Elodie Alves disse que 98% dos funerais que organiza atualmente est\u00e3o ligados \u00e0 Covid-19 e que as pessoas est\u00e3o conformadas com as restri\u00e7\u00f5es no luto. \u201cN\u00e3o tive pessoas agressivas e est\u00e3o todos lidando bem, dentro do poss\u00edvel, com a situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo\u201d, disse a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n
No entanto, a ag\u00eancia oferece outra op\u00e7\u00e3o: \u201cSe as fam\u00edlias n\u00e3o optarem que a pessoa seja transladada sem que os familiares v\u00e3o ao funeral, n\u00f3s propomos, dependendo das cidades, enterrar o corpo num jazigo provis\u00f3rio em cimento e podemos deixar o corpo l\u00e1 por seis meses no m\u00e1ximo. Quando a pandemia for embora, tiramos a urna dessa sepultura e levamos a urna para Portugal\u201d.<\/p>\n\n\n\n
Elodie Alves disse que 98% dos funerais que organiza atualmente est\u00e3o ligados \u00e0 Covid-19 e que as pessoas est\u00e3o conformadas com as restri\u00e7\u00f5es no luto. \u201cN\u00e3o tive pessoas agressivas e est\u00e3o todos lidando bem, dentro do poss\u00edvel, com a situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo\u201d, disse a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Tamb\u00e9m Elodie Alves, propriet\u00e1ria de funer\u00e1ria, relata a mesma situa\u00e7\u00e3o e confirma que tem lidado com casos de portugueses que morreram na Fran\u00e7a devido ao novo coronav\u00edrus. \u201cTemos que ter precau\u00e7\u00f5es diferentes agora. Colocamos uma prote\u00e7\u00e3o a mais em volta da urna. A \u00fanica coisa que \u00e9 importante saber \u00e9 que n\u00f3s podemos atravessar fronteiras, mas n\u00e3o levamos fam\u00edlia conosco, as fam\u00edlias acompanham em seu pr\u00f3prio carro e podem ser rejeitados na fronteira com Espanha\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n No entanto, a ag\u00eancia oferece outra op\u00e7\u00e3o: \u201cSe as fam\u00edlias n\u00e3o optarem que a pessoa seja transladada sem que os familiares v\u00e3o ao funeral, n\u00f3s propomos, dependendo das cidades, enterrar o corpo num jazigo provis\u00f3rio em cimento e podemos deixar o corpo l\u00e1 por seis meses no m\u00e1ximo. Quando a pandemia for embora, tiramos a urna dessa sepultura e levamos a urna para Portugal\u201d.<\/p>\n\n\n\n Elodie Alves disse que 98% dos funerais que organiza atualmente est\u00e3o ligados \u00e0 Covid-19 e que as pessoas est\u00e3o conformadas com as restri\u00e7\u00f5es no luto. \u201cN\u00e3o tive pessoas agressivas e est\u00e3o todos lidando bem, dentro do poss\u00edvel, com a situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo\u201d, disse a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n \u201cNos primeiros transportes as fam\u00edlias n\u00e3o podiam acompanhar porque tinham de ficar 14 dias em Portugal, em quarentena\u201d, disse Joaquim Cardoso, garantindo que passar pela fronteira da Espanha \u201c\u00e9 o mais complicado\u201d.<\/p>\n\n\n\n Tamb\u00e9m Elodie Alves, propriet\u00e1ria de funer\u00e1ria, relata a mesma situa\u00e7\u00e3o e confirma que tem lidado com casos de portugueses que morreram na Fran\u00e7a devido ao novo coronav\u00edrus. \u201cTemos que ter precau\u00e7\u00f5es diferentes agora. Colocamos uma prote\u00e7\u00e3o a mais em volta da urna. A \u00fanica coisa que \u00e9 importante saber \u00e9 que n\u00f3s podemos atravessar fronteiras, mas n\u00e3o levamos fam\u00edlia conosco, as fam\u00edlias acompanham em seu pr\u00f3prio carro e podem ser rejeitados na fronteira com Espanha\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n No entanto, a ag\u00eancia oferece outra op\u00e7\u00e3o: \u201cSe as fam\u00edlias n\u00e3o optarem que a pessoa seja transladada sem que os familiares v\u00e3o ao funeral, n\u00f3s propomos, dependendo das cidades, enterrar o corpo num jazigo provis\u00f3rio em cimento e podemos deixar o corpo l\u00e1 por seis meses no m\u00e1ximo. Quando a pandemia for embora, tiramos a urna dessa sepultura e levamos a urna para Portugal\u201d.<\/p>\n\n\n\n Elodie Alves disse que 98% dos funerais que organiza atualmente est\u00e3o ligados \u00e0 Covid-19 e que as pessoas est\u00e3o conformadas com as restri\u00e7\u00f5es no luto. \u201cN\u00e3o tive pessoas agressivas e est\u00e3o todos lidando bem, dentro do poss\u00edvel, com a situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo\u201d, disse a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n O empres\u00e1rio Joaquim Cardoso diz que tem visto um aumento no seu volume de trabalho entre 30% a 40% desde o in\u00edcio da pandemia na Fran\u00e7a e que as medidas seguran\u00e7a s\u00e3o todas rigorosamente cumpridas, incluindo nos transportes dos corpos para Portugal.<\/p>\n\n\n\n \u201cNos primeiros transportes as fam\u00edlias n\u00e3o podiam acompanhar porque tinham de ficar 14 dias em Portugal, em quarentena\u201d, disse Joaquim Cardoso, garantindo que passar pela fronteira da Espanha \u201c\u00e9 o mais complicado\u201d.<\/p>\n\n\n\n Tamb\u00e9m Elodie Alves, propriet\u00e1ria de funer\u00e1ria, relata a mesma situa\u00e7\u00e3o e confirma que tem lidado com casos de portugueses que morreram na Fran\u00e7a devido ao novo coronav\u00edrus. \u201cTemos que ter precau\u00e7\u00f5es diferentes agora. Colocamos uma prote\u00e7\u00e3o a mais em volta da urna. A \u00fanica coisa que \u00e9 importante saber \u00e9 que n\u00f3s podemos atravessar fronteiras, mas n\u00e3o levamos fam\u00edlia conosco, as fam\u00edlias acompanham em seu pr\u00f3prio carro e podem ser rejeitados na fronteira com Espanha\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n No entanto, a ag\u00eancia oferece outra op\u00e7\u00e3o: \u201cSe as fam\u00edlias n\u00e3o optarem que a pessoa seja transladada sem que os familiares v\u00e3o ao funeral, n\u00f3s propomos, dependendo das cidades, enterrar o corpo num jazigo provis\u00f3rio em cimento e podemos deixar o corpo l\u00e1 por seis meses no m\u00e1ximo. Quando a pandemia for embora, tiramos a urna dessa sepultura e levamos a urna para Portugal\u201d.<\/p>\n\n\n\n Elodie Alves disse que 98% dos funerais que organiza atualmente est\u00e3o ligados \u00e0 Covid-19 e que as pessoas est\u00e3o conformadas com as restri\u00e7\u00f5es no luto. \u201cN\u00e3o tive pessoas agressivas e est\u00e3o todos lidando bem, dentro do poss\u00edvel, com a situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo\u201d, disse a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a publica\u00e7\u00e3o, ainda n\u00e3o h\u00e1 o n\u00famero total de portugueses ou lusodescendentes que morreram na Fran\u00e7a devido \u00e0 Covid-19. <\/p>\n\n\n\n O empres\u00e1rio Joaquim Cardoso diz que tem visto um aumento no seu volume de trabalho entre 30% a 40% desde o in\u00edcio da pandemia na Fran\u00e7a e que as medidas seguran\u00e7a s\u00e3o todas rigorosamente cumpridas, incluindo nos transportes dos corpos para Portugal.<\/p>\n\n\n\n \u201cNos primeiros transportes as fam\u00edlias n\u00e3o podiam acompanhar porque tinham de ficar 14 dias em Portugal, em quarentena\u201d, disse Joaquim Cardoso, garantindo que passar pela fronteira da Espanha \u201c\u00e9 o mais complicado\u201d.<\/p>\n\n\n\n Tamb\u00e9m Elodie Alves, propriet\u00e1ria de funer\u00e1ria, relata a mesma situa\u00e7\u00e3o e confirma que tem lidado com casos de portugueses que morreram na Fran\u00e7a devido ao novo coronav\u00edrus. \u201cTemos que ter precau\u00e7\u00f5es diferentes agora. Colocamos uma prote\u00e7\u00e3o a mais em volta da urna. A \u00fanica coisa que \u00e9 importante saber \u00e9 que n\u00f3s podemos atravessar fronteiras, mas n\u00e3o levamos fam\u00edlia conosco, as fam\u00edlias acompanham em seu pr\u00f3prio carro e podem ser rejeitados na fronteira com Espanha\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n No entanto, a ag\u00eancia oferece outra op\u00e7\u00e3o: \u201cSe as fam\u00edlias n\u00e3o optarem que a pessoa seja transladada sem que os familiares v\u00e3o ao funeral, n\u00f3s propomos, dependendo das cidades, enterrar o corpo num jazigo provis\u00f3rio em cimento e podemos deixar o corpo l\u00e1 por seis meses no m\u00e1ximo. Quando a pandemia for embora, tiramos a urna dessa sepultura e levamos a urna para Portugal\u201d.