lagares ou ton\u00e9is e a natureza acaba fazendo o seu papel.<\/p>\n\n\n\n Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos, juntamente com um o almo\u00e7o memor\u00e1vel ao ar livre, tipicamente alentejano, com produtos locais e pratos regionais. Uma fartura que s\u00f3!<\/p>\n\n\n\n Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n Vindimar \u00e9 uma arte secular relacionada \u00e0 colheita das uvas e produ\u00e7\u00e3o de vinhos, que agora, na modernidade, \u00e9 sin\u00f4nimo, tamb\u00e9m, de uma experi\u00eancia de bem-estar e al\u00edvio do estresse.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia n\u00e3o \u00e9 nova, mas \u00e9 desconhecida de muitos. Se em tempos as vindimas foram \u00fanica e exclusivamente trabalho de gente da terra, hoje \u00e9 um pequeno luxo para quem busca experi\u00eancias para al\u00e9m das tradicionais provas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Geralmente ocorrem durante o m\u00eas de setembro, em Portugal, que \u00e9 o per\u00edodo de colheita da uva. Mas tudo depende de fatores clim\u00e1ticos do ano em quest\u00e3o. Foi na Casa Relvas, localizada a apenas 1h30 de Lisboa, e a 20 minutos de \u00c9vora, na Herdade de S\u00e3o Miguel, onde foi poss\u00edvel viver toda a cultura e tradi\u00e7\u00e3o do vinho e da vinha, no Alentejo, e provar este esp\u00edrito t\u00e3o aut\u00eantico que \u00e9 o das vindimas.<\/p>\n\n\n\n O programa geralmente integra a atividade de enoturismo dos produtores e s\u00e3o abertas ao p\u00fablico, sempre mediante reserva antecipada. Come\u00e7a logo cedo, com um passeio na vinha, para conhecer o terreno e fazer a identifica\u00e7\u00e3o das castas das uvas. Com chap\u00e9u de palha e camiseta dedicada ao ano da colheita, a experi\u00eancia tem in\u00edcio com a an\u00e1lise sensorial dos cachos, sementes e enga\u00e7os; o toque \u00e9 essencial nessa fase, principalmente para poder reconhecer a estrutura da uva, a textura da casca e o sabor do fruto: sim, pode-se (e deve-se) comer a uva, inclusive mastigar a semente \u2013 que tem o nome de grainha, em Portugal.<\/p>\n\n\n\n Segue-se com a vindima manual, ou seja, a apanha dos cachos com a ajuda de um alicate espec\u00edfico. Tudo o que \u00e9 apanhado vai para dentro de baldes ou caixas de pl\u00e1stico. Depois, j\u00e1 na adega, chega o momento mais relaxante e prazeroso, a \u201cpisa a p\u00e9\u201d, e que por tradi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o sempre momentos muito animados e de grande euforia: a um ritmo constante e com todos os participantes \u201cabra\u00e7ados\u201d, cantam-se m\u00fasicas tradicionais portuguesas. Dentro do lagar de pedra, sente-se o romper das uvas e o caldo escorrendo por entre os dedos dos p\u00e9s. A sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar e de relaxamento \u00e9 intensa. O mais interessante \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 vontade de parar de pisar as uvas\u2026 eu diria at\u00e9 que \u00e9 \u201cexcitante\u201d e s\u00f3 quem participa de uma vindima entende o porqu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n Ainda na adega da Herdade de S\u00e3o Miguel, segue-se a prova de \u201cmostos\u201d, que \u00e9 aquele primeiro suco resultado da pisa. Depois, tudo fica fermentando dentro dos lagares ou ton\u00e9is e a natureza acaba fazendo o seu papel.<\/p>\n\n\n\n Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos, juntamente com um o almo\u00e7o memor\u00e1vel ao ar livre, tipicamente alentejano, com produtos locais e pratos regionais. Uma fartura que s\u00f3!