<\/p>\n\n\n\n Elodie Alves disse que 98% dos funerais que organiza atualmente est\u00e3o ligados \u00e0 Covid-19 e que as pessoas est\u00e3o conformadas com as restri\u00e7\u00f5es no luto. \u201cN\u00e3o tive pessoas agressivas e est\u00e3o todos lidando bem, dentro do poss\u00edvel, com a situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo\u201d, disse a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n \u201cSim, temos casos de portugueses mortos por Covid-19. Alguns at\u00e9 j\u00e1 lev\u00e1mos para Portugal. Muitos ficam na Fran\u00e7a, por outros motivos, como estar com toda a fam\u00edlia no pa\u00eds\", afirmou Joaquim Cardoso, dona de uma funer\u00e1ria, em entrevista a publica\u00e7\u00e3o portuguesa Lusa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a publica\u00e7\u00e3o, ainda n\u00e3o h\u00e1 o n\u00famero total de portugueses ou lusodescendentes que morreram na Fran\u00e7a devido \u00e0 Covid-19. <\/p>\n\n\n\n O empres\u00e1rio Joaquim Cardoso diz que tem visto um aumento no seu volume de trabalho entre 30% a 40% desde o in\u00edcio da pandemia na Fran\u00e7a e que as medidas seguran\u00e7a s\u00e3o todas rigorosamente cumpridas, incluindo nos transportes dos corpos para Portugal.<\/p>\n\n\n\n \u201cNos primeiros transportes as fam\u00edlias n\u00e3o podiam acompanhar porque tinham de ficar 14 dias em Portugal, em quarentena\u201d, disse Joaquim Cardoso, garantindo que passar pela fronteira da Espanha \u201c\u00e9 o mais complicado\u201d.<\/p>\n\n\n\n Tamb\u00e9m Elodie Alves, propriet\u00e1ria de funer\u00e1ria, relata a mesma situa\u00e7\u00e3o e confirma que tem lidado com casos de portugueses que morreram na Fran\u00e7a devido ao novo coronav\u00edrus. \u201cTemos que ter precau\u00e7\u00f5es diferentes agora. Colocamos uma prote\u00e7\u00e3o a mais em volta da urna. A \u00fanica coisa que \u00e9 importante saber \u00e9 que n\u00f3s podemos atravessar fronteiras, mas n\u00e3o levamos fam\u00edlia conosco, as fam\u00edlias acompanham em seu pr\u00f3prio carro e podem ser rejeitados na fronteira com Espanha\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n No entanto, a ag\u00eancia oferece outra op\u00e7\u00e3o: \u201cSe as fam\u00edlias n\u00e3o optarem que a pessoa seja transladada sem que os familiares v\u00e3o ao funeral, n\u00f3s propomos, dependendo das cidades, enterrar o corpo num jazigo provis\u00f3rio em cimento e podemos deixar o corpo l\u00e1 por seis meses no m\u00e1ximo. Quando a pandemia for embora, tiramos a urna dessa sepultura e levamos a urna para Portugal\u201d.<\/p>\n\n\n\n Elodie Alves disse que 98% dos funerais que organiza atualmente est\u00e3o ligados \u00e0 Covid-19 e que as pessoas est\u00e3o conformadas com as restri\u00e7\u00f5es no luto. \u201cN\u00e3o tive pessoas agressivas e est\u00e3o todos lidando bem, dentro do poss\u00edvel, com a situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo\u201d, disse a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n As ag\u00eancias na regi\u00e3o parisiense de portugueses est\u00e3o fazendo o translado de corpos de mortos para Portugal e afirmam que t\u00eam lidado com casos de portugueses mortos na Fran\u00e7a devido \u00e0 pandemia do novo coronav\u00edrus, a Covid-19.<\/p>\n\n\n\n \u201cSim, temos casos de portugueses mortos por Covid-19. Alguns at\u00e9 j\u00e1 lev\u00e1mos para Portugal. Muitos ficam na Fran\u00e7a, por outros motivos, como estar com toda a fam\u00edlia no pa\u00eds\", afirmou Joaquim Cardoso, dona de uma funer\u00e1ria, em entrevista a publica\u00e7\u00e3o portuguesa Lusa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a publica\u00e7\u00e3o, ainda n\u00e3o h\u00e1 o n\u00famero total de portugueses ou lusodescendentes que morreram na Fran\u00e7a devido \u00e0 Covid-19. <\/p>\n\n\n\n O empres\u00e1rio Joaquim Cardoso diz que tem visto um aumento no seu volume de trabalho entre 30% a 40% desde o in\u00edcio da pandemia na Fran\u00e7a e que as medidas seguran\u00e7a s\u00e3o todas rigorosamente cumpridas, incluindo nos transportes dos corpos para Portugal.<\/p>\n\n\n\n \u201cNos primeiros transportes as fam\u00edlias n\u00e3o podiam acompanhar porque tinham de ficar 14 dias em Portugal, em quarentena\u201d, disse Joaquim Cardoso, garantindo que passar pela fronteira da Espanha \u201c\u00e9 o mais complicado\u201d.<\/p>\n\n\n\n Tamb\u00e9m Elodie Alves, propriet\u00e1ria de funer\u00e1ria, relata a mesma situa\u00e7\u00e3o e confirma que tem lidado com casos de portugueses que morreram na Fran\u00e7a devido ao novo coronav\u00edrus. \u201cTemos que ter precau\u00e7\u00f5es diferentes agora. Colocamos uma prote\u00e7\u00e3o a mais em volta da urna. A \u00fanica coisa que \u00e9 importante saber \u00e9 que n\u00f3s podemos atravessar fronteiras, mas n\u00e3o levamos fam\u00edlia conosco, as fam\u00edlias acompanham em seu pr\u00f3prio carro e podem ser rejeitados na fronteira com Espanha\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n No entanto, a ag\u00eancia oferece outra op\u00e7\u00e3o: \u201cSe as fam\u00edlias n\u00e3o optarem que a pessoa seja transladada sem que os familiares v\u00e3o ao funeral, n\u00f3s propomos, dependendo das cidades, enterrar o corpo num jazigo provis\u00f3rio em cimento e podemos deixar o corpo l\u00e1 por seis meses no m\u00e1ximo. Quando a pandemia for embora, tiramos a urna dessa sepultura e levamos a urna para Portugal\u201d.<\/p>\n\n\n\n Elodie Alves disse que 98% dos funerais que organiza atualmente est\u00e3o ligados \u00e0 Covid-19 e que as pessoas est\u00e3o conformadas com as restri\u00e7\u00f5es no luto. \u201cN\u00e3o tive pessoas agressivas e est\u00e3o todos lidando bem, dentro do poss\u00edvel, com a situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo\u201d, disse a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n As ag\u00eancias na regi\u00e3o parisiense de portugueses est\u00e3o fazendo o translado de corpos de mortos para Portugal e afirmam que t\u00eam lidado com casos de portugueses mortos na Fran\u00e7a devido \u00e0 pandemia do novo coronav\u00edrus, a Covid-19.<\/p>\n\n\n\n \u201cSim, temos casos de portugueses mortos por Covid-19. Alguns at\u00e9 j\u00e1 lev\u00e1mos para Portugal. Muitos ficam na Fran\u00e7a, por outros motivos, como estar com toda a fam\u00edlia no pa\u00eds\", afirmou Joaquim Cardoso, dona de uma funer\u00e1ria, em entrevista a publica\u00e7\u00e3o portuguesa Lusa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a publica\u00e7\u00e3o, ainda n\u00e3o h\u00e1 o n\u00famero total de portugueses ou lusodescendentes que morreram na Fran\u00e7a devido \u00e0 Covid-19. <\/p>\n\n\n\n O empres\u00e1rio Joaquim Cardoso diz que tem visto um aumento no seu volume de trabalho entre 30% a 40% desde o in\u00edcio da pandemia na Fran\u00e7a e que as medidas seguran\u00e7a s\u00e3o todas rigorosamente cumpridas, incluindo nos transportes dos corpos para Portugal.<\/p>\n\n\n\n \u201cNos primeiros transportes as fam\u00edlias n\u00e3o podiam acompanhar porque tinham de ficar 14 dias em Portugal, em quarentena\u201d, disse Joaquim Cardoso, garantindo que passar pela fronteira da Espanha \u201c\u00e9 o mais complicado\u201d.<\/p>\n\n\n\n Tamb\u00e9m Elodie Alves, propriet\u00e1ria de funer\u00e1ria, relata a mesma situa\u00e7\u00e3o e confirma que tem lidado com casos de portugueses que morreram na Fran\u00e7a devido ao novo coronav\u00edrus. \u201cTemos que ter precau\u00e7\u00f5es diferentes agora. Colocamos uma prote\u00e7\u00e3o a mais em volta da urna. A \u00fanica coisa que \u00e9 importante saber \u00e9 que n\u00f3s podemos atravessar fronteiras, mas n\u00e3o levamos fam\u00edlia conosco, as fam\u00edlias acompanham em seu pr\u00f3prio carro e podem ser rejeitados na fronteira com Espanha\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n No entanto, a ag\u00eancia oferece outra op\u00e7\u00e3o: \u201cSe as fam\u00edlias n\u00e3o optarem que a pessoa seja transladada sem que os familiares v\u00e3o ao funeral, n\u00f3s propomos, dependendo das cidades, enterrar o corpo num jazigo provis\u00f3rio em cimento e podemos deixar o corpo l\u00e1 por seis meses no m\u00e1ximo. Quando a pandemia for embora, tiramos a urna dessa sepultura e levamos a urna para Portugal\u201d.<\/p>\n\n\n\n Elodie Alves disse que 98% dos funerais que organiza atualmente est\u00e3o ligados \u00e0 Covid-19 e que as pessoas est\u00e3o conformadas com as restri\u00e7\u00f5es no luto. \u201cN\u00e3o tive pessoas agressivas e est\u00e3o todos lidando bem, dentro do poss\u00edvel, com a situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo\u201d, disse a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Medidas extraordin\u00e1rias n\u00e3o reduzem contamina\u00e7\u00e3o de idosos por coronav\u00edrus em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n As ag\u00eancias na regi\u00e3o parisiense de portugueses est\u00e3o fazendo o translado de corpos de mortos para Portugal e afirmam que t\u00eam lidado com casos de portugueses mortos na Fran\u00e7a devido \u00e0 pandemia do novo coronav\u00edrus, a Covid-19.<\/p>\n\n\n\n \u201cSim, temos casos de portugueses mortos por Covid-19. Alguns at\u00e9 j\u00e1 lev\u00e1mos para Portugal. Muitos ficam na Fran\u00e7a, por outros motivos, como estar com toda a fam\u00edlia no pa\u00eds\", afirmou Joaquim Cardoso, dona de uma funer\u00e1ria, em entrevista a publica\u00e7\u00e3o portuguesa Lusa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a publica\u00e7\u00e3o, ainda n\u00e3o h\u00e1 o n\u00famero total de portugueses ou lusodescendentes que morreram na Fran\u00e7a devido \u00e0 Covid-19. <\/p>\n\n\n\n O empres\u00e1rio Joaquim Cardoso diz que tem visto um aumento no seu volume de trabalho entre 30% a 40% desde o in\u00edcio da pandemia na Fran\u00e7a e que as medidas seguran\u00e7a s\u00e3o todas rigorosamente cumpridas, incluindo nos transportes dos corpos para Portugal.<\/p>\n\n\n\n \u201cNos primeiros transportes as fam\u00edlias n\u00e3o podiam acompanhar porque tinham de ficar 14 dias em Portugal, em quarentena\u201d, disse Joaquim Cardoso, garantindo que passar pela fronteira da Espanha \u201c\u00e9 o mais complicado\u201d.<\/p>\n\n\n\n Tamb\u00e9m Elodie Alves, propriet\u00e1ria de funer\u00e1ria, relata a mesma situa\u00e7\u00e3o e confirma que tem lidado com casos de portugueses que morreram na Fran\u00e7a devido ao novo coronav\u00edrus. \u201cTemos que ter precau\u00e7\u00f5es diferentes agora. Colocamos uma prote\u00e7\u00e3o a mais em volta da urna. A \u00fanica coisa que \u00e9 importante saber \u00e9 que n\u00f3s podemos atravessar fronteiras, mas n\u00e3o levamos fam\u00edlia conosco, as fam\u00edlias acompanham em seu pr\u00f3prio carro e podem ser rejeitados na fronteira com Espanha\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n No entanto, a ag\u00eancia oferece outra op\u00e7\u00e3o: \u201cSe as fam\u00edlias n\u00e3o optarem que a pessoa seja transladada sem que os familiares v\u00e3o ao funeral, n\u00f3s propomos, dependendo das cidades, enterrar o corpo num jazigo provis\u00f3rio em cimento e podemos deixar o corpo l\u00e1 por seis meses no m\u00e1ximo. Quando a pandemia for embora, tiramos a urna dessa sepultura e levamos a urna para Portugal\u201d.<\/p>\n\n\n\n Elodie Alves disse que 98% dos funerais que organiza atualmente est\u00e3o ligados \u00e0 Covid-19 e que as pessoas est\u00e3o conformadas com as restri\u00e7\u00f5es no luto. \u201cN\u00e3o tive pessoas agressivas e est\u00e3o todos lidando bem, dentro do poss\u00edvel, com a situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo\u201d, disse a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cUm pa\u00eds melhor preparado\u201d. Imprensa francesa elogia forma como Portugal est\u00e1 lidando com a pandemia<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Medidas extraordin\u00e1rias n\u00e3o reduzem contamina\u00e7\u00e3o de idosos por coronav\u00edrus em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n As ag\u00eancias na regi\u00e3o parisiense de portugueses est\u00e3o fazendo o translado de corpos de mortos para Portugal e afirmam que t\u00eam lidado com casos de portugueses mortos na Fran\u00e7a devido \u00e0 pandemia do novo coronav\u00edrus, a Covid-19.<\/p>\n\n\n\n \u201cSim, temos casos de portugueses mortos por Covid-19. Alguns at\u00e9 j\u00e1 lev\u00e1mos para Portugal. Muitos ficam na Fran\u00e7a, por outros motivos, como estar com toda a fam\u00edlia no pa\u00eds\", afirmou Joaquim Cardoso, dona de uma funer\u00e1ria, em entrevista a publica\u00e7\u00e3o portuguesa Lusa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a publica\u00e7\u00e3o, ainda n\u00e3o h\u00e1 o n\u00famero total de portugueses ou lusodescendentes que morreram na Fran\u00e7a devido \u00e0 Covid-19. <\/p>\n\n\n\n O empres\u00e1rio Joaquim Cardoso diz que tem visto um aumento no seu volume de trabalho entre 30% a 40% desde o in\u00edcio da pandemia na Fran\u00e7a e que as medidas seguran\u00e7a s\u00e3o todas rigorosamente cumpridas, incluindo nos transportes dos corpos para Portugal.<\/p>\n\n\n\n \u201cNos primeiros transportes as fam\u00edlias n\u00e3o podiam acompanhar porque tinham de ficar 14 dias em Portugal, em quarentena\u201d, disse Joaquim Cardoso, garantindo que passar pela fronteira da Espanha \u201c\u00e9 o mais complicado\u201d.<\/p>\n\n\n\n Tamb\u00e9m Elodie Alves, propriet\u00e1ria de funer\u00e1ria, relata a mesma situa\u00e7\u00e3o e confirma que tem lidado com casos de portugueses que morreram na Fran\u00e7a devido ao novo coronav\u00edrus. \u201cTemos que ter precau\u00e7\u00f5es diferentes agora. Colocamos uma prote\u00e7\u00e3o a mais em volta da urna. A \u00fanica coisa que \u00e9 importante saber \u00e9 que n\u00f3s podemos atravessar fronteiras, mas n\u00e3o levamos fam\u00edlia conosco, as fam\u00edlias acompanham em seu pr\u00f3prio carro e podem ser rejeitados na fronteira com Espanha\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n No entanto, a ag\u00eancia oferece outra op\u00e7\u00e3o: \u201cSe as fam\u00edlias n\u00e3o optarem que a pessoa seja transladada sem que os familiares v\u00e3o ao funeral, n\u00f3s propomos, dependendo das cidades, enterrar o corpo num jazigo provis\u00f3rio em cimento e podemos deixar o corpo l\u00e1 por seis meses no m\u00e1ximo. Quando a pandemia for embora, tiramos a urna dessa sepultura e levamos a urna para Portugal\u201d.<\/p>\n\n\n\n Elodie Alves disse que 98% dos funerais que organiza atualmente est\u00e3o ligados \u00e0 Covid-19 e que as pessoas est\u00e3o conformadas com as restri\u00e7\u00f5es no luto. \u201cN\u00e3o tive pessoas agressivas e est\u00e3o todos lidando bem, dentro do poss\u00edvel, com a situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo\u201d, disse a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal \u00e9 destaque no Fant\u00e1stico, por sua atitude no combate ao v\u00edrus<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cUm pa\u00eds melhor preparado\u201d. Imprensa francesa elogia forma como Portugal est\u00e1 lidando com a pandemia<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Medidas extraordin\u00e1rias n\u00e3o reduzem contamina\u00e7\u00e3o de idosos por coronav\u00edrus em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n As ag\u00eancias na regi\u00e3o parisiense de portugueses est\u00e3o fazendo o translado de corpos de mortos para Portugal e afirmam que t\u00eam lidado com casos de portugueses mortos na Fran\u00e7a devido \u00e0 pandemia do novo coronav\u00edrus, a Covid-19.<\/p>\n\n\n\n \u201cSim, temos casos de portugueses mortos por Covid-19. Alguns at\u00e9 j\u00e1 lev\u00e1mos para Portugal. Muitos ficam na Fran\u00e7a, por outros motivos, como estar com toda a fam\u00edlia no pa\u00eds\", afirmou Joaquim Cardoso, dona de uma funer\u00e1ria, em entrevista a publica\u00e7\u00e3o portuguesa Lusa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a publica\u00e7\u00e3o, ainda n\u00e3o h\u00e1 o n\u00famero total de portugueses ou lusodescendentes que morreram na Fran\u00e7a devido \u00e0 Covid-19. <\/p>\n\n\n\n O empres\u00e1rio Joaquim Cardoso diz que tem visto um aumento no seu volume de trabalho entre 30% a 40% desde o in\u00edcio da pandemia na Fran\u00e7a e que as medidas seguran\u00e7a s\u00e3o todas rigorosamente cumpridas, incluindo nos transportes dos corpos para Portugal.<\/p>\n\n\n\n \u201cNos primeiros transportes as fam\u00edlias n\u00e3o podiam acompanhar porque tinham de ficar 14 dias em Portugal, em quarentena\u201d, disse Joaquim Cardoso, garantindo que passar pela fronteira da Espanha \u201c\u00e9 o mais complicado\u201d.<\/p>\n\n\n\n Tamb\u00e9m Elodie Alves, propriet\u00e1ria de funer\u00e1ria, relata a mesma situa\u00e7\u00e3o e confirma que tem lidado com casos de portugueses que morreram na Fran\u00e7a devido ao novo coronav\u00edrus. \u201cTemos que ter precau\u00e7\u00f5es diferentes agora. Colocamos uma prote\u00e7\u00e3o a mais em volta da urna. A \u00fanica coisa que \u00e9 importante saber \u00e9 que n\u00f3s podemos atravessar fronteiras, mas n\u00e3o levamos fam\u00edlia conosco, as fam\u00edlias acompanham em seu pr\u00f3prio carro e podem ser rejeitados na fronteira com Espanha\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n No entanto, a ag\u00eancia oferece outra op\u00e7\u00e3o: \u201cSe as fam\u00edlias n\u00e3o optarem que a pessoa seja transladada sem que os familiares v\u00e3o ao funeral, n\u00f3s propomos, dependendo das cidades, enterrar o corpo num jazigo provis\u00f3rio em cimento e podemos deixar o corpo l\u00e1 por seis meses no m\u00e1ximo. Quando a pandemia for embora, tiramos a urna dessa sepultura e levamos a urna para Portugal\u201d.