<\/p>\n\n\n\n Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Longe das novelas desde 2016, Ana Rosa explica mudan\u00e7a para Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n Vindimar \u00e9 uma arte secular relacionada \u00e0 colheita das uvas e produ\u00e7\u00e3o de vinhos, que agora, na modernidade, \u00e9 sin\u00f4nimo, tamb\u00e9m, de uma experi\u00eancia de bem-estar e al\u00edvio do estresse.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia n\u00e3o \u00e9 nova, mas \u00e9 desconhecida de muitos. Se em tempos as vindimas foram \u00fanica e exclusivamente trabalho de gente da terra, hoje \u00e9 um pequeno luxo para quem busca experi\u00eancias para al\u00e9m das tradicionais provas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Geralmente ocorrem durante o m\u00eas de setembro, em Portugal, que \u00e9 o per\u00edodo de colheita da uva. Mas tudo depende de fatores clim\u00e1ticos do ano em quest\u00e3o. Foi na Casa Relvas, localizada a apenas 1h30 de Lisboa, e a 20 minutos de \u00c9vora, na Herdade de S\u00e3o Miguel, onde foi poss\u00edvel viver toda a cultura e tradi\u00e7\u00e3o do vinho e da vinha, no Alentejo, e provar este esp\u00edrito t\u00e3o aut\u00eantico que \u00e9 o das vindimas.<\/p>\n\n\n\n O programa geralmente integra a atividade de enoturismo dos produtores e s\u00e3o abertas ao p\u00fablico, sempre mediante reserva antecipada. Come\u00e7a logo cedo, com um passeio na vinha, para conhecer o terreno e fazer a identifica\u00e7\u00e3o das castas das uvas. Com chap\u00e9u de palha e camiseta dedicada ao ano da colheita, a experi\u00eancia tem in\u00edcio com a an\u00e1lise sensorial dos cachos, sementes e enga\u00e7os; o toque \u00e9 essencial nessa fase, principalmente para poder reconhecer a estrutura da uva, a textura da casca e o sabor do fruto: sim, pode-se (e deve-se) comer a uva, inclusive mastigar a semente \u2013 que tem o nome de grainha, em Portugal.<\/p>\n\n\n\n Segue-se com a vindima manual, ou seja, a apanha dos cachos com a ajuda de um alicate espec\u00edfico. Tudo o que \u00e9 apanhado vai para dentro de baldes ou caixas de pl\u00e1stico. Depois, j\u00e1 na adega, chega o momento mais relaxante e prazeroso, a \u201cpisa a p\u00e9\u201d, e que por tradi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o sempre momentos muito animados e de grande euforia: a um ritmo constante e com todos os participantes \u201cabra\u00e7ados\u201d, cantam-se m\u00fasicas tradicionais portuguesas. Dentro do lagar de pedra, sente-se o romper das uvas e o caldo escorrendo por entre os dedos dos p\u00e9s. A sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar e de relaxamento \u00e9 intensa. O mais interessante \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 vontade de parar de pisar as uvas\u2026 eu diria at\u00e9 que \u00e9 \u201cexcitante\u201d e s\u00f3 quem participa de uma vindima entende o porqu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n Ainda na adega da Herdade de S\u00e3o Miguel, segue-se a prova de \u201cmostos\u201d, que \u00e9 aquele primeiro suco resultado da pisa. Depois, tudo fica fermentando dentro dos lagares ou ton\u00e9is e a natureza acaba fazendo o seu papel.<\/p>\n\n\n\n Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos, juntamente com um o almo\u00e7o memor\u00e1vel ao ar livre, tipicamente alentejano, com produtos locais e pratos regionais. Uma fartura que s\u00f3!<\/p>\n\n\n\n Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Longe das novelas desde 2016, Ana Rosa explica mudan\u00e7a para Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n Vindimar \u00e9 uma arte secular relacionada \u00e0 colheita das uvas e produ\u00e7\u00e3o de vinhos, que agora, na modernidade, \u00e9 sin\u00f4nimo, tamb\u00e9m, de uma experi\u00eancia de bem-estar e al\u00edvio do estresse.