<\/p>\n\n\n\n Elodie Alves disse que 98% dos funerais que organiza atualmente est\u00e3o ligados \u00e0 Covid-19 e que as pessoas est\u00e3o conformadas com as restri\u00e7\u00f5es no luto. \u201cN\u00e3o tive pessoas agressivas e est\u00e3o todos lidando bem, dentro do poss\u00edvel, com a situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo\u201d, disse a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Donos de funer\u00e1rias na regi\u00e3o parisiense contam como ocorre o translado e relatam um aumento entre 30% a 40% em volume de trabalho desde o in\u00edcio da pandemia.<\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal \u00e9 destaque no Fant\u00e1stico, por sua atitude no combate ao v\u00edrus<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cUm pa\u00eds melhor preparado\u201d. Imprensa francesa elogia forma como Portugal est\u00e1 lidando com a pandemia<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Medidas extraordin\u00e1rias n\u00e3o reduzem contamina\u00e7\u00e3o de idosos por coronav\u00edrus em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n As ag\u00eancias na regi\u00e3o parisiense de portugueses est\u00e3o fazendo o translado de corpos de mortos para Portugal e afirmam que t\u00eam lidado com casos de portugueses mortos na Fran\u00e7a devido \u00e0 pandemia do novo coronav\u00edrus, a Covid-19.<\/p>\n\n\n\n \u201cSim, temos casos de portugueses mortos por Covid-19. Alguns at\u00e9 j\u00e1 lev\u00e1mos para Portugal. Muitos ficam na Fran\u00e7a, por outros motivos, como estar com toda a fam\u00edlia no pa\u00eds\", afirmou Joaquim Cardoso, dona de uma funer\u00e1ria, em entrevista a publica\u00e7\u00e3o portuguesa Lusa.<\/p>\n\n\n\n De acordo com a publica\u00e7\u00e3o, ainda n\u00e3o h\u00e1 o n\u00famero total de portugueses ou lusodescendentes que morreram na Fran\u00e7a devido \u00e0 Covid-19. <\/p>\n\n\n\n O empres\u00e1rio Joaquim Cardoso diz que tem visto um aumento no seu volume de trabalho entre 30% a 40% desde o in\u00edcio da pandemia na Fran\u00e7a e que as medidas seguran\u00e7a s\u00e3o todas rigorosamente cumpridas, incluindo nos transportes dos corpos para Portugal.<\/p>\n\n\n\n \u201cNos primeiros transportes as fam\u00edlias n\u00e3o podiam acompanhar porque tinham de ficar 14 dias em Portugal, em quarentena\u201d, disse Joaquim Cardoso, garantindo que passar pela fronteira da Espanha \u201c\u00e9 o mais complicado\u201d.<\/p>\n\n\n\n Tamb\u00e9m Elodie Alves, propriet\u00e1ria de funer\u00e1ria, relata a mesma situa\u00e7\u00e3o e confirma que tem lidado com casos de portugueses que morreram na Fran\u00e7a devido ao novo coronav\u00edrus. \u201cTemos que ter precau\u00e7\u00f5es diferentes agora. Colocamos uma prote\u00e7\u00e3o a mais em volta da urna. A \u00fanica coisa que \u00e9 importante saber \u00e9 que n\u00f3s podemos atravessar fronteiras, mas n\u00e3o levamos fam\u00edlia conosco, as fam\u00edlias acompanham em seu pr\u00f3prio carro e podem ser rejeitados na fronteira com Espanha\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n No entanto, a ag\u00eancia oferece outra op\u00e7\u00e3o: \u201cSe as fam\u00edlias n\u00e3o optarem que a pessoa seja transladada sem que os familiares v\u00e3o ao funeral, n\u00f3s propomos, dependendo das cidades, enterrar o corpo num jazigo provis\u00f3rio em cimento e podemos deixar o corpo l\u00e1 por seis meses no m\u00e1ximo. Quando a pandemia for embora, tiramos a urna dessa sepultura e levamos a urna para Portugal\u201d.<\/p>\n\n\n\n Elodie Alves disse que 98% dos funerais que organiza atualmente est\u00e3o ligados \u00e0 Covid-19 e que as pessoas est\u00e3o conformadas com as restri\u00e7\u00f5es no luto. \u201cN\u00e3o tive pessoas agressivas e est\u00e3o todos lidando bem, dentro do poss\u00edvel, com a situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo\u201d, disse a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n No bairro de Alc\u00e2ntara, em Lisboa, um grupo de funcion\u00e1rios municipais dirigiram em um caminh\u00e3o aberto com alto-falantes, cantando m\u00fasicas tradicionais e entregando cravos para os moradores confinados em suas casas.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n \u201cCantar pela janela, todos ao mesmo tempo, \u00e9 uma maneira de dizer que, mesmo no confinamento, celebramos a democracia e a liberdade\u201d, disse a l\u00edder do partido Bloco de Esquerda, Catarina Martins, \u00e0 emissora de televis\u00e3o RTP.<\/p>\n\n\n\n No bairro de Alc\u00e2ntara, em Lisboa, um grupo de funcion\u00e1rios municipais dirigiram em um caminh\u00e3o aberto com alto-falantes, cantando m\u00fasicas tradicionais e entregando cravos para os moradores confinados em suas casas.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n Exatamente \u00e0s 15h, hor\u00e1rio local, muitos cidad\u00e3os foram \u00e0s varandas para cantar o hino revolucion\u00e1rio \u201cGr\u00e2ndola, Vila Morena\u201d.<\/p>\n\n\n\n \u201cCantar pela janela, todos ao mesmo tempo, \u00e9 uma maneira de dizer que, mesmo no confinamento, celebramos a democracia e a liberdade\u201d, disse a l\u00edder do partido Bloco de Esquerda, Catarina Martins, \u00e0 emissora de televis\u00e3o RTP.<\/p>\n\n\n\n No bairro de Alc\u00e2ntara, em Lisboa, um grupo de funcion\u00e1rios municipais dirigiram em um caminh\u00e3o aberto com alto-falantes, cantando m\u00fasicas tradicionais e entregando cravos para os moradores confinados em suas casas.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n Governos locais optaram por organizar uma s\u00e9rie de shows online, pe\u00e7as de teatro e passeios virtuais por galerias e pr\u00e9dios hist\u00f3ricos, incluindo a resid\u00eancia oficial do primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p>\n\n\n\n Exatamente \u00e0s 15h, hor\u00e1rio local, muitos cidad\u00e3os foram \u00e0s varandas para cantar o hino revolucion\u00e1rio \u201cGr\u00e2ndola, Vila Morena\u201d.<\/p>\n\n\n\n \u201cCantar pela janela, todos ao mesmo tempo, \u00e9 uma maneira de dizer que, mesmo no confinamento, celebramos a democracia e a liberdade\u201d, disse a l\u00edder do partido Bloco de Esquerda, Catarina Martins, \u00e0 emissora de televis\u00e3o RTP.<\/p>\n\n\n\n No bairro de Alc\u00e2ntara, em Lisboa, um grupo de funcion\u00e1rios municipais dirigiram em um caminh\u00e3o aberto com alto-falantes, cantando m\u00fasicas tradicionais e entregando cravos para os moradores confinados em suas casas.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n Comemora\u00e7\u00f5es parecidas estavam planejadas para este ano, mas o restrito isolamento da na\u00e7\u00e3o para combater o coronav\u00edrus, declarado em 18 de mar\u00e7o e renovado at\u00e9 2 de maio, for\u00e7ou as autoridades a buscarem alternativas.<\/p>\n\n\n\n Governos locais optaram por organizar uma s\u00e9rie de shows online, pe\u00e7as de teatro e passeios virtuais por galerias e pr\u00e9dios hist\u00f3ricos, incluindo a resid\u00eancia oficial do primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p>\n\n\n\n Exatamente \u00e0s 15h, hor\u00e1rio local, muitos cidad\u00e3os foram \u00e0s varandas para cantar o hino revolucion\u00e1rio \u201cGr\u00e2ndola, Vila Morena\u201d.<\/p>\n\n\n\n \u201cCantar pela janela, todos ao mesmo tempo, \u00e9 uma maneira de dizer que, mesmo no confinamento, celebramos a democracia e a liberdade\u201d, disse a l\u00edder do partido Bloco de Esquerda, Catarina Martins, \u00e0 emissora de televis\u00e3o RTP.<\/p>\n\n\n\n No bairro de Alc\u00e2ntara, em Lisboa, um grupo de funcion\u00e1rios municipais dirigiram em um caminh\u00e3o aberto com alto-falantes, cantando m\u00fasicas tradicionais e entregando cravos para os moradores confinados em suas casas.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n Todos os anos, para homenagear os que lutaram pela democracia na Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos, milhares de pessoas se re\u00fanem nas ruas segurando cravos vermelhos e gritando \u201cFascismo, nunca mais\u201d.<\/p>\n\n\n\n Comemora\u00e7\u00f5es parecidas estavam planejadas para este ano, mas o restrito isolamento da na\u00e7\u00e3o para combater o coronav\u00edrus, declarado em 18 de mar\u00e7o e renovado at\u00e9 2 de maio, for\u00e7ou as autoridades a buscarem alternativas.<\/p>\n\n\n\n Governos locais optaram por organizar uma s\u00e9rie de shows online, pe\u00e7as de teatro e passeios virtuais por galerias e pr\u00e9dios hist\u00f3ricos, incluindo a resid\u00eancia oficial do primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p>\n\n\n\n Exatamente \u00e0s 15h, hor\u00e1rio local, muitos cidad\u00e3os foram \u00e0s varandas para cantar o hino revolucion\u00e1rio \u201cGr\u00e2ndola, Vila Morena\u201d.<\/p>\n\n\n\n \u201cCantar pela janela, todos ao mesmo tempo, \u00e9 uma maneira de dizer que, mesmo no confinamento, celebramos a democracia e a liberdade\u201d, disse a l\u00edder do partido Bloco de Esquerda, Catarina Martins, \u00e0 emissora de televis\u00e3o RTP.<\/p>\n\n\n\n No bairro de Alc\u00e2ntara, em Lisboa, um grupo de funcion\u00e1rios municipais dirigiram em um caminh\u00e3o aberto com alto-falantes, cantando m\u00fasicas tradicionais e entregando cravos para os moradores confinados em suas casas.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n H\u00e1 46 anos uma revolu\u00e7\u00e3o quase sem sangue finalmente levou o pa\u00eds \u00e0 democracia, encerrando o regime autorit\u00e1rio instaurado pelo ditador Ant\u00f3nio Salazar, em 25 de abril de 1974.<\/p>\n\n\n\n Todos os anos, para homenagear os que lutaram pela democracia na Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos, milhares de pessoas se re\u00fanem nas ruas segurando cravos vermelhos e gritando \u201cFascismo, nunca mais\u201d.<\/p>\n\n\n\n Comemora\u00e7\u00f5es parecidas estavam planejadas para este ano, mas o restrito isolamento da na\u00e7\u00e3o para combater o coronav\u00edrus, declarado em 18 de mar\u00e7o e renovado at\u00e9 2 de maio, for\u00e7ou as autoridades a buscarem alternativas.<\/p>\n\n\n\n Governos locais optaram por organizar uma s\u00e9rie de shows online, pe\u00e7as de teatro e passeios virtuais por galerias e pr\u00e9dios hist\u00f3ricos, incluindo a resid\u00eancia oficial do primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p>\n\n\n\n Exatamente \u00e0s 15h, hor\u00e1rio local, muitos cidad\u00e3os foram \u00e0s varandas para cantar o hino revolucion\u00e1rio \u201cGr\u00e2ndola, Vila Morena\u201d.<\/p>\n\n\n\n \u201cCantar pela janela, todos ao mesmo tempo, \u00e9 uma maneira de dizer que, mesmo no confinamento, celebramos a democracia e a liberdade\u201d, disse a l\u00edder do partido Bloco de Esquerda, Catarina Martins, \u00e0 emissora de televis\u00e3o RTP.<\/p>\n\n\n\n No bairro de Alc\u00e2ntara, em Lisboa, um grupo de funcion\u00e1rios municipais dirigiram em um caminh\u00e3o aberto com alto-falantes, cantando m\u00fasicas tradicionais e entregando cravos para os moradores confinados em suas casas.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n H\u00e1 46 anos uma revolu\u00e7\u00e3o quase sem sangue finalmente levou o pa\u00eds \u00e0 democracia, encerrando o regime autorit\u00e1rio instaurado pelo ditador Ant\u00f3nio Salazar, em 25 de abril de 1974.<\/p>\n\n\n\n Todos os anos, para homenagear os que lutaram pela democracia na Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos, milhares de pessoas se re\u00fanem nas ruas segurando cravos vermelhos e gritando \u201cFascismo, nunca mais\u201d.<\/p>\n\n\n\n Comemora\u00e7\u00f5es parecidas estavam planejadas para este ano, mas o restrito isolamento da na\u00e7\u00e3o para combater o coronav\u00edrus, declarado em 18 de mar\u00e7o e renovado at\u00e9 2 de maio, for\u00e7ou as autoridades a buscarem alternativas.<\/p>\n\n\n\n Governos locais optaram por organizar uma s\u00e9rie de shows online, pe\u00e7as de teatro e passeios virtuais por galerias e pr\u00e9dios hist\u00f3ricos, incluindo a resid\u00eancia oficial do primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p>\n\n\n\n Exatamente \u00e0s 15h, hor\u00e1rio local, muitos cidad\u00e3os foram \u00e0s varandas para cantar o hino revolucion\u00e1rio \u201cGr\u00e2ndola, Vila Morena\u201d.<\/p>\n\n\n\n \u201cCantar pela janela, todos ao mesmo tempo, \u00e9 uma maneira de dizer que, mesmo no confinamento, celebramos a democracia e a liberdade\u201d, disse a l\u00edder do partido Bloco de Esquerda, Catarina Martins, \u00e0 emissora de televis\u00e3o RTP.<\/p>\n\n\n\n No bairro de Alc\u00e2ntara, em Lisboa, um grupo de funcion\u00e1rios municipais dirigiram em um caminh\u00e3o aberto com alto-falantes, cantando m\u00fasicas tradicionais e entregando cravos para os moradores confinados em suas casas.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Medidas extraordin\u00e1rias n\u00e3o reduzem contamina\u00e7\u00e3o de idosos por coronav\u00edrus em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n H\u00e1 46 anos uma revolu\u00e7\u00e3o quase sem sangue finalmente levou o pa\u00eds \u00e0 democracia, encerrando o regime autorit\u00e1rio instaurado pelo ditador Ant\u00f3nio Salazar, em 25 de abril de 1974.<\/p>\n\n\n\n Todos os anos, para homenagear os que lutaram pela democracia na Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos, milhares de pessoas se re\u00fanem nas ruas segurando cravos vermelhos e gritando \u201cFascismo, nunca mais\u201d.<\/p>\n\n\n\n Comemora\u00e7\u00f5es parecidas estavam planejadas para este ano, mas o restrito isolamento da na\u00e7\u00e3o para combater o coronav\u00edrus, declarado em 18 de mar\u00e7o e renovado at\u00e9 2 de maio, for\u00e7ou as autoridades a buscarem alternativas.<\/p>\n\n\n\n Governos locais optaram por organizar uma s\u00e9rie de shows online, pe\u00e7as de teatro e passeios virtuais por galerias e pr\u00e9dios hist\u00f3ricos, incluindo a resid\u00eancia oficial do primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p>\n\n\n\n Exatamente \u00e0s 15h, hor\u00e1rio local, muitos cidad\u00e3os foram \u00e0s varandas para cantar o hino revolucion\u00e1rio \u201cGr\u00e2ndola, Vila Morena\u201d.<\/p>\n\n\n\n \u201cCantar pela janela, todos ao mesmo tempo, \u00e9 uma maneira de dizer que, mesmo no confinamento, celebramos a democracia e a liberdade\u201d, disse a l\u00edder do partido Bloco de Esquerda, Catarina Martins, \u00e0 emissora de televis\u00e3o RTP.<\/p>\n\n\n\n No bairro de Alc\u00e2ntara, em Lisboa, um grupo de funcion\u00e1rios municipais dirigiram em um caminh\u00e3o aberto com alto-falantes, cantando m\u00fasicas tradicionais e entregando cravos para os moradores confinados em suas casas.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cUm pa\u00eds melhor preparado\u201d. Imprensa francesa elogia forma como Portugal est\u00e1 lidando com a pandemia<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Medidas extraordin\u00e1rias n\u00e3o reduzem contamina\u00e7\u00e3o de idosos por coronav\u00edrus em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n H\u00e1 46 anos uma revolu\u00e7\u00e3o quase sem sangue finalmente levou o pa\u00eds \u00e0 democracia, encerrando o regime autorit\u00e1rio instaurado pelo ditador Ant\u00f3nio Salazar, em 25 de abril de 1974.<\/p>\n\n\n\n Todos os anos, para homenagear os que lutaram pela democracia na Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos, milhares de pessoas se re\u00fanem nas ruas segurando cravos vermelhos e gritando \u201cFascismo, nunca mais\u201d.<\/p>\n\n\n\n Comemora\u00e7\u00f5es parecidas estavam planejadas para este ano, mas o restrito isolamento da na\u00e7\u00e3o para combater o coronav\u00edrus, declarado em 18 de mar\u00e7o e renovado at\u00e9 2 de maio, for\u00e7ou as autoridades a buscarem alternativas.<\/p>\n\n\n\n Governos locais optaram por organizar uma s\u00e9rie de shows online, pe\u00e7as de teatro e passeios virtuais por galerias e pr\u00e9dios hist\u00f3ricos, incluindo a resid\u00eancia oficial do primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p>\n\n\n\n Exatamente \u00e0s 15h, hor\u00e1rio local, muitos cidad\u00e3os foram \u00e0s varandas para cantar o hino revolucion\u00e1rio \u201cGr\u00e2ndola, Vila Morena\u201d.<\/p>\n\n\n\n \u201cCantar pela janela, todos ao mesmo tempo, \u00e9 uma maneira de dizer que, mesmo no confinamento, celebramos a democracia e a liberdade\u201d, disse a l\u00edder do partido Bloco de Esquerda, Catarina Martins, \u00e0 emissora de televis\u00e3o RTP.<\/p>\n\n\n\n No bairro de Alc\u00e2ntara, em Lisboa, um grupo de funcion\u00e1rios municipais dirigiram em um caminh\u00e3o aberto com alto-falantes, cantando m\u00fasicas tradicionais e entregando cravos para os moradores confinados em suas casas.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal \u00e9 destaque no Fant\u00e1stico, por sua atitude no combate ao v\u00edrus<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cUm pa\u00eds melhor preparado\u201d. Imprensa francesa elogia forma como Portugal est\u00e1 lidando com a pandemia<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Medidas extraordin\u00e1rias n\u00e3o reduzem contamina\u00e7\u00e3o de idosos por coronav\u00edrus em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n H\u00e1 46 anos uma revolu\u00e7\u00e3o quase sem sangue finalmente levou o pa\u00eds \u00e0 democracia, encerrando o regime autorit\u00e1rio instaurado pelo ditador Ant\u00f3nio Salazar, em 25 de abril de 1974.