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia n\u00e3o \u00e9 nova, mas \u00e9 desconhecida de muitos. Se em tempos as vindimas foram \u00fanica e exclusivamente trabalho de gente da terra, hoje \u00e9 um pequeno luxo para quem busca experi\u00eancias para al\u00e9m das tradicionais provas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Geralmente ocorrem durante o m\u00eas de setembro, em Portugal, que \u00e9 o per\u00edodo de colheita da uva. Mas tudo depende de fatores clim\u00e1ticos do ano em quest\u00e3o. Foi na Casa Relvas, localizada a apenas 1h30 de Lisboa, e a 20 minutos de \u00c9vora, na Herdade de S\u00e3o Miguel, onde foi poss\u00edvel viver toda a cultura e tradi\u00e7\u00e3o do vinho e da vinha, no Alentejo, e provar este esp\u00edrito t\u00e3o aut\u00eantico que \u00e9 o das vindimas.<\/p>\n\n\n\n O programa geralmente integra a atividade de enoturismo dos produtores e s\u00e3o abertas ao p\u00fablico, sempre mediante reserva antecipada. Come\u00e7a logo cedo, com um passeio na vinha, para conhecer o terreno e fazer a identifica\u00e7\u00e3o das castas das uvas. Com chap\u00e9u de palha e camiseta dedicada ao ano da colheita, a experi\u00eancia tem in\u00edcio com a an\u00e1lise sensorial dos cachos, sementes e enga\u00e7os; o toque \u00e9 essencial nessa fase, principalmente para poder reconhecer a estrutura da uva, a textura da casca e o sabor do fruto: sim, pode-se (e deve-se) comer a uva, inclusive mastigar a semente \u2013 que tem o nome de grainha, em Portugal.<\/p>\n\n\n\n Segue-se com a vindima manual, ou seja, a apanha dos cachos com a ajuda de um alicate espec\u00edfico. Tudo o que \u00e9 apanhado vai para dentro de baldes ou caixas de pl\u00e1stico. Depois, j\u00e1 na adega, chega o momento mais relaxante e prazeroso, a \u201cpisa a p\u00e9\u201d, e que por tradi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o sempre momentos muito animados e de grande euforia: a um ritmo constante e com todos os participantes \u201cabra\u00e7ados\u201d, cantam-se m\u00fasicas tradicionais portuguesas. Dentro do lagar de pedra, sente-se o romper das uvas e o caldo escorrendo por entre os dedos dos p\u00e9s. A sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar e de relaxamento \u00e9 intensa. O mais interessante \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 vontade de parar de pisar as uvas\u2026 eu diria at\u00e9 que \u00e9 \u201cexcitante\u201d e s\u00f3 quem participa de uma vindima entende o porqu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n Ainda na adega da Herdade de S\u00e3o Miguel, segue-se a prova de \u201cmostos\u201d, que \u00e9 aquele primeiro suco resultado da pisa. Depois, tudo fica fermentando dentro dos lagares ou ton\u00e9is e a natureza acaba fazendo o seu papel.<\/p>\n\n\n\n Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos, juntamente com um o almo\u00e7o memor\u00e1vel ao ar livre, tipicamente alentejano, com produtos locais e pratos regionais. Uma fartura que s\u00f3!<\/p>\n\n\n\n Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Faf\u00e1 de Bel\u00e9m visita vin\u00edcola em Portugal e se diverte pisando em uvas<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Longe das novelas desde 2016, Ana Rosa explica mudan\u00e7a para Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n Vindimar \u00e9 uma arte secular relacionada \u00e0 colheita das uvas e produ\u00e7\u00e3o de vinhos, que agora, na modernidade, \u00e9 sin\u00f4nimo, tamb\u00e9m, de uma experi\u00eancia de bem-estar e al\u00edvio do estresse.<\/p>\n\n\n\n A tend\u00eancia n\u00e3o \u00e9 nova, mas \u00e9 desconhecida de muitos. Se em tempos as vindimas foram \u00fanica e exclusivamente trabalho de gente da terra, hoje \u00e9 um pequeno luxo para quem busca experi\u00eancias para al\u00e9m das tradicionais provas de vinho.