<\/p>\n\n\n\n Todos os anos, para homenagear os que lutaram pela democracia na Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos, milhares de pessoas se re\u00fanem nas ruas segurando cravos vermelhos e gritando \u201cFascismo, nunca mais\u201d.<\/p>\n\n\n\n Comemora\u00e7\u00f5es parecidas estavam planejadas para este ano, mas o restrito isolamento da na\u00e7\u00e3o para combater o coronav\u00edrus, declarado em 18 de mar\u00e7o e renovado at\u00e9 2 de maio, for\u00e7ou as autoridades a buscarem alternativas.<\/p>\n\n\n\n Governos locais optaram por organizar uma s\u00e9rie de shows online, pe\u00e7as de teatro e passeios virtuais por galerias e pr\u00e9dios hist\u00f3ricos, incluindo a resid\u00eancia oficial do primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p>\n\n\n\n Exatamente \u00e0s 15h, hor\u00e1rio local, muitos cidad\u00e3os foram \u00e0s varandas para cantar o hino revolucion\u00e1rio \u201cGr\u00e2ndola, Vila Morena\u201d.<\/p>\n\n\n\n \u201cCantar pela janela, todos ao mesmo tempo, \u00e9 uma maneira de dizer que, mesmo no confinamento, celebramos a democracia e a liberdade\u201d, disse a l\u00edder do partido Bloco de Esquerda, Catarina Martins, \u00e0 emissora de televis\u00e3o RTP.<\/p>\n\n\n\n No bairro de Alc\u00e2ntara, em Lisboa, um grupo de funcion\u00e1rios municipais dirigiram em um caminh\u00e3o aberto com alto-falantes, cantando m\u00fasicas tradicionais e entregando cravos para os moradores confinados em suas casas.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n O isolamento contra o coronav\u00edrus prejudicou as celebra\u00e7\u00f5es anuais que marcariam o anivers\u00e1rio, deste s\u00e1bado, do fim da longa ditadura de Portugal, com marchas barulhentas nas ruas sendo substitu\u00eddas por eventos virtuais e cantorias nas varandas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal \u00e9 destaque no Fant\u00e1stico, por sua atitude no combate ao v\u00edrus<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cUm pa\u00eds melhor preparado\u201d. Imprensa francesa elogia forma como Portugal est\u00e1 lidando com a pandemia<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Medidas extraordin\u00e1rias n\u00e3o reduzem contamina\u00e7\u00e3o de idosos por coronav\u00edrus em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n H\u00e1 46 anos uma revolu\u00e7\u00e3o quase sem sangue finalmente levou o pa\u00eds \u00e0 democracia, encerrando o regime autorit\u00e1rio instaurado pelo ditador Ant\u00f3nio Salazar, em 25 de abril de 1974.<\/p>\n\n\n\n Todos os anos, para homenagear os que lutaram pela democracia na Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos, milhares de pessoas se re\u00fanem nas ruas segurando cravos vermelhos e gritando \u201cFascismo, nunca mais\u201d.<\/p>\n\n\n\n Comemora\u00e7\u00f5es parecidas estavam planejadas para este ano, mas o restrito isolamento da na\u00e7\u00e3o para combater o coronav\u00edrus, declarado em 18 de mar\u00e7o e renovado at\u00e9 2 de maio, for\u00e7ou as autoridades a buscarem alternativas.<\/p>\n\n\n\n Governos locais optaram por organizar uma s\u00e9rie de shows online, pe\u00e7as de teatro e passeios virtuais por galerias e pr\u00e9dios hist\u00f3ricos, incluindo a resid\u00eancia oficial do primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p>\n\n\n\n Exatamente \u00e0s 15h, hor\u00e1rio local, muitos cidad\u00e3os foram \u00e0s varandas para cantar o hino revolucion\u00e1rio \u201cGr\u00e2ndola, Vila Morena\u201d.<\/p>\n\n\n\n \u201cCantar pela janela, todos ao mesmo tempo, \u00e9 uma maneira de dizer que, mesmo no confinamento, celebramos a democracia e a liberdade\u201d, disse a l\u00edder do partido Bloco de Esquerda, Catarina Martins, \u00e0 emissora de televis\u00e3o RTP.<\/p>\n\n\n\n No bairro de Alc\u00e2ntara, em Lisboa, um grupo de funcion\u00e1rios municipais dirigiram em um caminh\u00e3o aberto com alto-falantes, cantando m\u00fasicas tradicionais e entregando cravos para os moradores confinados em suas casas.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n O isolamento contra o coronav\u00edrus prejudicou as celebra\u00e7\u00f5es anuais que marcariam o anivers\u00e1rio, deste s\u00e1bado, do fim da longa ditadura de Portugal, com marchas barulhentas nas ruas sendo substitu\u00eddas por eventos virtuais e cantorias nas varandas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Portugal \u00e9 destaque no Fant\u00e1stico, por sua atitude no combate ao v\u00edrus<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cUm pa\u00eds melhor preparado\u201d. Imprensa francesa elogia forma como Portugal est\u00e1 lidando com a pandemia<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Medidas extraordin\u00e1rias n\u00e3o reduzem contamina\u00e7\u00e3o de idosos por coronav\u00edrus em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n H\u00e1 46 anos uma revolu\u00e7\u00e3o quase sem sangue finalmente levou o pa\u00eds \u00e0 democracia, encerrando o regime autorit\u00e1rio instaurado pelo ditador Ant\u00f3nio Salazar, em 25 de abril de 1974.<\/p>\n\n\n\n Todos os anos, para homenagear os que lutaram pela democracia na Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos, milhares de pessoas se re\u00fanem nas ruas segurando cravos vermelhos e gritando \u201cFascismo, nunca mais\u201d.<\/p>\n\n\n\n Comemora\u00e7\u00f5es parecidas estavam planejadas para este ano, mas o restrito isolamento da na\u00e7\u00e3o para combater o coronav\u00edrus, declarado em 18 de mar\u00e7o e renovado at\u00e9 2 de maio, for\u00e7ou as autoridades a buscarem alternativas.<\/p>\n\n\n\n Governos locais optaram por organizar uma s\u00e9rie de shows online, pe\u00e7as de teatro e passeios virtuais por galerias e pr\u00e9dios hist\u00f3ricos, incluindo a resid\u00eancia oficial do primeiro-ministro Ant\u00f3nio Costa.<\/p>\n\n\n\n Exatamente \u00e0s 15h, hor\u00e1rio local, muitos cidad\u00e3os foram \u00e0s varandas para cantar o hino revolucion\u00e1rio \u201cGr\u00e2ndola, Vila Morena\u201d.<\/p>\n\n\n\n \u201cCantar pela janela, todos ao mesmo tempo, \u00e9 uma maneira de dizer que, mesmo no confinamento, celebramos a democracia e a liberdade\u201d, disse a l\u00edder do partido Bloco de Esquerda, Catarina Martins, \u00e0 emissora de televis\u00e3o RTP.<\/p>\n\n\n\n No bairro de Alc\u00e2ntara, em Lisboa, um grupo de funcion\u00e1rios municipais dirigiram em um caminh\u00e3o aberto com alto-falantes, cantando m\u00fasicas tradicionais e entregando cravos para os moradores confinados em suas casas.<\/p>\n\n\n\n O evento anual no Parlamento tamb\u00e9m foi moderado. Normalmente, 230 parlamentares e centenas de convidados se re\u00fanem, mas os n\u00fameros foram limitados este ano para reduzir o risco de cont\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n Portugal at\u00e9 agora relatou 23.392 casos de coronav\u00edrus e 880 mortes, uma pequena fra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com a vizinha Espanha, e planeja lentamente reabrir sua economia a partir de maio.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n Cyntia de Paula, chefe da associa\u00e7\u00e3o de imigrantes Casa do Brasil, disse que sua equipe ficou sobrecarregada de pedidos de brasileiros demitidos em meio \u00e0 retra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n O governo confirmou que recebeu pedidos de ajuda de imigrantes brasileiros, mas n\u00e3o deu dados.<\/p>\n\n\n\n Cyntia de Paula, chefe da associa\u00e7\u00e3o de imigrantes Casa do Brasil, disse que sua equipe ficou sobrecarregada de pedidos de brasileiros demitidos em meio \u00e0 retra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n A institui\u00e7\u00e3o de caridade de moradores de rua Comunidade Vida e Paz disse que o n\u00famero de brasileiros e outros imigrantes dormindo ao relento em Lisboa aumentou consideravelmente desde o in\u00edcio do surto.<\/p>\n\n\n\n O governo confirmou que recebeu pedidos de ajuda de imigrantes brasileiros, mas n\u00e3o deu dados.<\/p>\n\n\n\n Cyntia de Paula, chefe da associa\u00e7\u00e3o de imigrantes Casa do Brasil, disse que sua equipe ficou sobrecarregada de pedidos de brasileiros demitidos em meio \u00e0 retra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n Embora os despejos e alguns alugu\u00e9is tenham sido suspensos, Gomes disse que foi amea\u00e7ada de expuls\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n A institui\u00e7\u00e3o de caridade de moradores de rua Comunidade Vida e Paz disse que o n\u00famero de brasileiros e outros imigrantes dormindo ao relento em Lisboa aumentou consideravelmente desde o in\u00edcio do surto.<\/p>\n\n\n\n O governo confirmou que recebeu pedidos de ajuda de imigrantes brasileiros, mas n\u00e3o deu dados.<\/p>\n\n\n\n Cyntia de Paula, chefe da associa\u00e7\u00e3o de imigrantes Casa do Brasil, disse que sua equipe ficou sobrecarregada de pedidos de brasileiros demitidos em meio \u00e0 retra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n \"Sem essa ajuda, n\u00e3o conseguiria sobreviver\", disse ela \u00e0 Reuters por telefone da cozinha que divide com os moradores. \"Esta pandemia est\u00e1 dificultando as coisas para mim.\"<\/p>\n\n\n\n Embora os despejos e alguns alugu\u00e9is tenham sido suspensos, Gomes disse que foi amea\u00e7ada de expuls\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n A institui\u00e7\u00e3o de caridade de moradores de rua Comunidade Vida e Paz disse que o n\u00famero de brasileiros e outros imigrantes dormindo ao relento em Lisboa aumentou consideravelmente desde o in\u00edcio do surto.<\/p>\n\n\n\n O governo confirmou que recebeu pedidos de ajuda de imigrantes brasileiros, mas n\u00e3o deu dados.<\/p>\n\n\n\n Cyntia de Paula, chefe da associa\u00e7\u00e3o de imigrantes Casa do Brasil, disse que sua equipe ficou sobrecarregada de pedidos de brasileiros demitidos em meio \u00e0 retra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n Agora ela n\u00e3o consegue pagar os 200 euros de aluguel e depende de doa\u00e7\u00f5es de institui\u00e7\u00f5es de caridade para comer.<\/p>\n\n\n\n \"Sem essa ajuda, n\u00e3o conseguiria sobreviver\", disse ela \u00e0 Reuters por telefone da cozinha que divide com os moradores. \"Esta pandemia est\u00e1 dificultando as coisas para mim.\"<\/p>\n\n\n\n Embora os despejos e alguns alugu\u00e9is tenham sido suspensos, Gomes disse que foi amea\u00e7ada de expuls\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n A institui\u00e7\u00e3o de caridade de moradores de rua Comunidade Vida e Paz disse que o n\u00famero de brasileiros e outros imigrantes dormindo ao relento em Lisboa aumentou consideravelmente desde o in\u00edcio do surto.<\/p>\n\n\n\n O governo confirmou que recebeu pedidos de ajuda de imigrantes brasileiros, mas n\u00e3o deu dados.<\/p>\n\n\n\n Cyntia de Paula, chefe da associa\u00e7\u00e3o de imigrantes Casa do Brasil, disse que sua equipe ficou sobrecarregada de pedidos de brasileiros demitidos em meio \u00e0 retra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n A vida n\u00e3o tem sido f\u00e1cil para a brasiliense, que encontrou uma vaga em um apartamento de Lisboa em que mais de 20 pessoas dividem cinco quartos pequenos e as baratas s\u00e3o comuns. Mas as coisas pioraram muito quando ela perdeu o emprego pouco antes da ado\u00e7\u00e3o de um isolamento nacional no dia 18 de mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n Agora ela n\u00e3o consegue pagar os 200 euros de aluguel e depende de doa\u00e7\u00f5es de institui\u00e7\u00f5es de caridade para comer.<\/p>\n\n\n\n \"Sem essa ajuda, n\u00e3o conseguiria sobreviver\", disse ela \u00e0 Reuters por telefone da cozinha que divide com os moradores. \"Esta pandemia est\u00e1 dificultando as coisas para mim.\"<\/p>\n\n\n\n Embora os despejos e alguns alugu\u00e9is tenham sido suspensos, Gomes disse que foi amea\u00e7ada de expuls\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n A institui\u00e7\u00e3o de caridade de moradores de rua Comunidade Vida e Paz disse que o n\u00famero de brasileiros e outros imigrantes dormindo ao relento em Lisboa aumentou consideravelmente desde o in\u00edcio do surto.<\/p>\n\n\n\n O governo confirmou que recebeu pedidos de ajuda de imigrantes brasileiros, mas n\u00e3o deu dados.<\/p>\n\n\n\n Cyntia de Paula, chefe da associa\u00e7\u00e3o de imigrantes Casa do Brasil, disse que sua equipe ficou sobrecarregada de pedidos de brasileiros demitidos em meio \u00e0 retra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n Uma dos cerca de 150 mil brasileiros em Portugal, Patricia Gomes, de 46 anos, chegou dois anos atr\u00e1s e vinha se mantendo como um sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros em uma casa de repouso.<\/p>\n\n\n\n A vida n\u00e3o tem sido f\u00e1cil para a brasiliense, que encontrou uma vaga em um apartamento de Lisboa em que mais de 20 pessoas dividem cinco quartos pequenos e as baratas s\u00e3o comuns. Mas as coisas pioraram muito quando ela perdeu o emprego pouco antes da ado\u00e7\u00e3o de um isolamento nacional no dia 18 de mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n Agora ela n\u00e3o consegue pagar os 200 euros de aluguel e depende de doa\u00e7\u00f5es de institui\u00e7\u00f5es de caridade para comer.<\/p>\n\n\n\n \"Sem essa ajuda, n\u00e3o conseguiria sobreviver\", disse ela \u00e0 Reuters por telefone da cozinha que divide com os moradores. \"Esta pandemia est\u00e1 dificultando as coisas para mim.\"<\/p>\n\n\n\n Embora os despejos e alguns alugu\u00e9is tenham sido suspensos, Gomes disse que foi amea\u00e7ada de expuls\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n A institui\u00e7\u00e3o de caridade de moradores de rua Comunidade Vida e Paz disse que o n\u00famero de brasileiros e outros imigrantes dormindo ao relento em Lisboa aumentou consideravelmente desde o in\u00edcio do surto.<\/p>\n\n\n\n O governo confirmou que recebeu pedidos de ajuda de imigrantes brasileiros, mas n\u00e3o deu dados.<\/p>\n\n\n\n Cyntia de Paula, chefe da associa\u00e7\u00e3o de imigrantes Casa do Brasil, disse que sua equipe ficou sobrecarregada de pedidos de brasileiros demitidos em meio \u00e0 retra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n Uma dos cerca de 150 mil brasileiros em Portugal, Patricia Gomes, de 46 anos, chegou dois anos atr\u00e1s e vinha se mantendo como um sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros em uma casa de repouso.<\/p>\n\n\n\n A vida n\u00e3o tem sido f\u00e1cil para a brasiliense, que encontrou uma vaga em um apartamento de Lisboa em que mais de 20 pessoas dividem cinco quartos pequenos e as baratas s\u00e3o comuns. Mas as coisas pioraram muito quando ela perdeu o emprego pouco antes da ado\u00e7\u00e3o de um isolamento nacional no dia 18 de mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n Agora ela n\u00e3o consegue pagar os 200 euros de aluguel e depende de doa\u00e7\u00f5es de institui\u00e7\u00f5es de caridade para comer.<\/p>\n\n\n\n \"Sem essa ajuda, n\u00e3o conseguiria sobreviver\", disse ela \u00e0 Reuters por telefone da cozinha que divide com os moradores. \"Esta pandemia est\u00e1 dificultando as coisas para mim.\"<\/p>\n\n\n\n Embora os despejos e alguns alugu\u00e9is tenham sido suspensos, Gomes disse que foi amea\u00e7ada de expuls\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n A institui\u00e7\u00e3o de caridade de moradores de rua Comunidade Vida e Paz disse que o n\u00famero de brasileiros e outros imigrantes dormindo ao relento em Lisboa aumentou consideravelmente desde o in\u00edcio do surto.<\/p>\n\n\n\n O governo confirmou que recebeu pedidos de ajuda de imigrantes brasileiros, mas n\u00e3o deu dados.<\/p>\n\n\n\n Cyntia de Paula, chefe da associa\u00e7\u00e3o de imigrantes Casa do Brasil, disse que sua equipe ficou sobrecarregada de pedidos de brasileiros demitidos em meio \u00e0 retra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Medidas extraordin\u00e1rias n\u00e3o reduzem contamina\u00e7\u00e3o de idosos por coronav\u00edrus em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n Uma dos cerca de 150 mil brasileiros em Portugal, Patricia Gomes, de 46 anos, chegou dois anos atr\u00e1s e vinha se mantendo como um sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros em uma casa de repouso.<\/p>\n\n\n\n A vida n\u00e3o tem sido f\u00e1cil para a brasiliense, que encontrou uma vaga em um apartamento de Lisboa em que mais de 20 pessoas dividem cinco quartos pequenos e as baratas s\u00e3o comuns. Mas as coisas pioraram muito quando ela perdeu o emprego pouco antes da ado\u00e7\u00e3o de um isolamento nacional no dia 18 de mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n Agora ela n\u00e3o consegue pagar os 200 euros de aluguel e depende de doa\u00e7\u00f5es de institui\u00e7\u00f5es de caridade para comer.<\/p>\n\n\n\n \"Sem essa ajuda, n\u00e3o conseguiria sobreviver\", disse ela \u00e0 Reuters por telefone da cozinha que divide com os moradores. \"Esta pandemia est\u00e1 dificultando as coisas para mim.\"<\/p>\n\n\n\n Embora os despejos e alguns alugu\u00e9is tenham sido suspensos, Gomes disse que foi amea\u00e7ada de expuls\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n A institui\u00e7\u00e3o de caridade de moradores de rua Comunidade Vida e Paz disse que o n\u00famero de brasileiros e outros imigrantes dormindo ao relento em Lisboa aumentou consideravelmente desde o in\u00edcio do surto.<\/p>\n\n\n\n O governo confirmou que recebeu pedidos de ajuda de imigrantes brasileiros, mas n\u00e3o deu dados.