<\/p>\n\n\n\n Geralmente ocorrem durante o m\u00eas de setembro, em Portugal, que \u00e9 o per\u00edodo de colheita da uva. Mas tudo depende de fatores clim\u00e1ticos do ano em quest\u00e3o. Foi na Casa Relvas, localizada a apenas 1h30 de Lisboa, e a 20 minutos de \u00c9vora, na Herdade de S\u00e3o Miguel, onde foi poss\u00edvel viver toda a cultura e tradi\u00e7\u00e3o do vinho e da vinha, no Alentejo, e provar este esp\u00edrito t\u00e3o aut\u00eantico que \u00e9 o das vindimas.<\/p>\n\n\n\n O programa geralmente integra a atividade de enoturismo dos produtores e s\u00e3o abertas ao p\u00fablico, sempre mediante reserva antecipada. Come\u00e7a logo cedo, com um passeio na vinha, para conhecer o terreno e fazer a identifica\u00e7\u00e3o das castas das uvas. Com chap\u00e9u de palha e camiseta dedicada ao ano da colheita, a experi\u00eancia tem in\u00edcio com a an\u00e1lise sensorial dos cachos, sementes e enga\u00e7os; o toque \u00e9 essencial nessa fase, principalmente para poder reconhecer a estrutura da uva, a textura da casca e o sabor do fruto: sim, pode-se (e deve-se) comer a uva, inclusive mastigar a semente \u2013 que tem o nome de grainha, em Portugal.<\/p>\n\n\n\n Segue-se com a vindima manual, ou seja, a apanha dos cachos com a ajuda de um alicate espec\u00edfico. Tudo o que \u00e9 apanhado vai para dentro de baldes ou caixas de pl\u00e1stico. Depois, j\u00e1 na adega, chega o momento mais relaxante e prazeroso, a \u201cpisa a p\u00e9\u201d, e que por tradi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o sempre momentos muito animados e de grande euforia: a um ritmo constante e com todos os participantes \u201cabra\u00e7ados\u201d, cantam-se m\u00fasicas tradicionais portuguesas. Dentro do lagar de pedra, sente-se o romper das uvas e o caldo escorrendo por entre os dedos dos p\u00e9s. A sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar e de relaxamento \u00e9 intensa. O mais interessante \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 vontade de parar de pisar as uvas\u2026 eu diria at\u00e9 que \u00e9 \u201cexcitante\u201d e s\u00f3 quem participa de uma vindima entende o porqu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n Ainda na adega da Herdade de S\u00e3o Miguel, segue-se a prova de \u201cmostos\u201d, que \u00e9 aquele primeiro suco resultado da pisa. Depois, tudo fica fermentando dentro dos lagares ou ton\u00e9is e a natureza acaba fazendo o seu papel.<\/p>\n\n\n\n Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos, juntamente com um o almo\u00e7o memor\u00e1vel ao ar livre, tipicamente alentejano, com produtos locais e pratos regionais. Uma fartura que s\u00f3!<\/p>\n\n\n\n Na Herdade de S\u00e3o Miguel, costuma-se dizer que o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, o propriet\u00e1rio, \u201cqueremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradi\u00e7\u00e3o, numa experi\u00eancia que sabemos que n\u00e3o os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente\u201d. \u00c9 sem d\u00favida um dia muito bem passado e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel, melhor at\u00e9 que um dia num spa\u2026 um pequeno luxo para quer busca \u201cdescomprimir\u201d, com m\u00e3os \u00e0 obra, ou melhor, \u00e0 uva.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Faf\u00e1 de Bel\u00e9m visita vin\u00edcola em Portugal e se diverte pisando em uvas<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal reinventa turismo para recuperar economia local no p\u00f3s-pandemia<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\nConhe\u00e7a a tradi\u00e7\u00e3o portuguesa que se tornou em atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica e de bem-estar disputada.<\/h4>\n\n\n\n