<\/p>\n\n\n\n Cyntia de Paula, chefe da associa\u00e7\u00e3o de imigrantes Casa do Brasil, disse que sua equipe ficou sobrecarregada de pedidos de brasileiros demitidos em meio \u00e0 retra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cUm pa\u00eds melhor preparado\u201d. Imprensa francesa elogia forma como Portugal est\u00e1 lidando com a pandemia<\/a><\/strong><\/ins><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Medidas extraordin\u00e1rias n\u00e3o reduzem contamina\u00e7\u00e3o de idosos por coronav\u00edrus em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n Uma dos cerca de 150 mil brasileiros em Portugal, Patricia Gomes, de 46 anos, chegou dois anos atr\u00e1s e vinha se mantendo como um sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros em uma casa de repouso.<\/p>\n\n\n\n A vida n\u00e3o tem sido f\u00e1cil para a brasiliense, que encontrou uma vaga em um apartamento de Lisboa em que mais de 20 pessoas dividem cinco quartos pequenos e as baratas s\u00e3o comuns. Mas as coisas pioraram muito quando ela perdeu o emprego pouco antes da ado\u00e7\u00e3o de um isolamento nacional no dia 18 de mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n Agora ela n\u00e3o consegue pagar os 200 euros de aluguel e depende de doa\u00e7\u00f5es de institui\u00e7\u00f5es de caridade para comer.<\/p>\n\n\n\n \"Sem essa ajuda, n\u00e3o conseguiria sobreviver\", disse ela \u00e0 Reuters por telefone da cozinha que divide com os moradores. \"Esta pandemia est\u00e1 dificultando as coisas para mim.\"<\/p>\n\n\n\n Embora os despejos e alguns alugu\u00e9is tenham sido suspensos, Gomes disse que foi amea\u00e7ada de expuls\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n A institui\u00e7\u00e3o de caridade de moradores de rua Comunidade Vida e Paz disse que o n\u00famero de brasileiros e outros imigrantes dormindo ao relento em Lisboa aumentou consideravelmente desde o in\u00edcio do surto.<\/p>\n\n\n\n O governo confirmou que recebeu pedidos de ajuda de imigrantes brasileiros, mas n\u00e3o deu dados.<\/p>\n\n\n\n Cyntia de Paula, chefe da associa\u00e7\u00e3o de imigrantes Casa do Brasil, disse que sua equipe ficou sobrecarregada de pedidos de brasileiros demitidos em meio \u00e0 retra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0Portugal \u00e9 o pa\u00eds que concentra o maior n\u00famero de brasileiros aguardando retorno ao pa\u00eds<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cUm pa\u00eds melhor preparado\u201d. Imprensa francesa elogia forma como Portugal est\u00e1 lidando com a pandemia<\/a><\/strong><\/ins><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Medidas extraordin\u00e1rias n\u00e3o reduzem contamina\u00e7\u00e3o de idosos por coronav\u00edrus em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n Uma dos cerca de 150 mil brasileiros em Portugal, Patricia Gomes, de 46 anos, chegou dois anos atr\u00e1s e vinha se mantendo como um sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros em uma casa de repouso.<\/p>\n\n\n\n A vida n\u00e3o tem sido f\u00e1cil para a brasiliense, que encontrou uma vaga em um apartamento de Lisboa em que mais de 20 pessoas dividem cinco quartos pequenos e as baratas s\u00e3o comuns. Mas as coisas pioraram muito quando ela perdeu o emprego pouco antes da ado\u00e7\u00e3o de um isolamento nacional no dia 18 de mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n Agora ela n\u00e3o consegue pagar os 200 euros de aluguel e depende de doa\u00e7\u00f5es de institui\u00e7\u00f5es de caridade para comer.<\/p>\n\n\n\n \"Sem essa ajuda, n\u00e3o conseguiria sobreviver\", disse ela \u00e0 Reuters por telefone da cozinha que divide com os moradores. \"Esta pandemia est\u00e1 dificultando as coisas para mim.\"<\/p>\n\n\n\n Embora os despejos e alguns alugu\u00e9is tenham sido suspensos, Gomes disse que foi amea\u00e7ada de expuls\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n A institui\u00e7\u00e3o de caridade de moradores de rua Comunidade Vida e Paz disse que o n\u00famero de brasileiros e outros imigrantes dormindo ao relento em Lisboa aumentou consideravelmente desde o in\u00edcio do surto.<\/p>\n\n\n\n O governo confirmou que recebeu pedidos de ajuda de imigrantes brasileiros, mas n\u00e3o deu dados.<\/p>\n\n\n\n Cyntia de Paula, chefe da associa\u00e7\u00e3o de imigrantes Casa do Brasil, disse que sua equipe ficou sobrecarregada de pedidos de brasileiros demitidos em meio \u00e0 retra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n Os brasileiros, que representam a maior comunidade de imigrantes em Portugal, foram \u00e0 Europa principalmente em busca de uma vida melhor, mas a crise do coronav\u00edrus acabou com os empregos e com a renda de muitos \u2013 e at\u00e9 empurrou alguns para as ruas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0Portugal \u00e9 o pa\u00eds que concentra o maior n\u00famero de brasileiros aguardando retorno ao pa\u00eds<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cUm pa\u00eds melhor preparado\u201d. Imprensa francesa elogia forma como Portugal est\u00e1 lidando com a pandemia<\/a><\/strong><\/ins><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: Medidas extraordin\u00e1rias n\u00e3o reduzem contamina\u00e7\u00e3o de idosos por coronav\u00edrus em Portugal<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n Uma dos cerca de 150 mil brasileiros em Portugal, Patricia Gomes, de 46 anos, chegou dois anos atr\u00e1s e vinha se mantendo como um sal\u00e1rio m\u00ednimo de 635 euros em uma casa de repouso.<\/p>\n\n\n\n A vida n\u00e3o tem sido f\u00e1cil para a brasiliense, que encontrou uma vaga em um apartamento de Lisboa em que mais de 20 pessoas dividem cinco quartos pequenos e as baratas s\u00e3o comuns. Mas as coisas pioraram muito quando ela perdeu o emprego pouco antes da ado\u00e7\u00e3o de um isolamento nacional no dia 18 de mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n Agora ela n\u00e3o consegue pagar os 200 euros de aluguel e depende de doa\u00e7\u00f5es de institui\u00e7\u00f5es de caridade para comer.<\/p>\n\n\n\n \"Sem essa ajuda, n\u00e3o conseguiria sobreviver\", disse ela \u00e0 Reuters por telefone da cozinha que divide com os moradores. \"Esta pandemia est\u00e1 dificultando as coisas para mim.\"<\/p>\n\n\n\n Embora os despejos e alguns alugu\u00e9is tenham sido suspensos, Gomes disse que foi amea\u00e7ada de expuls\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n A institui\u00e7\u00e3o de caridade de moradores de rua Comunidade Vida e Paz disse que o n\u00famero de brasileiros e outros imigrantes dormindo ao relento em Lisboa aumentou consideravelmente desde o in\u00edcio do surto.<\/p>\n\n\n\n O governo confirmou que recebeu pedidos de ajuda de imigrantes brasileiros, mas n\u00e3o deu dados.<\/p>\n\n\n\n Cyntia de Paula, chefe da associa\u00e7\u00e3o de imigrantes Casa do Brasil, disse que sua equipe ficou sobrecarregada de pedidos de brasileiros demitidos em meio \u00e0 retra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n \"A pandemia deixou uma coisa que j\u00e1 sab\u00edamos clara: os brasileiros em Portugal est\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o extremamente prec\u00e1ria\", disse.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Observat\u00f3rio de Migra\u00e7\u00e3o, antes da crise os brasileiros em Portugal recebiam em m\u00e9dia 807 euros por m\u00eas, 14% menos do que os portugueses.<\/p>\n\n\n\n O ativista brasileiro Bruno Falci disse que muitos de seus compatriotas n\u00e3o tinham contratos de trabalho \u2013 um obst\u00e1culo para pessoas que tentam obter acesso aos novos planos de ajuda do governo.<\/p>\n\n\n\n Diogo Dias, um paulista de 33 anos, tamb\u00e9m perdeu o emprego depois que o cabeleireiro para o qual trabalhava fechou as portas.<\/p>\n\n\n\n \"Se a economia n\u00e3o se recuperar, n\u00e3o sei se consigo ficar aqui em Portugal\", disse.<\/p>\n\n\n\n Os brasileiros, que representam a maior comunidade de imigrantes em Portugal, foram \u00e0 Europa principalmente em busca de uma vida melhor, mas a crise do coronav\u00edrus acabou com os empregos e com a renda de muitos \u2013 e at\u00e9 empurrou alguns para as ruas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M:\u00a0Portugal \u00e9 o pa\u00eds que concentra o maior n\u00famero de brasileiros aguardando retorno ao pa\u00eds<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n LEIA TAMB\u00c9M: \u201cUm pa\u00eds melhor preparado\u201d. Imprensa francesa elogia forma como Portugal est\u00e1 lidando com a pandemia<\/a><\/strong><\/ins><\/p>\n\n\n\n<\/a><\/figure>\n\n\n\n
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